Carajas o Jornal

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A promotora de justiça de Capanema Ely Soraya Silva Cezar, ajuizou Ação Civil Pública contra o Estado, por meio Secretaria de Estado de Educação (Seduc) e Procuradoria-Geral do Estado, devido as condições precárias da Escola Estadual de Ensino Fundamental Silvestre Carneiro localizada no Município. De acordo com relatório apresentado à Promotoria pela 14ª Unidade Regional de Ensino (URE Capanema) a instituição de ensino nunca recebeu qualquer reforma desde que foi fundada em 1983.

A unidade de ensino que está sem aula por conta da pandemia, porém atende 350 alunos, apresenta diversos sinais de descuido como goteiras, fiação exposta, poucos banheiros, ausência de forro em algumas salas. Essas condições expõem alunos e funcionários ao risco de acidentes, motivo pelo qual o MPPA requer tutela provisória de urgência. Na escola também faltam ferramentas importantes no processo educacional, como quadra poliesportiva e biblioteca.

No texto da ação a Promotoria reforça que “a educação é um direito fundamental previsto na Constituição Federal desse modo, a omissão do poder público estadual (...) constitui afronta direta e imediata à Constituição Federal e à Lei de Diretrizes e Bases da Educação”.

O Ministério Público requer a realização de inspeção judicial na Escola Estadual Silvestre Carneiro, se possível, com a presença do Corpo de Bombeiros de Capanema e engenheiro civil do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, a fim de evidenciar a urgência da necessidade da reforma estrutural e elétrica evidenciadas.

O MPPA requer ainda que o Estado, através da Seduc apresente, no prazo de 30 dias, um plano de reforma para a escola ou um plano de transferência da sede da escola para outro espaço adequado à garantia da aprendizagem dos alunos sob pena de multa diária no valor de R$ 10 mil reais por dia de descumprimento. O prazo solicitado pela Promotoria, tanto para o início das obras quanto para a transferência da escola para outro espaço, é de 60 dias e de 120 dias para conclusão do processo, também sob pena de multa em caso de descumprimento.

 

Assessoria de Comunicação

No último dia 18 de novembro, a 1ª Vara Cível e Criminal de Cametá condenou o ex-policial militar Elson do Socorro de Freitas por homicídio qualificado, com pena de 29 anos. A vítima foi Edivandro da Silva Prestes, assassinado a queima-roupa em 2015, após supostamente fazer uma tatuagem na região íntima da esposa do ex-policial.

O promotor de justiça de Baião, Márcio de Almeida Farias, respondendo pela 2ª Promotoria de Cametá, atuou na acusação do réu. Em plenário, o promotor defendeu a tese de homicídio qualificado, sem chance de defesa da vítima, nos termos do Código Penal. Já a defesa do ex-policial Elson Freitas sustentou a absolvição do acusado ''pela insuficiência de provas''.

Para o promotor, os jurados, ao acatarem a tese de acusação, ‘’fizeram justiça no presente caso, pois o crime foi brutal, sendo que a vítima não teve nenhuma chance de defesa’’. Elson do Socorro de Freitas, após ser condenado pelos jurados a 29 anos de reclusão, irá iniciar o cumprimento da pena em regime fechado. Ainda cabe recurso.

O Caso

Conforme a denúncia, o crime ocorreu na madrugada de uma segunda-feira de setembro de 2015, quando a vítima e o ex-policial de 36 anos estavam em uma festa de um club social na cidade de Cametá. Os depoimentos testemunhais colhidos nos autos da denúncia informam que o réu teria chegado ao local embriagado e passou ''a vigiar'' os passos da vítima, Edivandro da Silva Prestes, que estava acompanhado de sua namorada.

Quando o casal deixava o Club de festa, o ex-policial Elson do Socorro de Freitas Corrêa se aproximou por trás da vítima, encostou o revólver (arma de trabalho) em sua nuca e disparou. O óbito foi instantâneo e não houve qualquer chance de defesa por parte da vítima, que residia há pouco tempo em Cametá e havia assumido o comércio de seu pai, além de trabalhar como tatuador.

Supostamente, Edivandro Prestes havia feito uma tatuagem na região íntima da esposa de Elson de Freitas. A motivação não foi comprovada no processo.

No inquérito policial é pontuado que desde antes da festa, Elson de Freitas estava ingerindo bebidas alcoólicas, na companhia de familiares. O réu estava comemorando à sua promoção de patente na Polícia Militar do Estado do Pará (PM/PA).

