Cristiano Ronaldo é o mais novo jogador do Manchester United. O jogador foi anunciado oficialmente pelos Red Devils nas redes sociais na sexta-feira (27) e volta ao clube inglês depois de 12 anos. No United, o português venceu Premier League, Champions League e foi eleito o melhor jogador do mundo pela primeira vez na carreira, ainda em 2008.

Havia a expectativa que Cristiano assinasse com o rival do United, o Manchester City, de Pep Guardiola. No entanto, o coração falou mais alto e o craque português decidiu pelo retorno ao clube que alavancou sua carreira. O ídolo deve assinar um contrato até 2023.

O jogador esteve no Centro de Treinamento da Juventus na manhã desta sexta-feira para se despedir dos companheiros e se prepara para viajar à Inglaterra. O atleta deve passar pelo reconhecimento médico, enquanto o Manchester United corre para formalizar o contrato a ser assinado.

O Manchester City era outra equipe que estava na disputa por Cristiano Ronaldo, mas abandonou as negociações na sexta-feira. A equipe de Pep Guardiola nunca realizou uma proposta pelo jogador e apenas conversas foram realizadas.

 

 

Foram seis tentativas para escrever o nome na história do arremesso de peso paralímpico. As primeiras rodadas haviam garantido a liderança parcial, mas foi na última investida que Wallace Santos, ao quebrar o recorde mundial da classe F55, para atletas cadeirantes, garantiu mais um ouro para o atletismo brasileiro nas Paralimpíadas de Tóquio.

O título foi conquistado com a marca de 12,63m, 16 centímetros a mais do que o recorde anterior, pertencente a Ruzhdi Ruzhdi desde 2017. O búlgaro desta vez ficou com a prata (12,19m), e o polonês Lech Stoltman (12,23m) completou o pódio.

Este foi o quarto ouro do atletismo brasileiro nas Paralimpíadas de Tóquio apenas no primeiro dia de competições. Pela manhã, no horário do Japão, Silvânia Costa foi bicampeã do salto em distância T11, enquanto Yeltsin Jacques venceu os 5.000m. Na sessão noturna Petrúcio Ferreira foi bicampeão dos 100m T47, prova em que o Brasil também foi bronze com Washington Júnior.

Na classe T55 do arremesso de peso paralímpico os atletas fazem todos os seis arremessos em sequência antes que a vez passe para o adversário seguinte. Wallace foi o segundo na ordem da final. Começou bem, com um arremesso de 12,15m, que o colocou direto na liderança. Após queimar a segunda tentativa, ele superou a barreira dos 12 metros em três das quatro últimas chances. Na final fez a marca que o consagraria, 12,63m.

Como estava escalado no começo da disputa, Wallace exercitou a paciência e teve que segurar a ansiedade enquanto outros seis adversários - dentre eles Ruzhdi Ruzhdi - estabeleciam suas marcas. Lech e Ruhzdi foram o penúltimo e o último a arremessarem, respectivamente, e subiram para a terceira e segunda posições, sem ameaçar o recorde e o ouro do brasileiro.

Décimo colocado na Rio 2016, Wallace foi campeão nos Jogos Parapan-Americanos de Lima. A lesão dele foi decorrência de um grave acidente de trabalho sofrido em 2007. Ele trabalhava em uma empresa de ônibus e estava embaixo de um macaco hidráulico que não suportou o peso de um dos veículos e cedeu. Ele fraturou uma vértebra da coluna e ficou paraplégico, o que o tornou elegível para competir na classe T55 quando ele conheceu o esporte paralímpico.

Pandemia do novo coronavírus, menos investimento do governo federal e número inferior de atletas na delegação. Nada disso foi capaz de parar os 303 competidores brasileiros nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 de superarem o recorde de medalhas em Rio 2016 e terem o melhor desempenho da história do país em uma Olimpíada.

O recorde foi batido no último sábado (7) com o ouro do Brasil na final do futebol masculino, o sétimo em Tóquio. Igualado em ouros e pratas com Rio 2016, o paíss teve dois bronzes a mais (oito no total) e conseguiu superar o desempenho anterior mesmo com delegação consideravelmente menor (de 465 atletas em Rio 2016 para 303 agora). 

