A Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), reforça para a população que as seguintes Unidades Básicas de Saúde (UBSs) estão realizando somente atendimento exclusivo para casos de Covid-19: Guanabara, Liberdade I, Jardim Canadá, da Paz e Minérios.

As pessoas que precisam de atendimentos como vacinação, teste do pezinho, pré-natal ou consultas de grupo de risco devem procurar outras UBSs. A mudança no atendimento ocorre durante o período da pandemia do novo coronavírus. 

 

Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Parauapebas - Ascom/PMP

O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em alta nesta terça-feira (26), acompanhando o clima positivo nos mercados externos, conforme as empresas do mundo todo reabrem gradualmente após uma paralisação de meses.

Às 10h05, o Ibovespa tinha alta de 0,11%, a 85.757 pontos. Veja mais cotações.

Na segunda-feira, a bolsa fechou em alta de 4,25%, a 85.663 pontos, em sessão marcada pela ausência da referência de Wall Street por feriado nos EUA, e com o mercado tendo a percepção de que a reunião ministerial do dia 22 de abril não trouxe fatos que possam desestabilizar de imediato a cena política brasileira.

No acumulado do ano, o Ibovespa acumula queda de 25,93%. Na parcial do mês, tem alta de 6,41%.

 

Cenário interno e externo

Na Europa, os mercados operam em alta. O primeiro ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse na segunda-feira que o Reino Unido vai reabrir milhares de lojas de rua, lojas de departamento e centros comerciais no próximo mês.

Uma reportagem também apontou que o governo alemão quer encerrar o alerta contra viagens turísticas a 31 países europeus a partir de 15 de junho, se a situação do coronavírus permitir.

"Qualquer notícia sobre a reabertura da economia e a falta de notícias sobre uma segunda onda serão vistas como positivas para os mercados", disse Marija Veitmane, estrategista sênior de multi-ativos da State Street Global Markets.

No cenário local, embora em segundo plano neste momento, os riscos políticos locais se mantêm no radar dos analistas.

“Embora o vídeo [da reunião ministerial] tenha reduzido os riscos de cauda negativos, o ambiente permanece sensível no Brasil, especialmente considerando a escalada da pandemia no país e as potenciais implicações sobre a popularidade do presidente Bolsonaro”, alertam analistas do Citi em nota.

“Pressões limitadas sob os preços, somadas à contração severa da economia, devem dar ao Copom espaço para cortar 0,5 ponto porcentual da Selic no próximo encontro. Por outro lado, ruídos políticos recentes, incluindo o gerenciamento criticável da pandemia e volatilidade crescente dos mercados, sugerem que o Banco Central pode adotar uma postura mais cautelosa”, acrescentam os economistas da Pantheon.

 

Fonte: Por G1

 

Os participantes do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 terão mais dias para se inscrever no exame. O novo prazo, definido pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), será até às 23h59 da próxima quarta-feira, 27 de maio. Após a inscrição, o pagamento do boleto deve ser realizado até dia 28 do mesmo mês.

A iniciativa decorre de entendimento alcançado entre o Inep e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), em reunião realizada na manhã desta sexta-feira, 22 de maio. O Inep está atento a todas as manifestações da sociedade e do poder público.

Como já anunciado anteriormente pelo MEC e Inep, será feita uma enquete com os participantes inscritos, no final de junho, na Página do Participante. As datas do exame serão definidas após a consulta.

Por fim, o Inep reforça seu apoio aos estudantes brasileiros que pretendem ingressar em uma instituição de ensino superior por meio do Enem 2020.

 

Fonte: https://enem.inep.gov.br

A Prefeitura Municipal de Curionópolis tem 30 dias para convocar todos os candidatos aprovados no concurso público nº 001/2016, realizado pelo Executivo para preencher mais de 300 cargos de níveis médio e fundamental. O prazo consta de 3,, que cobrou as convocações após a prefeitura inchar o quadro de pessoal com servidores temporários.

