A apresentadora Palmirinha Onofre, de 89 anos, foi internada na noite desta terça-feira (1º) no Hospital Oswaldo Cruz, na Zona Sul de São Paulo.

Segundo sua assessoria de imprensa, ela passou mal, teve uma crise de vômito e foi levada ao Pronto-Socorro do hospital. Ela passou por exames, que detectaram uma baixa de sódio no sangue. Como a reposição é lenta e gradual, a médica geriatra de Palmirinha recomendou sua internação na UTI.

"Ela entrou consciente e andando, foi um susto na família", informou a assessoria.

Em boletim médico divulgado nesta quarta-feira (2), o hospital afirma que o quadro é estável, mas sem previsão de alta.

"O Hospital Alemão Oswaldo Cruz informa que a paciente Palmira Nery Silva Onofre, a Palmirinha, encontra-se internada na Instituição desde a noite de ontem, 1º de dezembro, para tratamento de quadro de distúrbio metabólico. A paciente encontra-se estável clinicamente, sem previsão de alta."

Em outubro, Palmirinha passou por uma internação no mesmo hospital para tratar uma infecção urinária.

'Vovó Palmirinha'

Conhecida pela apresentação de programas culinários, Palmirinha foi revelada pela apresentadora Ana Maria Braga, ao participar do programa Note e Anote, da TV Record, fazendo receitas caseiras. Em 2019, 20 anos depois do início da parceria entre as duas, Palmirinha foi convidada para participar do programa "Mais Você", que Ana Maria Braga apresenta todas as manhãs na TV Globo.

Na ocasião, Vovó Palmirinha, como é conhecida, se emocionou e agradeceu a ajuda da amiga no início da carreira na televisão.

"Foi muito sofrimento, você sabe disso, muitas portas se fechando. Mas, quando eu comecei a trabalhar com você, eu fui crescendo e pude aprender a falar na televisão, a atender meu público. E por você, ganhei um programa para apresentar", afirmou.

Atualmente Palmirinha não tem contrato com nenhuma emissora. O último trabalho dela na TV foi em 2018, no canal GNT, onde participou do reality show de culinária “Chefe ao Pé do Ouvido”, onde dava dicas sobre técnicas de receitas para os competidores.

 

Fonte: Por G1 SP — São Paulo

O São Paulo se classificou para as semifinais da Copa do Brasil, na última quarta-feira, após uma noite perfeita e mágica no Morumbi, coroada com uma vitória por 3 a 0 sobre o Flamengo. O adversário na semifinal será o Grêmio, nos dias 23 e 30 de dezembro.

A equipe comandada por Fernando Diniz entrou com um espírito copeiro diante dos cariocas. Um São Paulo concentrado do começo ao fim e efetivo nas poucas oportunidades que construiu no ataque.

Na defesa, foi (quase) perfeito. Quase porque cometeu um pênalti que poderia mudar o rumo da partida. Mas a sorte acompanha os competentes. E o Tricolor viu Vitinho isolar a cobrança e ter a certeza que nada daria errado na noite.

No primeiro tempo, o São Paulo adotou a cautela e se defendeu bem. Ao mesmo tempo, não deu muitos espaços para o Flamengo, que pouquíssimo fez para superar Tiago Volpi. Levar o 0 a 0 para o intervalo deu mais confiança para o segundo tempo.

E não demorou nem um minuto na etapa final para que a aplicação tática fosse coroada. Luciano recebeu um cruzamento na medida de Daniel Alves e tocou na saída de Diego Alves para abrir o placar e aumentar a vantagem para 3 a 1 (o primeiro jogo havia terminado 2 a 1 para o Tricolor).

Nove minutos depois, Luciano apareceu mais uma vez dentro da área para aproveitar um cruzamento na medida de Reinaldo. O Flamengo ficou nas cordas com o 2 a 0 contra e completamente perdido com tamanha efetividade do São Paulo.

Do lado de fora do Morumbi, milhares de torcedores que desrespeitaram os protocolos de saúde por conta da pandemia do novo coronavírus para incentivar a equipe, já comemoravam a classificação e gritavam o nome de Luciano.

