Carajas o Jornal

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O EX- vice-presidente da Camargo Corrêa, Eduardo Hermelino Leite, preso na Operação Lava Jato e atualmente em prisão domiciliar, disse nesta terça-feira (26) à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras que o pagamento de propina era uma “condição [para o] funcionamento” na relação das empreiteiras com a Petrobras. Leite admitiu o pagamento de propina a agentes públicos e privados e se disse arrependido.“Herdei uma prática e tive que administrá-la”, disse Leite. O empreiteiro informou que exerceu a função de presidente para clientes aprovados na Camargo Corrêa, entre 2005 a 2009. A partir de setembro de 2011 chegou à Diretoria de Óleo e Gás da empreiteira, assumindo na sequencia a vice-presidência da construtora.

“Quando cheguei à vice-presidência me foi informado que [isso] era uma condição de funcionamento dentro desse cliente [Petrobras]. As condições eram essas e deveriam ser cumpridas essas rotinas”, explicou Eduardo Hermelino.

Ele entregou à CPI dez depoimentos que prestou à Justiça no acordo de delação premiada. O empreiteiro disse que combinou o pagamento de propina com os ex-diretores da Petrobras Paulo Roberto Costa e Renato Duque e também com o doleiro Alberto Youseff, apontado pelo Ministério Público como operador do esquema de superfaturamento de contratos da Petrobras.

“Tive duas reuniões com o Renato Duque para tratar de dívidas referentes a propina e dois encontros com o Paulo Roberto [Costa]. Eles aconteceram fora da Petrobras. Com o Paulo Roberto foi em um hotel em São Paulo e com o Duque na casa do Júlio Camargo [executivo da Toyo-Setal, também preso na Lava Jato]”.

De acordo com Eduardo Hermelino Leite, na Camargo Corrêa o pagamento de propina referente a contratos da Petrobras entravam como “custo” para a empresa, por meio da contratação de consultorias. “Umas consultorias eram pagas por trabalhos majorados e executados e outras por trabalhos executados”.

Aos deputados, o empreiteiro disse que se arrepende de ter participado do esquema. Acrescentou que por causa disso está com o futuro pessoal e profissional “profundamente” comprometidos. “Me fizeram uma pergunta se eu me achava acima do que acontecia, se como vice-presidente teria a capacidade, trabalhando como trabalhei, se outra pessoa tivesse sido nomeada, ela teria feito diferente. Provavelmente, ela teria feito a mesma coisa. Era uma coisa já preestabelecida. Me arrependo de não ter deixado a atividade, mas tinha sido recentemente alçado à vice-presidente de uma grande companhia. Era uma situação muito difícil”, argumentou.

 

Fonte: Terra Notícia 

O texto da reforma política está previsto para ser votado nesta terça-feira (26) na Câmara dos Deputados. A proposta vai diretamente ao plenário, depois que líderes partidários decidiram nesta segunda (25) não votar o texto na comissão especial que analisou o tema na Casa.

Segundo o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a decisão de votar a matéria diretamente no plenário reflete um "sentimento da maioria dos líderes". Nesta segunda (25), ele afirmou que o relatório que seria votado na comissão especial, do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), estava "em dissonância" com a vontade da maioria dos parlamentares, o que, segundo ele, dificultava "regimentalmente" a aprovação do projeto.

O próprio Cunha já havia criticado o relatório de Castro em outras ocasiões. Ele chegou a dizer que “preferível” que o texto não fosse votado do jeito que estava.

A votação feita diretamente no plenário é uma maneira de facilitar modificações no texto. Caso o relatório de Castro fosse aprovado, os deputados teriam que rejeitar o texto do relator e aprovar as mudanças desejadas por meio de destaques (propostas de alteração). Com o projeto sendo apreciado direto no plenário, os parlamentares poderão votar a proposta ponto a ponto, sem a necessidade de votar um texto-base.

De acordo com o blog da Cristiana Lôbo, a falta de consenso fará que a proposta de reforma poítica seja menos abrangente e mude um ponto com relação à lei atual. O sistema de voto proporcional que existe hoje, com permissão para coligações nas eleições proporcionais (para deputados), deve abrir lugar para o chamado "distritão", um modelo lançado pelo vice-presidente Michel Temer e que tem a preferência de Cunha.

