A espaçonave Starship SN15, protótipo do veículo que será utilizado pela SpaceX para levar humanos à Lua e ao planeta Marte, completou na quarta-feira (5) sua primeira sequência lançamento-pouso bem sucedida, descendo em segurança na base da empresa em Boca Chica, nos EUA.

O lançamento ocorreu às 19h24, horário de Brasília, e o voo durou 6 minutos até atingir a altura de 10 quilômetros, distância necessária para o teste, pousando intacto como previsto. Embora tenha ocorrido um pequeno incêndio de metano na base, a SpaceX considerou o procedimento como "preciso e no local pretendido". Em voos anteriores, os protótipos tiveram problemas na descida e explodiram.

Elon Musk comemora o voo

Elon Musk, CEO e fundador da empresa, rapidamente tuitou: "[A] Starship pousou 'nominal'", termo que no contexto dos voos espaciais significa "normal". Ele também comemora outra conquista: a aprovação tripla da Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) para três voos da Starship. O bilionário agora se prepara para uma aparição no programa humorístico Saturday Night Live.

O executivo também está rindo à toa com o contrato de US$ 2,9 bilhões (cerca de R$ 15,5 bilhões em conversão direta) firmado com a NASA para construir uma versão lunar da Starship, que deverá levar astronautas à Lua dentro do programa Artemis. No entanto, a concorrência está sendo auditada pelo Government Accountability Office (U.S. GAO), após outras duas empresas preteridas, Blue Origin e Dynetics, contestarem o resultado.

 

 

Fonte: https://www.tecmundo.com.br

Três astronautas americanos e um japonês decolaram neste domingo (16) dos Estados Unidos rumo à Estação Espacial Internacional (ISS, sigla em inglês) a bordo de um foguete da empresa SpaceX, novo sistema de transporte espacial da agência espacial americana (Nasa), após nove anos de dependência dos foguetes Soyuz, da Rússia.

O foguete Falcon 9 decolou sem falhas do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, iluminando a paisagem noturna. A bordo da cápsula acoplada com a parte superior viajam os astronautas americanos Michael Michael Hopkins, Victor Glover e Shannon Walker, e o japonês Soichi Noguchi.

Menos de três minutos após a decolagem, a uma altitude de 90 quilômetros, e enquanto o foguete voava a 7000 km/h, o primeiro nível da nave se desprendeu para voltar à Terra, uma vez que será usado em uma missão prevista para 2021, que levará quatro astronautas à ISS. O segundo nível seguiu seu curso, segundo a empresa.

A viagem levará 27 horas e meia e a cápsula Dragon deverá acoplar com a ISS por volta da 1h (de Brasília) de terça-feira (17). Dois russos e um americano estão na estação, onde os tripulantes permanecerão por seis meses.

Este voo "operacional" dá continuidade à bem-sucedida missão de demonstração realizada de maio a agosto, na qual dois astronautas americanos foram levados para a ISS e, depois, trazidos com segurança para a Terra pela SpaceX.

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, presenciou do centro espacial o lançamento. "Bem-vindos à continuação de uma nova era de exploração espacial tripulada nos Estados Unidos", declarou mais cedo.

A cápsula Dragon da SpaceX é, hoje, o segundo dispositivo capaz de chegar à ISS, ao lado do russo Soyuz. Esta última leva todos os visitantes à estação desde 2011, depois que os Estados Unidos interromperam seus voos com ônibus espaciais há nove anos.

A Nasa espera, no entanto, continuar cooperando com a Rússia. Para isso, a agência americana propôs facilitar lugares para seus cosmonautas em missões futuras e pretende que os americanos continuem a usar a Soyouz regularmente. As negociações se arrastam, porém.

"Queremos uma troca de lugares", disse o administrador da Nasa, Jim Bridenstine, em entrevista coletiva na sexta-feira.

"As conversas estão em andamento", limitou-se a dizer, como vem fazendo há meses.

A realidade é que os laços entre Washington e Moscou no âmbito espacial -- um dos raros setores onde continuavam sendo bons -- estão se enfraquecendo.

Rompendo com mais de 20 anos de cooperação na ISS, a Rússia não participará da próxima miniestação idealizada pela Nasa em torno da Lua, a Gateway.

 

Fonte: Por France Presse

O lançamento da Crew-1, primeira missão tripulada operacional da cápsula Crew Dragon, finalmente ganhou uma data oficial: 31 de outubro, sábado, às 2h40 da manhã (3h40 no horário de Brasília). O veículo levará quatro astronautas à Estação Espacial Internacional (ISS), consolidando a parceria comercial entre a Nasa e a SpaceX.

O plano inicial era lançar a missão uma semana mais cedo, em 23 de outubro, mas a data era próxima à de uma operação com a nave russa Soyuz, que vai visitar a ISS entre os dias 14 e 21.

Na avaliação da Nasa, é prudente dar alguns dias a mais para que as equipes, tanto em terra quanto a bordo da estação, realizem os ajustes necessários entre uma missão e outra.

"Este tempo adicional é conveniente para garantir a conclusão de todos os trabalhos em aberto antes da chegada da Crew-1, e é também uma oportunidade para conduzir testes adicionais para isolar vazamentos na estação, se necessário", afirmou a agência.

A cápsula que será utilizada na missão foi entregue pela SpaceX em agosto, e passa pelos últimos preparativos na estação do Cabo Canaveral, na Flórida. No mesmo mês, o mundo assistiu ao retorno bem-sucedido da missão de teste Demo-2, que era a última etapa necessária para certificar o veículo.

Agora, a Crew Dragon carrega consigo a responsabilidade de um feito histórico: levar, pela primeira vez, uma tripulação internacional a bordo de um foguete comercial americano para uma missão da Nasa. 

Os astronautas americanos Michael Hopkins, Victor Glover e Shannon Walker, bem como o japonês Soichi Noguchi, foram os escolhidos para ocupar os assentos da espaçonave. Eles passarão seis meses conduzindo um estudo científico no laboratório orbital da ISS.

Uma segunda missão tripulada com a cápsula, a Crew-2, também já está nos planos, e deve partir com outros quatro astronautas em 2021. 

 

Fonte: https://olhardigital.com.br

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