O pênalti perdido por Vitinho aos 18 minutos foi só uma cereja no bolo do são-paulino, que comemorou pela terceira vez em 2020 uma cobrança desperdiçada pelos flamenguistas. Na vitória por 4 a 1, pelo Brasileirão, Bruno Henrique e Pedro pararam em Tiago Volpi.

Cabia tempo para mais um. Pablo, aos 39 minutos, fez o terceiro e fechou a noite mágica. Nos confrontos entre o Tricolor e o Flamengo neste ano, a equipe de Fernando Diniz aumentou para nove o número de gols marcados. Só levou dois.

Uma classificação para lavar a alma da equipe que sofreu com eliminações doloridas no ano, como as do Campeonato Paulista, para o Mirassol, e da Sul-Americana, para o Lanús. Um elenco que soube se unir nas adversidades e agora entra de vez na briga por um título na temporada.

– Os momentos mais agudos de pressão foi saber se unir, saber o que queríamos e saber a força que tínhamos. Isso (classificação) vai diminuir a pressão externa, mas temos que trabalhar como trabalhamos até aqui. Ainda tem coisas para melhorar – afirmou Fernando Diniz.

O técnico também saiu do Morumbi de alma lavada. Duramente criticado durante todo seu período no clube, teve o nome cantado pelos torcedores ao fim do jogo, que agora dizem estar fechados com Diniz.

Entre amores e ódios nessa relação, o São Paulo de Fernando Diniz desponta como um postulante a acabar com a seca de títulos que assola o time há oito anos.

 

Fonte: Por Eduardo Rodrigues — São Paulo

Datena foi operado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, no último domingo (25) após sentir dores no peito. Em seu Twitter, o jornalista deu notícias aos fãs.

“Meus queridos e queridas de todo o Brasil, saí há pouco do centro cirúrgico após dar entrada no Hospital Sírio-Libanês com algumas dores no peito. Estou em plena recuperação e, em breve, espero estar com vocês novamente. Meu respeito, meu carinho e meu agradecimento! Até já!”, escreveu em tuíte.

“Já luto contra todo tipo de doença há muito tempo e graças a Deus, em nome de Deus e dos homens influenciados por ele, tenho vencido estas batalhas. Esperança a todos vocês”, finalizou no vídeo.

 

Fonte: https://istoe.com.br

Daniel Alves vive seu pior momento com a camisa do São Paulo.

Após retornar de cirurgia no braço direito, no dia 26 de setembro, o camisa 10 vem apresentando um futebol bem abaixo do esperado e deixou de ser o jogador decisivo do começo da temporada.

Na partida deste domingo, diante do Fortaleza, pela Copa do Brasil, ele foi o segundo jogador que mais errou passes: 13 vezes. Foi superado apenas por Reinaldo, com 19 erros.

Daniel Alves teve uma das piores notas da partida na avaliação do ge.

A seca de gols é outra amostra de como o jogador deixou de ser protagonista. A última vez em que ele marcou foi no dia 13 de agosto, há mais de dois meses, em vitória sobre o Fortaleza pela segunda rodada do Brasileirão.

De lá para cá, foram 13 partidas disputadas. Com seis gols no ano, ele é um dos artilheiros do elenco. Fica atrás de Brenner (11 gols) e Pablo (9 gols).

Esta é a segunda pior sequência sem gols de Daniel Alves com a camisa do São Paulo. Em 2019, ele passou 14 partidas sem marcar.

Um dos fatores que pode contribuir para essa queda de Daniel Alves, 37 anos, é o acúmulo de jogos. No período de um mês, desde que retornou da lesão, o camisa 10 disputou nove partidas – média de praticamente um jogo a cada três dias.

Nestes jogos, ele foi substituído apenas uma vez. Na última rodada da Libertadores, o meia saiu aos 20 minutos do segundo tempo. Nas demais partidas, participou dos 90 minutos.

Outro ponto que pode ser debatido sobre o momento de Daniel Alves é sua função dentro de campo. Lateral-direito de ofício, o jogador tem atuado como meia sob o comando de Fernando Diniz.

Seu melhor momento na função foi quando atuou como segundo volante, tendo a companhia de Tchê Tchê como primeiro volante. Durante a temporada, porém, o São Paulo sofreu inúmeras transformações em seu modo de jogar, e Daniel Alves também teve que se adaptar.

