Carajas o Jornal

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“Só adulto aguenta porrada. É muito complicado pra criança. Não sou só eu que estou sofrendo. Tenho três filhos. A gente recebe um pouco de feijão daqui, farinha dali, um frango pra comer na semana. Familiares vão ajudando. Mas, ontem, eu jantei queijo. O queijo que eu peguei fiado para vender e sobreviver”, relata o vendedor ambulante Josielson Cardoso, de 33 anos.

Na semana passada, ele não conseguia parar de chorar na frente dos filhos quando lhe pediram dinheiro para comprar merenda. “É uma dor muito doída quando nossos filhos pedem e não temos o que dar. Antes a gente tinha o auxílio emergencial, mas agora acabou. E, sem as doações que a gente consegue, eles estariam passando fome.”

Antes da pandemia, ele conseguia lucrar em torno de R$ 1.000 por fim de semana como vendedor ambulante de bebidas na porta de festas e boates. Mas a renda caiu a zero quando a Prefeitura de Amapá (a 300km de Macapá, capital do Estado de mesmo nome), onde mora com a família, proibiu eventos com aglomerações para evitar o espalhamento do coronavírus.

A doença infectou 1 em cada 9 habitantes da cidade de Amapá, segundo dados oficiais.

O auxílio de R$ 600, única renda da casa de Josielson em grande parte de 2020, chegou a ajudar a comprar comida, mas não bastava. As dívidas cresceram. A mulher dele passou um mês doente com covid-19. E ele precisou vender a moto e um freezer que usava para gelar as bebidas que comercializava.

E o que era ruim ficou pior. O governo federal decidiu não prorrogar o repasse de dinheiro para quase 68 milhões de pessoas a fim de aliviar o impacto da pandemia. Então, muitas pessoas agora enfrentam fome, desemprego e inflação.

No ano passado, Amapá liderou o ranking de cidades brasileiras que mais receberam o auxílio. Das 10 cidades com mais beneficiários, 8 estão na região Norte do país e 2, no Nordeste.

Ao todo, 82% da população amaparina recebeu auxílio no ano passado. Para a prefeitura, o número surpreende e sugere três coisas: fraudes, erro de cadastro ou um contingente de necessitados fora do radar.

Amapá tem um território cinco vezes maior que a cidade de São Paulo e uma população que não chega a um milésimo da paulistana. A geração de emprego se resume ao serviço público, à pesca, à agricultura familiar e ao comércio, na maioria informal.

A dependência local de programas sociais não é novidade por lá. Segundo a secretária de Assistência Social, Liliane Dias, 40% da população já dependia de benefícios sociais antes mesmo da pandemia.

Mas Josielson faz parte de um grupo social hoje dentro de num limbo assistencial, porque não recebia benefícios antes da pandemia e acabou dependendo completamente do auxílio emergencial porque sua atividade profissional ficou inviável.

Não há sinal de melhora: o auxílio emergencial não foi renovado, os preços de alimentos e habitação estão aumentando e a pandemia de covid-19 continua se espalhando. Muitos agora dependem basicamente de doações, como as cestas básicas distribuídas pela prefeitura.

É o caso de Wendell Silva, de 38 anos, que não consegue trabalhar desde março de 2020 porque a Prefeitura de Amapá proibiu eventos públicos com aglomeração, incluindo festas fechadas ou nas praças da cidade, como o aniversário do município.

Ele atua há 13 anos produzindo e tocando como DJ em festas e eventos que costumam reunir de 400 a 1000 pessoas em torno de música eletrônica, funk, baile da saudade ou tudo misturado.

Obeso e fumante, ele perdeu a avó e amigos para a doença em 2020. “Meu organismo não é mais de moleque, mas não tinha opção, precisei ir trabalhar em outras cidades, mesmo com o risco de ficar doente. E a gente vai se virando, grava um CD aqui e ali, vende camisa do time de futebol da cidade.”

Mas a conta não fecha. O dinheiro do auxílio emergencial servia para comprar comida para a casa de sua mãe, onde mora com a mulher há anos depois de a própria casa para sua filha conseguir fazer faculdade na capital Macapá. “Sem a ajuda de minha família eu não conseguiria comer e minha filha não conseguiria mais estudar.”

Ele costumava defender a decisão municipal de proibir aglomerações para evitar que o contágio por covid-19, mas diz não compreender mais o porquê da medida ao ver tanta gente se aglomerando nas ruas e no comércio sem máscara. “Tem fila em todo canto e ninguém se protege ou se importa. Desse jeito era pra voltar as festas de vez, então. Tem um monte de família que depende delas para ganhar dinheiro e sobreviver.”

Onde se recebia mais auxílio emergencial

O pagamento do auxílio emergencial começou em abril de 2020, sendo R$ 600 ou R$ 1.200 para mães chefes de família. Depois de cinco parcelas, o valor caiu pela metade. O último dos repasses, de R$ 300 ou R$ 600, ocorreu em dezembro.

Estima-se que o custo dos pagamentos para 68 milhões de pessoas tenha chegado a R$ 300 bilhões, quase dez vezes o valor do Bolsa Família, que beneficia cerca de 14 milhões de famílias com repasse médio de quase R$ 200.

Segundo tabulação feita pela BBC News Brasil, com base em dados do Portal da Transparência federal, do IBGE e da Justiça Eleitoral, Amapá era a cidade com mais taxa de beneficiários por população estimada, cerca de 82% — a secretária de Assistência Social disse ter analisado a lista de nomes de pessoas que receberam o auxílio e detectado que havia “vários ali que nem moram na cidade”.

Nas outras nove cidades mais dependentes do auxílio emergencial, na razão entre beneficiários por habitantes ou eleitores, o benefício foi pago para uma parcela que variou de 61% a 79% da população: Pacaraima (RR), Assis Brasil (AC), Iranduba (AM), Beruri (AM), Caroebe (RR), Campo Largo do Piauí (PI), Gurupá (PA), Prainha (PA) e Extremoz (RN).