O feito é ainda mais histórico considerando o contexto da disputa dos Jogos de 2020. A pandemia do novo coronavírus interrompeu treinos, adiou competições, diminuiu patrocínios e infectou atletas e treinadores do Time Brasil.

A crise sanitária impactou também o investimento federal nas modalidades por meio do Bolsa Atleta, que não teve novo edital em 2020. Só os atletas contemplados em 2019 continuaram a receber, enquanto os que estavam tentando aderir ao programa no ano passado foram obrigados a esperar até 2021 pela sua chance.

A interrupção no fornecimento de bolsas se refletiu no investimento total no programa. Mesmo em um ciclo olímpico mais longo (2017 a 2021), foram R$ 464 milhões executados (pagos) desde 2017, contra R$ 470,9 milhões no ciclo de Rio 2016.

O valor orçado para programa foi outro indicador que teve queda entre os ciclos, segundo dados divulgados pela Fiquem Sabendo, agência de dados especializada no acesso a informações públicas, compilados pelo IPIE (Instituto de Pesquisa Inteligência Esportiva) da UFPR (Universidade Federal do Paraná).

A diminuição, inédita desde o lançamento do programa em 2004, foi de R$ 111 milhões: R$ 641 milhões em 2013-2016 para R$ 530 milhões em 2017-2021.

O número de bolsas concedidas, no entanto, começou a ser recuperado em 2021, quando o novo edital do programa selecionou o maior número de atletas da história do programa: 7.529. Por isso, a quantidade de bolsas para esportes do programa olímpico entre os anos cresceu e passou de 25.405 entre 2013 e 2016 para 26.835 entre 2017 e 2021

Considerando todas as bolsas (incluindo de esportes que não estão no programa olímpico), porém, houve outra queda: 29.109 atletas até 2016 e 26.836 até este ano.

As bolsas são separadas em seis categorias, que preveem pagamentos mensais diferentes de acordo com a idade e o nível técnico do competidor: Atleta de base (R$ 370), Estudantil (R$ 370), Nacional (R$ 925), Internacional (R$ 1.850), Olímpico/Paralímpico (R$ 3.100) e Pódio (R$ 5 mil a R$ 15 mil).

Em Tóquio 2020, 80% dos competidores (242) estão contemplados com alguma destas modalidades do Bolsa Atleta, principalmente as quatro que melhor pagam. Outros 61 não possuem qualquer auxílio do governo federal.

Outro lado

Em resposta a Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania afirmou que "tem adotado as medidas necessárias para fortalecer e aprimorar o Bolsa Atleta". O governo argumentou que em 2021 assegurou R$ 145,2 milhões ao programa, maior orçamento desde 2014, superando inclusive o de 2016.

Além de citar a cobertura do Bolsa Atleta entre os medalhistas de Tóquio 2020, a pasta também afirmou que melhorou o programa deixado pelo governo Temer. "Ainda nos primeiros 100 dias de governo, o Ministério da Cidadania recompôs o orçamento do programa, que havia sido cortado pela gestão anterior, e dobrou o número de atletas contemplados, passando de 3.058 para 6.200."

"Além disso, a pasta manteve, em 2020, os pagamentos para os 6.357 atletas das categorias Estudantil, Atleta de Base, Nacional, Internacional e Olímpica/Paralímpica, mesmo com o adiamento dos Jogos de Tóquio. A pasta também renovou automaticamente a Bolsa Pódio dos 274 que continuaram atendendo aos critérios dessa categoria."

 

Fonte: Gabriel Croquer, do R7

Um congresso técnico sobre as regras em campo foi o pontapé dado pela Prefeitura de Parauapebas para o início da I Copa Municipal da Juventude organizado pela Secretaria da Juventude (Sejuv), com apoio das secretarias de Educação (Semed) e de Esporte e Lazer (Semel).

Realizado na noite de segunda-feira, 2, o congresso reuniu a equipe de coordenação do evento e representantes dos 48 times de futsal que irão se enfrentar a partir do dia 14 deste mês. São 32 equipes masculinas e 16, femininas.