As críticas de torcedores sobre o jogador cresceram muito nos últimos dias. Alguns mais exigentes pedem a ida de Daniel Alves para a reserva. Não há, no entanto, nenhuma movimentação da comissão técnica para que isso ocorra. Mesmo em baixa, ele tem muito prestígio e é importante por sua experiência e liderança.

Na próxima quarta-feira, às 19h15, pela segunda fase da Copa Sul-Americana, diante do Lanús, o camisa 10 deve ter mais uma chance de se redimir e mostrar que o investimento em sua contratação foi válido pelo São Paulo.

 

Fonte: Por Eduardo Rodrigues — São Paulo

Gusttavo Lima vai aos poucos retomando sua agenda profissional após a turbulenta separação com a ex, a modelo Andressa Suita.

No sábado (24), o cantor foi uma das atrações do aniversário do empresário Rodrigo Bonadia, diretor comercial de uma empresa do ramo automobilístico, realizado em São Paulo.

A festa reuniu a alta sociedade e contou ainda com a apresentação da dupla Bruno e Marrone. Entre os convidados, o secretário-executivo do Ministério das Comunicações, Fábio Wajngarten. O cantor Latino também esteve por lá como convidado.

No palco, os maiores sucessos de Gusttavo Lima e algumas regravações, como Borbulhas de Amor (Tenho Um Coração), música de Eduardo Costa e Leonardo conhecida na voz do cantor Fagner. 

Esta foi a primeira aparição em público do cantor após a separação com Andressa Suita. 

 

Fonte: Do R7

 

O São Paulo goleou o Binacional por 5 a 1 no Morumbi, na última terça-feira, e se despediu da Copa Libertadores.

Eliminado na fase de grupos com uma rodada de antecedência, o São Paulo dá adeus em uma participação vergonhosa na competição, como bem definiu Pablo. Foram sete pontos conquistados em seis jogos contra River Plate, LDU e Binacional.

O Tricolor foi o único time a perder e ser vazado pelo Binacional no Grupo D. Os peruanos saem da Libertadores com três gols marcados, todos contra o São Paulo, e um saldo negativo de 22 gols.

Esportivamente o jogo valia apenas para garantir a vaga na Copa Sul-Americana, resultado que seria alcançado até com um empate em casa.

De olho no jogo de volta da Copa do Brasil, com o Fortaleza, domingo, no Morumbi, Fernando Diniz poupou três titulares: Diego Costa, Reinaldo e Gabriel Sara deram lugar a Arboleda, Léo e Vitor Bueno, respectivamente.

Além disso, Pablo ganhou a vaga de Luciano, desfalque com um desconforto muscular.

No primeiro tempo o São Paulo foi lento, como disse o próprio Diniz, e ficou longe de empolgar. Depois, criou chances em sequência e construiu a goleada sem problemas diante do fraquíssimo Binacional.

Anticlímax e falta de tempero no jogo à parte, a partida serviu para o São Paulo rodar parte do elenco e dar confiança a alguns jogadores.

  • Pablo encerrou um jejum de 11 jogos sem gols: marcou duas vezes, sendo uma delas um golaço de voleio, e igualou Brenner na artilharia do elenco no ano. Cada um tem nove gols;

 

  • Daniel Alves foi substituído pela primeira vez no ano por opção de Fernando Diniz nas suas 26 partidas. Até então ele havia saído de campo contra o Athletico-PR por necessidade, pois sofreu uma fratura no antebraço. Na minha opinião, o camisa 10 poderia ter sido poupado desde o início do jogo;

 

  • Helinho voltou a entrar em campo depois de quase um mês: não jogava desde o dia 22 de setembro;
  • Arboleda foi titular novamente. Ele não iniciava um jogo desde 23 de agosto, quando enfrentou o Sport. O zagueiro retornou após defender a seleção equatoriana;

 

  • Rodrigo Nestor voltou a ter chance após sete jogos indo ao banco de reservas sem entrar;

 

  • Tréllez teve a partida com mais tempo em campo no ano ao lado dos principais jogadores do São Paulo: 30 minutos. O outro jogo no qual teve mais minutos foi diante do Botafogo de Ribeirão Preto, com reservas: 33 minutos.