Mas, por questões orçamentárias, o presidente Jair Bolsonaro decidiu encerrar os pagamentos. O governo federal diz estudar alternativas ao programa, que teve um impacto positivo direto na popularidade do presidente, mas não há qualquer medida concreta no horizonte.

Inflação e letargia

O auxílio emergencial conseguiu conter o avanço da pobreza por um tempo, atenuar o impacto do desemprego crescente e da perda de renda de trabalhadores informais e até ampliar o poder de compra de algumas famílias.

A injeção desse volume de dinheiro, no entanto, teve algumas consequências negativas. A principal delas é a inflação, que teve a maior alta em cinco anos (4,52%). Alimentos e bebidas subiram 14%, o pior aumento desde 2002. O óleo de soja, por exemplo, dobrou de preço.

Por outro lado, a pobreza extrema deve atingir, em janeiro, uma taxa entre 10% e 15% da população brasileira, de acordo com projeção calculada pelo economista Daniel Duque, pesquisador do Ibre-FGV (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), a pedido da BBC News Brasil.

Isso significa que a proporção de brasileiros vivendo na extrema pobreza (ou seja, com menos de US$ 1,90 por dia) pode dobrar em relação a 2019, quando a taxa foi de 6,5% da população — ou 13,7 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para a pobreza (quem vive com menos de US$ 5,50), Duque projeta que a taxa ficará entre 25% e 30% no começo do ano que vem. Em 2019, ela foi de 24,7%, ou mais de 51 milhões de brasileiros.

A situação nos pequenos municípios se agrava ainda mais porque a arrecadação municipal tem caído junto com a redução da atividade econômica, o que levou a corte de custos e investimentos.

“Vou precisar renovar o decreto de situação de emergência por mais seis meses. É no mínimo dois anos dessa letargia por causa da pandemia. E nem vai voltar ao normal com a vacinação dos grupos prioritários, ainda mais com a ameaça dessa mutação do vírus”, afirmou o prefeito de Amapá, Carlos Sampaio (DEM), reeleito em 2020

Sobre os moradores que não têm mais auxílio e não conseguem trabalhar, Sampaio afirmou que “morrer elas não vão, e precisarão se reinventar.”

A prefeitura diz dialogar com o governo do Estado e congressistas para tentar reverter o fim do auxílio emergencial ou ampliar os recursos para a assistência social dos mais necessitados.

“Só sobrevivo porque amigos ajudam com comida”, conta com dificuldade Robson Cambraia, que já não se lembra mais da idade. “Pode colocar que eu sou bem idoso.” Ele chegou a receber cesta básica da prefeitura, mas “depois do tempo de política, de eleição, os políticos somem tudo”.

Hoje, com um quadro de hanseníase, não consegue executar nenhum serviço, pescar ou plantar para comer. “Não sei o que vai ser de mim.”

Em entrevista à BBC News Brasil em dezembro de 2020, o presidente da Central Única das Favelas (Cufa), Preto Zezé, disse que um dos principais problemas era a falta de perspectiva.

"Até aqui, você não teve saque, quebra-quebra, nem nada, mas a situação se agravando, meu Deus do céu, não gosto nem de pensar nesse cenário. Aí tem uma questão séria. O mundo político, as elites econômicas do país, ou elas compartilham as riquezas nesse momento ou nós vamos todos compartilhar as tragédias que a concentração dessa riqueza gera."

 

Fonte: Matheus Magenta / Da BBC News Brasil em Londres

Não relaxe contra o vírus durante o fim de semana. Use sempre máscara e álcool em gel e mantenha o distanciamento social. Colabore e ajude a salvar vidas! Na sexta, 22 de janeiro, lamentamos mais um óbito e registramos 165 novos casos.

A taxa geral de ocupação dos leitos em Parauapebas está em 51%. Estamos com 100% dos leitos de UTI/SUS ocupados. As demais vagas estão distribuídas assim:

  • Taxa de leitos de enfermaria SUS: 64%
  • Taxa de leitos particulares: 34%
  • Taxa de leitos de UTI particular: 35%

Se você tiver sintomas, procure as Unidades de Saúde polo: VS-10, Minérios, Liberdade 1 e Cidade Nova.

DADOS DE SEGUNDA-FEIRA, 22

  • Registro de óbito: mulher de 58 anos, com hipotireoidismo, no dia 21/01

Histórico dos pacientes

1           .           Mulher           de       60        anos.  Internada.     TR

2          .           Homem          de       60        anos.  Internado.     TR

3          .           Homem          de       71         anos.  Internado.     TR

4          .           Homem          de       24        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

5          .           Homem          de       58       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

6          .           Mulher           de       28        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

7          .           Mulher           de       39        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

8          .           Homem          de       14        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

9          .           Mulher           de       6          anos.  Isolamento domiciliar.       TR

10        .           Mulher           de       41        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

11         .           Mulher           de       20        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

12         .           Homem          de       42        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

13        .           Homem          de       35       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

14        .           Homem          de       31        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

15        .           Homem          de       30       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

16         .           Homem          de       61         anos.  Isolamento domiciliar.       TR

17         .           Mulher           de       38       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

18        .           Mulher           de       27        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

19         .           Mulher           de       56        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

20        .           Homem          de       33       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

21         .           Mulher           de       43       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

22        .           Homem          de       57        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

23        .           Homem          de       37        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

24        .           Homem          de       51        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

25        .           Homem          de       28        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

26        .           Mulher           de       43       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

27        .           Mulher           de       49        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

28        .           Mulher           de       37        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

29        .           Homem          de       82        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

30       .           Homem          de       34       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

31        .           Mulher           de       28        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

32        .           Homem          de       49        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

33       .           Mulher           de       29        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

34       .           Mulher           de       44       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

