O lateral-direito Guga foi nome importante na vitória do Atlético-MG diante do Vasco, por 4 a 1, nesse domingo. Após Nathan sofrer pênalti, foi ele quem fez a cobrança que rendeu ao Galo o terceiro gol na partida – o primeiro dele com a camisa alvinegra. Brigando por posição com Mariano jogo a jogo, Guga foi elogiado pelo técnico Jorge Sampaoli, que destacou as qualidades e evolução do camisa 2.

- É um grande jogador. Está assimilando e compreendendo cada vez mais o jogo e é muito competitivo. Um jogador importante. Encontrar a compreensão de jogo não é tão fácil. Com ele saem as jogadas de linha de fundo e isso nos ajuda a ter superioridade.

Contratado junto ao Avaí no ano passado, Guga possui 56 jogos com a camisa do Atlético. Em 2020, o jovem, que é regularmente convocado pela seleção Olímpica, recebeu sondagens do Flamengo e uma proposta do Spartak Moscou, da Rússia, mas permaneceu no Atlético.

 

Fonte: Por Redação do ge — de Belo Horizonte

vitória do Atlético-MG por 3 a 0 sobre o São Paulo, nessa quinta (veja os lances acima), foi a mais elástica do time de Jorge Sampaoli no Brasileirão, até agora. Curiosamente, foi nesse triunfo com placar folgado que o Galo fez os piores 30 minutos sob comando do argentino. Os outros 60, porém, compensaram.

A meia hora inicial do Atlético no Mineirão foi muito ruim. O time foi extremamente vulnerável na defesa e nulo no ataque. Sofreu pressão, viu o Tricolor finalizar duas bolas na trave e até sofreu um gol, anulado pelo VAR por um impedimento milimétrico. Na sequência, o Galo se encontrou. A partir do primeiro gol de Alan Franco, a equipe se soltou em campo e venceu com autoridade.

Com exceção do péssimo início, o Galo fez partida convincente. O maior destaque positivo foi a correção de um problema que vinha aparecendo no Brasileirão: muito volume, pouca eficiência nas conclusões. Vamos aos números: contra o Botafogo, no Rio, o Atlético finalizou incríveis 31 vezes para marcar um gol. Contra o Inter, em Porto Alegre, foram 11 arremates, e nenhum deles balançou a rede adversária. Contra o São Paulo, em 14 finalizações, oito foram na direção do gol, e três entraram.

É legal observar também como os gols saíram. O Atlético vinha sentindo - e continua sentindo - a falta de Nathan. Era o jogador mais criativo do meio-campo atleticano e, sem ele, o setor perdeu muita qualidade. Nos últimos dois jogos, porém, uma peça apareceu bem para ocupar parte dessa lacuna: Alan Franco.

O equatoriano já havia feito ótimo jogo contra o Tombense, na finalíssima do Mineiro, mostrando dinâmica e inteligência para atacar espaços na zaga adversária. Fez isso mais uma vez contra o São Paulo, mostrando também poder de finalização - teve duas chances claras, marcou dois bonitos gols.

Roteiro dos gols

Os assistentes também precisam ser mencionados. Jair, o autor do passe para o primeiro gol, tem sido muito mais que apenas um ótimo marcador. A assistência para Alan Franco foi precisa, daquelas que geralmente saem dos pés de camisas 10. No segundo gol, Hyoran foi quem deu o passe (já havia sido importante roubando a bola na jogada que gerou o primeiro gol), o que aliviou um pouco a pressão sobre ele, que vinha sendo, com razão, muito cobrado por torcida e imprensa.

O terceiro gol saiu em mais uma jogada de escanteio. Pelo segundo jogo seguido, um tiro de canto reflete em gol de Jair. Dessa vez, o lance teve cobrança na segunda trave, escorada de Junior Alonso e conclusão do camisa 8. Criar alternativas e jogadas ensaiadas em tiros de canto é algo essencial para o time do Atlético, já que, até pelas características, a equipe tem uma média alta de escanteios a favor por jogo. Eles podem e devem ser bem aproveitados, como vem acontecendo.

Há espaço para melhoras significativas. Sempre há. O apagão inicial não pode se repetir, já que, se o oponente tivesse um pouco mais de sorte, poderia ter matado o jogo ainda no primeiro tempo. Na frente, os pontas podem e precisam render mais. Keno é um exemplo interessante: tem muita facilidade no "um contra um" e passa com facilidade pelos adversários, mas vem muito mal nos arremates (chegou a carimbar a trave no segundo tempo). Acertando a pontaria, tem tudo para ser um jogador decisivo.

