MACAPÁ:Vereador Claudiomar Rosa acompanhou o último dia do Ciclo do Marabaixo Destaque

Encerrou no domingo, 19, o Ciclo do Marabaixo com a derrubada de mastros, o evento esse ano teve um gostinho ainda mais especial, após um longo período de pandemia. Macapá se despediu assim como começou com festa e muita animação.

Claudiomar Rosa fez questão de dançar o marabaixo junto com os mafabaixeiros

O vereador e pré-candidato a deputado estadual, Claudiomar Rosa, fez que questão de marcar presença, visitando alguns barracões onde a festa cultural era realizada. “É uma sensação muito boa, poder livremente ir a favela e ao laguinho presenciar a minha cultura, o marabaixo, e poder matar a minha saudade que eu tenho do ciclo do marabaixo. Hoje foi o último dia com sabor de saudade e com fé em Deus que ano que vem a nossa cidade estará bem melhor e que a gente vai poder celebrar o Divino Espirito Santo e a Santíssima Trindade sempre, para mim é um prazer imenso visitar as casas e as pessoas que dão o coração e a vida para salvar a sua tradição. Outra coisa que me deixa muito feliz são as crianças estarem presentes no marabaixo, isso prova que a resistência deu certo e vai continuar pelas próximas gerações”,

O pré-candidato a Deputado Estadual Cláudiomar Rosa marcou presença no evento do marabaixo

Claudiomar Rosa ficou feliz ao ver as crianças participando do último dia do ciclo do marabaixo

Aí marcar presença claudiomar Rosa foi recebido com muito carinho pelos mafabaixeiros

Quem marcou presença apreciou o tradicional caldo e a gengibirra, para animar e dar energia aos marabaixeiros. O tom desse domingo foi de despedida, com o sentimento de dever cumprido e fortalecimento do marabaixo após dois anos sem o evento.

Marabaixo

Original das senzalas que abrigavam negros escravizados, o marabaixo representa várias facetas da história do Amapá. A arte é considerada patrimônio cultural imaterial do Brasil pelo Iphan desde 2018. A representação cultural tem até data: o Dia Estadual do Marabaixo é celebrado em 16 de junho.

Outra conquista para os marabaixeiros foi a lei que torna a gengibirra, “combustível” dos festeiros nas rodas de dança, patrimônio imaterial do Amapá.

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