A decisão judicial é resultado de uma ação civil pública proposta pela Promotoria de Justiça de Curionópolis contra a prefeitura local. A ação detalha que em 2015, durante a gestão do ex-prefeito Wenderson Azevedo Chamon, o MPPA celebrou um termo de ajustamento de conduta com a gestão municipal para a realização de concurso público para provimento de cargos de caráter permanente que estavam ocupados por servidores temporários e comissionados.

Em 2016, a prefeitura realizou concurso público (edital nº 001/2016) para provimento de mais de 300 cargos de níveis médio e fundamental no quadro de pessoal, homologando o resultado final do certame no mês de dezembro de 2016.

Já em 2017, o Tribunal de Contas dos Municípios do Estado do Pará (TCM-PA) homologou medida cautelar suspendendo o concurso público nº 001/2016 diante de suspeitas de possíveis irregularidades na realização do certame. O tribunal revogou a decisão em maio de 2019 e determinou o prosseguimento do concurso com as fases de convocação, nomeação, posse e exercício dos candidatos aprovados.

Apesar disso, no mês de maio de 2017, já durante a gestão do prefeito Adonei Sousa Aguiar (atualmente afastado do cargo), o MPPA identificou que a prefeitura teria contratado 862 servidores em caráter temporário, além do fato de o TCM-PA ter constatado outras irregularidades no curso do certame.

O MPPA também constatou que desde a decisão do TCM/PA que determinou o prosseguimento do concurso, nenhuma convocação/nomeação ocorreu, mantendo a prefeitura de Curionópolis o elevado número de servidores temporários em seus quadros, o que motivou a promotoria a ajuizar ação civil pública para obrigar a convocação dos aprovados.

A prefeitura ainda não foi intimada da decisão judicial. O prazo de 30 dias para realizar as convocações e os procedimentos admissionais dos candidatos aprovados começa a contar a partir desta notificação. A multa diária em caso de descumprimento é de R$ 10 mil.

   

 

Texto: Fernando Alves

 
Assessoria de Comunicação Social

 

 

A promotoria de Justiça de Santarém ajuizou Ação Civil Pública contra a suspensão injustificada tecnicamente do “lockdown” no município. A ACP foi protocolada nas primeiras horas desta segunda-feira (25), em face do Estado do Pará, Secretaria Estadual de Segurança Pública e Município. Pleiteia a prorrogação por mais sete dias, uma vez que suspensão não teve qualquer informação técnica que subsidiasse e demonstrasse a viabilidade do retorno das atividades não essenciais.

O lockdown vigorou em Santarém de 19 a 24 de maio, e a suspensão foi anunciada no sábado (23).  A ACP requer a concessão de liminar para compelir o município, por meio de ato de gestão municipal, a prorrogar as medidas de lockdown em Santarém, ou sendo diretamente proibidas pelo Juízo as atividades já elencadas como não essenciais no Decreto Estadual 729/2020.

E ao Estado do Pará e Secretaria Estadual de Segurança Pública, por meio das Polícias Civis e Militares, que sejam determinados a dar cumprimento à medida estabelecida, planejando e realizando atividade de fiscalização diárias de forma preventiva e repressiva (se for o caso), com cronograma a ser apresentado ao Juízo, onde se identifique medidas coordenadas, a partir dos dados técnicos disponíveis nas secretarias de saúde, que apontam para as áreas que merecem maior monitoramento e realização de contenções com a finalidade de ver cumprido o isolamento social desejado.

Em caso de identificação de munícipes em descumprimento ao determinado, que seja representada a autoridade policial, solicitando adoção de medidas que visem a responsabilização criminal destes, bem como o pagamento de multa, nos termos do art. 6º do Decreto Estadual nº 729/2020, no valor de R$150,00 a cada pessoa identificável que descumprir as medidas de isolamento social.

De acordo com a Ação, as medidas judiciais requeridas justificam-se pelo fato de que as estatísticas diárias publicadas pelos órgãos competentes não indicam que, até a presente data, houve redução de novos casos de infecção humana pelo covid-19 em Santarém. Os números oficiais apontam tão somente aumentos e a possibilidade de disseminação do novo coronavirus em grande escala, havendo um quantitativo bastante relevante de pessoas contaminadas, que atualmente já ultrapassa 776 casos confirmados e 51 óbitos. O último boletim (24/05) já registrou 865 casos confirmados.