A reunião técnica foi aberta pelo secretário municipal da Juventude, Yuri Sobieski, que detalha sobre um evento esportivo com objetivos que vão além da disputa em quadra. “A grande novidade da Copa da Juventude é que não ficaremos nas competições entre os polos. Serão realizadas também rodas de conversas de cunho social com os times, com temas que precisamos abordar constantemente com os nossos jovens e adolescentes”, diz o titular da Sejuv.

Serão quatro rodas de conversa, que irão começar na próxima segunda-feira, 9, e seguirão até dia 12, no Centro de Referência da Juventude, no Casas Populares II, sempre à noite.

Entre os assuntos, primeiro emprego, respeito à adversidade, direitos humanos, drogas e racismo. Depressão e ansiedade também estão na pauta do debate por serem os principais ingredientes para o suicídio.

“Com essas rodas de conversas, vamos acrescentar mais função social ao evento além daquela que o esporte por si só já possibilita. Precisamos conversar sobre o suicídio entre a juventude, um problema que infelizmente ainda é gigante não só em nosso País, mas em todo o mundo”, pontua Yuri Sobieski. E com toda razão.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), no Brasil uma pessoa tira a vida a cada 46 minutos - são 12 mil vítimas, por ano. No mundo, um suicídio acontece a cada 40 segundos, ceifando a vida de 800 mil pessoas, por ano.

Além das rodas de conversa, será realizada uma palestra para os participantes da copa no dia 14, no auditório da prefeitura.

Polos da copa

A partir do dia 14 deste mês, os jogos da I Copa Municipal da Juventude serão realizados sempre aos finais de semana e em quatro polos da cidade: Praça da Juventude, no Popular II, e nas quadras das escolas Nelson Mandela (Tropical I), Chico Mendes (Cidade Nova) e Antônio Matos (Guanabara).

Os confrontos serão sempre aos sábados, das 14 às 22 horas. Apenas a final do torneio será no domingo, das 8 às 18 horas.

 

Texto: Hanny Amoras
Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

 

Considerada a única lutadora a ter chances de vitória contra Amanda Nunes, Valentina Shevchenko surpreendeu ao declarar que Julianna Peña, a próxima desafiante ao cinturão peso-galo da Leoa tem boas chances de ser vitoriosa contra a brasileira. As duas se enfrentam no co-evento principal do UFC 265, dia 7 de agosto, em Houston (EUA). Para Shevchenko, o preparo físico e a estratégia de luta serão determinantes na disputa.

- Acho que será uma boa luta, muito interessante de ser ver. Tudo depende das condições mentais e físicas das duas no dia do evento. Acho que Julianna tem muitas chances, porque representa um desafio físico grande para Amanda, talvez no chão. Porque é isso que ela fará, certo? Julianna não vai tentar trocar golpes em pé com a campeã para ver quem bate mais forte. Acho que essa não é a ideia da luta para ela. Acredito que ela terá muitas oportunidades de encontrar a forma de vencer. Mas é MMA, você nunca sabe o que esperar no segundo seguinte - disse Shevchenko ao site "Middle Easy".

Perguntada quando pretende lutar novamente e contra quem, Valentina disse acreditar que sua próxima desafiante seja a americana Lauren Murphy, provavelmente no outono nos EUA, que começa em setembro. A campeã revelou planejar fazer mais duas lutas antes do fim do ano.

- Acho que Lauren Murphy será a próxima, por que não? Faz sentido, mas ainda não conversei com o UFC sobre a data e a oponente para a minha próxima luta. Mas todos sabem como eu sou, não me importo muito. Quero enfrentar a melhor. Quanto mais experiência e mais desafios a minha rival trouxer, melhor para mim. Significa que ela exigirá muito de mim a todo momento. Eu diria que a partir de setembro seria o ideal, porque estou planejando uma viagem no meio do ano. Daria tempo de fazer duas lutas antes do fim do ano.

 

Fonte: Por Combate.com — Phoenix, EUA

 
 

Gabigol será multado pelo Flamengo por ter descumprido a determinação para se apresentar em Curitiba, nesta quinta-feira, 10, onde o elenco se prepara para enfrentar o Coxa pela Copa do Brasil. A decisão ainda não foi informada ao atleta, mas o martelo já está batido.

