Doxa: Pesquisa mostra população paraense dividida em relação a Lockdown

Uma pesquisa publicada na última quarta-feira, 20 pelo Instituto Doxa, avaliou o nível de concordância dos paraenses em relação ao lockdown e suas consequências e os posicionamentos do presidente e governadores quanto ao isolamento social.

A pesquisa, também, avalia a atuação do governo do estado e federal no combate ao covid-19. Além disso, a pesquisa busca saber, na opinião dos paraenses, de quem foi a responsabilidade sobre a compra dos respiradores que não funcionaram.

A pesquisa atingiu uma amostra de 4.337 entrevistas distribuídas pelas seis mesorregiões (Metropolitana, Nordeste, Sudeste, Sudoeste, Baixo Amazonas e Marajó) através de whatsap e facebook, realizada no período de 17 a 19 de maio.

O resultado mostra uma nítida divisão de opinião dos paraenses em relação ao lockdown. 51% dos paraenses discordam da medida adotada pelo governo; enquanto 49% concordam. Quanto às consequências do lockdown - positivas ou negativas -, a percepção da população é que há mais consequências negativas, 53,8% do que positivas, 31,3%.

Quanto a avaliação do trabalho do governo do Estado no combate ao coronavirus, a pesquisa mostra que 54,8% avaliam negativamente; enquanto 27,2% avaliam positivamente. A avaliação regular soma 17,8%.

Em relação às responsabilidades sobre a compra dos respiradores que não funcionaram, a pesquisa mostra que 68,2% dos paraenses afirmam que a responsabilidade é do governador. 20,4% dizem que é da empresa que vendeu; 6,4% afirmam que a responsabilidade é do secretário de saúde. E 1,5% do Governo Chinês.

A percepção da população paraense é que houve ilegalidade nessa transação comercial. É o que afirmam 68,0% dos entrevistados. 21,4% dizem que “talvez” tenha havido ilegalidade. Apenas 5,3% disseram que não houve ilegalidade.

Sobre a hidróxicloroquina no tratamento da Covid-19 ainda no início dos sintomas da doença, 70,3% dos entrevistados são a favor da adoção do remédio no tratamento do covid-19 ainda no início dos sintomas da doença. Apenas 16,8% disseram que são contra.

Baixe o anexo no topo da página e confira a pesquisa na integra

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