novo aumento para a gasolina, 17 dias após a última alta, e para o diesel, depois do reajuste em 28 de setembro, começa a vigorar nesta terça-feira (26), nas refirnarias. Segundo a Petrobras, a gasolina vai subir R$ 0,21 por litro e o diesel, R$ 0,28. 

O reajuste de 7,05% e 9,15%, respectivamente, leva em conta a prática de preços competitivos adotada há cinco anos pela estatal. O que deve resultar em uma elevação de, em média, R$ 0,15 no preço do litro da gasolina e de R$ 0,24 do diesel cobrado aos motoristas nos postos. O aumento nas bombas não é imediato, costuma demorar um pouco.

Com esse reajuste, o aumento da gasolina nas refinarias já acumula uma alta de 74% e o do diesel, de 65%, neste ano.

O preço médio de venda da gasolina A da Petrobras às distribuidoras passará de R$ 2,98 para R$ 3,19 por litro. Já para o diesel A, o preço médio de venda da Petrobras às distribuidoras subirá de R$ 3,06 para R$ 3,34 por litro.

"Esses ajustes são importantes para garantir que o mercado siga sendo suprido em bases econômicas e sem riscos de desabastecimento pelos diferentes atores responsáveis pelo atendimento às diversas regiões brasileiras: distribuidores, importadores e outros produtores, além da Petrobras", afirma a Petrobras em nota.

Segundo a empresa, o alinhamento de preços aos praticados no mercado internacional se mostra especialmente relevante no momento em que há demanda atípica para o mês de novembro de 2021. A Petrobras informou na semana passada que recebeu pedidos de distribuidores de diesel muito acima dos verificados nos meses anteriores e de sua capacidade de produção para novembro.

De acordo com o presidente da Abicom (Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis), Sérgio Araújo, apesar do aumento, ainda existe uma defasagem grande em relação aos preços do mercado internacional.

Preocupação do governo

O preço dos combustíveis, que vem subindo desde o ano passado, é uma preocupação cada vez maior dentro do governo. No domingo, o presidente Jair Bolsonaro reafirmou que não vai interferir na política de preços da Petrobras. Ele disse que é preciso pensar no que fazer com a estatal no futuro, pois a legislação deixa a companhia independente e cabe a ele apenas indicar o presidente dela.

Para tentar diminuir a pressão, principalmente dos caminhoneiros, parte de sua base de apoio, Bolsonaro voltou a falar no domingo também sobre o auxílio que o governo dará aos caminhoneiros para amenizar o custo do óleo diesel, de R$ 400. Mas lideranças de caminhoneiros, porém, já disseram precisar de uma solução estrutural para o problema, e não de um auxílio temporário.

 

Fonte: Do R7

A Petrobras informou nesta segunda-feira (5) que vai reajustar o preço dos combustíveis a partir desta terça-feira (6). É o primeiro aumento realizado na gestão do general Joaquim Silva e Luna.

Os preços médios de venda de gasolina e diesel da Petrobras para as distribuidoras passarão a ser de R$ 2,69 e R$ 2,81 por litro, o que significa reajustes médios de R$ 0,16 (6,3%) e R$ 0,10 por litro (3,7%), respectivamente.

A estatal também anunciou que o preço médio de venda de gás liquefeito de petróleo (GLP) para as distribuidoras passará a ser de R$ 3,60 por kg, um aumento médio de R$ 0,20 (6%) por kg.

 

"Importante reforçar o posicionamento da Petrobras que busca evitar o repasse imediato para os preços internos da volatilidade externa causada por eventos conjunturais", informou a estatal em nota. "Os preços praticados pela Petrobras seguem buscando o equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor dos produtos e da taxa de câmbio, para cima e para baixo."
Em junho, a Petrobras reduziu o preço da gasolina em 2%, mas manteve o do diesel

No acumulado do ano, o diesel da Petrobras subiu cerca de 40% enquanto a gasolina avançou 46%. Já o petróleo Brent acumula alta de cerca de 50%.

