Belém, 28 de novembro de 2020 - A Orquestra Jovem Vale Música (OJVM) faz concerto especial neste sábado (28), em comemoração aos 250 anos de nascimento de um dos maiores compositores de música de concerto, o alemão Ludwig van Beethoven (1770-1827), direto do palco do Theatro da Paz, em Belém, às 18h, com transmissão ao vivo pela TV Cultura e Portal Cultura.  A Orquestra Jovem integra o Projeto Vale Música Belém, patrocinado pela Vale e Secretaria da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

A homenagem contará com a regência do maestro convidado Roberto Tibiriçá e traz duas importante peças de Beethoven: a Sétima Sinfonia e a Abertura das Criaturas de Prometeu. O maestro Tibiriçá já esteve à frente da direção artística e também ocupou o cargo de regente titular da Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra Petrobrás Sinfônica, Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Orquestra Sinfônica de Campinas, Orquestra Sinfônica do SODRE (Montevidéu/Uruguai), dentre outras.

Todas as medidas de prevenção contra o novo coronavírus indicadas pela Organização Mundial da Saúde estão sendo tomadas, como uso de máscaras, álcool em gel e distanciamento, além da a redução do número de integrantes da orquestra. A programação conta com apoio do Theatro da Paz,  Fundação Carlos Gomes, Fundação Paraense de Radiodifusão (Funtelpa) e Governo do Estado do Pará.

Projeto Vale Música Belém
Desenvolvido pela Fundação Amazônica de Música (FAM), a iniciativa vem transformando a vida de alunos do ensino público da capital do Pará e conta com patrocínio da Vale desde 2004, via Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com 16 anos de existência, mais de 1.200 músicos profissionais foram formados pela instituição, que atende atualmente 280 crianças e jovens com o ensino e aprendizagem da música. O projeto tem além da Orquestra Jovem, Coral, Grupo de Flautas Doce, Banda Sinfônica Jovem, Grupo de Percussão de Câmara,  Orquestra de Violinos e Coral infanto-juvenil.

Orquestra Jovem Vale Música
Criada em janeiro de 2010, a Orquestra Jovem Vale Música é resultado do Projeto "Vale Música" Belém e já se apresentou em importantes salas de concerto em Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Manaus, Recife, São Luis e Fortaleza, além de parcerias com grandes solistas internacionais.
A orquestra reúne jovens de 14 a 22 anos de idade e conta atualmente com a regência titular do jovem maestro paraense Renan Cardoso.

 

Fonte: Nadia Farias 

A Vale informa que recebeu, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) a Licença de Instalação (LI) para retorno e ampliação das operações em Serra Leste, em Curionópolis (PA), paralisada desde janeiro de 2019, depois de ter atingido o limite da área até então licenciada para a extração do minério de ferro.

Nas próximas semanas serão realizadas manutenções para a retomada segura das operações em dezembro. Serra Leste, com capacidade de produção de 6 Mpta, tem expectativa de produção de cerca de 4-5 Mtpa em 2021, atingindo sua plena capacidade em 2022, seguindo o ramp-up programado das atividades de retomada. O projeto de expansão, que consiste na adaptação e repotencialização da usina existente, permitirá a ampliação da capacidade para 10 Mpta, com start-up previsto para o 1º semestre de 2023.

O retorno de Serra Leste é mais um passo na estabilização de produção de minério de ferro e no caminho para o retorno da capacidade produtiva de 400 Mtpa.

 

Fonte: Nadia Farias 

A floresta faz uma conexão profunda entre flora e fauna integradas em perfeito equilíbrio. Durante décadas, a ação humana desequilibrou esse sistema. Agora, centenas de protetores da natureza atuam para conservar a vegetação brasileira.

A partir do dia 20 de novembro, a Vale, em parceria com o Discovery Channel, lança a série documental Protetores da Floresta, que retrata o universo do Bioma Amazônico a partir do olhar de pessoas que se envolvem diretamente com alguma atividade relacionada à conservação ambiental.