O relatório de Castro previa o distritão. Previa também financiamento misto (tanto público quanto privado) de campanhas, mas com teto para doações, e mandatos de cinco anos para o executivo, sem reeleição.

Com a ida do texto diretamente para o plenário, a Câmara decidiu que o novo relator da matéria será  Rodrigo Maia (DEM-RJ), que foi o presidente da comissão da qual Castro foi o relator.

Segundo a Agência Câmara, os líderes decidiram em reunião ontem iniciar a votação pela escolha do sistema eleitoral. Veja a ordem dos temas acordada pelos deputados:

- Sistema eleitoral (sistema de voto em lista; distrital misto; "distritão";  ou distritão misto;
- Financiamento de campanhas (público; privado restrito a pessoa física; ou privado extensivo a pessoa jurídica);
- Proibição ou não da reeleição;
- Duração dos mandatos de cargos eletivos;
- Coincidência de mandatos;
- Cota para as mulheres;
- Fim das coligações;
- Cláusula de barreira;
- Dia da posse para presidente da República;
- Voto obrigatório.

'Decisão esdrúxula'
Pouco antes dos líderes oficializarem que o projeto seria votado diretamente no plenário, Castro disse ao G1 que a decisão é "esdrúxula" e "desrespeitosa". Ele disse ainda que nunca viu na história da Casa "uma comissão ser impedida de votar seu relatório".

O novo relator, Maia, respondeu às criticas de Castro e disse que se sente "confortável" de assumir a relatoria do projeto. Para Maia, "ninguém foi feito de bobo". Ele disse que prevaleceu a vontade da maioria dos líderes de votar a reforma política diretamente em plenário.

"Ninguém foi feito de bobo. Ele [Castro]  está sabendo há muito tempo a vontade do presidente da Câmara e do líder do partido dele, e o processo esticou até o limite de se tentar construir um texto que tivesse apoio. E, quando hoje no almoço, todos os partidos presentes e alguns que foram contactados por telefone entenderam que era melhor ir direto para o plenário, não era uma questão pessoal de A, de B ou de C, era a vontade de todos aqueles que representam os 513 deputados, inclusive o partido dele", afirmou Maia.

O novo relator disse ainda que apenas o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), o vice-líder do PT, Henrique Fontana (RS), e a líder do PC do B, Jandira Feghali (RJ) não apoiaram a decisão.

'Comissão esfaqueada'
O líder do Psol, Chico Alencar (Psol), que participa da comissão da reforma política, afirmou por meio de nota que a decisão de votar o relatório diretamente no plenário é uma "ofensa ao rito parlamentar". A nota diz ainda que a comissão foi "esfaqueada".

"Trata-se de uma ofensa ao rito parlamentar e um absoluto desrespeito aos seus integrantes. Mais uma vez a vontade imperial do presidente Eduardo Cunha, seguida servilmente por aliados, sobrepõe-se aos procedimentos democráticos costumeiros", diz Alencar no texto.

Ele também afirmou que o Psol não foi consultado sobre levar o relatório diretamente ao plenário.

"Na Comissão, “explicam” que a extinção da Comissão foi “decisão dos líderes”. O do PSOL seguramente não foi consultado e não compactuaria com este golpe."

O deputado Henrique Fontana, membro da comissão especial da reforma política, usou o plenário da Câmara para criticar Cunha. Segundo Fontana, o presidente age de forma "ditatorial" ao "impedir" que o colegiado vote o relatório de Castro.

"O Presidente da Casa, o deputado Eduardo Cunha, que, de uma forma um tanto quanto ditatorial, declara em entrevistas que a comissão não deve votar essa matéria e que seu objetivo é trazer o relatório da reforma política para votação diretamente no plenário. [...] Ele [Cunha] é o presidente, mas o presidente não é o imperador. Ele não pode cancelar, a seu bel prazer, reuniões, terminar com comissões", afirmou.

Questionado sobre as críticas de Fontana, Cunha afirmou que a decisão de levar a votação direto ao plenário não será dele, mas sim, dos líderes partidários e que "ditatorial" seria submeter os deputados a um único modelo de votação.

