Três escolas municipais de Curionópolis já estão equipadas com a estrutura necessária para receber a população com sintomas da covid-19. Nos locais, foram implantadas salas de acolhimento, atendimento médico e testagem. Depois do diagnóstico, a população também recebe a medicação indicada pelo médico para iniciar o tratamento.

 A força tarefa montada pela Prefeitura, tem o objetivo de aumentar o potencial de atendimento e ainda iniciar o tratamento precoce de pacientes com covid-19, para que os quadros clínicos não se agravem e o combate à doença seja mais efetivo. Durante todo o período de lockdown, os postos de atendimento funcionarão todos os dias das 8h às 18h.

 Além dos polos de referência ao atendimento do coronavírus, a Secretaria de Saúde também intensificou a vacinação em unidades de referência para que os idosos possam encontrar com facilidade a imunização. Nessas unidades, também há atendimento médico e fornecimento de medicação para pacientes que testarem positivo. “Estamos fortalecendo nossos atendimentos, ampliando o alcance e facilitando o acesso da população aos serviços. Quem está doente precisa de atendimento humanizado, tratamento digno e estamos garantindo isso para nossa gente. A vida é prioridade e sabemos que agindo com prevenção, iremos colher resultados positivos muito em breve” declarou a Prefeita Mariana Chamon, que tem acompanhado de perto as ações de combate à pandemia.

 

UNIDADES REFERÊNCIA PARA VACINAÇÃO DE IDOSOS

 

  • Posto de Saúde da Família 31
  • Posto de Saúde da Família Rio Grande do Sul
  • Posto de Saúde da Família Planalto
  • Posto de Saúde da Família Miguel Chamon

 

A VACINAÇÃO DOMICILIAR será agendada pelos Agentes Comunitários de Saúde

 

POSTOS DE REFERÊNCIA PARA ATENDIMENTO COVID-19 DURANTE O PERÍODO DE LOCKDOWN

 

(Funcionamento todos os dias das 8h às 18h)

 

  • CENTRO ATENDIMENTO COVID – Rua Cedro, 176
  • ESCOLA SÃO SEBASTIÃO – Bairro da Paz
  • ESCOLA CANTINHO DO SABER – Bairro Centro
  • ESCOLA RUTH MONTEIRO – Bairro Panorama
  • POSTO DE SAÚDE DA FAMÍLIA PLANALTO – Bairros: Planalto, Alto da Glória e Chamonlândia)
  • POSTO DE SAÚDE DA FAMÍLIA SERRA PELADA

 

Todos os locais oferecem atendimento médico, testagem e distribuição gratuita de medicação.

 

Fonte: ASCOM/PMC

A CPI da Covid abre nesta terça-feira (4) a agenda de convocações, com os depoimentos de Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich, os dois primeiros ministros da Saúde do governo de Jair Bolsonaro. Eles serão ouvidos na condição de testemunha, quando há o compromisso de dizer a verdade sob o risco de incorrer no crime de falso testemunho.

Primeiro titular da Saúde do governo, Mandetta esteve à frente da pasta entre janeiro de 2019 e abril de 2020. Já Teich, seu sucessor, comandou o Ministério da Saúde por menos de um mês, entre 17 de abril e 15 de maio do ano passado. Ambos deixaram o cargo após divergências com o presidente Jair Bolsonaro relativas às políticas de contenção do coronavírus.

O depoimento de Mandetta está previsto para as 10h, e o de Teich, para as 14h.

As convocações de Mandetta e Teich foram aprovadas na semana passada, assim como a do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a do antecessor dele, Eduardo Pazuello.

Queiroga e Pazuello serão ouvidos ainda nesta semana, assim como o diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres.

Os depoimentos

A audiência de Mandetta está prevista para começar às 10h. O ex-ministro foi demitido em abril de 2020, após ele e o presidente da República terem discordado sobre medidas de controle da doença, como a necessidade do isolamento social.

Bolsonaro e Mandetta também divergiram sobre a adoção da cloroquina. Enquanto o presidente era um entusiasta do medicamento, comprovadamente ineficaz contra a Covid, o então ministro alertava que não havia estudos científicos sobre o tema.

“Como é notório, o presidente da República sempre trabalhou contra quaisquer medidas de isolamento e de combate à doença e propaga, desde o início da pandemia, remédios e tratamentos comprovadamente ineficazes contra a Covid e cujo uso indiscriminado representa sérios riscos. Portanto, o senhor Luiz Henrique Mandetta foi exonerado do cargo de ministro da Saúde justamente por defender as medidas de combate à doença recomendadas pela ciência”, afirmou o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Mandetta também deverá ser questionado sobre a falta de material de proteção hospitalar e de respiradores mecânicos do início da pandemia. Senadores também querem indagá-lo sobre a orientação do Ministério da Saúde, no início da pandemia, de que os pacientes com sintomas leves não buscassem atendimento médico.