O choque entre o Flamengo e seu maior artilheiro se dá por conta de uma suposta lesão detectada ainda a serviço da seleção brasileira. Há um desalinho entre a CBF, que constatou um edema muscular na coxa do camisa 9 após a partida contra o Paraguai, e o clube rubro-negro, que considerou o diagnóstico inconclusivo e pretendia que o jogador fizesse exames complementares.

"Gabriel Barbosa descumpriu a determinação de se apresentar na última quarta-feira (09.06), em Curitiba, impossibilitando a avaliação do Departamento Médico do Flamengo. O clube ainda aguarda a reapresentação do atleta", disse uma nota divulgada pelo rubro-negro na manhã desta quinta.

Mais cedo, a assessoria do jogador alegara em comunicado que os departamentos médicos de Flamengo e CBF haviam compartilhado exames e os diagnósticos do edema e que o rubro-negro tinha vetado sua presença na partida contra o Coritiba. A equipe afirmara que Gabi havia se prontificado a fazer os exames em São Paulo visando a evitar o desgaste de uma viagem a Curitiba após a partida. "Com a decisão, ele segue em tratamento e se apresentará amanhã (sexta-feira) à seleção brasileira, data marcada a todos os convocados para a Copa América", dizia a nota.

O elenco rubro-negro está em um momento delicado: além de Gabigol, Everton Ribeiro, Isla e Arrascaeta irão disputar o torneio continental e desfalcar o time a longo prazo; Pedro e Gerson, que defenderam a seleção olímpica em amistosos, estão dispensados da partida desta noite. Rodrigo Caio, que sentiu dores no joelho com a seleção, também está fora.

 

Fonte: https://extra.globo.com

A seleção brasileira voltou a derrotar o Paraguai fora de casa após 35 anos. Na terça-feira (8), os comandados de Tite superaram os anfitriões por 2 a 0 no estádio Defensores del Chaco, na capital paraguaia Assunção, pela oitava rodada das Eliminatórias da Copa do Mundo do Catar, em 2022.

O Brasil foi a 18 pontos em seis partidas, na ponta das eliminatórias, seis pontos a frente da vice-líder Argentina. Os quatro primeiros colocados vão direto à Copa do Mundo, enquanto o quinto disputará uma repescagem mundial. Os jogos válidos pela quinta e sexta rodadas do classificatório haviam sido adiados (e ainda não remarcados) devido à pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Tite promoveu mudanças na equipe que superou o Equador por 2 a 0 no Beira-Rio, em Porto Alegre, na última sexta-feira (4). No gol, Ederson assumiu o lugar de Alisson. O meia Lucas Paquetá saiu para o atacante Roberto Firmino sair jogando. Também na frente, Gabriel Jesus foi utilizado na vaga que, no jogo anterior, foi de Gabriel Barbosa.

Os brasileiros precisaram de três minutos para saírem na frente. Lançado pelo lateral Danilo, Gabriel Jesus subiu na direita e cruzou. A bola sobrou para o também atacante Neymar, quase na pequena área, concluir para o gol. Os paraguaios tentaram reagir, mas a melhor oportunidade foi um chute de fora da área do zagueiro Omar Alderete, aos sete minutos, que explodiu no travessão. O escrete canarinho teve oportunidades para ampliar. Nos acréscimos da etapa inicial, o atacante Richarlison balançou as redes, mas em posição de impedimento - o lance foi anulado.

No segundo tempo, o Brasil encontrou mais dificuldades para entrar na área paraguaia. Mesmo assim, criou oportunidades. Aos nove minutos, após escanteio batido por Neymar na direita, o zagueiro Marquinhos cabeceou rente à trave direita. Aos 18, Gabriel Jesus tomou a bola na intermediária e abriu para Neymar na área, pela esquerda. O camisa 10 arrematou cruzado, também muito próximo à trave dos anfitriões.

Aos poucos, o Paraguai foi tomando o controle das ações ofensivas, dificultando a saída de bola brasileira, mas sem criar chances realmente claras. Na melhor delas, aos 41 minutos, o lateral Alberto Espínola teve a chance do empate em uma bola que sobrou na área pela direita, mas parou em Ederson. No contra-ataque, o Brasil liquidou a partida. Nos acréscimos, Neymar avançou pelo meio e rolou na direita para Lucas Paquetá, da entrada da área, chutar cruzado, de primeira, no canto do goleiro Antony Silva, fechando o placar.