"O Henrique Fontana é uma das pessoas que sempre atrapalharam a reforma política. A decisão não é minha, é dos líderes. Eu não faço parte da comissão e não voto na comissão. Se os líderes partidários não querem votar, então ele tá chamando todos os líderes de ditatoriais", afirmou.

 

Fonte: G1 Notícias 

O texto da reforma política está previsto para ser votado nesta terça-feira (26) na Câmara dos Deputados. A proposta vai diretamente ao plenário, depois que líderes partidários decidiram nesta segunda (25) não votar o texto na comissão especial que analisou o tema na Casa.

Segundo o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a decisão de votar a matéria diretamente no plenário reflete um "sentimento da maioria dos líderes". Nesta segunda (25), ele afirmou que o relatório que seria votado na comissão especial, do deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), estava "em dissonância" com a vontade da maioria dos parlamentares, o que, segundo ele, dificultava "regimentalmente" a aprovação do projeto.

O próprio Cunha já havia criticado o relatório de Castro em outras ocasiões. Ele chegou a dizer que “preferível” que o texto não fosse votado do jeito que estava.

A votação feita diretamente no plenário é uma maneira de facilitar modificações no texto. Caso o relatório de Castro fosse aprovado, os deputados teriam que rejeitar o texto do relator e aprovar as mudanças desejadas por meio de destaques (propostas de alteração). Com o projeto sendo apreciado direto no plenário, os parlamentares poderão votar a proposta ponto a ponto, sem a necessidade de votar um texto-base.

De acordo com o blog da Cristiana Lôbo, a falta de consenso fará que a proposta de reforma poítica seja menos abrangente e mude um ponto com relação à lei atual. O sistema de voto proporcional que existe hoje, com permissão para coligações nas eleições proporcionais (para deputados), deve abrir lugar para o chamado "distritão", um modelo lançado pelo vice-presidente Michel Temer e que tem a preferência de Cunha.

O relatório de Castro previa o distritão. Previa também financiamento misto (tanto público quanto privado) de campanhas, mas com teto para doações, e mandatos de cinco anos para o executivo, sem reeleição.

Com a ida do texto diretamente para o plenário, a Câmara decidiu que o novo relator da matéria será  Rodrigo Maia (DEM-RJ), que foi o presidente da comissão da qual Castro foi o relator.

Segundo a Agência Câmara, os líderes decidiram em reunião ontem iniciar a votação pela escolha do sistema eleitoral. Veja a ordem dos temas acordada pelos deputados:

- Sistema eleitoral (sistema de voto em lista; distrital misto; "distritão";  ou distritão misto;
- Financiamento de campanhas (público; privado restrito a pessoa física; ou privado extensivo a pessoa jurídica);
- Proibição ou não da reeleição;
- Duração dos mandatos de cargos eletivos;
- Coincidência de mandatos;
- Cota para as mulheres;
- Fim das coligações;
- Cláusula de barreira;
- Dia da posse para presidente da República;
- Voto obrigatório.

'Decisão esdrúxula'
Pouco antes dos líderes oficializarem que o projeto seria votado diretamente no plenário, Castro disse ao G1 que a decisão é "esdrúxula" e "desrespeitosa". Ele disse ainda que nunca viu na história da Casa "uma comissão ser impedida de votar seu relatório".

O novo relator, Maia, respondeu às criticas de Castro e disse que se sente "confortável" de assumir a relatoria do projeto. Para Maia, "ninguém foi feito de bobo". Ele disse que prevaleceu a vontade da maioria dos líderes de votar a reforma política diretamente em plenário.

"Ninguém foi feito de bobo. Ele [Castro]  está sabendo há muito tempo a vontade do presidente da Câmara e do líder do partido dele, e o processo esticou até o limite de se tentar construir um texto que tivesse apoio. E, quando hoje no almoço, todos os partidos presentes e alguns que foram contactados por telefone entenderam que era melhor ir direto para o plenário, não era uma questão pessoal de A, de B ou de C, era a vontade de todos aqueles que representam os 513 deputados, inclusive o partido dele", afirmou Maia.

O novo relator disse ainda que apenas o líder do PSOL, Chico Alencar (RJ), o vice-líder do PT, Henrique Fontana (RS), e a líder do PC do B, Jandira Feghali (RJ) não apoiaram a decisão.