Um governista avaliou ao G1 que Mandetta "mudou muito de postura" quando estava à frente do MS. Para esse senador, o protocolo adotado à época, que recomendava ao paciente ir ao hospital "em último caso", quando estivesse com falta de ar, fez com que "mais pessoas fossem intubadas e morressem". O congressista defende que essa orientação será usada "contra" Mandetta nesta terça.

Outro ponto que deve ser explorado pelos integrantes da CPI é a não adoção, pelo governo brasileiro, de barreiras sanitárias no início da pandemia. Presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM) tem levantado essa questão durante reuniões e entrevistas à imprensa.

À GloboNews, no mês passado, Aziz disse que o Brasil errou ao não estabelecer as barreiras nas fronteiras e nos aeroportos para tentar evitar a entrada e a disseminação do coronavírus no território nacional.

Testagem

Assim como Mandetta, o ex-ministro Nelson Teich também deve ser questionado sobre a recomendação de cloroquina aos pacientes infectados com a Covid-19.

Teich deixou a pasta três dias após ter feito um alerta, em sua rede social, sobre riscos de efeito colateral da cloroquina no tratamento da doença.

Teich ainda deve ser alvo de questionamento sobre um amplo programa de testes que ele anunciou tão logo assumiu a pasta. A proposta, porém, acabou sendo logo abandonada.

“Temos de perguntar ao ministro Teich sobre o tema da testagem. Ele chegou a apresentar uma proposta, mas ela não teve desdobramento. Qual o motivo disso?”, afirma o senador Humberto Costa (PT-PE).

Funcionamento

A reunião da CPI está prevista para as 10h, com o depoimento de Mandetta. A audiência com Nelson Teich está agendada para as 14h. Presidente da comissão, o senador Omar Aziz (PSD-AM) quer encerrar a sessão até as 16h, quando está previsto o início de uma sessão do Congresso Nacional.

A CPI pode votar ainda as convocações do ex-secretário de Comunicação da Presidência Fabio Wanjgarten e do ministro da Justiça, Anderson Torres.

Omar Aziz avalia como "necessário" convocar Torres em razão de declarações recentes do ministro. À revista "Veja", o auxiliar de Bolsonaro disse que vai requisitar à Polícia Federal informações sobre os inquéritos que envolvem governadores em desvios de recursos da saúde.

Um senador governista ouvido pelo G1 afirmou que a eventual convocação de Torres é uma tentativa da oposição de "politizar a CPI".

Na formulação de perguntas aos ex-ministros, Aziz dará prioridade aos integrantes (titulares e suplentes) da CPI. Cada um deles, segundo a assessoria do senador, terá cinco minutos para fazer perguntas aos depoentes, que terão o mesmo tempo para respostas. Os parlamentares, então, terão direito a réplica de três minutos e os ex-ministros o mesmo prazo para tréplica.

O primeiro senador a fazer questionamentos aos ex-ministros será Renan Calheiros, relator da CPI.

Antes das perguntas, Mandetta e Teich devem fazer uma exposição inicial sobre os seus períodos à frente do Ministério da Saúde.

Onyx na articulação

De acordo com o colunista do G1 Valdo Cruz, o presidente Jair Bolsonaro escalou o ministro Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral da Presidência) para ser o interlocutor do Palácio do Planalto com os senadores da CPI.

Entretanto, entre próprios governistas, há desconfiança sobre a capacidade de negociação do ministro com os parlamentares.

Um aliado do Planalto disse que Onyx “não tem articulação nenhuma” e ficará como a "rainha da Inglaterra" na relação com os senadores.

 

Fonte: Por Marcela Mattos, Gustavo Garcia e Sara Resende, G1 e TV Globo — Brasília

“Vocês tem o melhor sistema de saúde que vimos aqui no Brasil”. Esta foi à frase dita pelo Coordenador Médico do MSF (Médicos sem Fronteiras), Mohammed Ali, e reforçado pelo Coordenador de Emergência dos Médicos sem Fronteiras, Fábio Biolchini, referindo-se ao enfrentamento a Covid-19 em nosso município.

