Os veículos elétricos já são uma realidade na área da Vale no Pará. A empresa conta com três automóveis que funcionam totalmente a energia elétrica e com zero emissão de CO(dióxido de carbono) na atmosfera. A iniciativa faz parte de um conjunto de soluções que a Vale está adotando para reduzir as emissões em todas as fases das suas operações e junto aos seus fornecedores.

A meta da empresa é se tornar carbono neutra até 2050. Isso quer dizer reduzir ou compensar todas as emissões de carbono que não podem ser evitadas com trabalho de reflorestamento e conservação de biodiversidade. No total, a Vale deverá investir US$ 2 bilhões para reduzir em 33% as emissões de carbono diretas e indiretas da empresa até 2030 e ajudar a reduzir em 15% as emissões de seus fornecedores até 2035. Será o maior investimento já comprometido pela indústria da mineração para o combate às mudanças climáticas.

Os carros, ainda em fase experimental, estão sendo empregados para o transporte de empregados e materiais. Dois do modelo Nissan Leaf são fruto de parceria entre Vale e a empresa JSL, contratada Vale, para locação de veículos leves e para o transporte de empregados no trajeto entre mina, Núcleo Urbano e cidade de Parauapebas, Salobo e  Canaã. Os carros possuem autonomia de 250Km.

Para recarga dos automóveis foram instalados dois pontos no Núcleo Urbano. O carregamento é feito em 8h e também pode ser feito em 1h, por meio do modo carregamento rápido. Entre as vantagens estão a zero emissão de gases poluentes. Os veículos também são silenciosos, mais eficientes e tem menor custo de abastecimento. Outra característica é a utilidade dos minérios para sua produção. O cobre, o níquel e o cobalto são empregados na confecção das baterias destes veículos. Também o custo de manutenção chega a ser 30% menor do que um veículo de motor a combustão. Entre as desvantagens está o fato de não ser possível realizar trajetos acima de 250Km.

Já no Entreposto Metais Básicos de Parauapebas, onde é feito o carregamento do concentrado de cobre também está sendo usado carro elétrico de outro modelo, o  HC2+D, veículo semelhante a um carrinho de golfe com carroceria. O veículo foi adquirido pela empresa e está sendo empregado no transporte de materiais e ferramentas das equipes de manutenção. O carro possui autonomia de 8 horas ininterruptas de funcionamento com capacidade de transporte de 320 kg e substitui as caminhonetes movidas a diesel e também os carrinhos manuais.  O carregamento do veículo é feito de 12h em 12h.

 

Fonte: Nadia farias 

A Vale está realizando novas doações ao Governo do Estado e municípios do Pará para o enfrentamento da pandemia do coronavírus. Trinta respiradores foram entregues aos hospitais da rede pública de Canaã dos Carajás, Ourilândia do Norte, Parauapebas e Marabá. A empresa também está destinando 36 mil m3 de oxigênio aos municípios de Salinópolis, Conceição do Araguaia e Cametá, conforme definido pela Secretaria Estadual de Saúde.

O diretor do Hospital Municipal de Marabá, Dr. Luiz Sergio Matos, falou sobre a importância desses equipamentos para a recuperação dos pacientes. "Para nós, é uma satisfação muito grande, porque nós profissionais de saúde, de forma humana, temos todas as condições de fazer um bom atendimento à população de Marabá, mas quando temos a tecnologia a nosso favor, isso faz com quem aumente a nossa capacidade de assistência ao doente. Essa que é a importância desses respiradores doados pela Vale, da gente ter mais capacidade de salvar mais vidas", diz o médico, que desde o início da pandemia está na linha de frente.

Em janeiro, a empresa também firmou convênio, por 90 dias, com o Instituto Acqua para contratação de profissionais de saúde para atuar na ala do Hospital Geral de Parauapebas. A unidade foi reformada, também com o apoio da Vale, exclusivamente para o tratamento de pacientes com Covid-19.