35       .           Mulher           de       59        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

36        .           Homem          de       16         anos.  Isolamento domiciliar.       TR

37        .           Homem          de       21         anos.  Isolamento domiciliar.       TR

38       .           Homem          de       16         anos.  Isolamento domiciliar.       TR

39        .           Homem          de       34       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

40       .           Mulher           de       14        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

41        .           Homem          de       51        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

42        .           Mulher           de       20        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

43       .           Homem          de       37        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

44       .           Mulher           de       15        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

45       .           Mulher           de       46        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

46        .           Mulher           de       32        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

47        .           Mulher           de       15        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

48       .           Homem          de       39        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

49        .           Mulher           de       38       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

50       .           Mulher           de       59        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

51        .           Mulher           de       26        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

52        .           Mulher           de       30       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

53       .           Mulher           de       37        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

54       .           Mulher           de       45       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

55       .           Homem          de       22        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

56        .           Mulher           de       49        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

57        .           Mulher           de       50       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

58       .           Mulher           de       34       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

59        .           Homem          de       26        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

60        .           Homem          de       31        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

61         .           Mulher           de       25        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

62        .           Mulher           de       28        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

63        .           Mulher           de       36        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

64        .           Homem          de       22        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

65        .           Homem          de       39        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

66        .           Homem          de       13        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

67        .           Mulher           de       31        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

68        .           Mulher           de       36        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

69        .           Homem          de       38       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

70        .           Mulher           de       51        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

71         .           Homem          de       40       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

72        .           Homem          de       19         anos.  Isolamento domiciliar.       TR

73        .           Homem          de       15        anos.  Isolamento domiciliar.       TR

74        .           Homem          de       33       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

75        .           Homem          de       50       anos.  Isolamento domiciliar.       TR

76        .           Homem          de       61         anos.  Isolamento domiciliar.       TR

77        .           Mulher           de       39        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

78        .           Mulher           de       39        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

79        .           Homem          de       21         anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

80       .           Mulher           de       57        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

81        .           Mulher           de       24        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

82        .           Mulher           de       29        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

83       .           Homem          de       29        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

84       .           Homem          de       36        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

85       .           Homem          de       48       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

86        .           Mulher           de       39        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

87        .           Mulher           de       50       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

88       .           Homem          de       19         anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

89        .           Mulher           de       36        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

90        .           Mulher           de       22        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

91         .           Homem          de       25        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

92        .           Mulher           de       21         anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

93        .           Mulher           de       25        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

94        .           Homem          de       54       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

95        .           Mulher           de       20        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

96        .           Homem          de       29        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

97        .           Mulher           de       44       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

98        .           Mulher           de       31        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

99        .           Homem          de       66        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

100      .           Homem          de       42        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

101       .           Mulher           de       22        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

102      .           Mulher           de       23        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

103      .           Homem          de       28        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

104      .           Mulher           de       21         anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

105      .           Mulher           de       41        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

106      .           Homem          de       38       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

107      .           Homem          de       17         anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

108      .           Mulher           de       15        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

109      .           Homem          de       38       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

110       .           Homem          de       35       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

111        .           Homem          de       27        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

112       .           Mulher           de       36        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

113       .           Homem          de       26        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

114       .           Mulher           de       39        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

115       .           Mulher           de       42        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

116       .           Homem          de       47        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

117       .           Homem          de       22        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

118       .           Homem          de       63        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

119       .           Mulher           de       17         anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

120      .           Homem          de       60        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

121       .           Homem          de       37        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

122       .           Mulher           de       30       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

123      .           Mulher           de       34       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

124      .           Homem          de       32        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

125      .           Homem          de       34       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

126       .           Homem          de       50       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

127       .           Homem          de       44       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

128      .           Homem          de       27        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

129       .           Mulher           de       29        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

130      .           Homem          de       35       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

131       .           Mulher           de       29        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

132      .           Mulher           de       50       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

133      .           Homem          de       27        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

134      .           Mulher           de       53       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

135      .           Homem          de       36        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

136      .           Homem          de       27        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

137      .           Homem          de       40       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

138      .           Mulher           de       25        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

139      .           Mulher           de       29        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

140      .           Homem          de       52        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

141       .           Mulher           de       17         anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

142      .           Homem          de       56        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

143      .           Mulher           de       54       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

144      .           Mulher           de       65        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

145      .           Homem          de       29        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

146      .           Homem          de       40       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

147      .           Mulher           de       40       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

148      .           Mulher           de       30       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

149      .           Mulher           de       31        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

150      .           Homem          de       20        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

151       .           Homem          de       24        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

152      .           Homem          de       22        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

153      .           Homem          de       35       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

154      .           Homem          de       43       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

155      .           Homem          de       64        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

156      .           Homem          de       30       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

157      .           Mulher           de       62        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

158      .           Mulher           de       56        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

159      .           Mulher           de       21         anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

160      .           Mulher           de       33       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

161       .           Homem          de       60        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

162       .           Mulher           de       32        anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

163      .           Homem          de       38       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

164      .           Homem          de       40       anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

165      .           Mulher           de       9          anos.  Isolamento domiciliar.       PCR

 

Fonte: https://www.parauapebas.pa.gov.br

 

 

Segundo levantamento feito por um grupo de pesquisadores das áreas de endocrinologia, psicologia e patologia, quatro em cada dez brasileiros ganharam peso durante o a pandemia de Covid-19, em função das restrições impostas pelo isolamento social. Duas boas opções de treinos para quem precisa correr atrás do prejuízo são o HIIT e o SIT, ou treinamento intervalado de alta intensidade e treinamento intervalado de sprint. Mas o que são esses treinos? E eles podem ajudar a emagrecer e queimar gorduras e calorias? Segundo um estudo com 49 mulheres, sim. Nelas, houve uma perda de cerca de 20% de gordura corporal após oito semanas de acompanhamento.