A equipe dos Médicos sem Fronteiras (MSF), esteve na manhã de hoje, 28, participando de uma reunião com o Secretário Municipal de Saúde, Gilberto Laranjeiras, com o Secretário Adjunto de Saúde, Paulo Vilarinhos, com a Diretora da Vigilância em Saúde, Michele Ferreira, com a Diretora de Regulação, Nhirly Brito e da Supervisora de Enfrentamento da Ameaça do Covid, Anna Carla. O objetivo da visita foi conhecer um pouco da realidade do município e saber como ele vem enfrentando a pandemia do novo Coronavírus, para uma possível parceria entre Secretaria Municipal de Saúde e Médicos sem Fronteiras (MSF).

“Emocionante e satisfatório ouvir o reconhecimento de uma organização que atua em mais de 70 países e que já recebeu o Nobel da Paz, e que considera importante a nossa luta em salvar vidas nesta pandemia que vem assolando o mundo. O prefeito Darci Lermen vem buscando incansavelmente recursos e parcerias para que os munícipes de Parauapebas tenham cada vez mais um atendimento humanizado e eficaz”, ressaltou o Secretário de Saúde, Gilberto Laranjeiras.

O gestor da saúde explicou que com a chegada da pandemia do novo coronavírus ao Brasil e a rápida expansão dos casos, o MSF mobilizou um volume inédito de recursos humanos e materiais em nosso país e conseguiu iniciar atividades direcionadas ao atendimento das populações mais vulneráveis: pessoas em situação de rua, migrantes e refugiados, indígenas, usuários de drogas e idosos. Atualmente os estados contemplados com a ajuda dos Médicos sem Fronteiras são: São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Roraima, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Goiás e Rondônia.

 

Texto: Luciana Queiroz - Ascom/PMP

Desde março de 2020, Parauapebas vem lutando contra o inimigo invisível, que é o novo coronavírus. O município, assim como o mundo, foi pego de surpresa, mas com planejamento e decisões assertivas, conseguiu se destacar e ser referência na luta contra a Covid-19.

A partir de segunda-feira, 26, a gestão municipal vai ter uma nova plataforma on-line para falar exclusivamente sobre a pandemia. Todas as ações que já são divulgadas no site e nas redes sociais oficiais da prefeitura estarão no https://parauapebascontracovid.com/.

Segundo Vicente Reis, assessor de Comunicação (Ascom), a iniciativa contribui com o acesso à informação. “A plataforma evidencia e concentra as ações do governo municipal em um único lugar. Com isso, damos ainda mais transparência à gestão. No site, o cidadão vai poder rever os vídeos, reler as matérias que produzimos e conferir uma linha do tempo que mostra a ordem cronológica das ações da prefeitura no combate ao novo coronavírus”, ressalta Reis.

Já Gilberto Laranjeiras, secretário municipal de Saúde (Semsa) reforçou que os boletins epidemiológicos passaram a ser publicados na segunda-feira, 23, diariamente na nova plataforma.

“Além dos boletins, o cidadão também poderá conferir o vacinômetro e companhar o andamento da campanha de vacinação contra a Covid-19 no município. Sem dúvida, isso demonstra que a prefeitura enfrenta a pandemia com muita seriedade, com a responsabilidade de uma gestão séria e competente”, destaca Laranjeiras.

 

Texto: Anne Costa

Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

Uma pesquisa reuniu dúvidas comuns entre os brasileiros que já receberam ao menos uma dose das vacinas contra a Covid. Com a ajuda de especialistas, esclarece os principais pontos desta nova etapa do enfrentamento da pandemia.

 

Abaixo, veja as 14 perguntas sobre a vacinação e a vida pós-imunização:

 

  1. Depois de tomar a vacina, o que eu posso fazer?
  2. Se meus pais estiverem vacinados, posso encontrar com eles sem máscara?
  3. Posso ter encontros sem máscara com mais pessoas se todos estivermos vacinados?
  4. Depois de vacinado, posso parar de usar máscara?
  5. Se eu já tive coronavírus, preciso tomar a vacina?
  6. Quem já foi vacinado está protegido contra as novas variantes?
  7. Qual o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina?
  8. Depois de quanto tempo estou imunizado?
  9. Devo fazer o teste de sorologia para ver se a vacina 'pegou'?
  10. Posso tomar a vacina da gripe junto com a vacina da Covid-19?
  11. Ainda posso pegar/passar o vírus se estiver vacinado?
  12. Quem está com Covid pode se vacinar?
  13. Crianças poderão tomar a vacina?
  14. A pandemia vai acabar um dia?