O próximo compromisso do Brasil será a Copa América. A estreia é domingo (13), às 18h (horário de Brasília), diante da Venezuela, no Mané Garrincha, em Brasília. A seleção de Tite está no Grupo B da competição, ao lado de Colômbia, Equador e Peru.

 

Fonte: https://www.bahiaextremosul.com.br

O Pan de Ginástica Artística seria a última oportunidade de buscar a classificação para as Olimpíadas de Tóquio. O sonho de Jade Barbosa, no entanto, chegou ao fim antes de começar. A ginasta sofreu uma entorse no joelho esquerdo durante o treinamento desta quinta-feira, no Rio de Janeiro e está fora da competição classificatória.

Segundo a CBG, Jade "teve uma torção no joelho esquerdo durante o treinamento de pódio. Após exame clínico e ressonância magnética, foi encontrada uma lesão do menisco medial. A atleta iniciou fisioterapia imediata e será reavaliada nos próximos dias para definição do tratamento".

O Pan de Ginástica dá duas vagas femininas individuais para as primeiras colocadas na prova de individual geral. Existe um limite de uma vaga por país. Como Jade não participa da competição, nem tem chance de pleiteá-las. Rebeca Andrade, Lorrane Oliveira e Christal Bezerra são as representantes brasileiras na contenda.

A seleção feminina não conseguiu classificar a equipe para as Olimpíadas de Tóquio.

O Brasil tentaria mais duas vagas no Pan, com grande expectativa para o feminino, no sábado. O Brasil só tem Flávia Saraiva confirmada nas Olimpíadas.

Além de Jade, o campeão olímpico Arthur Zanetti também é desfalque no evento. O ginasta teve o diagnóstico de bursite no ombro direito, inflamação nas articulações, e foi vetado pelo departamento médico. A CBG também anunciou, na semana passada, as baixas de Flávia Saraiva e Thaís Fidelis, que sofreram lesões.

Jade, que se lesionou no Mundial de Stuttgart em 2019 e passou por cirurgia no joelho direito em novembro daquele ano, enfrentaria dura concorrência interna de Rebeca Andrade, favorita à vaga depois de também ter se recuperado de uma lesão no joelho em 2019. A nova lesão, no entanto, a tirou da disputa.

Com 29 anos, Jade era a ginasta mais experiente do Brasil no feminino na competição. A carioca tem no currículo duas participações olímpicas e duas medalhas em Campeonatos Mundiais. Esta seria a primeira competição dela desde Stuttgart.

Apesar do desfalque, o Brasil ainda terá na competição, além de Rebeca, Lorrane Oliveira e as calouras Christal Bezerra, Júlia Soares e Ana Luiza Lima. A venezuelana Jéssica Lopez desponta como principal adversária das brasileiras depois que Estados Unidos e Canadá não enviaram representantes - as americanas já esgotaram o limite de atletas classificadas, e as canadenses optaram por não competir por causa da pandemia.

Disputa acirrada no masculino

Entre os homens, o Brasil já classificou a equipe masculina com quatro ginastas para as Olimpíadas. O país ainda pode ganhar mais uma vaga extra individual no Pan. Assim como no feminino, dois postos estão em disputa no individual geral do torneio continental, na sexta-feira - também há o limite de uma vaga por país.

Só que apenas Diogo Soares e Tomás Florêncio Rodrigues podem conquistar essa vaga para o Brasil. O páreo promete ser mais acirrado que o feminino, com os americanos despontando como favoritos. O colombiano Jossimar Calvo e o dominicano Audrys Nin Reyes também são fortes candidatos.

 

Fonte: https://www.portalsbn.com

 

O tradicional passeio ciclístico que encerra a campanha do Maio Amarelo foi realizado no domingo, 30, e contou com a participação de diversos grupos de ciclistas da cidade. Dezenas de pessoas participaram da programação, que foi conduzida pela equipe do Núcleo de Educação para o Trânsito (NET).