  • HIIT - A sigla HIIT se refere ao termo em inglês para High Intensity Interval Training, ou seja, treino intervalado de alta intensidade. Este treino intercala picos de alta intensidade cardiorrespiratória e descanso ativo.
  • SIT - Já o SIT, sigla para Sprint Interval Training , é um treino composto por séries de grandes esforços com duração de 30 segundos intercalando com períodos de recuperação entre 2 e 4 minutos.

A personal trainer Raquel Basílio esclarece a diferença dos treinamentos.

- O HIIT é um treino de alta intensidade, muito eficiente e que contribui diretamente para melhora da performance em outras atividades físicas. É um estilo de treino rápido, que não atrapalha em nada na rotina, o que faz com que as pessoas se tornem adeptas com mais facilidade. Já o SIT, o Sprint Interval Training, é um protocolo de HIIT. A diferença é que no SIT o tempo de descanso é um pouco maior, de 2 a 4 minutos. Mas não pensem que o SIT é mais fácil devido ao tempo de descanso. Se você der um tiro de 30 segundos dando seu máximo, vai sentir que os 4 minutos de descanso podem parecer pouco - explica Raquel.

O treino de alta intensidade se popularizou nos últimos anos e começou a ser amplamente utilizado para aprimorar os sistemas aeróbio anaeróbio de atletas. Este treinamento também começou a ser reconhecido como um aliado para o emagrecimento devido ao esforço exigido durante a atividade.

O estudo

O educador físico e doutor em Ciências da Saúde Paulo Gentil realizou o estudo com 49 mulheres que foram divididas em dois grupos que praticaram treinos de alta intensidade para promover a queima de gordura, com duração de oito semanas. Um grupo realizou o SIT, executando quatro séries de 30 segundos de esforço máximo na bicicleta intercalado com quatro minutos de recuperação pedalando com carga leve. Já o segundo grupo realizou o HIIT, em que praticou quatro séries pedalando a 90–95% da frequência cardíaca máxima intercalada com três minutos de recuperação ativa a 50–60%.

No início do estudo e após oito semanas de intervenção, foram medidas a circunferência da cintura, as dobras cutâneas (tríceps, subescapular, supra ilíaca, abdominal e coxa), a massa corporal e o IMC por procedimentos padrão e a aptidão cardiorrespiratória foi avaliada por teste de esforço cardiorrespiratório progressivo com análise de gases. Após as oito semanas de estudo, foi possível notar que houve uma perda significativa da porcentagem de gordura, em torno de 20%, entre as participantes e o treinamento de SIT se mostrou levemente superior em relação aos resultados de queima calórica.

- O que foi interessante nesse estudo é que apesar de não haver nenhum controle de dieta, as participantes foram orientadas a não mudar alimentação e perderam cerca de 20% da gordura que elas tinham no corpo. Em alguns resultados houve uma vantagem para o sprint, já que teve um resultado melhor para os tiros de 30 segundos máximos, em relação aos de 4 minutos, controlados pela frequência cardíaca. A gente percebe que a intensidade desse treinamento promove elevação de metabolismo, e que ele continuou acelerado por várias horas ou até dias depois daquele treino. É o tipo de treinamento que você não emagrece só pelas calorias que você gasta na hora, mas pelo que acontece depois, quando o treino termina. - explica Paulo Gentil.

Quem pode praticar?

Como o próprio nome já diz, estes tipos de treino são realizados de maneira intensa. Logo, se você não está praticando nenhuma atividade física de forma regular, é necessário uma adaptação antes de iniciá-los.

- O HIIT é uma atividade intensa, então obviamente pessoas que não são treinadas, vão ter dificuldades para fazer. O ideal é começar com pequenos tiros, descansar o tempo que for necessário para que aos poucos possam melhorar o tempo de descanso, a velocidade e a intensidade dos tiros. Mas, assim como a musculação, esse aumento da intensidade precisa ser moderado e gradual, porque se a pessoa corre o risco de ocasionar uma lesão. Esses protocolos foram adaptados justamente por serem muito intensos e para serem praticados por pessoas de “qualquer nível” (de aptidão física) - recomenda a personal trainer.

Raquel também comenta que, para os sedentários, o ideal é iniciar com uma atividade moderada, de forma intervalada e ir aumentando aos poucos a intensidade dos treinos. A personal adverte que cardiopatas e pessoas com lesões graves devem passar por uma avaliação médica antes de iniciar os treinos.

Já para quem tem uma rotina ativa e quer experimentar os treinos de alta intensidade, a atividade pode ser realizada de uma a duas vezes por semana com protocolos que podem durar de 8 a 12 minutos.

Antídoto contra o sedentarismo

A diminuição ou até mesmo a interrupção dos treinos na pandemia afetou a vida dos praticantes de diversas formas, ocasionando distúrbios de sono, mudança na rotina de alimentação, aumento do nível de ansiedade e estresse e, consequentemente, ganho de peso. O aumento do sedentarismo afeta diretamente nosso metabolismo, como explica o doutor em Ciências da Saúde Paulo Gentil.

- Nós realizamos uma avaliação com mais de 1000 pessoas e ela nos mostrou que 50% dos praticantes de atividade física interromperam suas atividades durante a pandemia. E este sedentarismo afeta diretamente a questão do metabolismo. Existem estudos interessantes mostrando, por exemplo, que se a pessoa se movimentar menos, restringir a quantidade de passos diários, a sensibilidade à insulina chega diminuir quase 20%, ou seja, a pessoa corre o risco de desenvolver diabetes, porque os mecanismos intracelulares de captação de glicose vão deixando de funcionar - alerta Gentil.

O especialista também esclarece como a alteração nos hábitos de sono afeta outros fatores em nossa rotina.