Desde o início da pandemia, em março do ano passado, a Vale vem oferecendo ajuda humanitária para o combate à Covid-19.  Entre as ações destinadas aos Pará, a empresa doou máscaras, 5,4 milhões de EPIs e mais de 139 mil testes rápidos. Também, em Parauapebas, foi assegurado o suporte financeiro para aplicação de 100 mil testes padrão de identificação do coronavírus (Testes PCR) de forma gratuita no município.

Foram entregues ainda mais de 5 mil equipamentos e mobiliários para hospitais de oito municípios (Parauapebas, Tucumã, Ourilândia do Norte, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Água Azul do Norte, Bom Jesus do Tocantins e São Félix do Xingu) e ao Governo Estadual. Entre os equipamentos, respiradores, monitores multiparâmetros, aparelhos de pressão, bombas de infusão, carrinhos de emergência, oxímetros de pulso, entre outros.

 

 

 

A prefeitura de Canaã dos Carajás, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Produção Rural, vem discutindo com a Vale a necessidade de fortalecimento das relações de parceria entre a empresa e o poder público para os programas voltados para a produção rural.

Na quinta-feira (4), o secretário Municipal de Desenvolvimento Rural, Junior Garra, recebeu para uma reunião na sede da Secretaria, a gerente de Relacionamento com a Comunidade da empresa Vale, Silvia Cunha, acompanhada de Fábio Queiroga e Jardel Mesquita, analistas de Relações Institucionais e com a Comunidade. Na oportunidade também estava presente o secretário municipal de Governo, Roberto Andrade.

Junior Garra destacou a importância que a Vale tem no contexto sócio/econômico local e salientou que ‘o incremento da produção rural em nosso município é um compromisso da prefeita, Dra. Josemira’. “Hoje existem muitas frentes de ação na assistência ao homem do campo. Por isso, Vale, Sicampo e Agência Canaã, além das entidades de nível estadual e federal, precisam integrar suas ações, afim de evitar a sobreposição de projetos”, defendeu.

Para o secretário de Governo, Roberto Andrade, “a Vale deve se aproximar mais do poder público, construindo conjuntamente os projetos de apoio à economia local”.

A Gerente de Relacionamento com a Comunidade, Silvia Cunha, concordou e abriu um canal de comunicação direta entra a empresa e a Secretaria de Desenvolvimento Rural. Segundo ela, “esta aproximação se dará em diversas áreas da administração pública”.

 

Fonte: Por Wellington Borges

 

prefeitura de Canaã dos Carajás recebeu nesta quinta-feira (28) seis novos respiradores que serão utilizados no Hospital de Campanha, que funciona no bairro Novo Brasil. Os equipamentos foram doados pela Vale e auxiliarão no cuidado de pacientes com quadros graves da Covid-19 e com dificuldade extrema de respiração.

A prefeita Josemira Gadelha destacou que a doação vai ajudar a estruturar ainda mais o Hospital de Campanha, que vem atendendo os casos que necessitam de internação. “Tudo isso pensando no bem-estar da população, pensando em cuidar cada vez mais e melhor dos nossos munícipes”, disse.

O médico Juan Miranda, que atua na Unidade, afirmou que a doação vai colaborar com o trabalho. “Tendo todos esses ventiladores aqui, diante da gente, a gente consegue suportar uma maior demanda de pacientes e consequentemente oferecer um serviço melhor para a população”.

Já a gerente de operações da Vale, Kilma Cunha, que participou da entrega, destacou que os equipamentos vão ajudar a estruturar a saúde do município permanentemente. “A entrega desses respiradores nos ajudará no combate nesse momento de crise, em que estão subindo as nossas estatísticas, e também para ficar definitivo no nosso município”.

 

Fonte: Por Wellington Borges

A Vale realizou a entrega de drones para as Polícias Civil e Militar de Canaã dos Carajás. A ação visa contribuir com a segurança pública no Estado. Outros seis equipamentos serão destinados a Parauapebas, Eldorado e Marabá. Por meio de convênio com o Governo do Pará, novos materiais e caminhonetes também serão entregues a municípios com o apoio da empresa, além da reforma ou construção e o  aparelhamento de postos policiais.