O objetivo é alcançar, com as medidas setorizadas pelos requeridos, o percentual de isolamento social adequado para o momento de pandemia vivenciado no Município, a redução de atendimentos de contaminados em estado grave ou em agravamento nas unidades de saúde, a demonstração de capacidade instalada de equipamentos em saúde, que suportem quantitativa e qualitativamente a demanda, a redução do número de óbitos e a redução qualitativa do número de monitorados.

O prefeito de Santarém anunciou que o município sairia do estado de “lockdown”, dizendo tão somente que não atingiram os índices satisfatórios de isolamento social, tendo sido registrado o patamar de 51% de isolamento, quando o ideal seria 70%. Conforme informações publicadas pela Secretaria Estadual de Segurança Pública, no dia 19 de maio Santarém teve 48,2% de índice de isolamento social. No dia 20 foi registrado 49.5% e em 21 de maio chegou-se a 51.8%.

A ACP destaca todas as ações que estão sendo realizadas no município, no combate à pandemia do novo coronavirus, como a disponibilização de serviços como o da Escola Ubaldo Correa, no bairro da Conquista, que durante a semana de 16 a 22 de maio de 2020, fez em média 600 atendimentos diários, conforme informações.  A partir de 25 de maio haverá a expansão do serviço para Escola Princesa Isabel, no bairro Nova República.

“(...), porém, compreendemos que este serviço sendo de fundamental importância para atenção básica aos acometidos de síndromes gripais, gerando fluxo de atendimento para os casos em agravamento, não revela ampliação de leitos de alta complexidade, que tenha capacidade de evitar a letalidade crescente no município. Entretanto, visa-se adotar medidas para garantia da saúde pública de uma população infinitamente maior do que a população tão somente do município de Santarém”, destaca.

A promotoria destaca ainda que os equipamentos em saúde instalados no município para média e alta complexidade servem para atender cerca de um milhão de habitantes, que compõe o cenário de atendimento do Hospital de Campanha e Hospital Regional do Baixo Amazonas.

 

Texto: Lila Bemerguy

 

 

O Governo do Estado divulgou no sábado (23) o decreto estadual 777/2020, relacionado às restrições de circulação de pessoas pós-lockdown, que terminou dia 24.

As determinações levam em consideração um relatório técnico realizado pela Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra) e Universidade Federal do Pará (UFPA), com o apoio da Secretária de Estado de Saúde Pública (Sespa), da Secretária de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Profissional e Tecnológica (Sectet) e Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa). A análise mostra que o número de casos na capital paraense segue em tendência de queda.

Clique aqui, e veja o relatório completo.

"A região metropolitana de Belém apresenta uma tendência de redução na contaminação e óbitos por Covid-19, bem como na sua demanda por recursos hospitalares. Este fato permite afirmar que o dimensionamento destes recursos está condizente com a capacidade de suprimento do estado", informa o relatório.

"A análise desse grupo é o que embasa a decisão a respeito do quadro epidemiológico que permite, de maneira muito gradativa, termos este momento posterior. A partir de segunda-feira, 25, teremos a responsabilidade de manter o isolamento social. Não é possível sair do lockdown para a normalidade, será algo que ocorrerá de semana a semana, para que não tenhamos uma nova onda de contaminação", explica o governador Helder Barbalho. "Está comprovado tecnicamente que a curva epidemiológica vem caindo, com menor número de casos confirmados e de mortes. Temos que ter cautela, serenidade e pensar na saúde e na vida das pessoas, e agir de forma responsável", reforça.

Contribuição científica - O reitor da Ufra, Prof. Marcel Botelho, explica que ainda em março a universidade divulgou uma previsão de pico de contágio para maio na região metropolitana de Belém, mas levando em consideração o número de casos acumulados. Quando a Sespa passou a separar as notificações referentes às últimas 24 horas das notificações referentes a dias anteriores, a pesquisa, que utiliza um modelo matemático e inteligência artificial, foi refeita e o resultado foi o ponto alta da curva entre 20 de abril e 1o de maio, na região metropolitana de Belém.