Dividida em quatro episódios temáticos, a série retrata o cenário do sudeste do Pará e as grandes extensões de áreas verdes conservadas, que contam com a participação direta da Vale, do Fundo Vale e do Instituto Tecnológico Vale. A produção conta com a apresentação da médica e multiatleta Karina Oliani, que conduzirá todas as narrativas dos capítulos, entrevistando os participantes.

São projetos, pesquisas e, principalmente, personagens que dedicam tempo para manter a floresta de pé e para cuidar de espécies de algumas espécies ameaçadas de extinção, como a anta, a ararajuba e o gavião-real.

Para preservar, é preciso conhecer

A Amazônia abriga 50% da floresta tropical do mundo, a maior bacia hidrográfica, um quinto da água doce, 400 bilhões de árvores e 20% da diversidade de espécies da Terra, além de armazenar entre 150 bilhões e 200 bilhões de toneladas de carbono. De lá sai mais da metade de nossa produção de minério de ferro. Todos os anos, porém, vemos nossa floresta desaparecer em taxas alarmantes, como consequência das queimadas, da grilagem e da extração ilegal de madeira.

É por isso que nós, como empresa, precisamos agir. Reconhecemos nosso papel e atuamos como um dos principais agentes de desenvolvimento sustentável na região, geramos renda, empregos e, com nossos parceiros, ajudamos a proteger e a manter a floresta de pé.

 

Assista aos episódios a partir do dia 20 de novembro em www.vale.com/protetores.

Pará, 17 de novembro de 2020 - Muitas linguagens, estilos diversos e diferentes olhares sobre a cultura e a realidade ao redor. A edição 2020 do Projeto Arte em Cores chega à última etapa e anuncia os dez artistas selecionados que irão realizar obra em painel coletivo nas cidades de Açailândia, no Maranhão e Marabá, no Pará. Além do reconhecimento e visibilidade da obra, cada um dos selecionados irá receber o prêmio de R$2.500 reais. O projeto é viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Vale, realizado pelo Ministério do Turismo, por meio da Secretaria Especial de Cultura e Vivas, e apoio do Centro Cultural Tatajuba.

O Arte em Cores tem como objetivo qualificar os artistas locais e levar mais cor a quinze municípios do Pará e do Maranhão. O projeto promove oficinas, vivências, troca de experiências entre os participantes e compartilhamento dos resultados com toda a população, por meio de dois painéis coletivos que serão instalados em locais públicos de grande circulação.  

Realizar o Projeto Arte em Cores neste ano de 2020 teve um sabor ainda mais especial de desafio e superou todas as expectativas. Devido à pandemia da Covid-19, os encontros foram adaptados para o formato virtual, sem perder a essência da proposta inicial e o engajamento dos participantes. A chamada pública, amplamente divulgada, atraiu mais de 130 inscritos. Desses, 50 artistas foram selecionados para participação nas oficinas, receberam a premiação de mil reais e o mesmo kit que serviu de ponto de partida para a criação da obra. Apenas dois artistas do Pará, por motivos diversos, não puderam participar até o final desta etapa.

Para a gerente do Instituto Cultural Vale, Christiana Saldanha, o resultado dos 50 artistas foi surpreendente. "Agora nós vamos para a fase final do projeto, com uma ação para a comunidade. Nós acreditamos que investir em projetos que contribuam para a sustentabilidade da cultura popular é fundamental, principalmente neste momento tão desafiador para a classe artística. Acreditamos, também, no poder transformador da Cultura e por isso a Vale investe há mais de 20 anos no patrimônio cultural brasileiro", ressalta.

A rua que inspira - A arte urbana do grafitti, colagem, stencil, muralismo e outras referências da arte de rua foi o que norteou as oficinas e instigou os participantes a criarem. Segundo o curador, Gilberto Scarpa, não foi fácil selecionar apenas dez obras, mas elas representam um recorte significativo do grupo de artistas e desse momento. "Diante de tanta qualidade, os jurados tiveram que deixar o gosto pessoal de lado e fazer escolhas técnicas, pensando na continuidade da obra coletiva", afirmou Scarpa.