A tecnologia vai contribuir com a atuação da Polícia. "Os drones irão potencializar, assim como toda tecnologia, as ações de policiamento preventivo e repressivo, ações de inteligência e, também, atividades policiais realizadas em grandes eventos", diz o comandante da Polícia Militar de Canaã dos Carajás, Tenente Guimarães.


As entregas dos drones encerrarão as doações previstas em convênio assinado entre a Vale e Governo do Estado em 2019. Além dos drones, foram cedidas caminhonetes para atuação da polícia. Em continuidade às ações para fortalecer segurança, o Governo do Estado do Pará e a Vale assinaram no final de 2020, novo acordo de cooperação técnica e financeira no total de R$ 23 milhões.


Segurança - Será fornecido apoio à infraestrutura e equipamentos para fortalecer o policiamento ostensivo, a prevenção e repressão à prática de crimes, além de contribuir com a polícia judiciária, nos municípios de Canaã dos Carajás, Curionópolis, Marabá, Parauapebas e Ourilândia. Também serão entregues epis para atuação ainda mais efetiva do Corpo de Bombeiros no combate à incêndios, como macacão, capacete, bota e luva antichama.


Também em parceria com o Governo, a empresa construirá seis usinas do Programa Terpaz, espaços que irã conter uma central de serviços de cidadania e saúde e um conjunto de equipamentos para atividades livres, culturais e esportivas nas comunidades. Serão construídas usinas na região metropolitana de Belém, Canaã dos Carajás e Parauapebas. As obras seguem conforme cronograma estabelecido entre o Governo do Estado e a Vale.

 

Fonte: Nádia Farias 

Mais de 1 milhão de pratos de comida para quem mais precisa. Esse foi número de refeições que a campanha "Rede Voluntária Vale e Natal sem Fome", formada pela parceria entre a Ação da Cidadania e a Vale, registrou em apenas 10 dias.

A ação foi realizada via matching: a cada R$ 1 doado via Rede Voluntária, a Vale doava R$ 10. Em dez dias, a meta foi alcançada: foram R$ 100 mil em doações de voluntários e, como consequência, R$ 1 milhão em aporte pela Vale. A campanha "Rede Voluntária Vale e Natal Sem Fome" foi encerrada no dia 10 de dezembro e vai garantir 1,1 milhão de refeições para os brasileiros, mas ainda é possível doar diretamente no portal da Ação da Cidadania (www.acaodacidadania.org.br).

Além da mobilização financeira, a Vale também prestará apoio logístico à campanha, usando os trens que circulam nas ferrovias Estrada de Ferro Carajás e Vitória a Minas para transportar os alimentos, contando com o apoio da sua fornecedora, a empresa DellaVolpe. Ao todo, 200 toneladas de alimentos serão entregues, com apoio da Vale, para instituições sociais e associações locais em municípios no Maranhão, Pará, Espírito Santo e Minas Gerais.

Para Flávia Constant, Gerente Executiva de Investimento Social, Cultura, Pesquisa e Conhecimento da Vale, a união de forças e a solidariedade é que permitiram esse resultado. "Estamos muito felizes de termos conseguido, juntos com voluntários de todo o Brasil, garantir 1,1 milhão de refeições em apenas 10 dias de campanha 'Rede Voluntária Vale e Natal Sem Fome'. Estamos honrados em ser parte dessa trajetória", afirma.

Para Daniel Souza, presidente do Conselho da Ação da Cidadania, é muito gratificante ver a conscientização das pessoas e a preocupação com o próximo. "É uma alegria incomensurável ver nossos projetos virarem realidade. São nestas parcerias que enxergamos com muita positividade que o Brasil tem jeito e são através destas doações que o poder de transformação acontece dentro de cada um de nós", pontuou Souza.

Sobre o Natal Sem Fome


Criada em 1994 por Herbert de Souza, o Betinho, a Campanha Natal Sem Fome é considerada uma das maiores mobilizações solidárias da sociedade civil e já arrecadou mais de 32 milhões de kg alimentos para 20 milhões de pessoas em todo o país. A expectativa para este ano é arrecadar mais de 10 milhões de reais para o combate à fome, com ativações em todo o país até meados de dezembro. Para fazer doações, basta acessar o portal da Ação da Cidadania www.acaodacidadania.org.br.