- Existem estudos que mostram que quando você dorme mal, tende a selecionar os piores alimentos: você come menos fibra, menos frutas, come mais fast foods, ingere mais álcool etc. Quando a pessoa não tem uma boa noite de sono ou está mais estressada, normalmente, a alimentação dela vai ser prejudicada. Geralmente haverá um ganho de gordura devido à desregulação dos hormônios, e preferencialmente um ganho de gordura na região da cintura, que é a gordura mais perigosa que existe - explica Gentil.

Com a flexibilização das atividades e o verão se aproximando, é comum a preocupação em perder esses quilinhos a mais. As alternativas mais procuradas em academias e centros de treinamento são as atividades de alta queima calórica, como HIIT e SIT.

Atenção com o volume de treinos

É normal que com a retomada das atividades físicas muitas pessoas estejam ansiosas para voltar a treinar como antes e também perder o peso que possa ter ganhado durante o isolamento social. Entretanto é importante lembrar que o resultado dos treinamentos não depende necessariamente de sua duração e sim, da qualidade da execução. Passar horas a fio na academia ou praticando uma grande quantidade de atividades não é tão efetivo para o nosso corpo.

Muita gente está retomando as rotinas de exercício e a orientação para recuperar o tempo perdido é: tenha paciência. Se você ficou vários meses parado, mas tem um histórico de treinamento, existe um fenômeno que a gente chama popularmente de “memória muscular”, ou seja, você vai ter mais facilidade de retornar ao desempenho que tinha antes do que quando você teve pra ganhar a primeira vez. Se você demorou anos para ganhar uma determinada quantidade de massa muscular, e interrompeu os treinos, quando você voltar a treinar, não vai demorar anos para recuperar, é mais rápido. Caso ocorra uma lesão, os resultados demoram ainda mais para aparecer - orienta Paulo Gentil.

 

Fonte: Por Juliana Baptista, para o Eu Atleta — São Paulo

Neste fim de semana, entra em vigor a nova Lei de Falências (nº 14.112, de 2020) e, com isso, o Fisco ganha um superpoder: poderá pedir a falência da empresa em recuperação judicial caso haja descumprimento de parcelamento fiscal ou acordo.

O poder do Fisco também se estende a casos de esvaziamento patrimonial, que é uma estratégia adotada para evitar ou postergar o pagamento de dívidas tributárias.

Os contribuintes ficaram ainda mais apreensivos com as providências que poderão ser tomadas pelo Fisco em esferas federal, estadual e municipal, quando o presidente Jair Bolsonaro vetou as contrapartidas negociadas para as companhias em recuperação. Essas condições que estavam previstas eram benefícios fiscais aceitos pelo Ministério da Economia.

De acordo com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), atualmente, o volume de dívidas das empresas em recuperação judicial é de R$ 109,6 bilhões. Do montante, R$ 96,2 bilhões estão em situação irregular, devido ao contribuinte não ter oferecido qualquer solução de pagamento ou garantia à dívida.

Pedidos de recuperação judicial

Foram registrados 1.179 pedidos de recuperação judicial no país todo em 2020. No ano anterior, haviam sido 1.387. O Serasa Experian diz que um dos motivos da redução nos pedidos foi a opção de muitos empresários por esperar a nova lei.

As novas regras entram em vigor amanhã. A possibilidade de a Fazenda Nacional poder pedir a falência se constatar esvaziamento patrimonial é um dos pontos que mais preocupa os especialistas.

“Esse trecho da lei é muito subjetivo. Não existe um critério balizador. Preocupa e muito a forma como o Fisco vai se utilizar disso”, diz Ana Carolina Monteiro, do escritório Kincaid Mendes Vianna.

Advogados destacam ainda outro ponto que envolve o patrimônio das empresas. O juiz perdeu poder. Atualmente, a jurisprudência permite a ele impedir a constrição de bens essenciais para o funcionamento de uma companhia. A nova lei, porém, diz que o magistrado tem competência para apenas determinar a substituição do bem que foi bloqueado para pagamento de dívida tributária.

Essas questões fiscais ficaram mais pesadas para as empresas depois da sanção da lei, no dia 24 de dezembro. O projeto de lei que foi aprovado pelo Congresso previa, por exemplo, a inclusão do artigo 50-A na Lei de Recuperação Judicial e Falências (nº 11.101, de 2005). Esse dispositivo aliviaria a tributação sobre o perdão da dívida de credores particulares.

As empresas em recuperação, nas negociações com os seus credores, geralmente obtém descontos generosos. Nesses casos, se a dívida original era de R$ 1 milhão e, com o desconto, ficou em R$ 600 mil, por exemplo, a companhia é obrigada a tributar a diferença, de R$ 400 mil. Isso ocorre porque o valor referente ao perdão da dívida tem de ser contabilizado como receita.

O texto aprovado, nessas situações, liberava as empresas do pagamento de PIS e Cofins e permitia o uso de prejuízo fiscal para pagar o Imposto de Renda (IR) e a CSLL. Hoje, as empresas até podem utilizar o prejuízo fiscal, mas só até 30% do valor do débito.

Um outro artigo, o 6-B, também permitia o uso de prejuízo fiscal - sem qualquer limitação de valores - para pagar a tributação que incide sobre os ganhos que as empresas em recuperação têm com a venda de bens e direitos. Com o veto do presidente, as companhias, pela regra atual, continuarão tendo que respeitar o limite de 30% ao usar o prejuízo fiscal.

“Essas medidas aliviariam muito. As empresas nessa situação, que são deficitárias, acabam acumulando um caminhão de prejuízo fiscal. O saldo é muito relevante. Por isso, os vetos a esses dispositivos acabaram provocando uma frustração geral”, diz Luis Henrique Costa, sócio da área tributária do BMA Advogados.

A Presidência da República, ao justificar os vetos, afirmou que as medidas acarretariam renúncia de receita, sem o cancelamento equivalente de outra despesa obrigatória e sem que estivesse acompanhada de estimativa de impacto orçamentário e financeiro. Essa situação, informou em nota direcionada ao Congresso, violaria a Lei de Responsabilidade Fiscal.

