Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (HC) dispõe de 43 assistentes sociais com atuação humanizada em todas as áreas assistenciais da unidade.
O trabalho desenvolvido pelos assistentes sociais no Hospital de Clínicas Gaspar Vianna (HC), em Belém, tem papel importante no acolhimento, orientação e garantia de direitos de pacientes e familiares atendidos pela instituição. A atuação desses profissionais envolve desde a escuta qualificada até o acompanhamento de demandas sociais relacionadas ao tratamento de saúde, especialmente em um hospital de alta complexidade.
Atualmente, o HC conta com 43 assistentes sociais que atuam em todas as áreas assistenciais da instituição, fortalecendo o cuidado humanizado e o suporte aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

Nesta quarta-feira (27), profissionais, estudantes e convidados participaram da 20ª Jornada em comemoração ao Dia do Assistente Social, realizada no auditório da instituição. O encontro promoveu debates sobre os desafios da profissão e a atuação do Serviço Social dentro da assistência hospitalar.
Para a assistente social do HC, Cristiane Silva, o serviço social exerce uma função essencial dentro da assistência em saúde ao atuar diretamente no suporte aos usuários e familiares. “O assistente social é um profissional técnico, capacitado e que possui uma visão ampla da realidade social dos usuários”, disse.

“É um profissional que realiza escuta qualificada, acolhe e atua diariamente na garantia de direitos dentro da saúde pública. Na alta complexidade, lidamos com situações muito delicadas, que vão além do ambiente hospitalar, e o serviço social se torna um pilar fundamental nessa política de saúde”, enfatizou Cristiane.
A assistente social, Joiley Nazaré Silva, destacou que o Hospital de Clínicas também tem investido na qualificação dos profissionais da área, fortalecendo o trabalho desenvolvido na instituição. “Nossa categoria enfrenta muitos desafios, mas também muitas possibilidades dentro da instituição.
Hoje, eu e a assistente social Elenilde Matos estamos cursando mestrado por meio de uma parceria entre o Hospital de Clínicas Gaspar Vianna e a Universidade do Estado do Pará (Uepa), no programa Ensino em Saúde na Amazônia. Isso representa um investimento muito importante na qualificação dos profissionais e na produção de conhecimento”, ressaltou.

O acolhimento realizado pela equipe também foi destacado por usuários e acompanhantes atendidos no hospital. Márcima Cristine de Oliveira contou que recebeu apoio das assistentes sociais durante o período de internação da mãe.
“Cheguei ao HC em um momento muito delicado com a minha mãe e, desde o início, fomos acolhidas pelas assistentes sociais. Até hoje continuamos recebendo esse apoio e cuidado. São profissionais que realmente demonstram empatia e se colocam no lugar do outro”, declarou.
A paciente da clínica obstétrica Esther Campos afirmou que o acompanhamento do Serviço Social contribui para um atendimento mais humanizado dentro da unidade. “Hoje, vivendo essa jornada de internação, consigo perceber o quanto o assistente social é importante nesse processo”, disse.

“É um profissional que acolhe, orienta e garante que os nossos direitos sejam respeitados. Esse acompanhamento também traz um cuidado mais humanizado, porque nos mantém informados sobre nossa situação e sobre os direitos que temos dentro da unidade”, acrescentou Esther.
Segundo o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), o Brasil possui aproximadamente 242 mil assistentes sociais com registro ativo nos Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS), reforçando a importância da atuação desses profissionais nas políticas públicas e na assistência à população.






