– Já usei todos os jogadores em jogos importantes. Hoje acho que jogamos de forma equilibrada. Jogadores que temos para jogar 45, 60 minutos como alguns jogaram não vai interferir em nada. Nós temos cinco dias. É só domingo o jogo. Então acho que foi muito equilibrado aquilo que aconteceu – disse Diniz.

– Somado a isso nós temos alguns jogadores que por motivos diferentes não estão. Nós ainda estamos sem Hernanes, Juanfran, Luciano, Liziero e Igor Vinicius. A gente tinha que colocar um time equilibrado no campo para poder respeitar a competição, o Binacional e o torcedor. Hoje a gente colocou o melhor time para ganhar e pensando no final de semana – completou o treinador.

 

Fonte: Por Marcelo Hazan — São Paulo

A aposta de Fernando Diniz para a prova de fogo que se tornou o jogo do São Paulo desta quarta-feira será no fortalecimento do sistema defensivo. Diante do Atlético-GO, às 20h30 (de Brasília), no Morumbi, pelo Brasileirão, o treinador deve promover as entradas de Bruno Alves e Luan entre os titulares.

As mudanças têm como objetivo diminuir o índice de gols sofridos da equipe, que tem uma das piores médias do ano entre os clubes da Série A. Já são dez partidas consecutivas em que o São Paulo é vazado.

A entrada de Bruno Alves na zaga, ao lado de Diego Costa, promoverá uma mescla da experiência com a juventude. O zagueiro de 29 anos é um dos líderes do elenco e havia perdido a condição de titular para Léo após partidas irregulares no retorno do futebol.

O seu substituto fez boas partidas, mas a má fase do time e a necessidade de uma resposta rápida por parte de Fernando Diniz culminaram na saída de Léo. A saída de bola pelo lado esquerdo da defesa é prejudicada, mas o time ganha em força física e liderança.

Bruno Alves era um pedido de parte da torcida, que considera o jogador um dos mais importantes e identificados com o clube no atual elenco. O seu último jogo como titular foi no dia 20 de agosto, no empate em 1 a 1 com o Bahia, pela quarta rodada do Brasileirão.

Luan

A entrada de Luan no time é a tentativa de dar mais intensidade na marcação na entrada da área. Desde o início do ano, Tchê Tchê tem a responsabilidade de fazer essa função, mas neste segundo semestre ele não tem correspondido e deve dar lugar ao companheiro.

Até 2019, Tchê Tchê era segundo volante e tinha a função de fazer uma transição entre a defesa e o ataque com qualidade. Em 2020, porém, Diniz o colocou como primeiro volante, e as coisas iam bem no começo do ano.

No entanto, quando o time passou a ficar vulnerável, o jogador foi um dos primeiros a sentir os efeitos dessa queda. Tchê Tchê não tem como ponto forte a marcação, e consequentemente a entrada da área ficou desprotegida.

Luan, por sua vez, tem como principal característica justamente a marcação forte e uma recomposição defensiva mais qualificada. Nas últimas semanas ele treinou em algumas ocasiões no time titular, foi elogiado, mas não teve oportunidades. Nesta quarta-feira, pode ser a chance do jovem de 21 anos cair nas graças do treinador.

Essa pode ser a primeira vez que Tchê Tchê começará uma partida com a camisa do São Paulo no banco de reservas. Desde que chegou ao clube, ele fez 65 jogos, todos como titular.

Mudanças no ataque

Além de fortalecer a defesa. Fernando Diniz também deve promover mudanças no ataque. Sem Luciano, suspenso, Brenner fica com a vaga. Pablo, por sua vez, não vive seu melhor momento e dá lugar a Vitor Bueno.

Com isso, o provável São Paulo para enfrentar o Atlético-GO tem: Tiago Volpi; Juanfran, Diego Costa, Bruno Alves e Reinaldo; Luan, Gabriel Sara, Daniel Alves e Igor Gomes; Vitor Bueno e Brenner.
Fonte: Por Eduardo Rodrigues — São Paulo

vitória do Atlético-MG por 3 a 0 sobre o São Paulo, nessa quinta (veja os lances acima), foi a mais elástica do time de Jorge Sampaoli no Brasileirão, até agora. Curiosamente, foi nesse triunfo com placar folgado que o Galo fez os piores 30 minutos sob comando do argentino. Os outros 60, porém, compensaram.