"O que vemos diariamente confirma a tendência, mas é logico que não dá simplesmente para voltar à normalidade, porque os hospitais, as [Unidades de Terapia Intensiva] UTIs continuam com muitas pessoas. O grande problema dessa virose é possuir um tempo muito longo de recuperação, a Organização Mundial da Saúde (OMS) fala entre 14 e 21 dias de ocupação de leito de terapia intensiva. Se nós iniciamos a queda da curva no início de maio, tem paciente tendo alta só agora", justifica. "A saída do lockdown é possível, mas tem que ser lenta, gradual, e com muito cuidado para evitar que a curva volte a crescer", orienta o reitor.

A partir de agora, o monitoramento passa a ser feito semanalmente, já que as oscilações são muitas e dependem fundamentalmente da adesão da população das medidas restritivas e preventivas. Até o fim da próxima semana, a Ufra deverá ter um estudo completo, tal e qual feito para a RMB, sobre o cenário da pandemia em todas as mesorregiões do Estado.

"Precisamos continuar nos protegendo, com máscara, lavando as mãos. O fim do lockdown não dispensa esses cuidados, muito pelo contrário. Não somos mais obrigados a ficar em casa, mas continua a campanha: se não tem nada indispensável para fazer, fique em casa, é nesse sentido que podemos sair [do lockdown], sempre monitorando para que não haja nova crescente de casos e sobrecarrega do sistema de saúde", recomenda o professor Marcel Botelho.

O titular da Sectet, Carlos Maneschy, afirma que toda a avaliação feita pelo grupo se baseou também em experiências vividas por outros países que hoje vivem momentos de maior relaxamento das medidas de restrição social. "Estamos mostrando as tendências e projeções, e a partir daí o governo pode tomar decisões baseadas em contribuição científica", afirma. "O lockdown, a abertura da Policlínica Metropolitana e do Hospital Regional Abelardo Santos para pacientes de Covid-19, e todas as demais ações combinadas muito certamente apontaram essa tendência de estabilidade, mostrando que o governo estava no caminho certo. E agora começamos a trabalhar a flexibilização", analisa o secretário.

 

Fonte: Por Carol Menezes (SECOM)

 

Marabá, um dos maiores centros urbanos do Pará, possui mais de 400 pessoas infectadas pelo novo coronavírus e mais de 60 mortos. Para cuidar da grande demanda de pacientes com covid-19, o município conta com um Hospital de Campanha instalado pelo Governo Estadual. Contudo, mesmo possuindo leitos vagos, o hospital vem negando atendimento aos pacientes transferidos para o local. 

Para garantir o atendimento às pessoas que necessitam, o Ministério Público do Estado do Pará ingressou na Justiça com uma Ação Civil Pública contra o Governo do Estado, para que regule o funcionamento do hospital, recebendo e cuidando de todos os pacientes da lista de espera de atendimento. Caso descumpra a ordem judicial, o MPPA requer o bloqueio de verbas do Hospital e o pagamento de multa diária de R$10 mil por paciente que o centro médico deixar de receber. 

A Ação Civil Pública (ACP) foi ajuizada na quarta-feira (20), pela promotora de Justiça Mayanna Silva de Souza Queiroz. Nas investigações feitas pela Promotoria, descobriu-se que apenas 32 dos 120 leitos que o Hospital de Campanha de Marabá (HCM) possui estão em uso. O local deveria receber pacientes encaminhados por médicos de outros hospitais da cidade, entretanto, quando os doentes chegavam ao HCM, eram colocados na lista de espera de atendimento. Na última verificação, havia 44 pessoas aguardando leitos. 

Apesar de não prestar o atendimento integral que deveria, o Instituto Nacional de Assistência Integral (INAI), organização responsável pelo hospital de campanha, já recebeu mais de R$10 milhões do governo estadual, divididos em três pagamentos: no dia da inauguração, mesmo sem atender a nenhum paciente, o INAI recebeu R$ 4.200.000,00. Treze dias depois, o instituto recebeu mais R$ 2.407.017,43 para aquisição de equipamentos e mobiliários. E em 8 de maio, foi efetuado o pagamento de R$ 4.200.000,00 para a organização.