'Comissão esfaqueada'
O líder do Psol, Chico Alencar (Psol), que participa da comissão da reforma política, afirmou por meio de nota que a decisão de votar o relatório diretamente no plenário é uma "ofensa ao rito parlamentar". A nota diz ainda que a comissão foi "esfaqueada".

"Trata-se de uma ofensa ao rito parlamentar e um absoluto desrespeito aos seus integrantes. Mais uma vez a vontade imperial do presidente Eduardo Cunha, seguida servilmente por aliados, sobrepõe-se aos procedimentos democráticos costumeiros", diz Alencar no texto.

Ele também afirmou que o Psol não foi consultado sobre levar o relatório diretamente ao plenário.

"Na Comissão, “explicam” que a extinção da Comissão foi “decisão dos líderes”. O do PSOL seguramente não foi consultado e não compactuaria com este golpe."

O deputado Henrique Fontana, membro da comissão especial da reforma política, usou o plenário da Câmara para criticar Cunha. Segundo Fontana, o presidente age de forma "ditatorial" ao "impedir" que o colegiado vote o relatório de Castro.

"O Presidente da Casa, o deputado Eduardo Cunha, que, de uma forma um tanto quanto ditatorial, declara em entrevistas que a comissão não deve votar essa matéria e que seu objetivo é trazer o relatório da reforma política para votação diretamente no plenário. [...] Ele [Cunha] é o presidente, mas o presidente não é o imperador. Ele não pode cancelar, a seu bel prazer, reuniões, terminar com comissões", afirmou.

Questionado sobre as críticas de Fontana, Cunha afirmou que a decisão de levar a votação direto ao plenário não será dele, mas sim, dos líderes partidários e que "ditatorial" seria submeter os deputados a um único modelo de votação.

"O Henrique Fontana é uma das pessoas que sempre atrapalharam a reforma política. A decisão não é minha, é dos líderes. Eu não faço parte da comissão e não voto na comissão. Se os líderes partidários não querem votar, então ele tá chamando todos os líderes de ditatoriais", afirmou.

 

Fonte: G1 Notícias 

A Secretaria Municipal de Educação (Semed) realizou na manhã desta sexta-feira (22), no auditório I do Centro Administrativo da Prefeitura de Parauapebas, a apresentação do Documento-Base com foco nas Metas e Estratégias do Plano Municipal de Educação (PME).

 A elaboração do plano representa um marco na educação do município, não somente pelo seu processo de construção, mas também pelo tempo previsto para a sua aplicabilidade. Foram priorizadas as ações em prol da melhoria da educação sugeridas pela comunidade escolar e pela sociedade em geral, envolvidas na II Conferência Municipal de Educação realizada em agosto de 2013, e do Fórum Municipal de Educação. 

Foi criada uma comissão para elaborar  o Plano Municipal de Educação, formada pelas gestoras do 1º e 2º  e, 3º e 4º ciclos, setor de Educação Infantil, Diretoria Pedagógica, além dos gestores da União Municipal dos Estudantes de Parauapebas (UMESPA) e do Conselho Municipal de Educação de Parauapebas (COMEPA).

 A diretora técnica pedagógica da Semed, Tereza Cristina, declarou sua satisfação em estar participando da comissão de elaboração do Plano:“Estamos muito felizes por estarmos elaborando este Plano para a Educação do nosso município. Hoje estamos alinhando e adequando este documento-base ao do Plano Nacional de Educação (PNE), para renovarmos o Plano  Municipal e garantirmos a aprendizagem dos nossos alunos por mais 10 anos”, declarou. 

 “São 20 metas que estão sendo contempladas com a elaboração do Plano. O desafio está formado para todos nós que fazemos parte desta rede de ensino, o foco maior deste plano é a aprendizagem dos nossos alunos, queremos que todos se sintam contemplados com as diversas metas que serão apresentadas”, ressaltou o secretário municipal adjunto de Educação, Rui Amorim.