Elson se apresentou à autoridade policial somente no final de novembro de 2015, sem a arma de trabalho que utilizou para matar a vítima. Ao ter posse da arma, a perícia identificou sinais de imersão de substâncias com características de óleo, como forma de tentar apagar vestígios de pólvora.

O MPPA já havia oferecido denúncia contra Elson do Socorro de Freitas em novembro de 2015 e o Juízo havia decretado a prisão preventiva do acusado. Nesta última quarta-feira (18), o Juiz Márcio Rebelo condenou o ex-policial militar por homicídio qualificado, com pena aplicada de 29 anos.

 

Texto: Renan Monteio, Assessoria de Comunicação MPPA

Imagem: Portal Conjur/STJ

Nesta sexta-feira, 27, será realizada Audiência Pública para instituir o novo Código Tributário de Parauapebas. O evento iniciará às 9h, no plenário da Câmara Municipal de Vereadores e será aberto ao público, porém, em função da pandemia do novo coronavírus, será limitada a entrada de pessoas no local do evento.

Os interessados deverão se inscrever previamente no endereço  eletrônico https://www.even3.com.br/cmpcodigotributario/.

Serão permitidas somente 150 inscrições para acompanhamento presencial do evento e os participantes só poderão entrar no espaço usando máscara. O evento também será transmitido ao vivo pelo canal no Youtube da Câmara Municipal de Vereadores. 

     

Assessoria de Comunicação/PMP

A agente de fiscalização Adriana Alves Dutra, que presenciou a morte de João Alberto Silveira Freitas, 40 anos, na última quinta-feira, no estacionamento do supermercado Carrefour na Zona Norte de Porto Alegre, foi presa esta terça-feira, segundo informações da Polícia Civil obtidas pela Rádio Gaúcha.

Adriana apresentou-se no Palácio da Polícia acompanhada por seu advogado. Ela filmou os vigilantes Magno Braz Borges e Giovane Gaspar da Silva espancarem João Alberto até a morte. Nas imagens obtidas pelos investigadores, também aparece com um rádio na mão e ameaçando "queimar na loja" um motoboy, ao ver que ele gravava a cena.

 

Adriana, a mulher que aparece de blusa branca nas imagens gravadas, disse à polícia que estava no setor de bazar quando foi chamada para atender uma situação de atrito entre um cliente (João Alberto) e uma funcionária — que é fiscal de caixa e aparece vestida de preto nas imagens.

No depoimento, Adriana diz que um cliente, que ela soube ser policial militar, já tentava apaziguar a situação. Mas, na verdade, essa pessoa que Adriana chamou de cliente era o policial militar temporário Geovane Gaspar da Silva, segurança da Vector, contratada pelo Carrefour.

Disse à polícia, também, que João Alberto empurrou uma senhora dentro da loja. O circuito de imagens, no entanto, mostra apenas o cliente abordando, mas sem encostar, uma vigia de preto próximo a um dos caixas, e que se distancia conforma ele se aproxima.

Outro trecho evidencia mais incoerências no testemunho de Adriana:

"Que a depoente fez a solicitação para chamar a Brigada, pelo rádio, e ligou para o Samu, quando viu sangue, e que a vítima havia desmaiado. Que a vítima proferia xingamentos durante a contenção, mas não ouviu a mesma pedir ajuda. Que a depoente pediu várias vezes aos rapazes que largassem a vítima"

Adriana também afirmou aos fiscais que não ouviu a vítima pedir ajuda, embora as gravações mostrem que ele gritou diversas vezes, inclusive pedindo ajuda à mulher, Milena Borges Alves, que foi empurrada por um dos vigias ao tentar socorrer o marido.

O Samu só foi acionado após os fiscais constatarem que João Alberto morreu asfixiado. O atendimento, segundo testemunhas, teria demorado quase uma hora até chegar ao Carrefour.

Magno e Giovane foram presos em flagrante e cumprem prisão preventiva. Nesta segunda-feira, a delegada responsável pelo caso, Roberta Bertoldo, anunciou que, além dos vigias, cinco pessoas eram investigadas por omissão de socorro. Seus nomes, porém, não foram revelados.

 

Fonte: https://extra.globo.com

A duquesa de Sussex, Meghan Markle, revelou que sofreu um aborto natural em julho, em um artigo de opinião publicado nesta quarta-feira (25) no jornal "The New York Times". Era a segunda gestação da atriz, que é casada com o príncipe britânico Harry.

"Eu sabia, enquanto segurava meu primeiro filho, que estava perdendo meu segundo", escreveu Markle.

Casados em 2018, Meghan e Harry tiveram o primeiro filho, Archie Harrison Mountbatten-Windsor, em maio de 2019. Archie é o sétimo na linha sucessória do trono britânico, mas não recebeu o título de príncipe por escolha de seus pais.

