O estado do Pará vai buscar novas formas de fomentar a economia local durante os próximos meses. Além do incentivo à produção no agronegócio, com maior foco em alguns produtos, a região também deve abrir portas para novos investimentos de setores de tecnologia. Essa busca por inovação e diversificação é uma forma de ampliar as alternativas no mercado, e diminuir a dependência da economia local em poucos segmentos.                  

No início deste ano, a Vale confirmou um investimento bilionário que irá fazer nos próximos meses na região Norte do Brasil. Serão mais de US$ 5,8 bilhões injetados na expansão de vários projetos da empresa. Entretanto, apesar do número parecer alto, ele é pouco se comparado com os investimentos que o Pará já recebeu no passado. Em 2011, por exemplo, a região chegou a receber quase US$ 18 bilhões da multinacional.

Isso é visto como sinal de que o Pará precisa buscar uma diversificação maior nos negócios, e assim não depender exclusivamente do investimento feito pela Vale. Essa é a ideia que deve guiar a economia local durante 2021. Um exemplo desse movimento é o investimento em novas tecnologias voltadas para o agronegócio, por exemplo. A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Pará (Emater/PA) está utilizando novas tecnologias para melhorar o feijão manteiguinha e expandir a plantação em todo o estado.

Algo semelhante está sendo feito também com o cultivo da pimenta-do-reino, que vem crescendo em toda a região e se transformando em referência nacional. Atualmente, o Pará é o segundo maior produtor dessa pimenta no Brasil. Contudo, não é apenas o agronegócio que está sendo foco de mudanças. Com a nova Lei de Falências, os pequenos e médios empresários também devem ganhar mais confiança em busca de um empreendimento novo. Afinal, a mudança na lei procura ajudar neste ponto.

Em busca de mais capital

Atualmente, a principal fonte financeira do Pará ainda são os royalties com a produção de minério de ferro. Em 2020, o estado viu cidades como Parauapebas e Canaã dos Carajás receberem mais de R$ 1,5 bilhão de arrecadação da Agência Nacional de Mineração. A ideia é manter esse rendimento, mas abrir para novos projetos. Algo que já está sendo feito, e que deve crescer nos próximos meses.

A empresa Energisa, por exemplo, anunciou o investimento de quase R$ 4 bilhões no Brasil em 2021. Cerca de R$ 125 milhões devem ser direcionados ao Pará, o que é uma excelente notícia para a economia local. Entretanto, é na área de tecnologia que o estado precisa dar mais atenção. No ano passado, o crescimento dos mercados virtuais, e de outros serviços 100% online, chamou a atenção do estado. Alguns economistas apontam que o setor deve continuar ditando as regras nos próximos meses.

As novas tecnologias

Uma das principais características das inovações tecnológicas é a diversidade, algo que interessa ao Pará. Setores da educação, da saúde, do entretenimento e de outros campos estão cada vez mais conectados com a internet. Isso mostra que o investimento em novas tecnologias pode gerar resultados de diferentes maneiras. Por exemplo, no caso do entretenimento digital, as plataformas de streaming causaram um grande impacto quando chegaram ao Brasil. Com vários assinantes, essas plataformas criaram um jeito de assistir filmes, ouvir músicas e até mesmo se comunicar, e conseguiram alterar o mercado por completo. Isso também aconteceu com os jogos digitais, principalmente com os novos cassinos online. Essas plataformas mais recentes apostam em jogos novos, sites com designs inovadores e opções temáticas em jogos como a roleta e o blackjack para conquistar os usuários. A popularização desses serviços acabou sendo o resultado do uso dessas inovações.

Isso é apenas no campo do entretenimento digital, que é um dos setores que mais ganhou espaço no Brasil. Se olharmos também para a saúde, por exemplo, é possível perceber que as farmácias online e os aplicativos voltados para médicos estão transformando o setor completamente. Ou seja, a digitalização está ficando popular em diferentes áreas, e isso significa uma variedade de empresas investindo no país.

O objetivo do Pará em 2021 é diversificar a economia local, e fazer isso sem novas tecnologias é algo impossível. Seja no agronegócio ou no entretenimento digital, a verdade é que investir nessas inovações vai fazer com que a economia local fique menos dependente de alguns investimentos. Assim, os paraenses podem buscar novas oportunidades de negócio.