A meia hora inicial do Atlético no Mineirão foi muito ruim. O time foi extremamente vulnerável na defesa e nulo no ataque. Sofreu pressão, viu o Tricolor finalizar duas bolas na trave e até sofreu um gol, anulado pelo VAR por um impedimento milimétrico. Na sequência, o Galo se encontrou. A partir do primeiro gol de Alan Franco, a equipe se soltou em campo e venceu com autoridade.

Com exceção do péssimo início, o Galo fez partida convincente. O maior destaque positivo foi a correção de um problema que vinha aparecendo no Brasileirão: muito volume, pouca eficiência nas conclusões. Vamos aos números: contra o Botafogo, no Rio, o Atlético finalizou incríveis 31 vezes para marcar um gol. Contra o Inter, em Porto Alegre, foram 11 arremates, e nenhum deles balançou a rede adversária. Contra o São Paulo, em 14 finalizações, oito foram na direção do gol, e três entraram.

É legal observar também como os gols saíram. O Atlético vinha sentindo - e continua sentindo - a falta de Nathan. Era o jogador mais criativo do meio-campo atleticano e, sem ele, o setor perdeu muita qualidade. Nos últimos dois jogos, porém, uma peça apareceu bem para ocupar parte dessa lacuna: Alan Franco.

O equatoriano já havia feito ótimo jogo contra o Tombense, na finalíssima do Mineiro, mostrando dinâmica e inteligência para atacar espaços na zaga adversária. Fez isso mais uma vez contra o São Paulo, mostrando também poder de finalização - teve duas chances claras, marcou dois bonitos gols.

Roteiro dos gols

Os assistentes também precisam ser mencionados. Jair, o autor do passe para o primeiro gol, tem sido muito mais que apenas um ótimo marcador. A assistência para Alan Franco foi precisa, daquelas que geralmente saem dos pés de camisas 10. No segundo gol, Hyoran foi quem deu o passe (já havia sido importante roubando a bola na jogada que gerou o primeiro gol), o que aliviou um pouco a pressão sobre ele, que vinha sendo, com razão, muito cobrado por torcida e imprensa.

O terceiro gol saiu em mais uma jogada de escanteio. Pelo segundo jogo seguido, um tiro de canto reflete em gol de Jair. Dessa vez, o lance teve cobrança na segunda trave, escorada de Junior Alonso e conclusão do camisa 8. Criar alternativas e jogadas ensaiadas em tiros de canto é algo essencial para o time do Atlético, já que, até pelas características, a equipe tem uma média alta de escanteios a favor por jogo. Eles podem e devem ser bem aproveitados, como vem acontecendo.

Há espaço para melhoras significativas. Sempre há. O apagão inicial não pode se repetir, já que, se o oponente tivesse um pouco mais de sorte, poderia ter matado o jogo ainda no primeiro tempo. Na frente, os pontas podem e precisam render mais. Keno é um exemplo interessante: tem muita facilidade no "um contra um" e passa com facilidade pelos adversários, mas vem muito mal nos arremates (chegou a carimbar a trave no segundo tempo). Acertando a pontaria, tem tudo para ser um jogador decisivo.

De toda forma, o saldo foi muito positivo. Se um terço do jogo foi muito ruim, dois terços foram ótimos. A vitória é ainda melhor: recolocou o Galo no G-4, a quatro pontos do líder Inter e com um jogo a menos. O próximo duelo é no domingo, às 20h30 (de Brasília), com o Coritiba, no Couto Pereira. Se o Atlético reencontrou o caminho das vitórias, o desafio agora é retomar os triunfos fora de casa. O único no Brasileiro, até aqui, foi contra o Flamengo, na primeira rodada.

 

Fonte: Por Guilherme Frossard — Belo Horizonte

Raí, diretor executivo de futebol do São Paulo, não descartou a possibilidade de o clube buscar mais reforços para o restante da temporada. A última contratação foi Luciano, autor do gol do empate por 1 a 1 com o Bahia e envolvido em troca com o Grêmio por Everton.

– A gente tem um grupo que ficou um pouco mais enxuto, temos que ficar de olho nos mercados e nas oportunidades. E obviamente em alguma peça que a gente vai sentir... Estamos conversando, mas alguma oportunidade, não é algo decidido. Temos um grupo forte e temos que saber encarar dessa forma – afirmou Raí.