 

 

1. Depois de tomar a vacina, o que eu posso fazer?

 

No atual cenário do Brasil, os cuidados precisam continuar e nada deve mudar. O comportamento deve ser o mesmo, vacinado ou não. O país segue batendo recordes e a média móvel de mortes nos últimos 7 dias bateu um novo recorde. Mesmo após tomar as duas doses (a imunização completa), a pessoa vacinada deve continuar usando máscaras, deve evitar aglomerações e manter a higiene das mãos.

"Nesse momento de altíssima circulação do vírus, a recomendação é não mudar o comportamento", alerta Renato Kfouri, infectologista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm). Ele explica que a pessoa vacinada está individualmente protegida da forma grave da Covid-19.

Entretanto, os estudos ainda não apontaram se as vacinas também conseguem interromper a transmissão do vírus, como explicou a vice-diretora da OMS, Mariângela Simão. "As vacinas que temos disponíveis não comprovaram serem eficazes para a transmissão da doença. Elas são eficazes para evitar que a doença progrida para casos graves".

 

2. Se meus pais estiverem vacinados, posso encontrar com eles sem máscara?

 

Não pode. “A vacinação feita nos pais não dá 100% de proteção e estamos em um momento de grande circulação do vírus. Ainda não temos a garantia que as pessoas vacinadas estão absolutamente protegidas”, orienta Raquel Stucchi, infectologista da Unicamp e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI).

A máscara continua sendo item obrigatório, assim como o distanciamento social, higiene das mãos e ambientes ventilados. "O fato de estar vacinado não é passaporte para a imunidade. Para encontrar alguém [mesmo vacinado] é preciso continuar mantendo os cuidados mínimos. E claro, se alguém estiver doente, o encontro não deve acontecer", alerta a infectologista do Hospital Emílio Ribas, Rosana Richtmann.

 

3. Posso ter encontros sem máscara com mais pessoas se todos estivermos vacinados?

 

Para o Brasil, ainda não há nenhuma orientação do tipo, e especialistas recomendam seguir usando a máscara mesmo nesses casos.

Em março, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, soltou uma recomendação para quem está completamente imunizado (com as duas doses). Essas pessoas que completaram todo o ciclo podem, segundo o órgão norte-americano, se reunir com outras pessoas na mesma situação sem usar máscaras ou manter o distanciamento social.

A infectologista da Unicamp Raquel Stucchi explica que a realidade no Brasil é outra, a começar pelas vacinas utilizadas nas campanhas, que tem níveis de eficácia diferentes das usadas nos EUA. Além disso, a circulação do coronavírus segue acelerada no país.

 

"Os EUA estão aplicando vacinas que têm mais de 90% de eficácia. Não dá para comparar. Talvez a gente possa realmente voltar a ter um encontro entre vacinados sem máscara quando conseguirmos diminuir muito a circulação do vírus entre nós. E a expectativa é que isso aconteça quando a gente tiver 70%, no mínimo, da população vacinada".

 

4. Depois de vacinado, posso parar de usar máscara?

 

Não. A OMS já alertou que a vacina não é a única ferramenta contra o coronavírus. O diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom, reforçou que apenas a vacinação não será capaz de conter a pandemia. Por isso, manter as medidas sanitárias individuais e coletivas é essencial.

"Não se engane, as vacinas são uma ferramenta vital e poderosa, mas não são a única ferramenta. (...) vamos continuar dizendo isso. O distanciamento físico funciona. Máscaras funcionam. A higiene das mãos funciona. Ventilação funciona. Vigilância, teste, rastreamento de contato, isolamento, quarentena de apoio e cuidado compassivo - todos trabalham para impedir novas infecções e salvar vidas", disse o diretor-geral.

 

5. Se eu já tive coronavírus, preciso tomar a vacina?

 

Sim. Especialistas dizem que os dados indicam que a vacina deve ser aplicada em que já teve a doença. A vacina pode oferecer uma imunidade mais duradoura e trazer mais benefícios em relação à nossa imunidade natural.

Em fevereiro, a OMS divulgou novas diretrizes sobre a vacinação para quem teve ou está com a doença. No texto, a entidade reforçou que pessoas com teste positivo para Covid devem esperar a recuperação da "fase aguda da doença e a suspensão do isolamento".

Além disso, quem estiver infectado pode adiar a vacinação por 6 meses. A entidade diz que, quando mais dados estiverem disponíveis sobre a duração da imunidade depois da infecção natural, a duração do adiamento pode ser revisada.

 

6. Quem já foi vacinado está protegido contra as novas variantes?

 

As desenvolvedoras de vacinas seguem estudando o comportamento dos imunizantes frente às novas variantes que estão surgindo. Um estudo feito com mais de 67 mil profissionais de saúde de Manaus apontou que a vacina CoronaVac tem 50% de eficácia contra a variante brasileira P.1. O Instituto Butantan já havia dito que o imunizante é eficaz contra as três variantes do coronavírus em circulação no país - britânica, brasileira e sul-africana.