Quando se aposta na arte e na diversidade, também não há perdedores ou vencedores. Os trabalhos selecionados, de algum modo, se complementam e já tem data prevista para sua confluência. O público poderá conferir as obras dos artistas selecionados pelo "Arte em Cores", incluindo as 10 finalistas, em uma galeria on-line que está sendo preparada pela curadoria do projeto. A previsão é que a página esteja disponível para acesso até a primeira quinzena de dezembro.

Devido às restrições da pandemia, a ação de encerramento do projeto em Marabá (PA) e Açailândia (MA) ainda não tem data definida, mas está previsto que os dez artistas selecionados participarão de nova atividade formativa e de uma criação coletiva de arte urbana. Caso algum dos selecionados, por qualquer motivo, esteja impossibilitado de comparecer e participar integralmente da terceira fase, o suplente, na ordem indicada pelos jurados, será convocado e, por consequência, o prêmio será transferido ao suplente participante.

Conheça os 10 selecionados que irão integrar a terceira fase do Projeto Arte em Cores:

PARÁ  (por ordem alfabética)
Eva Wendy Xavier Souza, Parauapebas (obra: Tempos de lembrar/ técnica mista em MDF)
Iramar Gomes Cândido, Parauapebas (obra: Natureza em Cores/ técnica mista em MDF)
Mayara Sanilee de Souza Santos, Marabá (obra: Dona Onete e o jambu/ técnica mista em MDF)
Rodrigo Martins Ferreira, Parauapebas (obra: Pulsatrix de Escher / técnica mista em MDF)
Valdênio Silva Costa, Canaã dos Carajás (obra: Desigualdade/ técnica mista em MDF)

MARANHÃO (por ordem alfabética)
Eder Alves de Sousa, São Pedro da Água Branca (obra: Pai / técnica mista em MDF)
Leane de Sousa da Silva, Açailândia (obra: Sobrevivente / técnica mista em MDF)
Miguel Sousa Neto, Pindaré Mirim (obra: Minha Terra, Minhas Raízes/ técnica mista em MDF)
Reginaldo Ferreira Silva, Alto Alegre do Pindaré (obra: Facínora / técnica mista em MDF)
Sidney Ramalho de Melo, Alto Alegre do Pindaré (obra: Racismo é burrice / técnica mista em MDF)

A mineradora Vale (SA:VALE3) teve lucro líquido de 2,9 bilhões de dólares no terceiro trimestre, aumento de 76% ante o registrado no mesmo período do ano passado, com impulso de melhores preços do minério de ferro em meio à forte demanda da China, informou a companhia nesta quarta-feira.

O lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) ajustado somou 6,1 bilhões de dólares, versus 4,6 bilhões de dólares no mesmo período do ano passado.

O desempenho também melhorou fortemente ante o segundo trimestre, quando o lucro somou 995 milhões de dólares, e o Ebitda ajustado 3,37 bilhões de dólares. Mas o resultado líquido ficou abaixo da expectativa de 3,76 bilhões de dólares, com base em dados da Refinitiv.

O Ebitda de Minerais Ferrosos, o principal negócio da empresa, totalizou 5,86 bilhões de dólares no terceiro trimestre, ficando 2,35 bilhões acima do segundo trimestre.

O preço realizado da Vale de finos de minério de ferro totalizou 112,1 dólares por tonelada, um aumento de 23,2 dólares quando comparado ao trimestre imediatamente anterior e também avanço na comparação com os 89,2 dólares do mesmo período do ano passado.

A alta refletiu "o aumento do preço de referência 62% Fe e a curva de preço futura, devido a forte demanda chinesa".