 

Fonte: Pixabay

O ano de 2021 iniciou com saldo positivo para o Sistema de Segurança Pública do Pará. No primeiro dia do ano, o Estado apresentou uma redução de 60%, quando comparado com o 1º dia de 2020, no índice de Crimes Violentos Letais e Intencionais (CVLI), que englobam homicídio, latrocínio e lesão corporal seguida de morte. Os dados foram divulgados pela Secretaria Adjunta de Inteligência e Análise Criminal (Siac), vinculada à Secretária de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup).

De acordo com as informações, em 1º de janeiro de 2020 foram computados 25 casos de CVLI em todo o Estado. Já em 2021, no mesmo período foram registradas 10 ocorrências do mesmo crime. Para o secretário Estado de Segurança Pública e Defesa Social em exercício, André Costa, esse resultado é a soma de um esforço integrado entre as forças de segurança para garantir maior tranquilidade à população.

“Essa redução representa a soma de uma ação integrada entre os órgãos de segurança pública, somada às ações de inteligência e aos investimentos do governo, que contribuíram para a manutenção da redução dos índices, cada vez mais favoráveis, em benefício da nossa população”, avaliou.

André Costa ressaltou ainda a atenção mais intensificada, sobretudo em datas comemorativas. “O 1º dia do ano é sempre um momento muito delicado para a segurança, pois as pessoas costumam exceder nas comemorações de final de ano, fazendo uso de bebidas alcoólicas. Isso faz com que nossas equipes aumentem o alerta. Porém, neste ano, conseguimos superar os bons resultados já apresentados em 2020, o que nos mostra que estamos no caminho certo e iremos continuar seguindo o mesmo plano para 2021”, disse o secretário em exercício.

Manutenção de resultados – Também foi registrada redução nos casos de homicídio e roubo em geral. Em 2020, no primeiro dia do ano foram computados 24 casos de homicídio, enquanto em 2021 foram registadas oito ocorrências, o que representa uma queda de 67%.

Quanto ao roubo em geral, os dados apontaram uma diminuição de 84% em comparação a 2020, quando foram registrados 197 casos de roubo. Em 2021 foram computados 31 casos em todo o Estado.

“Nosso objetivo principal é continuar mantendo esses resultados positivos em 2021. Estamos conseguindo nos superar a cada ano, e isso é reflexo da atuação dos nossos agentes e dos investimentos na área da segurança pública. Para este ano esperamos utilizar mais recursos tecnológicos e a inteligência artificial a nosso favor, para garantirmos sempre bons resultados”, informou André Costa.

 

Fonte: Por Walena Lopes (SEGUP)

 

O novo ano terá um eclipse lunar parcial que será visível no México, América Central e parte da América do Sul (infelizmente não no Brasil), bem como um eclipse solar total e as tradicionais chuvas de meteoros.

Além das três superluas, outras datas a destacar dizem respeito à exploração espacial, como o lançamento de missões e a chegada de algumas sondas ao seu destino.

Este é um calendário dos eventos astronômicos mais importantes de 2021, com uma explicação de onde eles serão visíveis.

Eclipses

Em 2021, apenas dois quatro eclipses que ocorrerão serão vistos na América Latina. Os outros três serão vistos de forma limitada na região.

26 de maio, eclipse lunar total. Nesta data o satélite natural da Terra vai passar pela sombra (umbra) do planeta.

À medida que isso acontece, a Lua vai escurecendo gradualmente. Neste ano, por coincidir com o fenômeno da superlua, cuja face parece maior e mais brilhante devido à sua proximidade com a Terra, o eclipse deve ser mais atraente.

O eclipse poderá ser totalmente apreciado em países do Pacífico e Leste Asiático, Austrália e oeste da América do Norte. Mas em México, Chile e Argentina, a visão será parcial.

10 de junho, eclipse anular do Sol. Quando a Lua ficar entre a Terra e o Sol nesta data, ocorrerá um eclipse. O resultado será um anel de luz solar. No entanto, o eclipse será parcial, e não total.

Este show será visível no Canadá, Rússia e no Oceano Ártico. E parcialmente no nordeste dos EUA e na Europa.

19 de novembro, eclipse lunar parcial. Eclipses como este ocorrem quando a Lua passa parcialmente pela sombra da Terra (penumbra) e apenas parte do satélite passa pela sombra mais escura (umbra).

Será visível no México, América Central e na parte mais noroeste da América do Sul, em certas partes da Colômbia, Equador e Peru. Também nos EUA, Canadá e leste da Rússia.