Estudos também apontam que a vacina de Oxford é eficaz contra as variantes brasileira e britânica.

Pfizer e BioNTech anunciaram que a vacina que desenvolveram contra a Covid-19 conseguiu evitar todos os casos sintomáticos da doença causados pela variante sul-africana do coronavírus, a B.1.351. O imunizante também se mostrou eficaz contra as variantes do Reino Unido e Brasil.

A vacina da Moderna conseguiu combater variantes da África do Sul e do Reino Unido; mesmo assim, uma terceira dose da vacina será testada como reforço contra as variantes, e, ainda, uma nova candidata para dose de reforço.

A Johnson também anunciou que sua vacina teve 57% de eficácia contra a variante da África do Sul, um dos países onde foi testada.

 

7. Qual o intervalo entre a primeira e a segunda dose da vacina?

 

Cada imunizante tem um tempo diferente de intervalo. No Brasil, as duas vacinas aplicadas são a CoronaVac e a Oxford. Para a CoronaVac, o intervalo ideal é de 28 dias entre as doses. Já a vacina de Oxford permite um espaçamento maior, de três meses.

 

8. Depois de quanto tempo estou imunizado?

 

Mesmo após as duas doses da vacina, nosso organismo não gera uma resposta imune imediata, explica o infectologista Jose Geraldo Leite Ribeiro, vice-presidente regional da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

“A proteção se dá um tempo após a aplicação da segunda dose, e esse tempo varia de acordo com cada vacina. Na maioria delas, a imunidade acontece a partir de dez ou vinte dias após a segunda dose”, afirma.

"Se uma pessoa que tomou a vacina se infectar antes desse tempo, não quer dizer que a vacina falhou, mas que não deu tempo do sistema imunológico criar a resposta imune", explica o infectologista Renato Kfouri, presidente do departamento de imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria.

 

9. Devo fazer o teste de sorologia para ver se a vacina 'pegou'?

 

Não. Em março, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) soltou uma nota NÃO recomendando a realização de sorologia para avaliar resposta imunológica às vacinas. Segundo a entidade, os resultados destes testes "não traduzem a situação individual de proteção".

"Os estudos de avaliação de eficácia vacinal baseados em testes sorológicos têm demonstrado grandes variações em diferentes cenários epidemiológicos frente às diferentes vacinas, complicando ainda mais a interpretação dos resultados de mensuração de anticorpos neutralizantes [...] Sabemos que a resposta imune desenvolvida pela vacinação não depende apenas de anticorpos neutralizantes", alerta a SBIm.

 

10. Posso tomar a vacina da gripe junto com a vacina da Covid-19?

 

Não. O governo federal recomenda que as pessoas que fazem parte do grupo prioritário tomem primeiro a vacina contra a Covid-19 e depois a vacina contra a gripe. A recomendação é que haja um intervalo mínimo de 15 dias entre a aplicação das duas vacinas.

 

11. Ainda posso pegar/passar o vírus se estiver vacinado?

 

É possível. As vacinas disponíveis são eficazes na prevenção da forma grave da Covid-19, mas ainda não se sabe se elas protegem contra a transmissão. Mesmo que a pessoa vacinada não adoeça, ela ainda pode ser infectada sem apresentar sintomas e contaminar outros indivíduos. Por isso, a recomendação pós-vacinação segue sendo a mesma: continuar com todas as outras medidas não farmacológicas, como máscaras, distanciamento social e lavagem das mãos.

As empresas responsáveis pelas vacinas seguem fazendo testes para analisar a eficácia na prevenção da doença. Um estudo publicado em fevereiro, por exemplo, diz que a vacina de Oxford pode ter capacidade de reduzir em até 67,6% a transmissão do novo coronavírus.

Um outro estudo, feito com a vacina da Pfizer/BioNTech, concluiu que o imunizante reduziu em 75% a transmissão do coronavírus menos de um mês após a aplicação da primeira dose.

 

12. Quem está com Covid pode se vacinar?

 

Quem tem teste PCR positivo não deve ser vacinado, segundo a OMS. O teste PCR é aquele que coleta material com um cotonete e realiza a análise em laboratório para identificar se há presença de vírus ativo no organismo. Quem não tem sintomas ou um resultado PCR positivo deve tomar a vacina normalmente.