Preços dos combustíveis na refinaria — Foto: Economia G1

Preços dos combustíveis na refinaria — Foto: Economia G1

 

O repasse dos reajustes nas refinarias aos consumidores finais nos postos não é garantido, e depende de uma série de questões, como margem da distribuição e revenda, impostos e adição obrigatória de etanol anidro e biodiesel.

Em abril, o general Joaquim Silva e Luna assumiu o comando da estatal depois que o presidente Jair Bolsonaro fez uma série de críticas aos reajustes de preços de combustíveis praticados na gestão de Roberto Castello Branco.

 

Fonte: Por G1

A Petrobras anunciou às distribuidoras que vai aumentar a partir da quinta-feira, 12, nas suas refinarias o preço da gasolina em 6% e do diesel (500 e S-10) em 5%. O diesel utilizado por navios terá alta de 5,2%, informou a estatal nesta quarta-feira, 11.

O aumento segue a valorização do preço do petróleo Brent no mercado internacional, que impulsionado por avanços nas pesquisas das vacinas contra o covid-19 vem subindo fortemente nos últimos dias, voltando a patamar próximo de US$ 45 o barril.

De acordo com a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom) o aumento do diesel será de R$ 0,0855 por litro e a gasolina de R$ 0,0947 por litro.

 

Fonte: https://revistapegn.globo.com

A Petrobras informou nesta quinta-feira (20) que vai aumentar os preços médios do diesel em 5% e os da gasolina em 6% em suas refinarias, a partir de sexta-feira (21).

Na semana passada, a estatal havia elevado os preços do diesel em 2% e os da gasolina em 4%, com o consumo de combustíveis mostrando retomada.

A elevação do diesel, combustível mais consumido do Brasil, é a sétima seguida. Já a gasolina terá o segundo aumento consecutivo, após uma redução no final de julho que foi antecedida por nove altas, conforme acompanhamento da Reuters com base em anúncios da Petrobras.

Preços nos postos

Na semana passada, os preços combustíveis seguiram em alta nos postos, segundo balanço da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com o levantamento semanal da ANP, o valor médio do litro da gasolina ao consumidor subiu 0,4%, a R$ 4,234. O preço do litro do diesel avançou 0,7%, para R$ 3,364.

O litro do etanol avançou 0,4%, a R$ 2,769.

 

Fonte: Por Reuters

 

A partir desta segunda-feira (3), a gasolina vendida no Brasil deverá seguir novas especificações. Com as novidades, especialistas afirmam que o combustível ganhou em qualidade, e está mais próximo do padrão europeu, ainda que isso possa pesar mais no bolso na hora de abastecer.

As mudanças valem para a gasolina do tipo C (comum) e premium, aquela indicada pelas fabricantes de carros esportivos. A Petrobras, responsável pela produção de cerca de 90% da gasolina vendida no Brasil, diz que já segue os novos parâmetros, inclusive no padrão que só entrará em vigor em 2022.

  • Veja dicas para economizar combustível

Em entrevista especialistas e profissionais da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e da Petrobras e traz uma série de perguntas e respostas sobre o tema:

  1. O que mudou na gasolina?
  2. Como sei se estou abastecendo com a nova gasolina?
  3. Meu carro vai ficar mais econômico?
  4. Vou gastar mais para abastecer o carro?
  5. Carros mais antigos também serão beneficiados?
  6. Vai ficar mais difícil adulterar a gasolina?
  7. Até quando os postos poderão vender a “velha” gasolina?
  8. Haverá mudanças na porcentagem de etanol?
  9. Como fica a gasolina premium?

 

1. O que mudou na gasolina?

Há 3 novidades nos parâmetros da gasolina. Um deles é a exigência de uma massa específica mínima.

A massa específica, ou densidade, é a quantidade de uma substância em um determinado volume. Para a gasolina, o padrão mínimo é 715 kg/m³. Isso significa que cada litro de gasolina deve pesar, no mínimo, 715 gramas. Antes, não havia um indicador.