Sobre a Ação da Cidadania    


A Ação da Cidadania foi fundada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, conhecido como Betinho, com o intuito de combater a fome e a desigualdade socioeconômica em nosso país e ajudar os mais de 32 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza naquele ano. Desde sua criação, a ONG deu início a uma série de iniciativas, sendo o Natal Sem Fome a mais célebre delas. Após dez anos sem ser realizada, a campanha voltou em 2017 e, em 2020, ganhou força total para ajudar os agora dezenas de milhões de brasileiros que vivem abaixo da linha da pobreza, segundo dados do Cadastro Único do Governo Federal.

Sobre Rede Voluntária Vale 


Lançada em abril de 2020, a plataforma digital Rede Voluntária Vale foi criada com o objetivo de potencializar ações sociais do voluntariado da Vale, criado há 16 anos e que mobiliza ações de empregados, de seus familiares e de quaisquer pessoas dispostas a fazer a diferença na vida de outra pessoa. Mais informações em www.redevoluntariavale.com.br.

 

Fonte: Nadia Farias 

Chegou o momento do público conhecer as obras de artistas paraenses e maranhenses selecionados pelo projeto Arte em Cores, patrocinado pela Vale. A partir desta quarta-feira, 9 de dezembro, o talento expresso nas criações artísticas preenche as salas de galeria virtual. O momento será marcado com uma live, às 20h, no Instagram (@arteemcoresmove), com profissionais do cenário artístico nacional: o coordenador do projeto e curador Gilberto Scarpa; o produtor cultural e professor, André Amparo e o grafiteiro Davi de Melo Santos.

O visitante on-line poderá prestigiar as obras em duas salas, cujos nomes foram escolhidos pelos próprios expositores. Na sala Encontro das Águas, numa referência à sinergia artística dos representantes maranhenses e paraenses, estarão 48 painéis produzidos na primeira fase do Arte em Cores. Os trabalhos refletem o talento, a sagacidade e as experiências coletivas dos participantes durante as atividades de formação à distância (em decorrência da pandemia). Os painéis de arte foram inspirados em técnicas como grafite, estêncil e colagem, entre outras.

Já na sala Gurupi, que homenageia o rio que banha a divisa entre o Pará e Maranhão, estarão os dez artistas escolhidos pelos jurados para representar suas comunidades e todos os participantes do projeto na criação coletiva de dois painéis de arte urbana, em Marabá (PA) e Açailândia (MA). As salas estarão "abertas" no link www.arteemcores.art.br

Para a gerente do Instituto Cultural Vale, Christiana Saldanha, cada etapa do projeto apresentou excelentes resultados.  "É uma grande satisfação ver a abertura desta galeria e poder dividir com o público o resultado desse projeto que envolveu tantos artistas e com trabalhos de grande qualidade. Para alguns, esta pode ser a primeira exposição, mas acreditamos que é também uma oportunidade de reconhecer estes novos artistas na cena cultural regional", destaca.

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As obras dos 10 artistas finalistas do projeto estão na Sala Gurupi da galeria virtual

Para chegar a este resultado, o Arte em Cores promoveu uma verdadeira maratona nos quinze municípios que o projeto alcançou. Os artistas receberam os kit para a produção das obras e tiveram 15 dias para elaborar os painéis, contando com o acompanhamento da equipe do Arte em Cores, que recolheu os trabalhos ao final do prazo estabelecido. O projeto também promoveu oficinas on-line e presenciais de formação e aperfeiçoamento técnico dos participantes. "Sou muito grata ao projeto, à Vale, e a todas as pessoas que me incentivaram a mostrar o meu trabalho e seguir na carreira artística", agradeceu Lea Sousa, de Açailândia, selecionada entre os 10 representantes da fase final. 

Na opinião de Rodrigo Ferreira, de Parauapebas (PA), o projeto foi um divisor de águas. "Ele traz em seu DNA a proposta de revelar artistas que estão dispersos em cidades distantes entre si, desengavetar ideias, e estimular uma vontade insaciável de produzir arte, proporcionando às pessoas uma oportunidade sadia de interpretar e refletir a experiência de viver e se relacionar no planeta por meio da arte", explica.