"Possivelmente vamos vacinar muitas pessoas assintomáticas. Agora, se você tem o diagnóstico de Covid ou PCR positivo mesmo assintomático, a recomendação é esperar quatro semanas, 28 ou 30 dias para ser vacinado", explica o infectologista Renato Kfouri.

 

13. Crianças poderão tomar a vacina?

 

Ao menos quatro laboratórios já começaram os testes de suas vacinas em crianças e adolescentes: Pfizer/BioNTech, Sinovac Biotech (CoronaVac), Oxford/AstraZeneca e Moderna. No entanto, ainda não há autorização no Brasil para vacinar crianças.

A Pfizer anunciou no final de março que o imunizante demonstrou eficácia de 100% nos adolescentes com idades entre 12 e 15 anos. As farmacêuticas também começaram os estudos em crianças de 6 meses a 11 anos.

No começo de fevereiro, a Universidade de Oxford anunciou o início dos estudos de fase 2 da vacina ChAdOx1 nCoV-19 em crianças e adolescentes. Em março, a presidente da Fiocruz (parceira da Oxford no Brasil), Nísia Trindade, afirmou que a instituição apresentará pedido à Anvisa para realização de estudo da vacina de Oxford/AstraZeneca contra a Covid-19 em crianças.

A farmacêutica chinesa Sinovac Biotech, que desenvolve a CoronaVac em parceria com o Instituto Butantan (SP), afirmou que a vacina se mostrou segura e produziu anticorpos em crianças. Os resultados são de estudos preliminares e não foram publicados em nenhuma revista científica.

A farmacêutica americana Moderna começou em março os testes clínicos de sua vacina contra a Covid-19 em crianças. Os ensaios acontecem nos EUA e Canadá com mais de 6,7 mil crianças com idades entre os seis meses e 12 anos.

 

14. A pandemia vai acabar um dia?

 

A definição de pandemia, segundo a Real Academia Espanhola, é “uma doença epidêmica que se estende a muitos países ou que ataca quase todos os indivíduos de uma localidade ou região”. Ou seja, a Covid-19 deixará de ser uma pandemia quando não tiver mais um alcance tão grande como acontece agora.

Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), é prematuro pensar no término da pandemia em 2021. O que podemos fazer é tentar controlar o vírus. Em março, o diretor-executivo de emergências da OMS, Mike Ryan, disse que o objetivo deste ano é “evitar hospitalizações e reduzir a mortalidade no mundo. Ao atingir esse objetivo, teremos o controle da pandemia”.

As vacinas podem contribuir para a imunidade coletiva – quando grande parte da população está imune ao vírus, reduzindo a circulação do coronavírus. Entretanto, ainda faltam estudos que comprovem que os imunizantes interrompem também a transmissão dos vacinados. A princípio, eles evitam casos graves e hospitalizações.

 

 

Fonte: Por Mariana Garcia, G1

A Prefeitura de Parauapebas inicia nesta quinta-feira (22), o agendamento para a vacinação contra a Covid-19. Desta vez, o cronograma inclui pessoas entre 60 a 64 anos, que vão receber a dose do imunizante durante ação ampliada que vai acontecer no fim de semana, 24 e 25 de abril (sábado e domingo).

Pessoas que pertencem a este público-alvo já podem realizar o agendamento em uma unidade básica de saúde (UBS) mais próxima de sua residência, a aplicação das doses será realizada durante o final de semana de acordo com o agendamento prévio.

Agendamento

A realização do agendamento é indicada para agilizar o atendimento nos locais de vacinação, a fim de evitar aglomerações no momento de aplicação das vacinas. Para realizar o agendamento, os idosos ou seu familiar devem procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS), mais próxima de sua residência, munidos dos documentos pessoais, cartão do Sus e informar se está acamado ou se tem alguma comorbidade (Se for necessário realizar o atendimento residencial), nos horários de 7h às 17h ou através de um agente comunitário de saúde.

 

Texto: Nívea Lima/Semsa
Arte – Ascom/PMP

Na segunda-feira, 19, veio a óbito o empresário Bosco Alencar, o Bosco da Pirâmide, o pioneiro de Parauapebas estava entubado desde do dia 10 de abril, no Hospital Yutaka, mas na tarde de segunda-feira o mesmo não resistiu e veio a falecer vítima de Covid-19.

Bosco Alencar contribuiu muito com o crescimento da cidade e é um dos pioneiros no empreendedorismo no município.

Vamos continuar acompanhando o caso e iremos trazer mais detalhes a qualquer momento.

 

Fonte: Redação 

Antônio Jacob Tomain, de 43 anos, morreu vítima de complicações da covid-19, na última quinta-feira (15). De acordo com informações o empresário e biomédico, João Antônio, estava internado no hospital de Palmas, mas o seu quadro clinico se agravou subitamente.