De acordo com Everton Lopes, mentor de tecnologia em energia da SAE Brasil (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), "quando a massa específica é muito baixa, há menor conteúdo energético por litro, então o consumo aumenta".

A segunda novidade é a mudança no método de contagem da octanagem da gasolina.

A octanagem é o nível de resistência da gasolina à compressão no motor. Quando a mistura de gasolina com ar entra na câmara de combustão, o pistão faz um movimento de compressão, até que a vela solta uma faísca que promove a explosão.

“Tínhamos um padrão parecido com o dos EUA. Medíamos o IAD (índice antidetonante), que é a média entre MON e RON”, disse Alex Rodrigues Medeiros, especialista em regulação da ANP.

O IAD exigido para a gasolina brasileira era de 87 octanos. Agora, segundo as novas regras, a gasolina deve ter 92 octanos, de acordo com a metodologia RON. A partir de 2022, o RON exigido sobe mais um pouco, chegando a 93 octanos.

O padrão RON é mais usado na Europa, mais adequado para motores modernos.

"Quanto maior a quantidade de octanos, mais resistente o combustível é à queima, e mais próximo do melhor nível de eficiência ele vai estar", diz Lopes.

Por fim, a ANP também introduziu a temperatura mínima de 77 °C para a destilação de 50% da gasolina. Antes, havia apenas um teto para a destilação, de 80 °C.

“A destilação garante a boa dirigibilidade, que o combustível vai ser volátil o suficiente na partida a frio para fazer a combustão”, disse Medeiros.

 

2. Como sei se estou abastecendo com a nova gasolina?

“Hoje, há a resolução que diz que o consumidor pode pedir ensaios de qualidade aos postos. Um deles é o de massa específica. Se, por acaso ele pedir, pode ver se está acima de 715 kg/m³”, disse Alex Medeiros, da ANP.

Com o teste, o consumidor pode ver se um dos critérios está sendo atendido.

A Petrobras, porém, afirma que já entrega o novo combustível nos postos do país. A empresa é responsável por cerca de 90% da produção de gasolina no Brasil.

“Essa gasolina já está sendo disponibilizada há muitos meses. Desde o início do ano a Petrobras já vem adequando suas refinarias e distribuidoras”, disse Rogério Gonçalves, especialista em novos produtos da Petrobras.

A companhia afirmou inclusive que já atende ao requisito de 93 octanos no padrão RON, que só vai entrar em vigor em 2022.

3. Meu carro vai ficar mais econômico?

“No consumo, todos vão sentir, em maior ou menor proporção”, disse Gonçalves, da Petrobras.

No entanto, o índice de economia de combustível não é consenso entre os especialistas, e varia de 3% a 6%.

O novo padrão da gasolina brasileira deixa os carros mais econômicos porque otimiza a queima do combustível. “Devemos observar uma menor ocorrência de batida de pino ou ignição precoce”, disse Medeiros.

“Antes, existiam gasolinas leves, voláteis. Quando adicionava o etanol, se tinha um produto com pouca energia, com poucas substâncias que proporcionam a energia necessária no motor”. Nesse caso, era necessário mais combustível para que o carro funcionasse bem.

 

4. Vou gastar mais para abastecer o carro?

Sim. No fim de junho, a diretora de refino e gás natural da Petrobras, Anelise Lara, disse que o litro da gasolina teria uma tendência a ficar mais caro com as novas especificações do derivado.

No entanto, a empresa não disse qual deve ser a diferença nos preços. Nesse caso, também é preciso considerar que a Petrobras já está fornecendo a nova gasolina para as distribuidoras.

No fim das contas, apesar de o motorista pagar mais pelo combustível, o veículo rodará mais quilômetros com um litro de gasolina.

Em nota, a Petrobras disse que “o ganho de rendimento de 5%, em média, proporcionado pela nova gasolina compensará uma eventual diferença no preço da gasolina”, e que “o preço do combustível é definido pela cotação no mercado internacional e outras variáveis”.

