Estudantes da rede municipal de Parauapebas conquistam 253 medalhas em Olimpíadas

A conquista é referente à participação dos estudantes das escolas municipais na 23ª edição da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica - Oba (169 medalhas), na 14ª edição da Mostra Brasileira de Foguetes – MOBFOG (73 medalhas), na Canguru de Matemática Brasil (7 medalhas) e na Olimpíada Nacional de Ciências - ONC (4 medalhas), totalizando 253. Este foi o maior resultado do município neste tipo de competição desde 2017.

Foram 38 ouro (30 na Oba e 8 na MOBFOG), 84 de prata (49 na Oba, 34 na MOBFOG e 1 na ONC) e 131 de bronze (90 na Oba, 31 na MOBFOG, 7 na Canguru e 3 na ONC). “Essa conquista confirma que nossos estudantes estão sendo estimulados e preparados para além dos muros da escola”, comemora o secretário de Educação, José Leal Nunes.

As escolas Eunice Moreira, Irmã Laura e Sandra Maria são recordistas em medalhas. A Eunice Moreira obteve 53 (47 na Oba e 6 na Canguru). Já a Irmã Laura conquistou 28 (5 na Oba e 23 MOBFOG). Enquanto que Sandra Maria conquistou 24 na MOBFOG.

Outras escolas que também se destacaram na Oba foram: Eduardo Angelim (15 medalhas) e Carlos Henrique (11 medalhas). Na Olimpíada Nacional de Ciências, a escola Fernando Pessoa levou todas as quatro medalhas (1 prata e 3 bronze).

Para a diretora da Escola Eunice Moreira o desempenho dos professores, a adesão dos alunos e apoio dos pais foram fundamentais para o resultado. “Os professores de ciências não mediram esforços para preparar os alunos, os demais professores também apoiaram aguçando ainda mais a curiosidade. Não dá para deixar de citar os pais, que foram muito parceiros”, afirma a gestora mencionando sua alegria e satisfação.

ORGULHO

Estevão Lucas Rodrigues é medalhista do 9º ano. Ele é um estudante exemplar, motivo de orgulho para seus pais e professores. A dedicação dele e o gosto pelos estudos já lhe rendeu duas medalhas de ouro na Oba, uma em 2019 e outra em 2020. “Meu sentimento com mais essa vitória é de gratidão, por ver o resultado do meu esforço concretizado e, principalmente, pela influência e dedicação dos meus professores”, afirma o estudante.

COMPARATIVO

Se somarmos o resultado das escolas municipais, com o Instituto Federal do Pará (IFPA) e as escolas particulares, o número de medalhas conquistada na Oba 2020 sobe para 202. O número representa mais de 28% das medalhas conquistadas em todo o estado do Pará. Já se fizermos a comparação em relação à MOBFOG, teremos mais de 38% de todas as medalhas conquistadas pelo estado.

SOBRE AS OLIMPIADAS

Organizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e por engenheiros da Agência Espacial Brasileira, a Oba é a maior olimpíada científica do Brasil. A prova tem por objetivo  difundir o conhecimento astronômico e fomentar o interesse dos jovens pela astronomia e astronáutica. A primeira vez em que Parauapebas participou da Oba foi em 2012 e de lá para cá só tem tido bons resultados.

MOBFOG é uma olimpíada inteiramente experimental, pois consiste em construir e lançar, obliquamente, foguetes, a partir de uma base de lançamento, o mais distante possível. Desde 2015, as escolas da rede municipal participam da Mostra, que tem possibilitado muito aprendizado e interação entre os estudantes.

O Concurso Canguru de Matemática é a maior competição de Matemática do mundo, com mais de 6 milhões de participantes por ano nos mais de 80 países. Teve origem na França e é administrado globalmente pela Associação Canguru sem Fronteiras (Association Kangourou sans Frontières - AKSF). Busca Ampliar e incentivar o desenvolvimento dos conhecimentos matemáticos, além de melhorar o ensino e favorecer o estudo de maneira interessante e contextualizada.

Enquanto que a Olimpíada Nacional de Ciências é uma ação do Programa Ciência na Escola, vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), do Governo Federal, que tem por objetivo estimular alunos para as carreiras científicas, qualificar professores para o ensino por investigação científica e fortalecer a interação entre instituições de educação superior e escolas de ensino fundamental e médio.

 

Texto: Messania Cardoso/ Ascom-Semed

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