A família do empresário teve outras perdas dolorosas. A mãe do médico veio a falecer poucas horas antes dele, a idosa tinha 76 anos, além do pai de João que morreu há cerca de um mês. A família morava em Canaã dos Carajás.

Amigos e familiares lamentaram profundamente a morte do médico, assim como este portal. Que Deus conforte o coração de todos os familiares.

 

Fonte: https://falaseriocanaa.com.br 

O primeiro lote com 2,3 milhões - de um total de 3,4 milhões, de medicamentos para intubação chega hoje à noite ao aeroporto de Guarulhos, em SP. A iniciativa partiu de um grupo de empresas que se uniu diante do agravamento da pandemia da Covid-19 no Brasil e da consequente escassez de insumos para o atendimento a pacientes em UTIs. Todos os medicamentos serão doados ao Ministério da Saúde em quantidade suficiente para a gestão de 500 leitos pelo período de um mês e meio. Esta ação solidária, em caráter emergencial, conta com o engajamento e apoio da ENGIE, Itaú Unibanco, Klabin, Petrobras, Raízen e TAG, além da Vale, que deu início a essa mobilização há três semanas.

A expectativa é que até o final deste mês todos os insumos (sedativos, neurobloqueadores musculares e analgésicos opioides - itens básicos para realizar e manter pacientes intubados) sejam integralmente doados ao governo federal, que cuidará também da distribuição pelos Estados por meio do SUS-Sistema Único de Saúde. Os itens, que foram adquiridos na China, possuem autorização para importação emitida pela Anvisa, além da certificação da agência chinesa.

Em parceria com a Prefeitura de Parauapebas, foi realizada a testagem em massa na população do município, com a disponibilização de 100 mil testes PCR gratuitos por meio do sistema drive-thru. A testagem da Vale e na sociedade colocou o município no ranking das cidades que mais testam do país e entre os locais com maior nível de recuperados no Estado do Pará.

A Vale segue apoiando a sociedade e acaba de entregar nova ala hospitalar no Hospital Geral de Parauapebas (HGP),  que agora totaliza 68 novos leitos para tratamento especifico de pacientes da Covid-19. Os leitos, implantados em parceria com a prefeitura, são permanentes e vão ajudar ainda mais no tratamento em  Parauapebas e das cidades vizinhas, ampliando a oferta de leitos.  A empresa também renovou contrato com o Instituto ACQUA para a contratação de profissionais de saúde que estão dedicados ao atendimento de pacientes com sintomas do novo coronavírus na Ala Covid do Hospital Geral (HGP).

 

Fonte: Nadia Faria 

 

O estado de saúde do ator  Paulo Gustavo continua crítico e ele segue intubado na UTI de um hospital na Zona Sul do Rio. Nesta terça-feira (13), faz um mês que o humorista foi internado em decorrência da COVID-19 . Durante este período, o quadro clínico do artista apresentou altos e baixos e ele foi submetido a diferentes tipos de tratamento.

Internação

A hospitalização de Paulo Gustavo foi divulgada por sua assessoria  de imprensa no dia 15 de março e pegou os fãs de surpresa. Dois dias antes, ele compartilhou uma mensagem de feliz aniversário para o marido nas redes sociais, sem mencionar qualquer problema de saúde. Seguindo orientação médica, ele procurou assistência para acompanhar a evolução de seu quadro clínico. Na ocasião, não foram divulgados maiores detalhes sobre o estado do ator. Nas redes sociais, seu marido, Thales Bretas , afirmou que o ator melhorava a cada dia e agradeceu a artistas e fãs pelas mensagens de carinho.

Intubação

No dia 21 de março, oito dias após sua internação, o ator foi intubado, por precaução, após sentir certa dificuldade para respirar. O objetivo foi evitar uma piora mais grave e tratar de forma mais segura a Covid-19. Nas redes sociais, Thales falou sobre o estado de saúde do marido e explicou que o procedimento era "mais um passo na cura da infecção pelo COVID-19".

"Foi sedado e intubado para que a cura consiga se estabelecer nos seus pulmões sem cansá-lo tanto com a falta de ar que o incomodava. Estou calmo, confiante e tenho certeza de que será um passo importante pra melhora completa do nosso guerreiro!!! Ele que é jovem, saudável, sem comorbidades e supercuidadoso, está passando por isso", disse o dermatologista.