 

Fonte: https://www.contabeis.com.br

Andressa Suita publicou fotos de seu aniversário de 33 anos de idade, comemorado ao lado dos filhos com Gusttavo Lima, Gabriel Samuel. A modelo e o sertanejo, que se separaram em outubro de 2020, ainda não se pronunciaram sobre o rumor de que estão se reconciliando após posarem juntos com uma fã em Angra dos Reis, no Rio.

"Amores da minha vida", legendou Andressa. Nas imagens, ela aparece brincando com os filhos durante sua festa. Em uma das fotos, a modelo come um brigadeiro oferecido pelo filho mais velho. Gusttavo aumentou os boatos de reconciliação ao comentar as fotos usando um emoji apaixonado e um coração. Andressa o respondeu também usando um coração.

Na sexta-feira (22), Gusttavo ainda lançou um novo single chamado Super Ex. "E agora, quem poderá te defender? O seu Super Ex, Super Ex, Super Ex. Chega voando e resolve todos os seus problemas de vez", diz um trecho da canção.

 

Fonte: https://revistaquem.globo.com

 

Com a permanência assegurada na Série B, o Cruzeiro cumprirá tabela nos jogos contra Náutico, às 16h deste domingo, no Independência, e Paraná, às 21h30 de sexta-feira, no estádio Durival Britto, em Curitiba. Ao mesmo tempo em que prepara o planejamento de 2021, ainda sem ter certeza quanto à permanência do técnico Luiz Felipe Scolari, a diretoria tenta encontrar soluções em curto prazo para colocar em dia os salários do departamento de futebol e dos colaboradores do setor administrativo.

Uma das principais fontes de receitas do clube em 2020 foi a negociação de direitos econômicos de atletas. O balancete de janeiro a setembro contabilizou R$18 milhões em vendas, 22% da arrecadação total de R$82 milhões. Isso mostra que os jovens formados na Raposa continuam visados no mercado da bola, apesar da má campanha do time na Série B - 13º, com 47 pontos em 36 rodadas.
Mas o que poderia ser enxergado como respiro financeiro virou problema em cenários específicos. O volante Jadsom Silva e o 
atacante Zé Eduardo não se conformaram com os salários atrasados e acionaram a Justiça. Eles não conseguiram a liminar de rescisão indireta do contrato de trabalho, porém estão sem clima para retornar à Toca.
 
A situação de Zé Eduardo é curiosa. No primeiro semestre, o jogador disputou o Campeonato Mineiro pelo Villa Nova. Depois, seguiu para o América-RN, também por empréstimo. Com nove gols em 11 jogos por esses clubes, foi requisitado pela diretoria celeste, que repassou 10% dos direitos econômicos ao clube potiguar como compensação pela liberação antecipada.
 
Zé Eduardo, contudo, não conquistou espaço nos treinamentos. Embora tenha sido relacionado para alguns compromissos, só esteve em campo por 20 minutos, no empate por 0 a 0 com o Oeste, pela 15ª rodada, na Arena Barueri, na Grande São Paulo. O técnico Ney Franco acabou demitido, e o substituto, Luiz Felipe Scolari, não deu oportunidade ao jovem de 21 anos.
 
O América-RN, então, mostrou-se interessado em contar novamente com Zé Eduardo, mas o Cruzeiro só o cederia novamente mediante duas condições: livrar-se do pagamento da maior parte dos salários e ter de volta os 10% de taxa de vitrine. O Dragão não aceitou.
Sem perspectivas de ser utilizado na Toca, Zé Eduardo tentou forçar a saída para o América-RN e acabou colocado para treinar separado do grupo principal. Depois de quase três meses, decidiu recorrer à Justiça. Seu processo tem valor superior a R$2 milhões.
 
No caso de Jadsom Silva, a ação corre em sigilo. Contudo, antes de tomar a medida drástica, o volante foi sondado pelo Ludogorets, maior clube da Bulgária na atualidade, que se dispôs a pagar 700 mil dólares - R$3,8 milhões - por 50% dos direitos. O Cruzeiro, segundo apurou a reportagem, pediu cerca de R$13 milhões. Os europeus recuaram.

Em julho, o Athletico-PR já havia tentado, sem sucesso, contratar Jadsom com uma oferta de R$3 milhões por 30% do “passe”. Antes do litígio judicial, o meio-campista de 19 anos jogou 41 partidas pela Raposa na temporada 2020.
 
Em janeiro, quando era administrado pelo conselho gestor, o clube também lidou com debandada no elenco por causa de salários atrasados. Jogadores como o goleiro Rafael, o zagueiro Fabrício Bruno, o volante Éderson e os atacantes David e Fred buscaram os seus direitos na Justiça.
 

Felipão

 
Em meio aos desafios de gestão, cuja principal preocupação é a dívida superior a R$1 bilhão, o Cruzeiro pode ter que correr atrás de um novo treinador para 2021, pois Felipão voltou a colocar em xeque a continuidade em Belo Horizonte. Em entrevista ao canal de televisão WinSports, da Colômbia, ele se mostrou aberto a analisar convites de outras instituições.
 
“Vou pensar numa situação se saio ou se fico, dependendo de uma ou outra situação de convite, porque o primeiro trabalho, o trabalho que foi idealizado por mim e pelo Cruzeiro, foi que, nesses três meses, saíssemos da dificuldade maior, para uma dificuldade média e aí tanto o Cruzeiro como eu seguiríamos suas vidas”.
 
Scolari tem contrato com o Cruzeiro até dezembro de 2022. Se decidir sair, não terá de pagar indenização. Contudo, em uma eventual demissão sem justa causa, o clube precisará arcar com multa de R$10 milhões, de acordo com o portal UOL. Na Série B, o treinador dirigiu o time em 20 partidas: nove vitórias, sete empates e quatro derrotas (aproveitamento de 56,66%).
 