A companhia comentou que a produção de aço da China totalizou 92,5 milhões de toneladas em setembro, atingindo um recorde de 781 milhões no acumulado dos nove primeiros meses do ano, um aumento de 4,5% em relação ao ano anterior.

O custo caixa C1 de finos de minério de ferro diminuiu 2,2 dólares, totalizando 14,9 dólares/toneladas no terceiro trimestre.

"O menor custo caixa C1 deveu-se, principalmente, à maior diluição de custos fixos (1,5 dólar/t) e a normalização dos custos de demurrage (0,9 dólar/t), ambos efeitos antecipados no relatório do segundo trimestre", disse a Vale.

REMUNERAÇÃO

A Vale teve um fluxo de caixa livre das operações de 3,75 bilhões de dólares no terceiro trimestre, impulsionado principalmente pelo forte Ebitda, o que permitiu o pagamento de remuneração aos acionistas.

A empresa destacou que no terceiro trimestre o conselho de administração retomou a política de remuneração de acionistas, distribuindo um total de 3,3 bilhões de dólares em retornos pelo desempenho da companhia no primeiro semestre e os juros sobre capital próprio anunciados em dezembro de 2019.

A mineradora apontou ainda que desembolsou 332 milhões de dólares no trimestre relativos ao desastre de Brumadinho (MG), incluindo o programa de descaracterização, acordos e doações e

despesas incorridas.

O valor das provisões encerrou o período totalizando 3,1 bilhões de dólares, principalmente devido aos desembolsos feitos durante o ano no valor de 863 milhões de dólares e ao impacto da desvalorização do real.

Os investimentos no terceiro trimestre totalizaram 895 milhões de dólares, consistindo em 110 milhões em execução de projetos e 785 milhões de dólares em manutenção das operações.

Além disso, a companhia atualizou a projeção de investimentos em 2020, de 4,6 bilhões para 4,2 bilhões de dólares.

A dívida líquida expandida atingiu 14,4 bilhões de dólares até 30 de setembro, queda de 844 milhões de dólares principalmente pelos menores compromissos relacionados a Brumadinho e Samarco & Fundação Renova (SA:RNEW11) Renova.

 

(Por Roberto Samora e Sabrina Valle)

A Vale vai promover uma Jornada de Introdução à Inteligência Artificial com o objetivo de divulgar a carreira de cientista de dados para os jovens. A jornada começa no próximo dia 22, às 17h, com uma "live" reunindo especialistas da Vale e estudantes que desenvolvem projetos em parceria com a empresa. No dia 5/11, às 14h, será realizada uma "masterclass" sobre conceitos, prática e mercado de trabalho em ciência de dados. Os eventos são gratuitos e as inscrições devem ser feita pelo site www.vale.com/jornadaia .

O cientista de dados é um profissional responsável por desenvolver sistemas de Inteligência Artificial que podem ser aplicados a vários campos de conhecimento como indústria, comércio e entretenimento. É uma profissão recente que ainda carece de mão de obra especializada no Brasil. A Vale vem realizando treinamento para suprir as vagas que têm criado. Desde 2017 foram treinados cerca de 600 profissionais em cinco países. A expectativa é que essa demanda siga em alta. 

No ano passado a Vale criou o AI Center, seu centro de Inteligência Artificial em Vitória (ES), para desenvolver e monitorar as iniciativas dessa ciência nas unidades da empresa em vários países. O centro também promove intercâmbio com instituições de ensino. No local já foram desenvolvidos 15 projetos de gradução e pós-graduação.


A Vale investe em Inteligência Artificial para aumentar a segurança das operações e a confiabilidade dos ativos, além de incrementar a produtividade. Uma das linhas de projetos é a de predição de falhas. Os especialistas captam milhões de dados a partir de sensores instalados em equipamentos e de outras variáveis da operação, analisam as informações e com o apoio de modelos matemáticos geram insights que ajudam a prever quando eses equipamentos poderão apresentar falhas. Dessa forma, é possível evitar a quebra do equipamento, o que pode causar prejuízos ao negócio, mas principalmente danos aos empregados da operação.