Sinais de melhora

O estado de saúde do ator  Paulo Gustavo continua crítico e ele segue intubado na UTI de um hospital na Zona Sul do Rio. Nesta terça-feira (13), faz um mês que o humorista foi internado em decorrência da COVID-19 . Durante este período, o quadro clínico do artista apresentou altos e baixos e ele foi submetido a diferentes tipos de tratamento.

Internação

A hospitalização de Paulo Gustavo foi divulgada por sua assessoria  de imprensa no dia 15 de março e pegou os fãs de surpresa. Dois dias antes, ele compartilhou uma mensagem de feliz aniversário para o marido nas redes sociais, sem mencionar qualquer problema de saúde. Seguindo orientação médica, ele procurou assistência para acompanhar a evolução de seu quadro clínico. Na ocasião, não foram divulgados maiores detalhes sobre o estado do ator. Nas redes sociais, seu marido, Thales Bretas , afirmou que o ator melhorava a cada dia e agradeceu a artistas e fãs pelas mensagens de carinho.

Sinais de melhora

''Nesse momento em que todo o planeta está tão triste, precisamos alavancar e elevar nossa fé! Nosso amigo Paulo Gustavo, está enfrentando uma árdua e dolorosa luta! Por isso, nesse domingo de Páscoa, abençoado, vamos unir nossa fé, com muita força e energia, às 18 horas, um horário muito forte num dia muito especial! Cada um com sua fé, religião, crença, mas principalmente muita energia! '', escreveu Júlio no Instagram.

Já no dia 3 de abril,  Thales Bretas postou uma foto 'idoso' com Paulo Gustavo, indicando que acreditava que os dois ainda irão envelhecer juntos.

"Eu falei que vamos ficar velhinhos juntos!!!", afirmou ele na postagem, feita na noite de sábado, dia 3. "E assim que vamos comemorar nossas bodas de ouro! Tenho certeza!!! Essa fase vai passar!!! E nós vamos ter mais essa história de superação pra contar, juntos! Só nos fortalece", disse Thales, que também fez um apelo aos fãs e pediu para que não acreditassem em fake news sobre uma suposta morte do marido.

Pleuroscopia e doação de sangue

No dia 3 de abril, Paulo Gustavo passou por uma pleuroscopia, procedimento que serve para a equipe médica ter uma melhor compreensão da situação dos pulmões do paciente. Nela, foi identificada uma fístula bronco-pleural, que impedia a adequada ventilação mecânica, tendo sido imediatamente corrigida.

Fístulas broncopleurais representam uma comunicação anormal entre os brônquios e a pleura, membrana que reveste os pulmões, o que ocasiona uma passagem de ar incorreta no organismo.

Em linguagem resumida, quando há a detecção de uma fístula bronco-pleural significa que foi identificado, no paciente, um vazamento de ar dos brônquios para a pleura, local no corpo onde não deve haver ar.

Nos dias 4 e 9 de abril, ele foi submetido à toracoscopia, procedimento para correção dos problemas apresentados. Neste intervalo de tempo, Paulo Gustavo precisou realizar transfusões de sangue e seu marido pediu aos fãs e amigos que ajudassem a abastecer os bancos de sangue com doações em nome do ator. Diversos famosos aderiram à campanha, como as atrizes Claudia Raia e Monique Alfradique .

Estado crítico

O último boletim médico sobre o estado de saúde de Paulo Gustavo foi divulgado no último domingo (11), e dizia que o quadro do ator havia piorado, indicando complicações pulmonares e hemorrágicas. Através das redes sociais, Thales Bretas afirmou que o caso de Paulo era muito difícil, mas que acredita na melhora do marido.

"O quadro clínico do meu amor está difícil, mas para ele nada é impossível, e nem pra Ele, nosso Deus, e essa dupla poderosa vai trazer ele de volta pra casa".

Diante da situação grave do ator, artistas e fãs se uniram em uma corrente de oração por sua melhora. Tatá Werneck postou uma foto com o humorista, pedindo por sua recuperação:

"Hoje é dia de Vitória! Hoje é dia de cura! Para o Paulo Gustavo. Para todos que precisam. Senhor, meu amor pelo senhor é tremendo! É inabalável! Paulo com os filhos no colo, em sua casa, com sua mãe, sua irmã, seu marido, sua amiga fiel e todos nós vibrando sua vitória e seu milagre! Esse é meu final de copa do mundo! Está chegando esse dia", compartilhou a atriz.

Além dela, outros artistas como Marcos Veras, Ingrid Guimarães, Maria Flor, Leandro Hassum e Débora Nascimento se manifestaram na postagem em prol da superação do ator.

 

Fonte: Por Agência O Globo 

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