Carajas o Jornal

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Mais 5.341 trabalhadores impactados pela pandemia da Covid-19 e pessoas em situação de vulnerabilidade social poderão se inscrever para ter acesso ao auxílio emergencial de R$ 1 mil, a ser pago em duas parcelas de R$ 500.

A abertura do novo link, prevista para tarde desta sexta-feira, 23, é para que a Prefeitura de Parauapebas atinja o número de 15.500 beneficiários, conforme fixado pelo Programa Vencer.

 

Para fazer o cadastramento, deve-se acessar http://vencer.parauapebas.pa.gov.br/app/vencer/cadastro/.

 

Mas, atenção: esse link ainda se encontra desativado e somente será liberado no período da tarde desta sexta-feira, a partir das 16h, para quem deseja se cadastrar e que precisa estar dentro dos critérios para recebimento do benefício.

Quem já recebe o Gira Renda, não tem direito ao benefício do Programa Vencer bem como qualquer pessoa que tenha contrato de trabalho.

Como ficou a primeira etapa de inscrição

No primeiro cadastramento, 9.988 pessoas tiveram os dados aprovados e começaram a receber o cartão nesta quinta-feira, 22. Outras 1.362 pessoas ficaram com o cadastro pendente, devido a fotos e documentos ilegíveis ou por erro nas informações, e foram chamadas para corrigir seus dados.

Contudo, dos 1.362 solicitantes apenas 587 atualizaram as informações, dos quais somente 171 foram aprovados pelo comitê técnico do Programa Vencer. Agora, esse grupo remanescente vai receber o cartão juntamente com as pessoas que tiverem seus dados aprovados nessa segunda etapa do cadastramento.

 

Texto: Hanny Amoras
Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

Puxado pela escalada da segunda onda de Covid-19 na Índia, o mundo registrou um novo recorde de infectados nas últimas 24 horas: 899 mil novos casos, segundo o projeto "Our World in Data".

O número superou o recorde de 889 mil infectados de quarta-feira (21) e os 880 mil registrados em 7 de janeiro, quando os Estados Unidos passavam pelo seu pior momento da pandemia.

A triste marca foi atingida devido a mais um recorde de casos confirmados na Índia (332 mil), o que torna o país responsável por 37% de todos os infectados nas últimas 24 horas no mundo.

Índia também superou pelo segundo dia o recorde mundial de casos, que até então pertencia aos EUA, e voltou a registrar o seu maior número de mortes desde o início da pandemia (2.263).

 

Colapso na Índia

 

O sistema de saúde entrou em colapso no país, com falta de leitos, remédios e oxigênio nos hospitais. Na capital Nova Délhi, cremações em massa são feitas para dar conta do número de mortes.

O governo indiano atribui a segunda onda ao não uso de máscaras e ao desrespeito ao distanciamento social. Especialistas apontam como causas também uma nova variante e o próprio governo, que comemorou a "fase final" da pandemia em março e tem se recusado a adotar um lockdown nacional.

Nesta sexta-feira (23), um incêndio em um hospital nos arredores de Mumbai matou 13 pacientes com Covid-19. Em Ahmedabad, indianos aguardavam em ambulâncias e até em carros particulares por vagas em um hospital para Covid-19. Em Nashik, mais de 20 pacientes morreram em um hospital após uma interrupção no fornecimento de oxigênio na quarta-feira (21).

Países mais afetados do mundo atualmente:

Casos de Covid no mundo (22 de abril de 2021): 899.831 infectados

 

  1. Índia: 332.921 (37% do total)
  2. EUA: 67.257 (7,5%)
  3. Turquia: 54.791 (6%)
  4. Brasil: 45.178 (5%)
  5. França: 33.445
  6. Alemanha: 31.721
  7. Argentina: 27.216
  8. Irã: 24.092
  9. Colômbia: 19.306
  10. Ucrânia: 16.357

 

ÍndiaEUATurquia Brasil, os quatro países com mais infectados nas últimas 24 horas, foram responsáveis por 55% de todos os novos casos no mundo.

Uma pesquisa reuniu dúvidas comuns entre os brasileiros que já receberam ao menos uma dose das vacinas contra a Covid. Com a ajuda de especialistas, esclarece os principais pontos desta nova etapa do enfrentamento da pandemia.