Programação

A "live" do dia 22 terá 1h30 de duração e será liderada pelo professor Jodelson Sabino, que desenvolve pesquisa aplicada no AI Center. O evento contará com mais quatro profissionais da Vale (veja a lista completa abaixo), além de alunos de graduação e mestrado de instituições de ensino de Espírito Santo, Minas Gerais, Pará e Maranhão.


Já a "masterclass" do dia 5/11 terá duas horas de duração e será conduzida por instrutores que desenvolvem projetos de inovação na Vale (veja o programa completo abaixo).

Serviço

Live: 22/10, de 17h às 18h30
Participantes da Vale:
Jodelson Sabino, especialista do AI Center (Vale); Edson Antônio, gerente de Inteligência Artificial da Vale; Ronnie Alves e Gustavo Pessin, pesquisadores do Instituto Tecnológico Vale (ITV); Sandoval Carneiro, gerente de Tecnologia e Inovação para Sustentabilidade da Vale
Estudantes participantes:
Bruna Neves, aluna de mestrado da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES); Thais Menezes, aluna de Engenharia da Computação da UFES; Ada Silva, aluna de mestrado da Universidade Estadual do Maranhão; Raissa Silva, bolsista pesquisadora do ITV; e Levi Resende, aluno de mestrado do ITV.

Masterclass: 5/11, de 14h às 16h
Programa:
- Ciência de Dados: conceitos, metodologia e ferramentas (com Jodelson Sabino e Juliano Santos Correa, coordenador de Solução de Negócio para Tecnologia Operacional)
- Análise preditiva na prática (com Jodelson Sabino)
- Mercado profissional: os diversos atores em um projeto de ciência de dados (com Rafael Lychowski, gerente de Inteligência Artificial da Vale)
- Início de carreira, da iniciação científica ao estágio (com Jodelson Sabino e Sandoval Carneiro).

 

Fonte: Tami Kondo 

O projeto Movimenta Pebas promoveu, no sábado 17 de outubro, às 10h, a terceira aula aberta on-line de dança livre, pelo Youtube. Podem participar pessoas de todas as idades que queiram dançar, se movimentar e alongar ou apenas se divertir. A aula estará disponível no endereço https://youtu.be/XzNR1BnyCEg, e nas redes sociais do projeto, que conta com o patrocínio da Vale, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

A atividade, mais uma vez, ficará a cargo da equipe de profissionais do Corpo Escola de Dança, do Grupo Corpo, renomada companhia de dança contemporânea de Minas Gerais, que também está ministrando os cursos de dança do projeto Movimenta Pebas. Em associação inédita com a Corpo Escola de Dança, do Grupo Corpo, o Movimenta Pebas ofereceu vagas para jovens e adultos participarem dos cursos online de Balé Clássico, Dança Contemporânea, Danças Populares Brasileiras e História da Dança. Atualmente, estão em curso 5 turmas atendendo mais de 100 alunos. Os cursos iniciaram em julho e seguem até novembro.

O Movimenta Pebas foi aprovado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura antes das restrições provocadas pela Covid-19. O projeto é realizado pela Vivas Cultura e Esporte, Ministério do Turismo e Secretaria Especial da Cultura, com o patrocínio da Vale e apoio do Instituto Vivas.

Serviço
Terceira aula aberta online de dança livre do projeto Movimenta Pebas
17 de outubro, sábado, 10 horas da manhã
Pelo Youtube no link: https://youtu.be/XzNR1BnyCEg
Informações sobre o projeto:
Instagram.com/movimentapebasoficial
Facebook.com/movimentapebasoficial

 

Fonte: Nádia Farias

A 1ª Chamada Vale de Patrocínios Culturais encerrou seu período de inscrições no último dia 14. Foram recebidos 2.814 cadastros de projetos culturais vindos de todos os estados e dedicados a identidades e patrimônios culturais brasileiros. Os selecionados contribuirão para o desenvolvimento regional das localidades onde serão realizados. Do total, 2.195 têm execução proposta em municípios nos estados de atuação da Vale (RJ, MG, ES, PA, MA e MS) e 619 em cidades dos demais estados do país. Ao mesmo tempo, os projetos vieram em quantidade semelhante de todas as regiões: 1.475 dos estados de atuação da empresa e 1.339 do restante do Brasil.