Com o tema “Respeito e responsabilidade, pratique no trânsito!”, agentes do Departamento de Trânsito e Transporte (DMTT) e ciclistas reforçaram a mensagem dos cuidados necessários para se ter um trânsito mais seguro. A programação iniciou às 7h30, na Praça de Eventos. Os ciclistas seguiram pelas ruas E, F, 14, Sol Poente, Santa Marta e PA 275 até chegarem à Praça do Alvorá.  

“O Maio Amarelo é uma campanha de conscientização aos cuidados que a população tem que ter no trânsito, e nós, como ciclistas, fazemos parte desse processo, precisamos ficar atentos e cuidadosos”, destacou o ciclista Elisvaldo Carvalho.

“Participamos há vários anos do passeio ciclístico do encerramento do Maio Amarelo, sempre com o objetivo de sensibilizar cada vez mais a população. Pra gente é um imenso prazer contribuir com essa campanha tão importante. Prevenção no trânsito salva vidas”, opinou Valdir Rodrigues, proprietário da empresa Bike Show, parceira do evento, e que mobilizou vários ciclistas.

O coordenador do NET, Milton Lima, fez um balanço da programação que iniciou desde o primeiro dia do mês de maio. “Iniciamos com um evento online, que teve bastante acesso, e realizamos palestras presenciais em várias empresas, mantendo o devido distanciamento social. Tivemos um balanço muito positivo da campanha Maio Amarelo”, explicou Milton.

Durante todo o passeio do domingo, uma ambulância do Samu acompanhou os participantes para eventual necessidade de atendimento rápido de saúde.

Campanha de comunicação

Para reforçar a mensagem do Maio Amarelo, uma intensa campanha de comunicação foi trabalhada ao longo de todo o mês de maio, destacando a história de pessoas de Parauapebas que foram vítimas de acidentes no trânsito. Os vídeos da campanha contaram com relatos impactantes.

O trabalho de comunicação foi desenvolvido em parceria pelas secretarias municipais de Saúde (Semsa) e Segurança Institucional e Defesa do Cidadão (Semsi) e Assessoria de Comunicação (Ascom).

 

Texto: Karine Gomes

Assessoria de Comunicação/PMP

 

A terceira final entre dois times ingleses na Liga dos Campeões, que será realizada neste sábado (29), às 16h, na cidade do Porto, em Portugal, terá um atrativo além da rivalidade local e das estrelas do futebol mundial que vestem as camisas dos clubes, e coloca em disputa dois times geridos de maneira semelhante: como empresas e abastecidos por altos investimentos de bilionários.

Tanto o time de Manchester como a equipe londrina têm um histórico recente semelhante. Tradicionais mas pouco vitoriosos no futebol inglês, ambos viveram décadas sem grandes conquistas e sem conseguir fazer frente a seus rivais até serem comprados por donos bilionários e, após uma grande injeção de dinheiro, se projetarem no cenário nacional para depois buscar conquistar o continente. 

Além disso, ambas as equipes se envolveram recentemente em uma polêmica justamente contra a Liga dos Campeões, ao apoiarem a criação, junto de outros 10 times europeus, da Superliga, que competiria exatamente com o torneio organizado pela Uefa que agora disputam. Após a grande pressão, porém, os times abandonaram o projeto dias depois de seu anúncio.

Nova realidade

Comprado em 2003 pelo bilionário russo Roman Abramovich por 140 milhões de libras (aproximadamente R$ 1 bilhão na cotação atual), o “novo Chelsea” logo mostrou resultado: na temporada seguinte, 2004/2005, os Blues saíram da fila de 50 anos e conquistaram a Premier League, mostrando aos demais times ingleses que uma nova potência surgia no país. 

Além disso, na mesma temporada, a equipe chegou à semifinal da Liga dos Campeões, mas acabou eliminada por outro rival inglês, o Liverpool, que acabaria conquistando a competição em uma emocionante final contra o Milan. 

Em 2005 o time de Londres conquistou o bicampeonato nacional, confirmando seu poder local, mas não conseguiu ainda bater de frente com os outros times do continente e caiu nas semifinais da Liga dos Campeões daquele ano, em uma busca frustrada pela competição continental que ainda duraria anos.