 Segundo Deodato Alves, diretor da Escola Municipal Novo Horizonte, o alinhamento do Plano com todos os gestores é mais um passo para que todos tenham uma caminhada de sucesso. “Agradecemos a oportunidade de estarmos todos juntos discutindo o futuro e o desenvolvimento das nossas crianças. Estamos todos juntos em busca de possibilitar ao educando uma permanência na escola, recebendo um ensino de qualidade”, concluiu. 

Etapas da Elaboração do PME

Divulgação da Portaria oficializando a comissão que elabora o Plano;

Elaboração  do Documento-Base;

Realização de Consulta Pública (Alinhamento com Gestores Escolares e Pedagógicos da Semed e demais autoridades);

Elaboração do Projeto de Lei e encaminhamento à Câmara Municipal de Vereadores;

Acompanhamento da tramitação do Projeto de Lei na Câmara.

 No próximo dia 27 de maio (quarta-feira),  o Plano Municipal de Educação será apresentad no auditório da Semed, às 8h30, após alinhamento e adequações realizadas pelos gestores escolares e pedagógicos. O auditório está localizado no Centro Administrativo de Parauapebas. A apresentação será realizada para o Poder Executivo, Poder Legislativo e demais autoridades.

 

Por: Luzandra Vilhena

Com o objetivo de garantir maior lisura e transparência na contratação de trabalhadores que vão atuar na implantação do projeto S11D, a Vale se comprometeu, junto a prefeitura, a só admitir trabalhadores que tenham se cadastrado e sido encaminhados pelo Sine municipal. A empresa também garantiu que fará a mesma cobrança às terceirizadas que prestam serviço no projeto.

 A decisão foi formalizada após reunião, na última quinta-feira (21), com representantes da mineradora, o prefeito Jeová Andrade, vereadores e secretários do município. O objetivo é evitar a contratação indireta de trabalhadores de outros estados ou municípios que não tenham se cadastrado no Sine municipal e assegurar um processo de encaminhamento que valorize as qualificações do candidato para a vaga. 

Nesta segunda-feira (25), Jeová Andrade, a secretária de Desenvolvimento Social, Maria Pereira, o presidente da Câmara, Jean Carlos, e os vereadores João Batista Silva, Hélio Ferreira, Júnior Garra, Aílson Alves e Dionísio Coutinho compareceram ao Sine, onde esclareceram a cerca de 500 trabalhadores o protocolo de contratação dos candidatos. Também estiveram presentes os representantes da Vale Daniel Florenzano e Eloíso Araújo.

 “São poucos municípios que tem um empreendimento como Canaã, o que traz pessoas de todos os lugares diariamente e muitos ficam decepcionados”, pontuou o prefeito, destacando que a administração tem se esforçado, desde o início do ano, para disciplinar as contratações e valorizar a mão de obra local.

O presidente da Câmara, Jean Carlos, também reforçou que a medida tem sido cobrada por todos os entes públicos e pediu que os candidatos denunciem caso tenham conhecimento de que o processo não esteja sendo seguido. 

Fonte: Ascom / Canaã dos Carajás 

 

 

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 foram abertas às 9h56 desta segunda-feira (25). As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de junho no site do Inep. O exame será realizado nos dias 24 e 25 de outubro. Os candidatos que não conseguirem a isenção terão que pagar a taxa de R$ 63 para se inscrever. Em 2014, 8.721.946 estudantes se inscreveram para fazer o exame. De acordo com o MEC, o número foi recorde na história da prova.

G1 acompanha o Enem 2015 com notícias atualizadas em uma página especial e lista os passos essenciais para quem vai fazer a prova organizada pelo Inep.

Veja abaixo um resumo das principais questões relacionadas ao exame: inscrições, taxa, pedidos de isenção, local de prova e dicas para obter os melhores resultados.

1) ORGANIZE-SE

Prazo de inscrições
Inscrições serão entre 25 de maio e 5 de junho. Ela só será "confirmada" após o pagamento da taxa de R$ 63 até as 21h59 do dia 10 de junho.

Taxa de inscrição
Até 2014, o valor era R$ 35. Agora, passa a ser de R$ 63.

Quem é isento de taxa?
Estudantes da rede pública no último ano do ensino médio estão automaticamente isentos. Além deles, podem obter isenção candidatos que comprovarem carência, segundo as regras do edital.