"O objetivo da Chamada Vale é fazer chegar a todo o território nacional o incentivo à produção cultural. Os primeiros frutos do trabalho, mesmo antes do resultado final, nos enchem de alegria. É importante destacar o potencial de transformação dessa iniciativa, que, ao estimular a cultura, tem impacto sobre toda a cadeia da economia criativa, beneficiando regiões tradicionalmente menos atendidas pelos investimentos nesse setor", afirma Luiz Eduardo Osorio, diretor-executivo da Vale e presidente dos Conselhos Estratégico e de Curadores do Instituto Cultural Vale e da Fundação Vale.

Partindo do conceito de que onde existe a cultura existe transformação, a Chamada Vale destinará R$20 milhões a projetos em quatro faixas de valor: até R$250 mil, até R$500 mil, até R$1 milhão e até R$2 milhões. Uma comissão formada por especialistas externos nas áreas do edital composta por artistas, pesquisadores, jornalistas, críticos de arte e profissionais que são referência em outras áreas ligadas ao setor cultural é responsável pela avaliação dos projetos.

Realizada com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, artigo 18, a seleção e o aporte da verba da primeira edição da Chamada serão realizados ainda em 2020. Os projetos deverão ser executados ao longo de 2021. O resultado final será divulgado em 1º de dezembro no site do Instituto Cultural Vale - institutoculturalvale.org -, onde também está disponível o regulamento do edital.

Instituto Cultural Vale

O Instituto Cultural Vale é um instrumento de transformação social com o propósito de democratizar o acesso e fomentar a arte, a cultura e o desenvolvimento das expressões artísticas regionais. Com o objetivo de gerar impacto positivo na vida das pessoas e construir um legado para futuras gerações através da produção cultural, tem, sob sua gestão, mais de 60 projetos criados, apoiados ou patrocinados pela Vale em mais de 50 municípios brasileiros em 2020. Dentre eles, uma rede de espaços culturais próprios. São quatro museus e centros culturais com visitação gratuita, atuação junto a escolas e organizações sociais, com identidade e vocação próprias: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). Fechados temporariamente desde março de 2020 em função da pandemia da Covid-19, estes espaços mantêm programação online gratuita em seus canais próprios, para conservar vivo o diálogo com seus públicos.

 

Fonte: Nadia Farias 

Parauapebas, 9 de outubro de 2020 -  A Associação Comercial, Industrial e Serviços de Parauapebas (ACIP) realizou esta semana (6/10), a última edição do Café com Negócios. A edição virtual do encontro reuniu representantes de 40 empresas, junto com prestadoras de serviço que estão atuando no Programa Gelado, em Carajás, e a equipe de Suprimentos da Vale.

O presidente da ACIP, Rodrigo Zanrosso, destacou que 2020 foi um ano muito atípico. "Encerramos 2019 com muita expectativa e fomos surpreendidos com a pandemia. Em março tivemos que alterar todo o nosso planejamento, direcionando nossas ações no combate ao coronavírus e auxiliar os nossos associados com as melhores informações. Estamos na nossa terceira edição de Café com Negócios do ano, sendo que é a segunda on-line". Ele faz um balanço sobre a iniciativa. "O Café com Negócios aproximou e fortaleceu as empresas associadas. Com o controle dessa pandemia e os investimentos que devemos ter na região, acreditamos que os próximos anos sejam muito positivos para as empresas locais", concluí.