No artigo, que recebeu o título "The Losses We Share" (as perdas que compartilhamos, em português), Meghan escreve que havia acabado de trocar a fralda do filho quando sentiu uma forte contração e caiu no chão.

"[Com meu filho] nos braços, murmurei uma canção de ninar para tentar manter nós dois calmos, o tom alegre da música contrastava friamente com a sensação de que alguma coisa não estava certa", diz o texto publicado no "Times".

A americana de 39 anos relata que sofrer um aborto espontâneo é uma "dor insuportável". Ela diz que o tema continua sendo um "tabu, impregnado de vergonha (injustificada), que perpetua um ciclo de luto solitário".

Ela fala que o caminho para a cura, no momento de dificuldades, precisa de compreensão e acolhimento. Segundo a duquesa, ele começa com uma simples pergunta: "Você está bem?".

"Perder um filho nos deixa em constante luto, muitas de nós passamos por isso, mas poucas conseguem falar sobre", diz o artigo.

Meghan lembrou também das vítimas da Covid-19 e também de Breonna Taylor, jovem negra morta em uma ação policial nos Estados Unidos.

"Nós estamos bem?", escreve a atriz. "Onde antes havia o senso de comunidade, agora vemos somente divisões."

Meghan e seu marido anunciaram em janeiro que abandonariam suas obrigações oficiais como membros da família real britânica, alegando não suportar a pressão da imprensa britânica sobre a realeza, e em março deixou de representar a coroa do Reino Unido.

Na época, Harry acusou os tabloides de assediar Meghan e denunciou comentários racistas contra a esposa.

Após a saída da família real britânica, Meghan, Harry e Archie se mudaram primeiro para o Canadá e depois para a Califórnia, na costa oeste dos Estados Unidos, onde vivem atualmente.

 

Fonte: Por G1

O Ministério Público do Pará e a Polícia Federal realizam nesta manhã (25) a Operação Prenúncio, que tem como alvo agentes públicos e empresários da cidade de Altamira, no sudoeste do estado. A estimativa é de que o dano aos cofres públicos seja de mais de R$ 10 milhões.

Neste momento estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão em casas, em uma empresa ligada ao ramo de pavimentação e na sede da prefeitura da cidade.

As investigações começaram em 2018 e apuram improbidade administrativa e fraude em licitações, com indícios de superfaturamento.

De acordo com a Polícia Federal, desde 2014, os editais para obras eram direcionados a uma única empresa que vencia os certames sem que houvesse uma concorrência real.

 

Fonte: Por G1 PA — Belém

 

A Polícia Federal cumpre 12 mandados de busca e apreensão, na manhã desta quarta-feira (25), durante uma operação que apura crime de lavagem de capitais provenientes de tráfico de drogas no Ceará e nos estados de São Paulo e Minas Gerais. Conforme a PF, os alvos dos mandados judiciais são integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores facções criminosas do país, que era comandada por Rogério Jeremias de Simone, o "Gegê do Mangue", e Fabiano Alves de Souza, o "Paca", mortos em fevereiro de 2018, em Aquiraz, na Grande Fortaleza.

Gegê' e 'Paca' foram executados a tiros na localidade de Lagoa Encantada, em Aquiraz, Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), no dia 15 de fevereiro de 2018. De acordo com a investigação da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), da Polícia Civil, o duplo homicídio ocorreu em uma emboscada da própria facção criminosa das vítimas, por insatisfação com a vida de luxo que os dois homens levavam no Ceará.

As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal, após representação em inquérito policial. Os policiais vistoriaram casas de luxo ligadas aos envolvidos durante o cumprimento dos mandados. A PF ainda não detalhou o que foi apreendido.

Conforme a Polícia Federal, a partir das mortes de Gegê e Paca, a investigação constatou que os dois chefes fizeram movimentações ilícitas de valores superiores R$ 8 milhões em bens móveis e imóveis. Além disso, uma grande quantidade de dinheiro ilícito foi movimentada nas contas bancárias dos investigados e “laranjas”.

A ação, de acordo com a PF, visa a "desarticulação patrimonial de organização criminosa, além de prender lideranças e realizar cooperação internacional".

Ainda conforme a PF, a Operação Node, realizada hoje, recebeu este nome em alusão à Terra de Node, onde Cain foi habitar após ser expulso da família.

Vida de luxo no Ceará

Os chefes da facção moraram por cerca de um ano em um condomínio de luxo, no Porto das Dunas, em Aquiraz, no Ceará, antes de serem mortos em fevereiro de 2018. O imóvel foi comprado por R$ 2 milhões, no nome de um 'laranja, segundo as investigações'.