Na temporada 2007/2008, os Blues atingiram até então seu melhor desempenho em uma Liga dos Campeões, na primeira final inglesa da competição, e chegaram à tão desejada final de liga, mas tropeçaram diante do outro time de Manchester, o United, comandado por Cristiano Ronaldo. 

Foi só em 2011/2012, quase 10 anos após o início da nova fase milionária do time, que o Chelsea finalmente conquistou a Europa e, após bater o Bayern de Munique, venceu seu primeiro – e até agora único – troféu do principal torneio continental do mundo. 

Caminhos semelhantes

Comprado cinco anos depois do Chelsea, em 2008, por 210 milhões de libras (aproximadamente R$ 1,5 bilhão na cotação atual), o City segue um caminho semelhante ao do rival da final deste sábado: já provou seu poder dentro da liga inglesa e agora tenta alcançar o maior feito de sua história.

Apesar de ter demorado mais tempo do que o time londrino para conquistar um título relevante após sua compra, o City deixou de ser o “primo pobre” de Manchester. Desde sua aquisição, já venceu cinco vezes a liga inglesa, título que não era conquistado desde a temporada 1967/1968. 

Após sucessivos fracassos na Liga dos Campões -- competição na qual nunca conseguiu ir além das semifinais --, o City chega à terceira final inglesa da história da competição europeia depois de vencer outro “novo rico” europeu, o PSG, de Neymar, nas semifinais, e, assim como o rival do jogo de sábado fez em 2012, busca, além do troféu, demonstrar que os milhões investidos levaram o time de coadjuvante local a um protagonista no cenário mundial do futebol.

Desempenho parecido

Além das trajetórias ascendentes no cenário do futebol como semelhança, os dois times ingleses têm campanhas parecidas na competição e se classificaram em primeiro lugar e invictos em seus grupos.

Com o melhor aproveitamento na fase de grupos (88,9%) ao lado do Bayern de Munique, o City terminou a primeira etapa da competição com 16 pontos, com cinco vitórias e um empate no bloco que tinha como adversários o Porto, de Portugal, o Olympiacos, da Grécia, e o Olympique de Marselha, da França. 

Na sequência, a equipe de Pep Guardiola -- que voltará a disputar uma final de Liga dos Campeões após 10 anos, quando venceu o torneio com o Barcelona em 2011 -- bateu nas oitavas o Borussia Mönchengladbach, da Alemanha, o também alemão Borussia Dortmund nas quartas e o PSG nas semifinais da competição. 

Com dois pontos a menos, o Chelsea teve um aproveitamento de 77,8% na fase de grupos desta Liga dos Campeões, na qual enfrentou o Sevilla, da Espanha, o Krasnodar, da Rússia, e o francês Rennes, e terminou com quatro vitórias e dois empates. 

Na fase eliminatória, o time de Thomas Tuchel -- que fará sua segunda final consecutiva na competição depois de ser derrotado na última temporada no comando do PSG contra o Bayern de Munique -- derrotou o atual campeão espanhol, Atlético de Madri, nas oitavas; o Porto nas quartas e o maior campeão da Liga dos Campeões, o Real Madrid, na semifinal. 

Final terá público no estádio

Após o longo caminho na competição continental, que antes seria decidida em Istambul, na Turquia, os times ingleses se enfrentarão neste sábado no Estádio do Dragão, que pertence ao Porto, em Portugal, depois de uma mudança feita pela Uefa. 

A final estava marcada para o Estádio Olímpico Ataturk, em Istambul, mas a Turquia colocou o Reino Unido na "lista vermelha" de viagens, o que significa que nenhum torcedor inglês poderia ir ao jogo.

Houve discussões para transferir a final para o Estádio de Wembley, em Londres, mas a Uefa afirmou que, apesar de "esforços exaustivos por parte da federação inglesa e das autoridades, não foi possível obter as exceções necessárias nas exigências de quarentena do Reino Unido".

Com isso, a grande final, diferentemente da última entre PSG e Bayern de Munique, terá a presença de público, que poderá acompanhar uma interessante disputa de duas novas potências do futebol inglês em busca de afirmação no cenário europeu.

 

Fonte: Daniel Fernandes, da CNN, em São Paulo

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