 

Abaixo, veja as 14 perguntas sobre a vacinação e a vida pós-imunização:

 

  1. Depois de tomar a vacina, o que eu posso fazer?
  2. Se meus pais estiverem vacinados, posso encontrar com eles sem máscara?
  3. Posso ter encontros sem máscara com mais pessoas se todos estivermos vacinados?
  4. Depois de vacinado, posso parar de usar máscara?
  5. Se eu já tive coronavírus, preciso tomar a vacina?
  6. Quem já foi vacinado está protegido contra as novas variantes?
  7. Qual o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina?
  8. Depois de quanto tempo estou imunizado?
  9. Devo fazer o teste de sorologia para ver se a vacina 'pegou'?
  10. Posso tomar a vacina da gripe junto com a vacina da Covid-19?
  11. Ainda posso pegar/passar o vírus se estiver vacinado?
  12. Quem está com Covid pode se vacinar?
  13. Crianças poderão tomar a vacina?
  14. A pandemia vai acabar um dia?

 

 

1. Depois de tomar a vacina, o que eu posso fazer?

 

No atual cenário do Brasil, os cuidados precisam continuar e nada deve mudar. O comportamento deve ser o mesmo, vacinado ou não. O país segue batendo recordes e a média móvel de mortes nos últimos 7 dias bateu um novo recorde. Mesmo após tomar as duas doses (a imunização completa), a pessoa vacinada deve continuar usando máscaras, deve evitar aglomerações e manter a higiene das mãos.

"Nesse momento de altíssima circulação do vírus, a recomendação é não mudar o comportamento", alerta Renato Kfouri, infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Ele explica que a pessoa vacinada está individualmente protegida da forma grave da Covid-19.

Entretanto, os estudos ainda não apontaram se as vacinas também conseguem interromper a transmissão do vírus, como explicou a vice-diretora da OMS, Mariângela Simão. "As vacinas que temos disponíveis não comprovaram serem eficazes para a transmissão da doença. Elas são eficazes para evitar que a doença progrida para casos graves".

 

2. Se meus pais estiverem vacinados, posso encontrar com eles sem máscara?

 

Não pode. “A vacinação feita nos pais não dá 100% de proteção e estamos em um momento de grande circulação do vírus. Ainda não temos a garantia que as pessoas vacinadas estão absolutamente protegidas”, orienta Raquel Stucchi, infectologista da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

A máscara continua sendo item obrigatório, assim como o distanciamento social, higiene das mãos e ambientes ventilados. "O fato de estar vacinado não é passaporte para a imunidade. Para encontrar alguém [mesmo vacinado] é preciso continuar mantendo os cuidados mínimos. E claro, se alguém estiver doente, o encontro não deve acontecer", alerta a infectologista do Hospital Emílio Ribas, Rosana Richtmann.

 

3. Posso ter encontros sem máscara com mais pessoas se todos estivermos vacinados?

 

Para o Brasil, ainda não há nenhuma orientação do tipo, e especialistas recomendam seguir usando a máscara mesmo nesses casos.

Em março, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, soltou uma recomendação para quem está completamente imunizado (com as duas doses). Essas pessoas que completaram todo o ciclo podem, segundo o órgão norte-americano, se reunir com outras pessoas na mesma situação sem usar máscaras ou manter o distanciamento social.

A infectologista da Unicamp Raquel Stucchi explica que a realidade no Brasil é outra, a começar pelas vacinas utilizadas nas campanhas, que tem níveis de eficácia diferentes das usadas nos EUA. Além disso, a circulação do coronavírus segue acelerada no país.

 

"Os EUA estão aplicando vacinas que têm mais de 90% de eficácia. Não dá para comparar. Talvez a gente possa realmente voltar a ter um encontro entre vacinados sem máscara quando conseguirmos diminuir muito a circulação do vírus entre nós. E a expectativa é que isso aconteça quando a gente tiver 70%, no mínimo, da população vacinada".

 

4. Depois de vacinado, posso parar de usar máscara?

 

Não. A OMS já alertou que a vacina não é a única ferramenta contra o coronavírus. O diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom, reforçou que apenas a vacinação não será capaz de conter a pandemia. Por isso, manter as medidas sanitárias individuais e coletivas é essencial.