O Arte em Cores abrangeu os municípios paraenses de Bom Jesus do Tocantins, Marabá, Curionópolis, Parauapebas, Canaã dos Carajás, Ourilândia do Norte e Tucumã. E no Maranhão, as cidades de Arari, Vitória do Mearim, Igarapé do Meio, Santa Inês, Pindaré-Mirim, Alto Alegre do Pindaré, Açailândia e São Pedro da Água Branca.

O projeto é realizado pela Vivas Cultura e Esporte, Ministério do Turismo e Secretaria Especial da Cultura, com o patrocínio da Vale por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e parceria do Centro Cultural Tatajuba (Imperatriz/MA).

 

Fonte: Nadia Farias 

Amanhã, 9, um webinar celebra os 10 anos de criação do Instituto Tecnológico Vale e do Fundo Vale com o tema "Ciência na Amazônia: Informação, bioeconomia e sustentabilidade". Na pauta do encontro virtual, que será aberto ao público (https://cutt.ly/10anosITV_FundoVale), estão as temáticas: Ciência e informação para a Amazônia 4.0"; Olhar da pesquisa e a bioeconomia e Ciência e inovação para uma Amazônia sustentável. A programação reunirá representantes de importantes instituições que contribuem para o desenvolvimento da ciência e pesquisa na Região Norte, como a Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), Embrapa Amazônia Oriental e o Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O evento contará com a mediação da Agência Bori e será realizado das 9h às 11h.

O Instituto Tecnológico Vale foi criado em 2010 e tem duas unidades: uma em Belém (PA), que faz pesquisa na área de desenvolvimento sustentável, e outra, em mineração, com sede em Ouro Preto (MG). Segundo o Gerente do Conhecimento Científico do ITV-DS, Guilherme Oliveira, o instituto tem como objetivo desenvolver soluções tecnológicas e científicas para os desafios da cadeia de mineração e sustentabilidade nos territórios em que a Vale está presente. "O ITV tem várias linhas de pesquisa, que no conjunto conseguem contribuir para a ampliação do conhecimento sobre a natureza, o meio ambiente e a inserção das pessoas no território, contribuindo para que as atividades da Vale fiquem dentro de parâmetros de sustentabilidade", explica.

Durante a pandemia, o ITV-DS se uniu à Fiocruz e a um grupo de mais de 80 pesquisadores em 13 estados e no exterior para realizar o sequenciamento do genoma de mais de mil amostras do novo coronavírus, com o objetivo de conhecer melhor o vírus e contribuir com o combate à doença.

Já o Fundo Vale trabalha desde 2010 pela conservação ambiental e pelo crescimento dos negócios sustentáveis. Foram mais de 70 projetos apoiados, R$ 135 milhões investidos e 60 municípios impactados positivamente. Tudo por meio da colaboração e da parceria de 33 instituições socioambientais. Recentemente, o Fundo Vale anunciou parceria com a Microsoft e o Imazon para criar uma ferramenta de Inteligência Artificial que antecipa informações de regiões com maior risco de desmatamento e incêndios na Amazônia. A previsão é que a tecnologia esteja disponível na próxima estação seca da Amazônia, até julho de 2021.

 

Fonte: Tami Kondo 

A Vale apresentou hoje (2/12), durante encontro virtual com investidores, meta de reduzir em 15% as emissões líquidas de escopo 3, relativas à sua cadeia de fornecedores e clientes, até 2035. O percentual de redução considera como base o ano de 2018, quando foram contabilizadas 586 milhões de toneladas de CO2 equivalente (MTCO2eq) oriundas da sua cadeia de valor. A companhia espera atingir 496 MTCO2eq em 2035, uma diferença de 90 MTCO2eq em relação ao registrado em 2018 - volume igual às emissões do Chile relacionadas ao uso da energia no mesmo ano, de acordo com relatório da Agência Internacional de Energia. A meta será revista em 2025 e, depois, a cada cinco anos. Hoje, 98% das emissões de CO2 da Vale são provenientes de escopo 3.