O que é preciso para fazer a inscrição?
O candidato precisa ter em mãos seu RG, o número do seu CPF e um endereço de e-mail pessoal. Neste ano, o mesmo endereço de e-mail não poderá ser usado em mais de uma inscrição no exame.

Baixe o edital do Enem
edital do Enem 2015 está disponível para download em PDF.

Cartão de inscrição
Terá que ser baixado ou consultado diretamente no site do Inep sobre o Enem.

Duração das provas
No primeiro dia, ciências humanas e ciências da natureza terão 4 horas e meia de duração. No segundo dia, linguagens, matemática e redação terão 5 horas e meia de duração.

Horário das provas
Portões serão fechados às 13h (horário oficial de Brasília). Mas, dessa vez, as provas só começam 30 minutos depois do fechamento dos portões.

Sabatistas
Os sabatistas no Acre, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima poderão fazer as provas do sábado às 19h do horário local. Nos demais estados, a prova do primeiro dia para os sabatistas começa às 19h do horário de Brasília.

Punição para faltas no Enem
Quem for liberado da taxa e faltar nos dois dias do exame em 2015 terá obrigatoriamente que pagar a inscrição em 2016.

 Fonte: G1 Notícias 

 

“Nossa luta hoje é contra o manicômio do preconceito”, essa fala do coordenador municipal de saúde mental de Parauapebas, Wagner Dias Caldeira, foi dita em praticamente todos os dias da programação que ocorreu ao longo dessa semana em alusão ao Dia Nacional do Movimento de Luta Antimanicomial, comemorado em 18 de Maio.

Iniciada na terça-feira (19), durante a sessão na câmara, a programação teve como objetivo disseminar informações relacionadas à reforma psiquiátrica que ocorre no Brasil desde a aprovação da Lei 10.216, de 2001, que dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental, assim como sensibilizar a sociedade sobre o assunto.

A partir dessa legislação foi implantada uma nova metodologia de trabalho voltada às pessoas com transtornos mentais, priorizando o tratamento e a reinserção delas na sociedade em detrimento à internação, isolamento e  tratamento recebido nos hospitais psiquiátricos. 

Esse é o melhor caminho, expôs a psicóloga Jureuda Guerra, presidente do Conselho Regional de Psicologia da 10ª Região, durante uma roda da conversa realizada nesta quinta-feira (21), com a participação de profissionais da área de psicologia, servidores públicos que atuam no Caps e respectivos usuários.

Jureuda Guerra também retratou durante o bate papo o desafio de vencer a mensagem, passada de geração a geração, há mais de 500 anos, de que é melhor a pessoa com transtorno mental ficar isolada em um hospital, sendo medicada, do que conviver em sociedade.

“Quando eu fui internado em um hospital psiquiátrico em São Luis, fui mal tratado. Eu não tinha contato nenhum com o psicólogo e nem com psiquiatra, o enfermeiro passava a dosagem dobrada do medicamento. Eu ficava preso em uma cela fria e escura, com grade”, relatou um dos usuários presentes na roda de conversa.

“São por experiências como essas relatadas hoje aqui que devemos continuar lutando para avançar nas políticas de saúde mental. O Caps foi implantado há 15 anos em todo o Brasil, ainda tem muita coisa para melhorar, porém, não podemos permitir retrocessos”, reforçou Jureuda Guerra.

 

Filme “Dá para fazer!”

Integrando a programação conduzida pela coordenação de saúde mental da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), foi exibido o filme “Dá para fazer!”, na quarta-feira (19), na sala de videoconferência do Ceup. A trama conta a história de uma das cooperativas implantadas na Itália para envolver pessoas com transtornos mentais oriundas de hospitais psiquiátricos. 

O protagonista principal do filme, Nello, um sindicalista de esquerda afastado por suas ideias nada convencionais, passa a coordenar uma cooperativa de doentes mentais, beneficiados pelo fechamento dos manicômios através da Lei Basaglia na Itália.

Acreditando no trabalho, ele convence os sócios (os pacientes mentais) a substituir as esmolas assistencialistas por um trabalho de verdade, direcionando cada um a atividades adaptadas às capacidades. Tratado com humor e delicadeza, é um filme divertido e comovente, baseado em fatos reais.  