"Não se engane, as vacinas são uma ferramenta vital e poderosa, mas não são a única ferramenta. (...) vamos continuar dizendo isso. O distanciamento físico funciona. Máscaras funcionam. A higiene das mãos funciona. Ventilação funciona. Vigilância, teste, rastreamento de contato, isolamento, quarentena de apoio e cuidado compassivo - todos trabalham para impedir novas infecções e salvar vidas", disse o diretor-geral.

 

5. Se eu já tive coronavírus, preciso tomar a vacina?

 

Sim. Especialistas dizem que os dados indicam que a vacina deve ser aplicada em que já teve a doença. A vacina pode oferecer uma imunidade mais duradoura e trazer mais benefícios em relação à nossa imunidade natural.

Em fevereiro, a OMS divulgou novas diretrizes sobre a vacinação para quem teve ou está com a doença. No texto, a entidade reforçou que pessoas com teste positivo para Covid devem esperar a recuperação da "fase aguda da doença e a suspensão do isolamento".

Além disso, quem estiver infectado pode adiar a vacinação por 6 meses. A entidade diz que, quando mais dados estiverem disponíveis sobre a duração da imunidade depois da infecção natural, a duração do adiamento pode ser revisada.

 

6. Quem já foi vacinado está protegido contra as novas variantes?

 

As desenvolvedoras de vacinas seguem estudando o comportamento dos imunizantes frente às novas variantes que estão surgindo. Um estudo feito com mais de 67 mil profissionais de saúde de Manaus apontou que a vacina CoronaVac tem 50% de eficácia contra a variante brasileira P.1. O Instituto Butantan já havia dito que o imunizante é eficaz contra as três variantes do coronavírus em circulação no país - britânica, brasileira e sul-africana.

Estudos também apontam que a vacina de Oxford é eficaz contra as variantes brasileira e britânica.

Pfizer e BioNTech anunciaram que a vacina que desenvolveram contra a Covid-19 conseguiu evitar todos os casos sintomáticos da doença causados pela variante sul-africana do coronavírus, a B.1.351. O imunizante também se mostrou eficaz contra as variantes do Reino Unido e Brasil.

A vacina da Moderna conseguiu combater variantes da África do Sul e do Reino Unido; mesmo assim, uma terceira dose da vacina será testada como reforço contra as variantes, e, ainda, uma nova candidata para dose de reforço.

A Johnson também anunciou que sua vacina teve 57% de eficácia contra a variante da África do Sul, um dos países onde foi testada.

 

7. Qual o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina?

 

Cada imunizante tem um tempo diferente de intervalo. No Brasil, as duas vacinas aplicadas são a CoronaVac e a Oxford. Para a CoronaVac, o intervalo ideal é de 28 dias entre as doses. Já a vacina de Oxford permite um espaçamento maior, de três meses.

 

8. Depois de quanto tempo estou imunizado?

 

Mesmo após as duas doses da vacina, nosso organismo não gera uma resposta imune imediata, explica o infectologista Jose Geraldo Leite Ribeiro, vice-presidente regional da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

“A proteção se dá um tempo após a aplicação da segunda dose, e esse tempo varia de acordo com cada vacina. Na maioria delas, a imunidade acontece a partir de dez ou vinte dias após a segunda dose”, afirma.

"Se uma pessoa que tomou a vacina se infectar antes desse tempo, não quer dizer que a vacina falhou, mas que não deu tempo do sistema imunológico criar a resposta imune", explica o infectologista Renato Kfouri, presidente do departamento de imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria.

 

9. Devo fazer o teste de sorologia para ver se a vacina 'pegou'?

 

Não. Em março, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) soltou uma nota NÃO recomendando a realização de sorologia para avaliar resposta imunológica às vacinas. Segundo a entidade, os resultados destes testes "não traduzem a situação individual de proteção".

"Os estudos de avaliação de eficácia vacinal baseados em testes sorológicos têm demonstrado grandes variações em diferentes cenários epidemiológicos frente às diferentes vacinas, complicando ainda mais a interpretação dos resultados de mensuração de anticorpos neutralizantes [...] Sabemos que a resposta imune desenvolvida pela vacinação não depende apenas de anticorpos neutralizantes", alerta a SBIm.