A meta já considera o aumento de capacidade de produção para 400 milhões de toneladas de minério de ferro, a ser atingida ao fim de 2022. Assim como as metas de escopos 1 e 2, ela também está alinhada com a ambição do Acordo de Paris de limitar o aquecimento global em menos de 2º C até o fim do século. Para atingir o objetivo de escopo 3, a Vale conta com um portfólio de produtos de alta qualidade e tecnologias inovadoras para fornecer soluções que levem à redução de emissões de clientes e fornecedores.

A empresa vai intensificar o engajamento com sua cadeia de valor por meio de parcerias que busquem o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono, principalmente com clientes do setor siderúrgico. Soluções baseadas na natureza também têm papel relevante, considerando a vocação da Vale em florestas e o potencial de acesso a mercados de créditos de carbono. Hoje, a empresa ajuda a proteger mais de 1 milhão de hectares de matas nativas ao redor do mundo. Até 2030, pretende adicionar mais 500 mil hectares por meio de projetos de recuperação e proteção. Recentemente, a Vale aderiu à Task Force on Scaling Voluntary Carbon Markets, uma iniciativa que reúne mais de 40 líderes e empresas do mundo, cujo objetivo é expandir os mercados voluntários de carbono, tornando-os uma alternativa estruturada e viável no combate às mudanças climáticas (https://www.iif.com/tsvcm/).

"Esta agenda é fruto de um processo de escuta, alinhado com uma demanda real da sociedade relacionada às mudanças climáticas", afirma o diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo. "Em uma estimativa preliminar, a Vale poderá contribuir com até 25% do total estimado para o atingimento da meta de escopo 3 por meio de porfólio próprio, o que a diferencia de suas concorrentes globais".

Hoje, a companhia fornece alguns dos melhores mixes de produtos de alta qualidade do mercado de minério de ferro, que demandam menor uso de energia no alto forno siderúrgico, reduzindo emissões. Um dos exemplos é  o BRBF (Brazilian Blend Fines), um blend de minérios produzidos em Carajás e Minas Gerais, com maior teor de ferro e menor presença de contaminantes. O start up do BRBF ocorreu no quarto trimestre de 2014, no porto de Teluk Rubiah, na Malásia. No primeiro ano de comercialização, em 2015, foram vendidos 18 milhões de toneladas do produto. Em 2019, já eram 134 milhões de toneladas e a estimativa é chegar a 145 milhões de toneladas em 2020.

A empresa, no entanto, não se apoia apenas na qualidade de seus produtos. "Soluções tecnológicas próprias de baixo carbono para  siderurgia vêm sendo desenvolvidas pela Vale há alguns anos," afirma o diretor-executivo de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade, Luiz Eduardo Osorio. "É o caso da tecnologia Tecnored, que permite produzir ferro-gusa a partir da substituição de até 100% do carvão mineral por biocarbono (a partir de diferentes tipos de biomassa), reduzindo significativamente as emissões de gás carbônico".

Recentemente, a Vale anunciou a intenção de estabelecer uma plataforma em parceria com a Kobe Steel e a Mitsui&Co. O objetivo será oferecer soluções e tecnologias de baixo carbono para a indústria siderúrgica. Essas soluções baseiam-se nas tecnologias de produção de HBI a gás natural e de ferro-gusa a base de biocarbono (Tecnored). Produto de alto teor de ferro, o HBI seria fornecido pela Midrex, empresa que pertence à Kobe. A Vale continua ativamente progredindo com discussões e estudos nesse sentido, e eventuais anúncios serão realizados no momento oportuno.

Navegação.


Na área de navegação, incluída no escopo 3, a Vale está comprometida com as metas da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) de trabalhar para reduzir a intensidade das emissões em 40%, em 2030, e em 50%, em termos absolutos, até 2050, tendo as emissões do ano de 2008 com referência. A empresa criou o programa Ecoshipping, que conta com a colaboração de diferentes atores da indústria, com o objetivo de promover projetos que reduzam as emisões no transporte marítimo de minério de ferro. Um deles é o uso de tecnologia de velas rotativas em navios mineraleiros de grande porte (Very Large Ore Carrier - VLOC). A tecnologia permitirá economia de combustível de até 8% e redução anual de até 3,5 mil toneladas de CO2 equivalente por navio.

