China enviou nesta sexta-feira (13) felicitações a Joe Biden por sua eleição como 46º presidente dos Estados Unidos, quase uma semana após o anúncio da vitória do candidato democrata.

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  • Fim da apuração, confirmação oficial da vitória, posse: confira os próximos passos da eleição americana

"Respeitamos a escolha do povo americano. Enviamos nossas felicitações a Biden e a Harris", declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Wang Wenbin, citando também a vice-presidente eleita, Kamala Harris.

Na segunda-feira (9), Wenbin havia se limitado a dizer: "Entendemos que o resultado das eleições presidenciais americanas será determinado de acordo com as leis e procedimentos dos EUA".

Em 2016, o presidente chinês, Xi Jinping, parabenizou o presidente dos EUA, Donald Trump, no dia seguinte à eleição.

Mas, neste ano, Trump ainda não admitiu a derrota. O republicano diz sem apresentar provas que houve fraude e tenta reverter o resultado na Justiça.

A maioria dos líderes mundiais parabenizaram Biden e Harris ainda no sábado (7), quando a vitória democrata foi projetada pelos veículos de comunicação americanos.

Agora, com o reconhecimento da China, o presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, estão entre os poucos líderes mundiais que ainda não reconhecem o resultado. A lista também inclui o presidente mexicano, López Obrador, e o ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-Un.

Na segunda-feira (9), o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, afirmou que "é correto esperar os resultados oficiais das eleições".

Ontem, o chefe da diplomacia russa, Serguei Lavrov, chamou o sistema eleitoral americano de "arcaico" e afirmou que "parabéns são enviados antes da publicação dos resultados quando não há disputa".

 

Fonte: Por G1

A equipe de campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou com uma ação legal nesta quarta-feira em Michigan para impedir o estado de certificar os resultados da eleição realizada da semana passada. As projeções apontam que a votação foi vencida pelo democrata Joe Biden.

No estado da Georgia, onde Biden também foi apontado vencedor, deve haver uma recontagem manual de todos os votos. O secretário de Estado, Brad Raffensperger, afirmou em uma entrevista coletiva que a apuração deve começar ainda nesta semana, e que os resultados serão certificados no dia 20 de novembro.

A ação no estado de Michigan alega os seguintes motivos para impedir a certificação:

  • Eleitores descreveram supostas irregularidades na votação;
  • Houve assédio a observadores eleitorais do Partido Republicano;
  • Cédulas ilegais e inelegíveis forma contabilizadas

Os republicanos estão centrando seus esforços no condado de Wayne, que inclui a cidade de Detroit, que é um reduto de seus rivais, os democratas.

As alegações são semelhantes às levantadas pela equipe de Trump em ações em outros estados. No processo, os advogados afirmam que uma eleição especial pode ser necessária em distritos com problemas.

Especialistas jurídicos disseram que é improvável que o litígio resulte em uma vitória para Trump.

Tentativa de minar a confiança do público

Jake Rollow, porta-voz do Departamento de Estado de Michigan, disse em um comunicado que a campanha de Trump estava promovendo falsas alegações para minar a confiança do público nas eleições de Michigan.

"Isso não muda a verdade: as eleições de Michigan foram conduzidas de maneira justa, segura e transparente e os resultados são um reflexo preciso da vontade do povo", disse Rollow.

Trump se recusa a reconhecer a derrota para Biden e tem afirmado, sem apresentar evidências, que uma fraude generalizada lhe custou a vitória.

O presidente estava atrás de Biden em Michigan por mais de 148 mil votos, ou 2,6 pontos percentuais, de acordo com o total de votos não oficiais mais recente.

 

Fonte: https://g1.globo.com

As principais bolsas da Europa iniciaram a segunda-feira (9) com fortes altas após a vitória do democrata Joe Biden na eleição presidencial do Estados Unidos, apesar da recusa de Donald Trump a reconhecer a derrota.