 
Fonte: Bruno Haddad/Cruzeiro)
 

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), por meio do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs), alerta a população paraense para que mantenha as medidas de prevenção ao contágio pelo novo coronavírus, apesar do início da vacinação contra a Covid-19. O alerta não é apenas porque muitas pessoas ainda não foram acometidas pela Covid-19, mas também pelo fato de a nova variante do novo coronavírus poder causar uma segunda infecção em quem já foi diagnosticado com a doença.

Com essa informação, o secretário de Estado de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho, enfatizou a necessidade de a população continuar usando máscara, higienizando as mãos e mantendo o distanciamento social. “É importante não relaxar com as medidas preventivas até que toda a população tenha sido vacinada. Ainda temos um longo caminho pela frente”, afirmou.

Segundo a Nota de Alerta emitida pelo Cievs, a nova cepa variante do vírus SARS-CoV-2 foi identificada no dia 06 de janeiro de 2021, pelo Instituto Nacional de Doenças Infecciosas (NIID), do Japão, em quatro viajantes que chegaram a Tóquio provenientes do Estado do Amazonas, e foram detectados no rastreio feito no aeroporto da capital japonesa. De acordo com o NIID, essa variante tem as mesmas mutações relatadas no Reino Unido e na África do Sul, o que implica em maior transmissibilidade do vírus.

Além disso, a Fiocruz Amazônia identificou uma nova cepa variante do SARS-CoV-2 em uma mulher de 29 anos, com sintomas leves, que foi diagnosticada primeiramente em 24 de março de 2020, e em 30 de dezembro de 2020 obteve o segundo resultado positivo para Covid-19 pelo teste RT-PCR.

De acordo com a análise inicial da amostra feita pela Fiocruz, a primeira infecção dessa paciente ocorreu pela cepa que estava circulando no Amazonas no primeiro semestre de 2020, e a reinfecção pela mutação do vírus que havia sido identificada no segundo semestre de 2020. A nova cepa continua circulando no Amazonas.

Uma segunda análise feita pela Fiocruz, com outro método, o resultado mostrou o vírus com mutações compatíveis com a linhagem descrita recentemente pelos pesquisadores do Japão.

Providências - A coordenadora do Cievs, Daniele Nunes, informou que ainda não há nenhum caso confirmado de reinfecção no Pará, porém o Laboratório Central do Estado (Lacen) está encaminhando cepas para o Laboratório de Referência Nacional, que faz a genotipagem do vírus, para identificar os tipos de cepas do novo coronavírus que estão circulando em território paraense.

Além disso, o Cievs está fazendo o monitoramento diário dos pacientes do Amazonas internados no Hospital de Campanha, no Hangar. “Também estamos fazendo pesquisas entres os pacientes internados em outros hospitais por meio dos Núcleos de Vigilância Epidemiológica Hospitalar”, acrescentou. 

Dados e orientações – conforme o último boletim divulgado na quinta-feira (21), o Pará tem 316.176 casos de Covid-19 confirmados, 7.470 óbitos e 295.421 recuperados. Para que esses números parem de crescer é fundamental que todos façam sua parte, adotando as normas preventivas.

Considerando, ainda, o contexto epidemiológico no Amazonas, com intenso fluxo de pessoas para o Estado do Pará, o Cievs orienta as autoridades sanitárias estaduais e municipais a fortalecerem a Vigilância Epidemiológica com as seguintes ações:

• Notificação imediata de casos suspeitos de reinfecção, com relatórios de investigação;

• Preenchimento adequado da ficha de notificação com informações detalhadas dos sinais e sintomas, e identificação da origem do paciente, com o objetivo de detectar mudanças no padrão da doença;

• Rastreamento de contatos de casos suspeitos de reinfecção;

• Atenção dos laboratórios de referências preparados para sequenciamento dos possíveis casos de reinfecção e nova cepa variante da SARS-CoV-2.

Em relação à população, o Cievs reforça as seguintes normas preventivas:

• Manter o distanciamento social;

• Lavar as mãos com água e sabão ou higienizar com álcool em gel 70%;

• Usar máscaras;

• Não usar adornos (brincos, relógio, pulseiras e colares) para
facilitar a higienização;

• Ficar em casa, só sair se for realmente necessário.

 

Fonte: Por Governo do Pará (SECOM)

O governo do Estado e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) devem estabelecer uma relação ainda mais colaborativa nos próximos dois anos, visando ampliar a transparência do processo eleitoral de 2022 e desenvolver estratégias de combate à pandemia de Covid-19. A medida foi anunciada pela nova presidente do colegiado, desembargadora Luzia Nadja Guimarães Nascimento, empossada no cargo na noite de sexta-feira (22), no plenário do TRE, para o biênio 2021/2022. O governador Helder Barbalho participou da cerimônia, junto com outras autoridades.

"Desejamos participar de forma integrada. Todos os governos, todas as instituições, devem trabalhar de maneira sinérgica com o intuito de cumprir nossas missões. O TRE tem sob sua égide a missão da democracia, do fortalecimento plural das escolhas populares, portanto um Poder decisivo e determinante para que a sociedade paraense possa, cada vez mais, ter as suas vontades claramente atendidas", afirmou Helder Barbalho.

"O fortalecimento desta instituição é algo que o governo do Estado deseja, e vamos trabalhar conjuntamente para consolidar, cada vez mais, a nossa democracia, e para que o processo eleitoral vindouro possa ser planejado e executado da melhor maneira, com segurança, transparência", complementou o governador.

Segurança do eleitor - A presidente do Tribunal anunciou que pretende criar um comitê para, em parceria com a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), obter informações, semanalmente, da situação dos municípios em relação às infecções pelo novo coronavírus. "Dessa forma poderemos adotar as medidas administrativas para garantir saúde e segurança ao eleitor e aos servidores", explicou a desembargadora.