Atualmente, a frota de embarcações contratadas pela Vale já possui os padrões mais elevados de eficiência energética do mercado. Desde 2018, estão em operação os navios Guaibamaxes e Valemaxes, VLOCs de segunda geração, com capacidade de 325 mil e 400 mil toneladas, respectivamente. Ambos emitem até 41% a menos de CO2 equivalente que um capesize de 180 mil toneladas, construído em 2011, usado como base para os Valemaxes de primeira geração lançados naquele ano.

Os Valemaxes e Guaibamaxes de segunda geração também foram projetados para futura utilização de gás natural liquefeito (GNL), que poderá trazer uma redução adicional de 23% por navio após a instalação do sistema. A Vale está desenvolvendo, ainda, solução para novos combustíveis alternativos, como metanol e amônia. Uma avaliação preliminar indicou que as reduções de emissões poderiam ficar entre 40% e 80% nas mesmas embarcações. O projeto é ter navios multicombustíveis prontos para serem adaptados ao combustível mais adequado, uma vez que as incertezas tecnológicas e regulatórias atuais sejam melhor esclarecidas.

Escopos 1 e 2
Além do anúncio da meta de escopo 3, a empresa comunicou aos investidores projeto para a implantação do Sol do Cerrado, um dos maiores de energia solar do país, com capacidade instalada de 766 megawatts. Localizado em Jaíba (MG) e com start up previsto para outubro de 2022, a planta solar irá atender a 13% da demanda da Vale por eletricidade em 2025 e representará uma redução de custo anual de US$ 70 milhões após a entrada em operação.

A Vale irá investir US$ 500 milhões no Sol do Cerrado, que está em linha com a meta da empresa de consumir 100% de eletricidade renovável em suas unidades no Brasil até 2025 e, globalmente, em 2030. O projeto, que já foi aprovado pelo Conselho de Administração da Vale, está sujeito a condições habituais de fechamento, incluindo a aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Os recursos destinados à planta solar de Minas Gerais já estão incluídos no orçamento de pelo menos US$ 2 bilhões, anunciado em maio pela companhia, para redução em 33% de suas emissões diretas e indiretas (escopos 1 e 2) até 2030. A empresa pretende tornar-se uma mineradora carbono neutra em 2050. Na época, a Vale comunicou ainda o estabelecimento de uma precificação interna de carbono de US$ 50 por tonelada de CO2 equivalente para aprovação de novos investimentos.

Para guiar a implementação e a entrega dos compromissos assumidos na área de mudanças climáticas, a companhia criou o Fórum de Baixo Carbono, um grupo liderado pelo CEO e composto por diretores-executivos e suas equipes técnicas. A iniciativa reflete o engajamento da alta liderança no tema, ajuda a monitorar o desempenho em relação aos compromissos assumidos, além de impulsionar avanços constantes na agenda de clima da Vale.

Para atingir a meta de escopos 1 e 2 até 2030, a empresa está analisando mais de 35 iniciativas por meio da "Curva de Custo Marginal de Abatimento", ferramenta que permite a ordenação de projetos em termos de custos e potenciais de redução de emissão, permitindo uma tomada de decisão baseada em análise de custo-efetividade.

Há projetos de uso de biodiesel na área de metais básicos, eficiência energética, eletrificação de mina e ferrovia, uso de biocombustíveis na pelotização em substituição ao carvão e de energia renovável. Desde setembro, a Vale vem testando uma nova locomotiva de pátio de manobra 100% elétrica, movida a bateria. Os testes-piloto estão ocorrendo na Unidade de Tubarão, em Vitória (ES). No Canadá, onde a companhia concentra as suas principaís unidades de metais básicos, já estão em operação 25 veículos elétricos de mina subterrânea e, em 2021, a meta é chegar a 40.