A promotora Mayanna Queiroz explica que a situação atual gera sobrecarga aos demais hospitais do município, que além de lidar com suas demandas, precisam cuidar dos pacientes que poderiam ser atendidos no HCM. No texto da ACP, a promotora cita o caso do Hospital Municipal de Marabá (HMM), que “está sobrecarregado atendendo grande parte dos pacientes infectados por covid-19, vindos de ambulância diretamente para o pronto socorro, sem qualquer garantia de leitos, gerando um verdadeiro caos nos serviços. Vários pacientes cadastrados e regulados para o Hospital de Campanha estão tendo seu acesso negado, sem justificativa plausível, vez que o hospital deveria estar em pleno funcionamento com todos os equipamentos necessários, insumos, medicamento e equipe completa, conforme o contrato”.

Tentativas anteriores

No início de abril, houve uma reunião para discutir formas de melhorar o fluxo de encaminhamento, para ter mais rapidez no atendimento. Participaram dela representantes da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), responsável pela regulação do fluxo de pacientes para o Hospital de Campanha, e diretores do Hospital Municipal de Marabá (HMM) e do Hospital Regional do Sudeste do Pará Dr. Geraldo Veloso (HRSP), centros médicos que encaminham pacientes para o HCM. 

Mesmo após a reunião, o Hospital de Campanha continuou a recusar pacientes devidamente encaminhados para o HCM, apesar do local ter leitos vagos e a ocupação bastante reduzida.

Com o problema ainda sem solução, a Promotoria de Justiça de Marabá recomendou à direção do Hospital de Campanha que prestasse atendimento a todos os pacientes encaminhados ao local e ampliasse a quantidade de respiradores do centro hospitalar. Contudo, a recomendação não foi atendida.

 

Texto: Sarah Barbosa, Assessoria de Comunicação



 

O trabalho vai traçar o perfil epidemiológico da população que já pode ter sido exposta ao vírus, mesmo sem apresentar sintomas. O estudo é importante para ajudar a gestão municipal a dimensionar o atendimento da rede de saúde e fortalecer o combate à pandemia.

O estudo prevê testagem por amostragem da população. Os testes rápidos serão aplicados por técnicos de enfermagem de empresa especializada, a Teg Saúde, sob coordenação da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), com suporte financeiro da Vale. Os pesquisadores estarão devidamente identificados com crachá.

A pesquisa vai começar na próxima segunda-feira, 25, e estão previstos três ciclos de testes, com intervalos de quatro semanas entre uma pesquisa e outra. A cada nova etapa, os pesquisadores vão entrevistar e aplicar testes rápidos da Covid-19 em moradores de residências que serão escolhidas de forma aleatória, por sorteio, conforme determina a metodologia deste tipo de estudo. Todos os testes são gratuitos e a participação na pesquisa é voluntária.

"Temos buscado ferramentas para evoluirmos ainda mais na luta contra a Covid-19 em nosso município. A aplicação dos testes rápidos e a pesquisa que será realizada nessas residências vai contribuir com o melhor controle do novo coronavírus em Parauapebas, dando indicadores de contato prévio e atual da população. A execução dessa ação nos dará informações importantes para tomarmos medidas cada vez mais eficazes. Contamos com a ajuda da população, abrindo seus lares para a equipe que estará devidamente identificada. Com a união do poder público, privado e população alcançaremos respostas para combater este vírus", conclama o secretário municipal de Saúde, Gilberto Laranjeiras.

As equipes que realizarão as visitas domiciliares para aplicação de teste rápido e de um questionário participaram de treinamento nesta quarta-feira, 21.

Sobre o teste

O exame é capaz de detectar se a pessoa desenvolveu anticorpos, que são defesas produzidas pelo corpo humano contra o vírus. Os anticorpos sugerem que o contato com o vírus ocorreu, mesmo que a pessoa não tenha apresentado sintomas. Os resultados positivos não podem ser usados como evidência absoluta de coronavírus, mas são ferramenta importante para o auxílio na orientação para o isolamento e na definição das políticas públicas de atendimento.