Texto: Karine Gomes

Foto: Comunicação da Câmara Municipal / Karine Gomes

 

Os vereadores de Santa Bárbara d'Oeste (SP) decidiram, em sessão realizada nesta sexta-feira (22), arquivar o pedido de cassação ao mandato do prefeito Denis Andia (PV). Mas o que marcou a sessão foi a presença de quase uma dezena de pizzas, levadas ao plenário pelo vereador Wilson de Araújo Rocha, o Wilson da Engenharia (PSDB), que votou a favor da cassação.

A decisão pela não cassação venceu por 16 votos a 2. Para Andia ser cassado, seria necessário o voto de pelo menos 13 dos 18 vereadores.

O pedido de cassação foi motivado por uma denúncia do advogado Marco Antonio Pizzolatto, morador da cidade, na qual afirma que Andia teria cometido uma infração político-administrativa ao não responder os requerimentos de informações aprovados pela Câmara. 

O advogado também relatou que Andia também teria procedido de modo incompatível com o decoro do cargo ao publicar um anúncio em um jornal da cidade no qual acusava os vereadores de perderem o prazo de votação de projetos importantes para a cidade. Os vereadores acataram a denúncia e abriram então uma comissão processante.

Para o cientista político Sérgio Grande, a questão, em um primeiro momento, parece uma "guerra de egos" entre a Câmara e o Executivo. "Acho complicado cassar um prefeito unicamente porque ele não responde requerimentos. A relação política entre os dois poderes tem que estar muito desgastada para uma iniciativa desse tipo prosperar", informa.

Ironia e pizzas

De forma irônica, Wilson da Engenharia negou que as pizzas que levou ao plenário tenham relação com o resultado da votação. "Eu achei que a sessão ia demorar  muito, resolvi trazer as pizzas para poder alimentar a mim e a meus colegas", disse. "Se a cassação do prefeito literalmente acabou em pizza, continuarei fiscalizando rigorosamente essa administração", disse.

Ele ressaltou ainda que acredita que seus pedidos não serão atendidos pelo governo depois da votação dessa sexta e que se sentiu traído pelos demais parlamentares. "No começo todos estão revoltados e querem justiça. Mas, na hora de fazer a justiça, os amigos abandonam o barco. Foi isso o que aconteceu hoje", disse.

Já Pizolatto informou que o julgamento da Câmara foi político, mas que todas as denúncias apresentadas por ele foram comprovadas. Ele também ressaltou que irá analisar a apuração dos vereadores para decidir se tomará outras medidas, como levar o caso ao Ministério Público.

"Quem diz que houve irregularidade não sou eu, mas sim a lei. Agora, o julgamento da Câmara foi político, e sobre um julgamento político não cabe a mim opinar", disse.

Outro lado

O prefeito, que acompanhou toda a sessão, comemorou a decisão e afirmou que sempre houve diálogo com o Legislativo, e que a prova disso era o voto da maioria. "Nós tivemos a oportunidade, ao longo desse tempo, de mostrar que estávamos corretos em nosso modo de agir", disse Andia, em entrevista coletiva concedida logo depois da votação. 

"Esse contexto todo serve para reforçar esse caráter de honestidade e respeito que todos temos uns pelo outros, mesmo com algumas divergências de ideias, que são benéficas na maioria das vezes",  ressaltou o prefeito.

Andia ainda rebateu, na coletiva, as criticas de que ele não seria humilde no trato com parlamentares. "Todos os vereadores são atendidos, a conversa sempre existiu e continua existindo. Uns me procuram mais e outros menos. Mas, mesmo que não consigamos atender todas as demandas, não significa que não atendemos os vereadores. Somos humanos e, por isso, passiveis de acertos e erros", ressaltou.