 

10. Posso tomar a vacina da gripe junto com a vacina da Covid-19?

 

Não. O governo federal recomenda que as pessoas que fazem parte do grupo prioritário tomem primeiro a vacina contra a Covid-19 e depois a vacina contra a gripe. A recomendação é que haja um intervalo mínimo de 15 dias entre a aplicação das duas vacinas.

 

11. Ainda posso pegar/passar o vírus se estiver vacinado?

 

É possível. As vacinas disponíveis são eficazes na prevenção da forma grave da Covid-19, mas ainda não se sabe se elas protegem contra a transmissão. Mesmo que a pessoa vacinada não adoeça, ela ainda pode ser infectada sem apresentar sintomas e contaminar outros indivíduos. Por isso, a recomendação pós-vacinação segue sendo a mesma: continuar com todas as outras medidas não farmacológicas, como máscaras, distanciamento social e lavagem das mãos.

As empresas responsáveis pelas vacinas seguem fazendo testes para analisar a eficácia na prevenção da doença. Um estudo publicado em fevereiro, por exemplo, diz que a vacina de Oxford pode ter capacidade de reduzir em até 67,6% a transmissão do novo coronavírus.

Um outro estudo, feito com a vacina da Pfizer/BioNTech, concluiu que o imunizante reduziu em 75% a transmissão do coronavírus menos de um mês após a aplicação da primeira dose.

 

12. Quem está com Covid pode se vacinar?

 

Quem tem teste PCR positivo não deve ser vacinado, segundo a OMS. O teste PCR é aquele que coleta material com um cotonete e realiza a análise em laboratório para identificar se há presença de vírus ativo no organismo. Quem não tem sintomas ou um resultado PCR positivo deve tomar a vacina normalmente.

"Possivelmente vamos vacinar muitas pessoas assintomáticas. Agora, se você tem o diagnóstico de Covid ou PCR positivo mesmo assintomático, a recomendação é esperar quatro semanas, 28 ou 30 dias para ser vacinado", explica o infectologista Renato Kfouri.

 

13. Crianças poderão tomar a vacina?

 

Ao menos quatro laboratórios já começaram os testes de suas vacinas em crianças e adolescentes: Pfizer/BioNTech, Sinovac Biotech (CoronaVac), Oxford/AstraZeneca e Moderna. No entanto, ainda não há autorização no Brasil para vacinar crianças.

A Pfizer anunciou no final de março que o imunizante demonstrou eficácia de 100% nos adolescentes com idades entre 12 e 15 anos. As farmacêuticas também começaram os estudos em crianças de 6 meses a 11 anos.

No começo de fevereiro, a Universidade de Oxford anunciou o início dos estudos de fase 2 da vacina ChAdOx1 nCoV-19 em crianças e adolescentes. Em março, a presidente da Fiocruz (parceira da Oxford no Brasil), Nísia Trindade, afirmou que a instituição apresentará pedido à Anvisa para realização de estudo da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 em crianças.

A farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, que desenvolve a CoronaVac em parceria com o Instituto Butantan (SP), afirmou que a vacina se mostrou segura e produziu anticorpos em crianças. Os resultados são de estudos preliminares e não foram publicados em nenhuma revista científica.

A farmacêutica americana Moderna começou em março os testes clínicos de sua vacina contra a Covid-19 em crianças. Os ensaios acontecem nos EUA e Canadá com mais de 6,7 mil crianças com idades entre os seis meses e 12 anos.

 

14. A pandemia vai acabar um dia?

 

A definição de pandemia, segundo a Real Academia Espanhola, é “uma doença epidêmica que se estende a muitos países ou que ataca quase todos os indivíduos de uma localidade ou região”. Ou seja, a Covid-19 deixará de ser uma pandemia quando não tiver mais um alcance tão grande como acontece agora.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), é prematuro pensar no término da pandemia em 2021. O que podemos fazer é tentar controlar o vírus. Em março, o diretor-executivo de emergências da OMS, Mike Ryan, disse que o objetivo deste ano é “evitar hospitalizações e reduzir a mortalidade no mundo. Ao atingir esse objetivo, teremos o controle da pandemia”.