 

Fonte: Nadia Farias 

A Vale é a nova parceira da campanha Natal Sem Fome 2020, realizada pela Ação da Cidadania. O objetivo é mobilizar voluntários no combate à fome em todo o país. Por meio da plataforma digital Rede Voluntária Vale, a empresa vai contribuir para mobilizar a sociedade para realizar doações financeiras para a campanha.

A ação será realizada via matching: a cada R$ 1 doado via Rede Voluntária (https://redevoluntariavale.com.br/natal-sem-fome/), a Vale fará uma doação de R$ 10. Ao alcançar R$ 100 mil em doações de voluntários, a campanha "Rede Voluntária Vale e Natal sem Fome" será encerrada e a Vale fará um aporte de R$ 1 milhão. A meta é garantir a entrega de 1,1 milhão de refeições para os brasileiros. Após o encerramento da campanha da Rede Voluntária Vale, novas doações poderão ser feitas diretamente no portal da Ação da Cidadania (www.acaodacidadania.org.br). Além da mobilização financeira, a Vale também prestará apoio logístico à campanha, usando os trens que circulam nas ferrovias Estrada de Ferro Carajás e Vitória a Minas para transportar os alimentos.

Para Flávia Constant, Gerente Executiva de Investimento Social, Cultura, Pesquisa e Conhecimento da Vale, a atuação voluntária em torno de uma causa urgente como a da fome é fundamental para salvar vidas. "O voluntariado tem um papel essencial para a sociedade, e em períodos como os que estamos vivendo, de pandemia, torna-se ainda mais necessário. Ao abraçar a campanha Natal Sem Fome 2020, esperamos ampliar essa rede de solidariedade para apoiar quem mais precisa, com a urgência que o tema exige", afirma.

Para Daniel Souza, presidente do Conselho da Ação da Cidadania, o voluntariado é uma das principais ferramentas de comunicação e também um poderoso aliado na conscientização e na mobilização social. "É justamente com o intuito de sensibilizar a população para o problema da fome e convencê-los a doar para o Natal Sem Fome, que a ONG Ação da Cidadania fechou essa parceria com a Vale. Acreditamos no trabalho sério da instituição, mais ainda quando se trata de uma rede de solidariedade em prol do bem comum. Essa, como outras parcerias, é mais uma oportunidade de mostrar que empresas privadas por meio de seus programas sociais podem levar ao povo brasileiro um pouco mais de dignidade, principalmente para aqueles que mais precisam. É uma forma de acreditar no potencial de cada entidade e em seu poder de transformação", salientou Souza.

Criada em 1994 por Herbert de Souza, o Betinho, a Campanha Natal Sem Fome é considerada uma das maiores mobilizações solidárias da sociedade civil e já arrecadou mais de 32 milhões de kg alimentos para 20 milhões de pessoas em todo o país. A expectativa para este ano é arrecadar mais de 10 milhões de reais para o combate à fome, com ativações em todo o país até meados de dezembro. Para fazer doações, basta acessar a plataforma digital da Rede Voluntária Vale: https://redevoluntariavale.com.br/natal-sem-fome/. 



Sobre a Ação da Cidadania


A Ação da Cidadania foi fundada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, conhecido como Betinho, com o intuito de combater a fome e a desigualdade socioeconômica em nosso país e ajudar os mais de 32 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha da pobreza naquele ano. Desde sua criação, a ONG deu início a uma série de iniciativas, sendo o Natal Sem Fome a mais célebre delas. Após dez anos sem ser realizada, a campanha voltou em 2017 e, em 2020, ganhou força total para ajudar os agora dezenas de milhões de brasileiros que vivem abaixo da linha da pobreza, segundo dados do Cadastro Único do Governo Federal.

Sobre Rede Voluntária Vale
Lançada em abril de 2020, a plataforma digital Rede Voluntária Vale foi criada com o objetivo de potencializar ações sociais do voluntariado da Vale, criado há 16 anos e que mobiliza ações de empregados, de seus familiares e de quaisquer pessoas dispostas a fazer a diferença na vida de outra pessoa. Mais informações em www.redevoluntariavale.com.br.

 

Fonte: Nadia Farias 

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