Os resultados dos testes rápidos saem em, no máximo, 15 minutos. A realização não necessita de estrutura laboratorial porque serão realizados nas residências das pessoas sorteadas.

 

Texto: Karine Gomes (PMP) / Tamy Kondo (Vale)

 

 

Imagine a situação. Pais separados possuem a guarda compartilhada de um filho. Com o isolamento social provocado pelo novo coronavírus, o pai diz que pratica as melhores medidas preventivas à covid-19 e não deixa que este filho frequente a residência da mãe, dificultando o convívio entre a criança e a genitora. Esta conduta é um típico caso de alienação parental.

Com a atual pandemia e o confinamento residencial, os riscos de alienação parental se potencializaram. Para discutir formas de combater esta prática danosa, o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) promove, na próxima quarta-feira (27), a partir das 18h, o debate virtual “Alienação parental e seus novos contornos durante a Pandemia”.

O encontro virtual terá transmissão ao vivo pelo canal do MPPA no YouTube (www.youtube.com/MinisterioPublicoPA) e permitirá a participação do público por meio de perguntas no próprio chat do canal.

O debate será coordenado pela promotora de Justiça Luziana Dantas, coordenadora do Centro de Apoio Operacional Cível (CAO Cìvel), do MPPA, e terá as participações dos promotores de Justiça Alexandre Tourinho e Leane Fiuza de Mello, da juíza Josineide Pamplona, do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, e da advogada Nena Pinheiro.

De acordo com a legislação, alienação parental é a interferência na formação psicológica da criança ou do adolescente promovida ou induzida por um dos genitores, pelos avós ou pelos que tenham a criança ou adolescente sob a sua autoridade, guarda ou vigilância para que repudie genitor ou que cause prejuízo ao estabelecimento ou à manutenção de vínculos com este.

Estão previstos para o debate abordagens sobre aspectos da alienação parental relacionados ao estatuto da criança e adolescente, aspectos criminais desta conduta, guarda compartilhada em tempos da pandemia da covid-19 e a diferença entre guarda compartilhada jurídica e guarda compartilhada física.

Segundo a promotora de Justiça Luziana Dantas, a proposta do debate é construir novas estratégias de lidar com a alienação parental. “O resultado previsto é que consigamos fazer uma releitura da alienação parental levando em conta estas normas sanitárias e já pensar no pós-pandemia, de que forma conseguiremos lidar com esta conduta”, explica.

O encontro virtual da próxima quarta-feira é uma realizado do CAO Cível do MPPA.

  

Texto: Fernando Alves
Assessoria de Comunicação Social   

O Ministério da Saúde divulgou nesta quinta-feira (21) o mais recente balanço de casos e mortes causadas pelo novo coronavírus. Os principais dados são:

 

  • 20.047 mortes, eram 18.859 na quarta-feira (20)
  • Foram 1.188 registros de morte incluídos no balanço em 24 horas, sendo que 311 óbitos ocorreram nos últimos 3 dias
  • 310.087 casos confirmados
  • Foram 18.508 novos casos incluídos no balanço em 24 horas
  • 125.960 pacientes recuperados (40,6%)

 

O país tinha registrado o marco de 10 mil mortes no dia 9 deste mês. O número dobrou em um intervalo de 12 dias. Antes disso, o marco com 5 mil mortes foi registrado em 28 de abril, e o tempo para alcançar os 10 mil foi de 11 dias.

 

20 mil no mundo:

 

Além do Brasil, que chegou ao marco 65 dias depois da primeira morte, os seguintes países também passaram dos 20 mil óbitos:

  • Itália (20.465) em 13 de abril, 53 dias depois da 1ª morte
  • Espanha (20.002) em 17 de abril, 46 dias depois da 1ª morte
  • Reino Unido (20.223) em 21 de abril, 47 dias depois da 1ª morte
  • Estados Unidos (20.255) em 9 de abril, 41 dias depois da 1ª morte

 

 

Casos confirmados de Covid-19 em 21-05-20 — Foto: Arte/G1

Casos e mortes por Covid-19 em 21 de maio — Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

Casos e mortes por Covid-19 em 21 de maio — Foto: Reprodução/Ministério da Saúde

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