As vacinas podem contribuir para a imunidade coletiva – quando grande parte da população está imune ao vírus, reduzindo a circulação do coronavírus. Entretanto, ainda faltam estudos que comprovem que os imunizantes interrompem também a transmissão dos vacinados. A princípio, eles evitam casos graves e hospitalizações.

 

 

Fonte: Por Mariana Garcia, G1

A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (23/4), a operação Pesca Urbana, para desarticular organização criminosa especializada na prática de furtos em terminais de autoatendimento de agências bancárias da Caixa Econômica Federal em diversos estados do País.

A execução da operação tem o emprego de 60 policiais federais, que cumprem seis mandados de prisão e 14 mandados de busca e apreensão, nas cidades de São Paulo (SP) e Vitória da Conquista (BA), além de medidas cautelares para sequestro de bens da organização criminosa. O grupo é investigado pelas unidades da Polícia Federal em Caxias do Sul e Sorocaba e teria praticado ações criminosas em vários estados do Brasil, atuando de forma “nômade”, mas com base no estado de São Paulo.

As investigações em Caxias do Sul iniciaram em janeiro de 2021, a partir da ação da organização criminosa contra nove agências da Caixa Econômica Federal na Serra Gaúcha. Na sequência, o grupo prosseguiu no Rio Grande do Sul com ataques a agências da Caixa Econômica Federal nas regiões da Grande Porto Alegre e do litoral gaúcho, e, posteriormente, em outros estados.

Em Sorocaba, as investigações tiveram início a partir da prisão em flagrante de um homem, em agosto de 2020. Posteriormente, no decorrer da investigação, foram realizadas outras prisões em flagrante de quatro homens e duas mulheres em ataques contra a Caixa Econômica Federal nos municípios paulistas de Americana (21/11/2020), Alumínio (24/12/2021) e Sorocaba (18/03/2021).

Nos meses de março e abril de 2021, com o andamento das investigações, oito homens e três mulheres integrantes da organização foram presos em flagrante em Vitória da Conquista, na Bahia, e nas cidades de Igarassu e Recife, em Pernambuco.

A ação de hoje visa à prisão de membros da organização criminosa e a apreensão de novos elementos de provas, bens adquiridos com o produto dos crimes e outros a serem identificados com a análise do material arrecadado, para cobrir os prejuízos gerados pelas condutas ilícitas.

Os investigados responderão pela prática dos crimes de furto qualificado (pena de reclusão de 2 a 8 anos, e multa), organização criminosa (pena de reclusão de 3 a 8 anos, e multa) e outros que venham a ser identificados na sequência das investigações.

 

Fonte: https://www.gov.br

 

 

A Polícia Federal deflagrou hoje (23/4) a Operação Argólida, que visa desmantelar grupos criminosos investigado por fraudar o auxílio emergencial. Policiais federais deram cumprimento a quatro mandados de busca e apreensão, em Fortaleza e Maranguape/CE.

A investigação é resultado do trabalho da Estratégia Integrada contra Fraudes ao Auxílio Emergencial, com foco na atuação de grupos, associações ou organização criminosas e na desarticulação de fraudes estruturadas. Além da PF, participam da iniciativa o Ministério Público Federal, o Ministério da Cidadania, a Caixa Econômica Federal, a Receita Federal, a Controladoria Geral da União e o Tribunal de Contas da União.

Foram apreendidos computadores, telefones e outras mídias que serão submetidos a exames periciais no intuito de apurar a prática delitiva. Os mandados foram expedidos pelos Juízos da 11ª e 32ª Varas da Justiça Federal.

Os envolvidos responderão pelos crimes estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Ceará

 

Fonte: https://www.gov.br

O Governo do Estado publicou, na manhã desta sexta-feira (23), uma nova atualização no Decreto Estadual 800/2020, que institui as medidas de enfrentamento à Covid-19 e o sistema de bandeiramento nas regiões de saúde do Pará. Com as novas medidas, anunciadas pelo governador Helder Barbalho na quinta-feira (22), as regiões Metropolitana 1 e 2, Nordeste, Marajó Oriental e Baixo Tocantins saem da cor vermelha e passam à bandeira laranja, considerada de controle 1.

