Campanha de Trump entra com ação em Michigan para impedir certificação da vitória de Biden; haverá recontagem na Georgia

Campanha de Trump entra com ação em Michigan para impedir certificação da vitória de Biden; haverá recontagem na Georgia Foto: David Goldman/AP

A equipe de campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, entrou com uma ação legal nesta quarta-feira em Michigan para impedir o estado de certificar os resultados da eleição realizada da semana passada. As projeções apontam que a votação foi vencida pelo democrata Joe Biden.

No estado da Georgia, onde Biden também foi apontado vencedor, deve haver uma recontagem manual de todos os votos. O secretário de Estado, Brad Raffensperger, afirmou em uma entrevista coletiva que a apuração deve começar ainda nesta semana, e que os resultados serão certificados no dia 20 de novembro.

A ação no estado de Michigan alega os seguintes motivos para impedir a certificação:

  • Eleitores descreveram supostas irregularidades na votação;
  • Houve assédio a observadores eleitorais do Partido Republicano;
  • Cédulas ilegais e inelegíveis forma contabilizadas

Os republicanos estão centrando seus esforços no condado de Wayne, que inclui a cidade de Detroit, que é um reduto de seus rivais, os democratas.

As alegações são semelhantes às levantadas pela equipe de Trump em ações em outros estados. No processo, os advogados afirmam que uma eleição especial pode ser necessária em distritos com problemas.

Especialistas jurídicos disseram que é improvável que o litígio resulte em uma vitória para Trump.

Tentativa de minar a confiança do público

Jake Rollow, porta-voz do Departamento de Estado de Michigan, disse em um comunicado que a campanha de Trump estava promovendo falsas alegações para minar a confiança do público nas eleições de Michigan.

"Isso não muda a verdade: as eleições de Michigan foram conduzidas de maneira justa, segura e transparente e os resultados são um reflexo preciso da vontade do povo", disse Rollow.

Trump se recusa a reconhecer a derrota para Biden e tem afirmado, sem apresentar evidências, que uma fraude generalizada lhe custou a vitória.

O presidente estava atrás de Biden em Michigan por mais de 148 mil votos, ou 2,6 pontos percentuais, de acordo com o total de votos não oficiais mais recente.

 

Fonte: https://g1.globo.com

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