4 de dezembro, eclipse total do Sol. Embora seja o espetáculo mais esperado do gênero, como a Lua bloqueia totalmente a luz do Sol e gera trevas, será um eclipse visível apenas em algumas áreas remotas, entre outras, da Antártica, a Atlântico Sul e parte do extremo sul da África.

Chuva de meteoros

Como todos os anos, quando a órbita da Terra passa perto dos restos de gelo, poeira e partículas que os cometas perdem após sua última aproximação do Sol, ocorrerá o fenômeno conhecido como "chuva de meteoros" ou "estrela cadente".

Na realidade, consiste na passagem de meteoros pela atmosfera. Quando queimados, eles produzem o conhecido efeito visual, linhas de luz que cruzam o céu. Se sobrevivem e chegam ao solo, as rochas são chamadas de meteoritos.

Essas chuvas podem ser vistas em quase qualquer lugar do mundo, em lugares com pouca iluminação artificial e uma ampla faixa de horizonte.

Os dias para apreciar as diferentes chuvas de meteoros, que recebem os nomes das constelações em que são geradas, serão os seguintes:

  • 3 de janeiro: Quadrantídeos.
  • 22 de abril: Lírico.
  • 4 de maio: Eta aquarídeos.
  • 27 de julho: Aquarídeos delta.
  • 12 de agosto: Perseidas.
  • 7 de outubro: Draconídeos.
  • 21 de outubro: Orionidas.
  • 5 de novembro: Taurídeos do Sul.
  • 12 de novembro: Taurídeos do Norte.
  • 17 de novembro: Leônidas.
  • 19 de novembro: Geminidas.
  • 22 de dezembro: Ursidas.

As "superluas"

Uma "superlua" ocorre quando a órbita da Lua está mais próxima (perigeu) da Terra ao mesmo tempo em que está cheia. No novo ano ocorrerão três "superluas", que costumam ter nomes curiosos por sua cor ou motivo.

  • 8 de abril: Lua Super "rosa".
  • 26 de maio: lua cheia das "flores".
  • 24 de junho: lua super de "morango".

Exploração espacial

2021 também será um ano marcante na exploração espacial, pois algumas missões atingirão seu objetivo, enquanto outras serão lançadas.

Se tudo correr bem, estas são as datas programadas:

  • 18 de fevereiro: a sonda Perseverance da NASA chega à cratera Jezero em Marte.
  • Fevereiro (dia a ser determinado): chegada da sonda chinesa Tianwen-1 à planície Utopia Planitia de Marte.
  • 22 de julho: NASA lança missão DART aos asteróides Didymos e Dimorphos, com o objetivo de desviá-los, algo que nunca foi feito.
  • 16 de outubro: a NASA lança a missão Lucy para explorar sete asteroides de Tróia que flutuam na órbita de Júpiter e são material primordial de outros planetas, em uma tentativa de decifrar a formação do Sistema Solar.
  • 31 de outubro: A Agência Espacial Europeia, a NASA e sua contraparte canadense lançarão o telescópio James Webb, o mais avançado observatório espacial que substituirá o histórico telescópio Hubble.

 

Fonte: https://www.tnh1.com.br

O Auxílio Emergencial da Caixa, benefício que foi criado pelo Governo Federal para amparar os trabalhadores brasileiros em tempos de pandemia, chegou ao fim. Mas o apelo popular para que o benefício emergencial seja prorrogado é grande. Inclusive, já existe uma movimentação no Congresso Nacional para avançar projetos que propõem a extensão do Auxílio Emergencial por, pelo menos, mais 3 três meses do próximo ano.

Diante desta situação, é coerente pensar em qual cenário econômico uma prorrogação do Auxílio Emergencial seria mais favorável e por que uma extensão do benefício, ainda que seja por mais algumas parcelas, pode ser importante para a economia do Brasil neste momento.

Nesse sentido, seguem logo abaixo alguns dos principais motivos que tornam a prorrogação do Auxílio Emergencial tão justificável em 2021.

1 – A retomada da economia vai ser lenta e exigirá paciência

Por mais que a vacina do novo coronavírus já esteja chegando em diversos países pelo mundo, o Brasil ainda não tem um plano concreto de vacinação para a população. Ou seja, isso significa que os brasileiros certamente demorarão ainda mais tempo para serem protegidos da ameaça de contágio por Covid 19. E com isso, a população precisa ser protegida não só no campo sanitário, mas também no sentido financeiro.