“Desta forma, nas regiões em bandeira laranja, deixam de vigorar restrições de horário para a circulação de pessoas e para o funcionamento de determinados setores da economia, como shoppings centers e comércio de rua. No entanto, reforçamos mais uma vez que todos os protocolos de prevenção contra a doença seguem obrigatórios. A pandemia não acabou, estamos iniciando a flexibilização de medidas nestas regiões, mas seguimos avaliando diariamente o cenário epidemiológico do Estado”, disse o procurador-geral do Pará, Ricardo Sefer.

As novas medidas permitem o funcionamento de restaurantes, lanchonetes, bares e estabelecimentos afins, desde que seja respeitada a lotação máxima de 50% da capacidade dos ambientes, e a venda de bebidas alcoólicas no período compreendido entre 6h e meia-noite.

A apresentação de músicos ou artistas não pode ter número superior a seis pessoas. “Seguem proibidos, no entanto, boates, casas noturnas, casas de show, assim como a realização de shows e festas abertas ao público”, reforçou o procurador-geral.

Além disso, fica permitido o funcionamento, sem a necessidade de agendamento individual, de academias de ginástica, clínicas de estética, salões de beleza, barbearias e estabelecimentos afins. Também passam a ser autorizados esportes coletivos profissionais e amadores, o funcionamento de clubes recreativos e a abertura de praias, balneários e igarapés e similares, sem limite de dias e horários. 

“As lojas de conveniência, mercados e supermercados seguem funcionando normalmente, mas a venda de bebidas alcoólicas ficam proibida entre 0h e 6h. Também seguem proibidas aglomerações, manifestações e reuniões com mais de 50 pessoas”, finalizou Ricardo.

Com as novas mudanças, seguem em bandeiramento vermelho, considerado de alerta máximo, as regiões do Marajó Ocidental, do Xingu, de Carajás e do Araguaia.

 

Fonte: Por Barbara Brilhante (PGE) 

 

O calendário de pagamento do auxílio emergencial para inscritos no Bolsa Família prossegue nesta sexta-feira, 23.

Para quem tem NIS (Número de Identificação Social) terminado em 5, o pagamento, com valores que variam de R$ 150 a R$ 375, cairá hoje em conta digital da Caixa Econômica Federal. O dinheiro poderá ser sacado ou movimentado por aplicativos e maquininhas.

Na modalidade débito, o valor pode ser movimentado por meio das maquininhas da Rede Tendência, que estão presentes em seis mil pontos comerciais de Mato Grosso do Sul. A opção de uso é diversificada, com terminais disponíveis em mercadinhos, conveniências, farmácias, hortifrúti. 

O cronograma de pagamento no Bolsa Família, de acordo com o número de NIS, segue até a próxima sexta-feira, 30.

Criado em outubro de 2003, o programa de transferência de renda contribui para o combate à pobreza e à desigualdade no Brasil.


O valor da folha de pagamento do auxílio para o público do Bolsa Família em abril é de R$ 2,98 bilhões. De acordo com o Ministério da Cidadania, a maior parte dos beneficiários (mais de 50%) é composta por mulheres chefes de famílias: 5,098 milhões de pessoas que receberão R$ 375 cada.

Em segundo lugar aparecem os beneficiários que receberão o valor padrão. Eles representam 3,34 milhões com direito a R$ 250 (33,4% da folha). Outras 15,7% das famílias são unipessoais: 1,56 milhão de contemplados com R$ 150 cada. 

 

Fonte: Por Aline dos Santos 

O respeito ao próximo é essencial neste momento! Na quinta-feira, 22 de abril, infelizmente registramos quatro óbitos, sendo um deles retroativo. Notificamos ainda mais 137 novos casos de Covid-19.

A taxa de ocupação geral dos leitos está em 71%.

  • Leitos de enfermaria SUS: 88%;
  • Ocupação da UTI SUS: 86%;
  • Taxa de ocupação de enfermarias particular: 47%;
  • Ocupação da UTI particular: 70%.

A taxa de letalidade no período de 11 a 17 de abril é de 0,7%.

A UPA está com atendimento exclusivo para pacientes com o vírus. O serviço é ofertado 24h.

Faça seu exame nas Unidades Básicas de Saúde polo: Minérios, VS-10, Cidade Nova e Liberdade 1.