Após a saída de Pato, Anderson Martins e Everton, Raí descartou um processo de desmanche no elenco neste momento.

– Eu acredito que nós passamos quatro meses sem jogos, mais de três meses sem treinamento, crise em todos os sentidos, renegociação... Isso mexe muito com o grupo. Alguns jogadores estavam em final de contrato, alguns com outras questões, mas são poucos – disse o diretor-executivo.

– Não tem como ter desmanche. Obviamente situações pontuais como falamos, insatisfação, motivação de jogador. A gente quer aqui todo mundo muito motivado. Nós temos um grupo feito, forte, que pode ter mudanças de uma peça aqui ou outra ali, que sai ou que chega – acrescentou.

O dirigente não citou nomes de possíveis reforços. Nas últimas negociações, o clube optou por trocas (Vitor Bueno por Raniel) ou empréstimos com opção de compra (Tiago Volpi e Igor Vinicius).

Para o ataque, por exemplo, o São Paulo tem em seu elenco Luciano, Pablo, Vitor Bueno, Helinho, Brenner, Paulinho Boia, Gonzalo Carneiro e Rojas (retornando de lesão) como opções no ataque.

Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o São Paulo vai até o Recife para encarar o Sport, no domingo, às 19h, pela quinta rodada.

 

Fonte: Por Marcelo Hazan — São Paulo

A derrota do São Paulo para o Vasco, por 2 a 1, neste domingo, não muda a avaliação da diretoria do clube sobre o trabalho do técnico Fernando Diniz. Em dois jogos pelo Brasileirão, o time tem uma vitória e uma derrota.

O treinador, porém, continua sob análise e terá o tempo que lhe foi dado para mostrar evolução na equipe. No início de agosto, o ge publicou que os cinco primeiros jogos do campeonato seriam um termômetro para avaliar se Diniz segue ou não no cargo.

Como a primeira partida do Campeonato Brasileiro, contra o Goiás, foi adiada, o quinto jogo – se nenhum outro no percurso também for suspenso ou adiado – será contra o rival Corinthians, dentro do Morumbi, no dia 30 de agosto.

Até lá, a diretoria espera uma evolução da equipe, combinada com resultados positivos dentro de campo. Mesmo com a derrota para o Vasco, o diretor-executivo Raí viu um bom volume de jogo em São Januário.

– O São Paulo vinha bem antes da pandemia, em uma crescente. Na volta, não conseguimos impôr o nosso jogo, recebemos um golpe duríssimo na eliminação contra o Mirassol, e agora, no Campeonato Brasileiro, temos que transformar todo esse volume que teve hoje, que foi muito mais parecido com o que a gente tinha antes da pandemia, em resultado – afirmou o dirigente.

Veja os próximos três jogos do São Paulo:

  • Bahia - dia 20/08, às 20h, no Morumbi
  • Sport - dia 23/08, às 19h, na Ilha do Retiro
  • Corinthians - dia 30/08, às 11h, no Morumbi

    Caso ocorra uma troca no comando, a diretoria tem sob seu respaldo o que foi prometido ao treinador: tempo de trabalho para implementar suas ideias. Mesmo com a desclassificação vexatória para o Mirassol, nas quartas do Paulistão, o clube bancou a permanência.

    Novas partidas ruins e resultados não satisfatórios deixarão a situação insustentável.

    – Não é uma coisa que preocupa, isso é uma coisa que faz parte do mundo do futebol. Quando você está em um time do tamanho do São Paulo, quando o resultado positivo não vêm, esse é um tipo de assunto corriqueiro, a gente sabe que isso sempre acontece. A gente tem que ter cabeça no lugar, procurar fazer o melhor para o São Paulo e levar o time constantemente, para que os resultados positivos venham e a gente consiga dar alegria para a torcida – afirmou Diniz sobre a pressão em relação ao seu trabalho.

    A expectativa é de que até o duelo contra o Bahia, na próxima quinta-feira, às 20h, no Morumbi, Diniz permaneça como treinador do São Paulo. O elenco volta aos treinos nesta segunda, no CT da Barra Funda.

     

    Fonte: Por André Hernan e Eduardo Rodrigues — São Paulo

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