Após os crimes, quatro veículos de luxo e uma mansão avaliados em R$ 1,3 milhão e que pertenciam aos ex-chefes da facção paulista foram leiloados. Os bens foram sequestrados pela Justiça Federal em decorrência do duplo homicídio e estão relacionados ao crime de lavagem de dinheiro.

Ao todo, 10 pessoas são acusadas de participar do duplo homicídio. Em outubro deste ano, a Justiça decidiu que cinco acusados de matar duas lideranças de uma facção criminosa paulista devem continuar presos. A decisão pela manutenção das prisões foi proferida por um colegiado de juízes da 1ª Vara da Comarca de Aquiraz, cidade da Grande Fortaleza onde as vítimas foram assassinadas.

 

Fonte: Por G1 CE

Nesta terça-feira, 24, registramos mais 60 casos de infecção por Covid-19. Os atendimentos aos casos sintomáticos são realizados na UPA e Pronto Socorro Municipal. Continue se prevenindo usando máscara sempre que sair e mantendo a higienização das mãos. 

Resumo dos casos

1             .              Homem               de          30           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

2             .              Homem               de          38           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

3             .              Homem               de          24           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

4             .              Homem               de          70           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

5             .              Homem               de          28           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

6             .              Mulher de          35           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

7             .              Mulher de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

8             .              Homem               de          21           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

9             .              Homem               de          32           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

10           .              Homem               de          43           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

11           .              Homem               de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

12           .              Homem               de          36           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

13           .              Homem               de          21           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

14           .              Mulher de          21           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

15           .              Homem               de          34           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

16           .              Homem               de          37           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

17           .              Homem               de          38           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

18           .              Homem               de          32           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

19           .              Homem               de          22           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

20           .              Mulher de          34           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

21           .              Homem               de          18           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

22           .              Mulher de          46           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

23           .              Homem               de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

24           .              Homem               de          35           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

25           .              Homem               de          32           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

26           .              Homem               de          45           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

27           .              Homem               de          28           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

28           .              Homem               de          38           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

29           .              Mulher de          36           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

30           .              Mulher de          32           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

31           .              Mulher de          31           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

32           .              Mulher de          62           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

33           .              Homem               de          34           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

34           .              Mulher de          36           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

35           .              Mulher de          47           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

36           .              Homem               de          10           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

37           .              Homem               de          38           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

38           .              Homem               de          10           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

39           .              Mulher de          52           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

40           .              Homem               de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

41           .              Mulher de          68           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

42           .              Homem               de          45           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

43           .              Homem               de          41           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

44           .              Homem               de          24           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

45           .              Homem               de          35           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

46           .              Homem               de          25           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

47           .              Homem               de          37           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

48           .              Homem               de          27           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

49           .              Homem               de          36           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

50           .              Homem               de          23           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

51           .              Homem               de          29           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

52           .              Homem               de          34           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

53           .              Homem               de          26           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

54           .              Homem               de          34           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

55           .              Homem               de          27           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

56           .              Homem               de          34           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

57           .              Homem               de          50           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

58           .              Mulher de          17           anos.     Isolamento domiciliar.  PCR

59           .              Homem               de          33           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

60           .              Homem               de          35           anos.     Isolamento domiciliar.  TR

 

Fonte: https://www.parauapebas.pa.gov.br

Os limites presentes da ignorância e do obscurantismo humano nos fazem compreender o quanto ainda temos que avançar em políticas públicas voltadas a educação cultural do nosso município, e do nosso povo, o quanto temos errado ao longo do tempo em construir um modelo cultural de eventos que não dialoga com a população, enquanto a classe trabalhadora vive rotinas absurdas de mudanças de turnos, violência entre os jovens nos bairros periféricos do município em uma cidade onde o lazer, o entretenimento e fruição das artes, ainda não se impôs na rotina e no dia a dia dos nossos munícipes. O incêndio da obra artística do mestre Afonso Camargo, cujo o trabalho foi vilipendiado enquanto obra pública, e o artista foi agredido no seu mais nobre ofício, em um momento de profunda convulsão política eleitoral, circunscrevendo dessa feita uma página de profunda reflexão sobre a cultura municipal, na qual estão relacionadas também, a educação e o turismo do nosso povo.