A nova presidente antecipou que o Executivo e a Justiça Eleitoral devem implementar ações conjuntas. "A gestão pública hoje se dá por meio de um novo paradigma, que é colaborativo", frisou Luzia Nadja Guimarães Nascimento.

 

Fonte: Por Carol Menezes (SECOM)

O Governo do Estado já firmou convênio com a Prefeitura de Santarém, na região oeste, visando à implantação de mais uma unidade da saúde para tratamento de pacientes com Covid-19 no município. O local escolhido para o funcionamento da unidade é o Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei) Paulo Freire, localizado na Avenida Barão do Rio Branco, bairro Jardim Santarém, na sede municipal.

Na tarde de sexta-feira (22), uma comitiva formada pelo secretário Regional de Governo do Oeste do Pará, Henderson Pinto; o secretário adjunto de Saúde Pública, Sipriano Ferraz; o prefeito de Santarém, Nélio Aguiar, e a secretária Municipal de Saúde, Marcela Tolentino, esteve no local, conhecendo as instalações. 

Sobre a nova unidade de saúde, o secretário Henderson Pinto informou que “hoje nos reunimos com o prefeito Nélio para fazer um convênio com o município, uma parceria do Estado com a Prefeitura, para instalarmos um hospital para atender Clínica Médica, com 60 leitos. E o prefeito sinalizou o espaço da Cemei Paulo Freire, que fica próximo às demais unidades de saúde. A partir de segunda-feira (25) inicia a tramitação, para que se possa viabilizar essa unidade de saúde, e colocá-la em funcionamento o mais breve possível”.

Leitos - Henderson Pinto destacou, ainda, que o governo do Estado está ampliando o número de leitos de UTI na região Oeste. “Em Santarém, nós saímos de 10 e vamos, a partir de segunda-feira, para 40 leitos de UTI, montados no município de Santarém para atender a região. No Hospital Regional do Tapajós (em Itaituba) vamos chegar a 60 leitos, e em Juruti instalamos 10 leitos de UTI”, informou o secretário regional.

O prefeito Nélio Aguiar destacou que a situação está ficando crítica em toda a região do Baixo Amazonas, principalmente em Santarém, onde o aumento dos números de casos de Covid-19. Nesse cenário, reiterou o gestor, a nova unidade de saúde será de “grande ajuda, para não sobrecarregar ainda mais a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) e o Hospital Regional do Baixo Amazonas”.

 

Fonte: Por Ronilma Santos (SRGBA)

O Hospital Público Geral de Castelo dos Sonhos “José Trevian Sobrinho” (HGCS) será reaberto na próxima segunda-feira (25), no regime de porta aberta (sem necessidade de encaminhamento) para atendimento de Urgência e Emergência em Clínica Médica e Pediatria, retornando ao seu perfil original. Desde sua entrega pelo governo do Estado, em 17 de julho de 2020, a unidade funcionou para atendimento exclusivo de pacientes de Covid-19 durante alguns meses, atendendo os moradores de Castelo dos Sonhos, distrito de Altamira, e de outras localidades da região.

Contando com 20 leitos, o HGCS tem capacidade para atender 20 mil pessoas, incluindo moradores do distrito de Cachoeira da Serra e das aldeias indígenas do entorno, nas áreas de Clínica Médica, Pediatria, Ortopedia, Ginecologia e Obstetrícia e Clínica Cirúrgica.

O Hospital tem perfil de baixa complexidade, restrito a internações de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) referenciados pela Atenção Básica dos municípios. Seu objetivo é facilitar o acesso à saúde para a população de localidades às margens das rodovias BR-230 (Transamazônica) e BR-163 (Santarém-Cuiabá).

Segundo o secretário adjunto de Estado de Saúde Pública, Sipriano Ferraz, a reabertura do Hospital de Castelo dos Sonhos corresponde à primeira etapa de funcionamento da unidade. “Esperamos que em até 45 dias já possam ser realizadas cirurgias”, informou.

Retaguarda para Covid-19 – Sipriano Ferraz também ressaltou o trabalho que vem sendo desenvolvido na região da Calha Norte, no Oeste do Pará, com ampliação do transporte aeromédico e retaguarda de leitos.

O secretário adjunto acompanhou o governador Helder Barbalho, que cumpriu agenda de trabalho na região, na divisa com o Estado do Amazonas. Sipriano Ferraz destacou que muitos municípios compram insumos no Amazonas, incluindo oxigênio, e devido à proximidade há um contato direto entre as populações de municípios dos dois estados. “Estamos notando um aumento no número de pacientes precisando de internação aqui nesses municípios. Por isso, estamos reforçando a nossa retaguarda de leitos e também o transporte aeromédico”, informou.

Antes desse reforço, havia um avião e um helicóptero, e hoje já são quatro helicópteros disponíveis, e já foi solicitado mais um avião. “Vamos trabalhar com dois aviões asa fixa e quatro helicópteros transferindo pacientes dos municípios da Calha Norte, que não têm condições básicas para manter um paciente com desconforto respiratório”, disse o secretário adjunto.

Sobre a retaguarda de leitos, Sipriano Ferraz informou que em Juruti há 10 leitos de UTI e15 leitos clínicos, o que pode ser ampliado para até 30 leitos clínicos. Itaituba conta com 60 leitos de UTI e 54 leitos clínicos, e Santarém passa de 20 para 40 leitos de UTI, e de oito para 20 leitos clínicos. “Estamos reforçando a nossa rede, mas sem deixar de reforçar à população a necessidade de manter as medidas preventivas, como uso de máscara, distanciamento social e higienização das mãos com álcool em gel. A situação é séria. Não é brincadeira, e a gente não pode se descuidar”, reiterou. (Texto: Roberta Vilanova).

 

Fonte: Por Governo do Pará (SECOM)

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