Embora o otimismo esteja tomando conta de boa parte do mundo, com a vacinação já tendo iniciado em alguns países, ele ainda não é o suficiente para fazer a economia voltar a crescer a curto prazo. Muito pelo contrário, a retomada da economia vai ser lenta e vai exigir um pouco mais paciência, tanto dos governantes quanto dos cidadãos brasileiros.

Diante desse cenário, poucas alternativas sobram para fazer a economia continuar girando. E uma delas pode ser a prorrogação do Auxílio Emergencial em 2021. Seria uma forma de não impedir o crescimento, por mais que lento, da economia a longo prazo.

2 – Em tempos de crise, a população criou uma dependência do benefício

Não é a situação ideal, mas é um fato. Muitos brasileiros tiveram no Auxílio Emergencial, a sua única fonte de renda em 2020. É claro que esse não é um fato que deve ser comemorado. Afinal, o ideal seria que os brasileiros não precisassem do auxílio para sustentar os seus orçamentos. Porém, em tempos de pandemia, crise sanitária e econômica, o benefício emergencial foi a solução encontrada para que muitas famílias tivessem com o que e como se sustentar.

E agora, com o fim do Auxílio Emergencial, é provável que muitas famílias brasileiras tenham a sua renda zerada e entrem para as estatísticas já graves de pobreza extrema. É uma situação complexa que não pode ser resolvida da noite para o dia, mas que poderia ser amenizada com a prorrogação do Auxílio Emergencial.

A dependência que foi criada é um problema que deve ter soluções efetivas, mas de longo prazo. Tirar o benefício de forma repentina pode causar um choque no orçamento doméstico e fazer com que a economia afunde ainda mais.

3 – O Auxílio Emergencial estimula o consumo do país

Outro fato que deve ser considerado nesta lista é a questão de que a economia depende do consumo para continuar avançando. E sem consumo, a economia tende a ficar estagnada.

Em outras palavras, as pessoas precisam consumir para que a economia brasileira se mantenha minimamente em equilíbrio. Afinal, não é à toa que as chamadas Datas Comemorativas são sempre muito frutíferas para a economia do país, pois incentiva que as pessoas consumam e, dessa forma, façam o seu dinheiro circular cada vez mais rápido.

Nesse sentido, um pagamento de parcelas extras do Auxílio Emergencial poderia continuar estimulando o consumo das famílias, que deve sofrer um retrocesso caso a não prorrogação do benefício realmente se confirme ao longo de 2021.

É uma dinâmica muito simples de ser entendida. Quanto maior a renda, maior tende a ser o consumo no país. E sem renda, o consumo diminui drasticamente, a não ser que se flexibilize as regras que ficam próximas do risco da inadimplência.

Por todos os motivos que foram apresentados anteriormente, a prorrogação do Auxílio Emergencial em 2021 poderia ser uma realidade favorável não só para os beneficiários, como também para a economia do país como um todo.

 

Fonte: https://www.blogdovestibular.com

A Fifa anunciou nesta sexta-feira que haverá Mundial de Clubes em dezembro de 2021, no formato atual. O torneio voltará ao Japão no modelo com sete participantes após quatro anos dividido entre Emirados Árabes e Catar.

A ideia de um Mundial com 24 clubes ainda está mantida, mas segue sem data. Ela permaneceu no papel depois que a pandemia forçou o adiamento da Eurocopa e Copa América para o meio de 2021.

Como em 2022 é ano de Copa do Mundo (entre novembro e dezembro), pode ser que tampouco haja tempo hábil. Certo, apenas, que será disputado na China.

Nós queremos proteger os clubes, mas também proteger o futebol de seleções, e achar esse equilíbrio não é simples – disse o presidente da Fifa, Gianni Infantino.

- Os clubes e os fãs de clubes do mundo inteiro querem (o novo Mundial). Mas antes temos que poder dizer quando vamos fazer. É certo que será na China, mas ainda não decidimos quando - esclareceu.

A edição que aconteceria em 2020 foi confirmada para fevereiro de 2021, no Catar. Já há quatro participantes confirmados: Bayern (campeão da Liga dos Campeões da Europa), Al Ahly (campeão da Liga dos Campeões da África), Al Duhail (campeão do Catar) e Auckland City (nomeado pela OFC).

 

Fonte: Por Martín Fernandez — São Paulo

 
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