O evento seguiu com o formato Supply Tank, onde cada empresa tem até quatro minutos para apresentar seus produtos e serviços aos representantes das áreas de compras e de suprimentos. A edição virtual do Café com Negócios integra o Programa de Apoio ao Desenvolvimento Territorial da Vale, também implantado em cumprimento ao licenciamento ambiental federal conduzido pelo Ibama.

Uma das empresas participantes do Café de hoje foi a Montcalm Montagens Indústrias. "Essa iniciativa é importante. Encontros como este nos permitem conhecer as empresas locais. Participamos de uma das edições desse ano e já fechamos algumas parcerias, temos novos contratos com empresas da região", ressalta o gerente de projetos da Montcalm, Alexsander Barboza Pereira.

O gerente de Suprimentos da Vale, Igor Póvoa, destaca que a premiação reconhece o compromisso da Vale em contribuir para o desenvolvimento da cadeia de fornecedores do Pará. "Nos últimos anos, a Vale tem intensificado a participação nas rodadas de negócios nas cidades onde atuamos no estado e estamos envolvendo também as nossas empresas prestadoras de serviço. Essa iniciativa tem contribuído diretamente para o fortalecimento do fornecedor local e também para a instalação de novas empresas no Pará, gerando oportunidades de negócios, emprego e renda", explica.

Prêmio
A Vale conquistou o pentacampeonato, na categoria Absolutus do VIII Prêmio REDES de Desenvolvimento, como a empresa que mais comprou em volume total de investimento no Pará, em 2019.

A premiação é uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), por meio do Programa Redes - Inovação e Sustentabilidade Econômica, e foi realizada na última semana de setembro, reconhecendo às empresas que contribuem diretamente na evolução dos fornecedores do Estado.

No ano passado, a Vale comprou mais de R$ 5,3 bilhões de empresas instaladas no Pará. Entre os principais serviços adquiridos estão manutenção de máquinas e equipamentos industriais, serviços de terraplanagem e perfuração, instalação e montagem industrial e serviços de transporte. O montante R$ 5,3 bilhões abrange empresas de Parauapebas (matriz e filial) que responderam por R$ 1,9 bilhão em contratos.

Na ocasião foram reconhecidos também os profissionais de suprimentos pelo seu desempenho e profissionalismo e ainda, a indústria e o fornecedor que tiveram o melhor Case de Desenvolvimento de Fornecedor. A analista de suprimentos da Vale, Andreza Ribeiro foi reconhecida como profissional de compras de 2019.

 

Fonte: Nadia Farias 

Considerada uma das maiores manifestações populares do Brasil, ao longo de 228 edições, o Círio se consolidou como a maior expressão cultural do Pará. Em 2004 ganhou o título de Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), e desde 2013, é Patrimônio Cultural da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) reconhecido mundialmente. A Vale é patrocinadora oficial do Círio de Nazaré desde 2004

Mas este ano será tudo diferente. Atendendo as medidas preventivas, a maior manifestação cultural do povo paraense não terá as tradicionais procissões que reúnem milhões de devotos, romeiros e promesseiros no segundo domingo de outubro nas ruas de Belém. Para o diretor-coordenador do Círio 2020, Albano Martins, o grande desafio desse ano é fazer com que as pessoas fiquem em casa e acreditem que é possível viver um Círio de uma maneira diferente. "Teremos um Círio mais introspectivo, voltado à reunião familiar e ao conteúdo televisivo que nós vamos mostrar em TV aberta e nas nossas mídias sociais. O romeiro terá oportunidade de conhecer os bastidores do Círio. Vamos exibir documentários e eventos que vamos levar ao ar pela TV aberta e pelas redes sociais, como a decoração da berlinda", explica o Albano.

Para a gerente do Instituto Cultural Vale, Christiana Saldanha o Círio 2020 será virtual e interativo, possibilitando maior participação do público. "Não teremos as famosas procissões esse ano, mas isso não significa que a festa será menor ou menos importante. Independente do lugar onde você esteja, você estará seguro, tomando as medidas preventivas contra a pandemia, e poderá vivenciar as manifestações que envolvem essa grande festa. A Vale patrocina o Círio de Nazaré que é a maior manifestação da cultura paraense e uma das maiores do Brasil, há 18 anos, reforçando o nosso compromisso de valorizar e investir para a preservação das tradições culturais do povo do Pará", enfatiza.