Impondo ao governo atual e ao seu parlamento medidas e ações concretas, que priorizem a dimensão das práticas artísticas e sociais voltadas a educação de nossas crianças, jovens e adultos. O que perpassa também pela formação acadêmica municipal os cursos do IFPA - Instituto Federal de Educação e também a construção do campo da UEPA em Parauapebas, deverá ter necessariamente o referido víeis, voltados aos cursos de Turismo, História, Literatura e Artes na região, como Artes visuais, Arte Cênica, Letras, Cinema e Música, História e Turismo, transformando Parauapebas, naquilo que ela já é decididamente, desde seu inicio, em uma cidade multicultural. Potencializando dessa feita um turismo ecológico, não apenas centrado em uma política de eventos, mas potencializando sua economia criativa de seus fazedores e mestres. Cuja a historiografia social do município vai se perdendo todos os dias por falta de políticas públicas voltadas ao setor.

O fato acontecido acima nos ilustra não apenas a ponta de um gigantesco iceberg das problemáticas que envolvem "o setor cultural do município", mas também urgentemente que, Parauapebas precisa passar por uma "Revolução Cultural" que envolve, a construção dos grandes prédios públicos, como o Teatro Municipal de Parauapebas, a nova Biblioteca Pública, o Centro de Convenções, a Casa da Cultura, a Cidade do Samba, os prédios definitivos da Escola de Música e da SECULT, cuja a paisagem a cidade ainda não se acostumou a ver, e deve surgir a sombra de nossos ipês. Sobre a Câmara Municipal está a responsabilidade, antes que o ano termine de aprovar, o tão esperado "Sistema Municipal de Cultura", que se apresentará também como: A Lei de Incentivo á Cultura, o Calendário Municipal de Cultura e etc. O que irá se impor como um desafio a sua implementação nos anos que se seguirão. O segmento cultural municipal, deve ser olhado com mais carinho, um programa de habitação deve ser efetuado, afim de atender essa parcela da sociedade que ainda não tem sua casa própria. Enquanto não se mudar o viés construído até aqui veremos cenas grotescas e o desrespeito aos operários das artes em Parauapebas. O ato de fazer cultura é um ato de suprema coragem e persistência. Viva o mestre Afonso Camargo !!!!

Fonte: Doddy Amancio 

 

Começa nesta quarta-feira, 25, o curso “Cuidar Mulheres: empoderamento das profissionais de saúde para a promoção da igualdade de gênero”, voltado às mulheres que trabalham na rede pública de saúde de Parauapebas. O objetivo é empoderá-las para o acolhimento das mulheres em situação de violência e fortalecer a promoção da igualdade de gênero.

Em uma iniciativa inédita da Secretaria Municipal da Mulher (Semmu), o curso integra um projeto piloto inicialmente voltado às servidoras do SUS, mas com objetivo de ampliar posteriormente a toda a rede de enfrentamento às violências contra meninas e mulheres, no âmbito da Prefeitura de Parauapebas e, posteriormente, a toda a comunidade.

O projeto se propõe a: incentivar o autoconhecimento e o autocuidado como ferramenta de empoderamento pessoal e profissional da mulher; promover ações de atenção em saúde mental e saúde da mulher envolvendo as profissionais de saúde que atuam na linha de frente dos atendimentos às outras mulheres; ampliar o conhecimento a respeito das técnicas de abordagem e atendimento às mulheres em situação de violência no âmbito dos serviços de saúde.

O curso é voltado exclusivamente às servidoras públicas, está estruturado em três módulos e terá duração de três dias, encerrando na sexta-feira, 27.

Programação

1° Dia - 25/11

13h30 – Credenciamento

14h00 – Abertura em alusão ao Dia Internacional da Não Violência contra as Mulheres

14h30 - Palestra de Abertura – Cuidar de Mulheres: promover a Igualdade de gênero é sobre evoluirmos juntas!

15h30 – A Trilogia do Cuidado: conhecer-se, cuidar de si, para cuidar do outro. 16h30 – Coquetel de encerramento

2° Dia - 26/11

07h30 – Acolhimento e ambientalização

08h00 – Entrando em contato consigo: técnicas de atenção plena

10h00 – Coffee Break

10h30 – Práticas Integrativas

12h30 – Almoço - Repouso

13h30 – Ambientalização

14h00 – O feminino consciente e o autocuidado

15h30 – Coffee Break

16h00 - Gerenciando emoções e conflitos

17h00 – Atividade de Avaliação

 3° Dia - 27/11

07h30 – Acolhimento e ambientalização

08h00 – De mulher para mulher: o acolhimento das vítimas de violência

10h00 – Coffee Break

10h30 – A Rede de acolhimento: um lugar para deitar e sonhar o possível.

12h00 – Encerramento

 

Texto: Karine Gomes

Assessoria de Comunicação/PMP

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