Histórico de óbito:

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Sem comorbidade

21/04/2021

HGP

Masculino

54

Doença renal crônica

27/07/2020

Hospital Ophir Loyola - Belém

Masculino

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Sem comorbidade

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Domicílio

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Histórico de pacientes:

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PCR

Masculino

42

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

46

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

14

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

14

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

27

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

25

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

28

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

25

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

41

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

45

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

50

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

41

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

15

Isolamento domiciliar

PCR

Criança

08

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

17

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

17

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

46

Isolamento domiciliar

PCR

Criança

10

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

21

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

43

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

20

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

30

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

50

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

53

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

42

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

36

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

39

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

51

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

67

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

39

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

33

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

37

Isolamento domiciliar

PCR

Criança

10

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

38

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

54

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

40

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

25

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

35

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

36

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

20

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

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Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

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Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

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Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

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Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

51

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

50

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

38

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

41

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

38

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

51

Isolamento domiciliar

PCR

Masculino

42

Isolamento domiciliar

PCR

A Prefeitura de Parauapebas vem a público alertar as pequenas empresas, cooperativas e associações de Parauapebas que uma ou mais pessoas vêm se passando como agentes de crédito do Banco do Povo, para oferecer a elas cadastramento para o empréstimo especial disponibilizado pelo Programa Vencer.

Em troca do “cadastramento”, o golpista pede determinada quantia em dinheiro. O golpe chegou ao conhecimento da prefeitura na quinta-feira, 22, por meio de uma vítima, que pagou R$ 700 para o golpista. Quando ele pediu mais R$ 300, sob a justificativa de que faltava documentação, a vítima desconfiou e procurou o Banco do Povo, onde percebeu que havia sido enganada.

Em tom de preocupação com a possibilidade de haver outras vítimas, o secretário adjunto de Desenvolvimento e diretor do Banco do Povo, Claiton Silva, o Tita, reforça o alerta: não existe a figura de agente de crédito municipal autorizado a pedir dinheiro em troca de facilitar serviços. Além disso, o Banco do Povo foi criado para ajudar os pequenos empresários e não para colocá-los em situação de dificuldade. 

“Não temos nenhum agente do Banco do Povo trabalhando na modalidade de cadastramento. Todo o pessoal está trabalhando internamente na análise dos cadastros. Depois disso, vamos entrar em contato com o empresário que solicitou o crédito dentro da plataforma online, para ele levar a documentação até o Banco do Povo e assinar o contrato. Mas isso não envolve nenhum centavo. Ninguém vai pedir R$ 1 pra ninguém. Não tem nenhum procedimento lá que seja cobrado”, enfatiza Tita.

A orientação é para que os empresários vítimas do golpe procurem a Polícia para fazer boletim de ocorrência. Em caso de a oferta do “cadastramento” estiver sendo feita em grupos de whatsApp, é aconselhável fazer o print do anúncio e também entregá-lo às autoridades policiais.

 

Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

Trabalhadores informais nascidos em agosto começaram a receber hoje (22) a nova rodada do auxílio emergencial. O benefício tem parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família.

Também hoje, beneficiários do Bolsa Família com o Número de Inscrição Social (NIS) de dígito final 4 poderão sacar o benefício.

O pagamento será feito ainda a inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos no mesmo mês. O dinheiro será depositado nas contas poupança digitais e poderá ser movimentado pelo aplicativo Caixa Tem. Somente de duas a quatro semanas após o depósito, o dinheiro poderá ser sacado em espécie ou transferido para uma conta corrente.

O saque da primeira parcela foi antecipado em 15 dias. O calendário de retiradas, que iria de 4 de maio a 4 de junho, passou para 30 de abril a 17 de maio.

Ao todo, 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados pela nova rodada do auxílio emergencial. O calendário de pagamentos foi divulgado pelo governo no fim de março e atualizado na semana passada.

O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Também é necessário cumprir outros requisitos para ter direito à nova rodada (veja link do guia de perguntas e respostas no último parágrafo).

 

Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial.
 

Para os beneficiários do Bolsa Família, o pagamento ocorre de forma distinta. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos dez últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS.

O pagamento da primeira parcela aos inscritos no Bolsa Família começou na sexta-feira (16) e segue até o dia 30. O auxílio emergencial somente será pago quando o valor for superior ao benefício do programa social.

Calendário de pagamento das parcelas do auxílio emergencial.
 

Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio.

 

Edição: Graça Adjuto

 

 

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