Desde 2004, a Vale lança campanhas institucionais em Belém com o objetivo de valorizar as tradições relacionadas ao Círio. A campanha deste ano traz como conceito  "Em 2020, o Círio vai ser diferente. Mas ele nunca é igual", reforçando que o Círio de Nazaré não terá milhões de pessoas em procissão pelas ruas de Belém do Pará no segundo domingo de outubro, mas que o povo paraense deve manter o momento de celebração e os momentos de superação e fé que todos os anos envolvem a maior manifestação cultural do povo paraense também de modo virtual. Os comerciais estão no ar desde o dia 1º de outubro.

Interatividade

Com objetivo de trazer mais conectividade e interação para esta edição virtual do Círio, a mineradora hospedou em seu site uma página especial sobre o Círio (www.vale.com/círio). O canal já está no ar e reúne seções temáticas que vão desde a "Linha do tempo", com os principais momentos do Círio; "Nosso Círio", no qual as pessoas poderão compartilhar suas histórias no Círio de Nazaré; um espaço dedicado à "Culinária", no qual o internauta poderá acompanhar aquela receita que não pode faltar no almoço do Círio, e também o espaço "Vale Música", com vídeos das apresentações dos alunos do projeto em homenagem à Virgem de Nazaré. A página também traz um tour virtual em 360º com os principais pontos do trajeto da grande procissão que tradicionalmente acontece no segundo domingo de outubro.
A Vale desenvolveu também um selo comemorativo que está assinando diversas peças e ações da empresa. Nele, o símbolo de wi-fi, que ganhou protagonismo nesse momento de distanciamento social, faz alusão à forma da imagem de Nossa Senhora de Nazaré, representando interação e a digitalização da festividade. As redes sociais da empresa também contarão com designer avatar (moldura para a foto de perfil) comemorativo e stickers (figurinhas) com mensagens de segurança e positividade que podem ser compartilhados nas redes sociais e por whatsapp.

Homenagem

No domingo (11 de outubro), durante  programação oficial do Círio 2020 que será transmitida na TV Nazaré e também na TV Círio (canal do Youtube), serão exibidos vídeos gravados com canções marianas interpretadas pelos alunos do projeto Vale Música Belém, em homenagem à Virgem de Nazaré. O Grupo de Cordas e o Coral infanto-juvenil do Vale Música apresentarão as canções Nossa Senhora (Roberto Carlos), Ave Maria; Círio Outra Vez (Pe. Fábio de Melo); Vós Sois o Lírio Mimoso  e Ave Ave Óh Senhora da Berlinda.

Sobre o Vale Música

O Vale Música é um projeto que existe há 16 anos e já formou profissionalmente mais de 1.200 jovens, promovendo formação musical e dando a eles uma oportunidade por meio da música. A iniciativa da Fundação Amazônica de Música (FAM) conta com o patrocínio da Vale há mais de 10 anos, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e atende atualmente cerca de 250 estudantes em Belém.

Parte dos alunos ingressou no intercâmbio cultural e de formação promovidos pelo Programa Vale Música, que tem como finalidade consolidar as ações musicais já patrocinadas pela Vale e fomentar a formação musical para crianças e jovens. A iniciativa da Vale visa incentivar a música de concerto no Brasil através de intercâmbio que conecta crianças e adolescentes de escolas públicas às maiores orquestras do país. Em 2019, o Programa atendeu cerca de mil alunos com programas de formação, residência e encontros nos estados do Pará, Espírito Santo, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. A parceria busca oferecer aos alunos a experiência de ter aulas com profissionais conceituados de grandes orquestras nacionais.

 

 

Fonte: Vale 

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