Fonte: Uol Notícias 

Riad, Arábia Saudita, 23 Mai 2015 (AFP) - Um ataque suicida, cometido nesta sexta-feira contra uma mesquita xiita no leste da Arábia Saudita, deixou 21 mortos e 81 feridos, anunciou o Ministério da Saúde, citado pela agência de notícias SPA
O grupo Estado Islâmico assumiu a autoria do ataque."O atentado terrorista deixou 21 mortos e 81 feridos, dos quais 12 se encontram em estado crítico", declarou um porta-voz do Ministério saudita da Saúde, de acordo com a SPA.O porta-voz declarou que "um homem detonou uma bomba que usava sob suas roupas durante as orações de sexta-feira na mesquita Ali Ibn Abi Taleb em Kudeih, uma cidade na província de Qatif".Os serviços de resgate levaram os feridos para hospitais da região e o ataque está sendo investigado, acrescentou o porta-voz.Ele reiterou a determinação dos serviços do Ministério de "capturar qualquer um envolvido neste crime terrorista cometido por pessoas que procuram minar a unidade nacional".Em um comunicado postado em sites islamitas, o EI afirma que os "soldados do califado na província de Najd (Arábia Saudita)" são responsáveis pelo ataque. De acordo com o grupo, um suicida acionou seu cinto de explosivos no interior da mesquita. O EI também publicou uma foto do autor do ataque, identificado como Abu Amer Al-Najdi.O comunicado promete aos xiitas "dias sombrios" até que os "soldados do EI expulsem-nos da península arábica".O Conselho de Segurança das Nações Unidas condenou o atentado e declarou que o EI "precisa ser derrotado". "A intolerância, violência e ódio manifestos devem ser esmagados"O EI, um grupo extremista sunita, execra a comunidade xiita, alvo regular de seus ataques principalmente no Iraque, onde conquistou amplas faixas do território.
Neste país, bem como na Síria onde controla várias regiões, o grupo é alvo há nove meses de ataques aéreos de uma coalizão liderada pelos Estados Unidos, e da qual a Arábia Saudita faz parte.

Fonte: Uol Notícias 

Uma jovem publicitária de São Vicente, no litoral de São Paulo, ganhou fama nas redes sociais ao criar bolos exóticos e criativos. O objetivo de Luana Aparecida Dias Teixeira, que se tornou confeiteira por hobby, é transformar qualquer tema em doce. Os bolos decorados feitos por Lulys, como é conhecida, caíram no gosto popular, tanto que ela recebe, semanalmente, dezenas de pedidos, inclusive alguns inusitados.A personagem do desenho animado Peppa Pig está na selação 'das mais pedidas’. A pedido doG1, Lulys ensinou, em vídeo, o passo a passo, mostrando como modelar uma pasta americana (massa feita com açúcar de confeiteiro) e construir cenários nos bolos.

“Eu aprendi sozinha. Sempre gostei de cozinhar e fazer bolos para a família. Esse negócio de decorar e modelar bolos foi crescendo aos poucos e aprendi assistindo programas de culinária na TV, pesquisando na internet e fazendo testes. Cada bolo é um desafio, porque no caso dos personagens temos que ser fiéis ao desenho”, comenta. Lulys se formou em publicidade enquanto trabalhava na área administrativa de uma empresa e decidiu deixar o emprego há pouco mais de um ano para investir na arte dos bolos decorados. “Eu não me arrependo. Aos poucos tudo tem dado certo”, reforça.O trabalho da publicitária na confeitaria começou a ganhar mais espaço depois que os bolos invadiram as redes sociais. Em uma página na internet, Lulys postava fotos de suas produções e foi ganhando adeptos. A diversidade dos temas tem sido cada vez maior. "Já fiz bolos em formato de barriga de grávida, bolsa de mulher, dentes, marcas famosas, guitarra. A base é um bolo comum e o resto eu vou fazendo o corte de acordo com o que a pessoa escolheu", explica.

Bolo bizarro
Das encomendas que a jovem confeiteira costuma receber por semana, entre bolos e outros doces, algumas também têm rendido histórias inusitadas. “Acho que uma das histórias mais curiosas foi quando uma senhora que eu já conhecia me ligou e ficou sem jeito de fazer uma encomenda. Ela queria pedir um bolo com uma bunda e uma tatuagem com as iniciais do neto. Foi muito engraçado”, lembra.

Ela recorda que a cliente ficou envergonhada, pois o pedido, na verdade, era dos amigos do neto. Os jovens queriam presentear um garoto de 13 anos. “Ela me mandou até uma foto de como queria o desenho, com os detalhes. Foi bem diferente e eu me divirto fazendo. São muitos detalhes. É uma terapia", finaliza.

Fonte: G1 Notícias 

 

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