Por volta das 7h30 (horário de Brasília), a bolsa de Londres operava em alta de 1,4%, Frankfurt avançava 1,96% e Paris 1,62%. Madri ganhava 1,87% e Milão 2,14%, segundo a Reuters.

Com ganhos de cerca de 9% até agora neste mês, o índice referencial de ações europeias STOXX 600 já está a caminho de seu melhor mês até agora em 2020, embora o aumento de casos de coronavírus no continente apresente risco significativo.

Nos EUA, os índices futuros do Dow tinham alta de mais de 1%.

No Japão, o índice Nikkei fechou em forte alta de 2,12%, a 24.839,84 pontos, no maior nível desde 1991.

Já o barril de petróleo subia mais de 2%, negociado acima de US$ 40.

Índice da China atinge máxima de 5 anos

Na China, o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, teve alta de 1,96%, para o nível mais alto de fechamento desde 17 de junho de 2015. O índice de Xangai subiu 1,86%.

A mídia estatal chinesa adotou um tom otimista nesta segunda-feira em editoriais ao reagir à vitória de Biden, dizendo que as relações podem ser restauradas para um estado de maior previsibilidade e que isso pode começar com o comércio.

Outras bolsas da Ásia também iniciaram a semana de maneira positiva: em Hong Kong, o índice Hang Seng subiu 1,18%.

As bolsas vêm registrando altas consideráveis desde quarta-feira da semana passada, com os investidores aliviados por terem escapado de uma "onda azul" democrata, já que o equilíbrio de poder que se perfila entre republicanos e democratas no Congresso dificultará para o governo Biden executar amplas reformas fiscais direcionadas aos ricos e grandes empresas.

Investidores apostam que uma Presidência de Biden com um Senado nos EUA potencialmente republicano levará a menos reformas na indústria e mais estímulo monetário. "Com Biden na Casa Branca, as relações com importantes parceiros comerciais devem melhorar", disse Milan Cutkovic, analista de mercado da Axi.

Biden disse que convocará uma força-tarefa sobre coronavírus nesta segunda-feira para examinar o problema número 1 que enfrentará quando assumir o cargo em janeiro.

Vários indicadores econômicos tranquilizadores também contribuem para manter os mercados no azul. O desemprego recuou mais que o esperado em outubro nos Estados Unidos, de acordo com dados publicados na semana passada, o que sugere que o mercado de trabalho americano continua melhorando, apesar da lenta recuperação econômica e da pandemia.

No Brasil, a Bovespa acumulou na semana passada alta de 7,42%, e o dólar fechou cotado a R$ 5,3920 na sexta-feira.

 

Fonte: Por G1

Três dias antes das eleições presidenciais no país, Obama e Biden se reunirão no importante estado pendular de Michigan, no qual falarão sobre "a união dos americanos para enfrentar a crise que o país atravessa e vencer a batalha pela alma da nação", anunciou a equipe da campanha democrata em um comunicado.

Na semana passada, em campanha para Biden, Obama apareceu sozinho em comícios drive-in na Pensilvânia e na Flórida — dois estados que o presidente Donald Trump venceu em 2016, mas estão em disputa este ano — alertando os apoiadores de Biden contra a complacência e pedindo-lhes para votar antecipadamente.

Em seus discursos, Obama pediu aos partidários de Biden que não se apoiassem na liderança do candidato democrata segundo as pesquisas, mas votassem, lembrando-os de que Hillary Clinton era a favorita há quatro anos e acabou perdendo.

Neste ano, Biden deve recuperar o estado de Michigan, entre outros, para conseguir chegar à Casa Branca.

De acordo com as pesquisas do site RealClearPolitics, Biden aparece na frente de Trump com 7,1 pontos percentuais em âmbito nacional, e com 8,6 pontos de vantagem em Michigan.

 

Fonte: https://www.brasil247.com

 

 
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