A petroleira também afirmou que “é responsável por apenas 30% do preço final da gasolina nos postos”.

 

5. Carros mais antigos também serão beneficiados?

Sim. Apesar de a nova gasolina ter sido pensada para motores modernos, que contam com injeção direta, por exemplo, os propulsores mais antigos também serão beneficiados com o combustível de melhor qualidade.

“Fizemos testes com veículos com injeção direta e injeção multiponto. No consumo, todos vão sentir, em maior ou menor proporção”, disse o engenheiro da Petrobras.

 

6. Vai ficar mais difícil adulterar a gasolina?

De acordo com os especialistas, sim.

“A nova especificação dificulta a adulteração. Normalmente, são colocados solventes leves, com baixa massa específica. Agora, como há um padrão mínimo, você evita que esses produtos leves sejam colocados”, disse Medeiros.

O especialista da ANP ainda afirma que, conforme os solventes ficam mais densos, o preço também sobe, tornando a adulteração menos rentável.

A própria ANP afirma que menos de 2% das amostras que coleta são de combustíveis adulterados. Nesses casos, a maior parte das irregularidades está na quantidade de etanol, com 57%.

Além disso, a fiscalização ficará mais fácil. “Com o parâmetro de massa específica, a ANP consegue aferir a densidade no próprio posto”, conclui Medeiros.

 

A Cosan divulgou nesta sexta-feira (17) os dados operacionais das últimas quatro semanas, com os impactos do isolamento social causado pela pandemia do novo coronavírus. “Cabe reiterar que os indicativos são preliminares e têm apresentado evolução diária, à medida que o cenário de isolamento se altera”, destaca a empresa. 

Na Raízen Combustíveis, foram registradas quedas de 50% nas vendas do ciclo otto (gasolina e etanol) e de 25% nas vendas de diesel. No segmento de aviação, a demanda segue impactada pela redução das malhas operadas por seus principais clientes, com as vendas chegando a cair até 80%.

Na Raízen Energia, a demanda por etanol apresentou redução em linha com a menor demanda por combustíveis. “No açúcar, as vendas já haviam sido contratadas para a safra 2020/21 que acaba de iniciar, não tendo apresentando impactos relevantes na sua programação de comercialização”, diz a companhia.

A demanda da Comgás caiu 40% no segmento industrial. No comercial, a demanda vem apresentando retração de até 60%, enquanto, no segmento residencial, houve expansão da demanda em cerca de 10% em função da restrição na circulação das pessoas.

A empresa também controla a Moove, de lubrificantes, cuja demanda apresentou redução média de 50% nas últimas semanas, no Brasil e nos demais países de atuação.

A Cosan ainda informou que discutirá medidas colaborativas no período de pandemia e os principais impactos nos negócios em uma videoconferência em 23 de abril, que será divulgada em seu site.

 
 
Fonte: G1 -Por Valor Online

O preço do litro da gasolina comercializada em postos de combustíveis do Pará ficou mais caro em 7,62% no ano passado. A informação é do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos do Pará (Dieese/PA) com base em dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

No ranking nacional, o preço médio do litro da gasolina comercializado no Pará fechou o mês de dezembro como o oitavo mais caro de todo o País e o 3º mais caro do Norte, abaixo apenas do Acre, com custo médio de R$ 4,914, o mais alto do Brasil, e do Tocantins, com preço médio de R$ 4,593.

Ainda segundo o Dieese, em 2018 a trajetória do preço médio do litro da gasolina foi a seguinte: em janeiro o produto custava em média R$ 4,268 (com os preços variando entre R$ 3,799 a R$ 5,040) e em dezembro o litro da gasolina foi comercializado em média a R$ 4,536 (com os preços variando entre R$ 4,000 a R$ 5,189) com um reajuste acumulado no ano de 7,62%.

(Fonte: www.diarioonline.com.br)

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