De toda forma, o saldo foi muito positivo. Se um terço do jogo foi muito ruim, dois terços foram ótimos. A vitória é ainda melhor: recolocou o Galo no G-4, a quatro pontos do líder Inter e com um jogo a menos. O próximo duelo é no domingo, às 20h30 (de Brasília), com o Coritiba, no Couto Pereira. Se o Atlético reencontrou o caminho das vitórias, o desafio agora é retomar os triunfos fora de casa. O único no Brasileiro, até aqui, foi contra o Flamengo, na primeira rodada.

 

Fonte: Por Guilherme Frossard — Belo Horizonte

A partida entre Atlético-MG e Corinthians, às 19h15 (de Brasília) desta quarta-feira, no Mineirão, marcará o reencontro dos técnicos Jorge Sampaoli e Tiago Nunes pela primeira vez desde que eles travaram um acalorado bate-boca no ano passado, quando defendiam outros clubes.

Em 8 de setembro de 2019, quando Sampaoli comandava o Santos e Tiago Nunes dirigia o Athletico-PR, eles se desentenderam após o empate em 1 a 1 entre os clubes na Vila Belmiro.

O clima que já era quente nos minutos finais do jogo ficou ainda mais tenso depois do apito final. No caminho para o vestiário, Sampaoli passou em frente ao banco do Furacão e se queixou de simulações de faltas dos jogadores adversários. Tiago Nunes reagiu e eles começaram a discutir.

Irritado, Sampaoli chegou a ir em direção ao treinador rival, e ambos foram contidos pelo trio de arbitragem e por jogadores que estavam próximos.

Na sequência, Tiago Nunes deixou o campo bradando:

– No grito, não. Aqui não! – exclamou, batendo com a mão no pescoço e no braço.

Minutos depois, porém, a dupla tratou de colocar panos quentes no episódio. Sampaoli tratou o bate-boca como uma situação normal:

– São coisas do jogo. Foi uma partida muito tensa. Respeito muito o trabalho do treinador nessa equipe (Tiago Nunes). A partida foi muito tensa, extremadamente paralisada. A responsabilidade também é dos que conduzem a partida. Dos nossos jogos foi a mais grosseira nesse aspecto. O time toda hora paralisava o jogo. Foi grosseiro e isso gerou tensão. Mas não há rancor por nada – disse, em entrevista coletiva após a partida.

Tiago Nunes adotou postura semelhante:

– É coisa do jogo, não aconteceu nada. É um teste mental entre as comissões para deixar o adversário fora de seu eixo. Acontece, faz parte e não teve nada de errado.

Sampaoli deixou o Santos ao final do Campeonato Brasileiro e fechou com o Galo em março deste ano. Já Tiago Nunes trocou o Athletico-PR pelo Timão em novembro do ano passado.

A partida entre Atlético-MG e Corinthians marca a estreia do Timão no Campeonato Brasileiro. Já os mineiros vêm embalados após vitória sobre o Flamengo, no Maracanã, por 1 a 0, no último domingo.

 

Fonte: Por Redação do ge — São Paulo

O equatoriano Cazares, meia de 28 anos, tem contrato com o Atlético-MG até o fim de 2020. O clube já manifestou interesse em uma renovação, mas o jogador tem feito jogo duro e se aproxima dos seis meses finais do vínculo, quando poderá assinar um pré-contrato com qualquer equipe e deixar o Galo no fim do ano sem que o clube mineiro seja ressarcido. Em entrevista ao Canal do Nicola, o presidente Sérgio Sette Câmara falou sobre a situação contratual do equatoriano.

 -Tem que ver inclusive se o Sampaoli quer o Cazares. Isso vai ser conversado. Por enquanto, estamos com ele no elenco. O Alexandre (Mattos) abriu conversa pra que a gente possa renovar por mais um ano, mas não significa dizer que ele vai ficar aqui ano que vem. Se a gente renovar, vamos esticar o contrato pra que a gente possa ou ficar com ele mais um ano ou negociá-lo. Se não chegarmos num entendimento, a tendência dele é de fato ter o contrato encerrado no fim do ano - disse.

O mandatário alvinegro aproveitou a ocasião para argumentar que, para Cazares, ficar no Atlético pode ser o melhor caminho. Ele citou as dificuldades atuais dos clubes no mercado de transferências e mencionou até Elias, volante que deixou o Galo no fim do ano passado e ainda não definiu onde vai seguir sua carreira.

 

- Acredito que hoje a situação ficou um pouco mais complicada. Hoje, poucos times estão pensando em contratação. Até o mercado pra ele, Cazares, acho que também não está muito legal. Pode ser que interesse pra ele sentar com o Alexandre (Mattos), com seu procurador e encontrar um meio termo pra dar continuidade (no Atlético) - disse.

Cazares já completou 200 jogos pelo Atlético — Foto: Reprodução/Atlético

Cazares já completou 200 jogos pelo Atlético

- Eu acho que ele tem que entender que está num time muito grande. O Atlético tem uma camisa muito forte e que dá a ele muita visibilidade. Vamos comparar com a situação do Elias, por exemplo. O Elias, no fim do ano passado, (...) havia até uma possibilidade de renovação. Chegamos a fazer uma proposta de renovar por um ano, depois aconteceu aquela questão da Sul-Americana (pênalti cometido por Elias eliminou o Galo do torneio), a torcida começou a ter certa aversão ao jogador, e houve um desinteresse de dar continuidade ao contrato dele. Muito bem. Cadê o Elias? Então... Ficam desdenhando... É o caso do Cazares - completou.

"O Cazares tem que olhar que está num grande clube. Com grande treinador, com grande torcida, com um grande diretor de futebol, com grandes outros jogadores, com alguns outros que virão pra agregar. (Um time) que vai brigar por coisa grande. Agora, se ele não tiver interesse..." - Sérgio Sette Câmara.

O dirigente argumentou que, no Atlético, ninguém é insubstituível.

- Amigo, a camisa do Atlético é centenária, são 112 anos. Não existe ninguém insubstituível, ninguém. Alguns jogadores já quiseram sair, bateram o pé. Meu amigo, então está certo. Vou fazer o quê? Não vou pagar o caminhão de dinheiro que você quer se a gente entende que não é o que você vale. Vou pagar aquilo que já é alto, a maioria dos salários, pagar aquilo que a gente considera como mais do que justo, e tudo bem, é o que a gente pode fazer. Temos que ter responsabilidade na condução do dia a dia, de acertos de salários, etc.

Sergio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG — Foto: Reprodução/Globo

Sergio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG

 

Recapitulando a proposta negada:

 

O Atlético teve, nesta temporada, a possibilidade de "fazer dinheiro" com Cazares. O clube teve em mãos uma proposta do Al Ain, dos Emirados Árabes, mas optou por recusar. Sette Câmara cita valores e justifica a decisão tomada naquele momento.

- Tivemos uma possibilidade de negociar o Cazares, mas a proposta era muito ruim pro Atlético. Entre (vender por) uma proposta ruim ou ele continuar aqui... Quando você vende um jogador, você tem que imaginar o seguinte: vou fazer uma reposição. O que vou faturar com a venda vai me ajudar na reposição? Não ia. A proposta que veio do mundo árabe pra ele foi uma proposta que envolvia o pagamento do salário dele, mais uma participação que não é do Atlético. O Atlético tem cerca de 70% do Cazares. Nós íamos ficar com 800 mil dólares. Pra ficar com 800 mil dólares (e perder) um jogador como o Cazares, ele fica aqui mais um ano, paciência. A gente vai tentar (renovar).

 

Elias: processo à vista:

 

Além de citar o volante Elias na comparação feita com a situação de Cazares, o presidente atleticano também falou sobre os valores em aberto que o Atlético tem com o volante. O clube tem débitos com o jogador e não chegou a um acordo para pagamento. Sette Câmara fez críticas ao comportamento de Eliseu Trindade, pai e representante do atleta, e disse que a tendência é que a situação seja resolvida na Justiça.

- Neste momento ele vai ter que ir para a Justiça, porque nós não vamos fazer um acordo com o jogador nos termos que ele gostaria. Temos nossos termos, colocamos pra eles como poderia ser, na época não aceitaram. É uma coisa natural. Pode sair um acordo, mas tem que ser dentro daquilo que é a capacidade de pagamento do clube. Não vou fazer um acordo que não posso honrar. A gente fez a proposta, na época ele (Eliseu) falou muita coisa, eu fiquei calado, não vou ficar retrucando ninguém por meio de rádio ou rede social. Se eu for ficar retrucando todo mundo que me critica, acabou. Vou ficar o dia inteiro. Fico calado - disse.

Elias durante treino do Atlético-MG — Foto: Bruno Cantini/ Atlético-MG

Elias durante treino do Atlético-MG 

- Os atos e o tempo vêm mostrando quem é que tinha razão. Se ele (Elias) tivesse ficado aqui, talvez tivesse feito um grande negócio. E mercado está se fechando, agora nem se fala. Tenho absoluta certeza que os valores de salários e contratações vão cair muito - completou.

Na mesma entrevista, Sérgio Sette Câmara, sem revelar valores, disse que Elias tinha o maior salário do Atlético. Segundo apurou o GloboEsporte.com, o volante recebia, na carteira de trabalho, R$ 300 mil mensais no Galo (sem contar direito de imagem).

 

Fonte:Por GloboEsporte.com — Belo Horizonte

Sul e Sudeste do Pará

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