O governador Helder Barbalho e o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, trataram na tarde desta quarta-feira (06) sobre o desbloqueio de recursos do Fundo de Desenvolvimento Regional com Recursos da Desestatização (FRD) para o investimento de R$ 40 milhões em 14 municípios, localizado na área de influência da ferrovia Carajás, no sudeste do Estado. A reunião ocorreu no escritório do BNDES, em Brasília (DF).

Atualmente, os valores bloqueados pelo Banco aguardam a resolução de pendências burocráticas, detectadas pela instituição em projetos. “Recebemos o governador após a visita presencial que fizemos em Belém e falamos de temas importantes. Discutimos recursos para segurança pública, liberação de recursos do FRD, que estão há décadas represados e falamos das oportunidades de saneamento básico no Estado do Pará”, informou Gustavo Montezano.

Helder Barbalho destacou que o encontro teve como objetivo destravar recursos historicamente bloqueados, por meio de ferramentas modernas de gestão e parceria entre a instituição financeira e o Executivo estadual.

Garantia de direitos - “Tratamentos de temas sensíveis para a população paraense, particularmente aos 14 municípios do Estado que têm a ferrovia Carajás em seus territórios e o direito em receber recursos do FRD. Estes recursos precisam ser destravados. A burocracia não pode cercear estes municípios de terem esta conquista, com cerca de R$ 40 milhões, em que Governo e BNDES construam soluções com obras e equipamentos”, detalhou o governador do Pará.

Já na área da segurança pública, o BNDES e o Governo do Estado sinalizaram parceria que pode render investimentos da ordem de R$ 40 milhões, para serem aplicados em tecnologia na área da segurança pública. “Recursos estratégicos para estruturar a Secretaria de Segurança, além das polícias Civil e Militar, para prosseguirmos na estratégia de redução da violência em território paraense”, destacou o chefe do Executivo.

Também foi alinhada a atuação estratégica entre BNDES e Companhia de Saneamento do Pará (Cosanpa), visando à modernização do sistema de saneamento básico. Além de Helder Barbalho e Gustavo Montezano, participaram da reunião o secretário de Estado de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, Ruy Cabral, e o presidente da Cosanpa, José Antonio De Angelis.

 

Fonte: Por Leonardo Nunes (SECOM)

Durante a pandemia do novo coronavírus, a oferta de crédito para quem é Microempreendedor Individual (MEI) teve um salto significativo. Sem capital de giro, donos de pequenos negócios foram duramente afetados pelas regras de isolamento social, que fechou lojas e comércios.

Neste cenário de incertezas, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem sido uma ótima opção para o MEI que busca pelos serviços de empréstimo e cartão de crédito. Com taxas de juros mais baixas, a instituição tem como objetivo ajudar no financiamento a médio e a longo prazo dos setores da economia.

Dentre os serviços oferecidos está o cartão de crédito para MEI. Uma das opções de crédito mais utilizadas por microempreendedores no país, a função oferece taxas de juros de até 1,17% ao mês, além de parcelamento da fatura em até 48 vezes.

Quem pode solicitar ?

A opção só é valida para MEI, ou seja, empresários que têm faturamento anual de até R$ 81 mil. Além disso, é necessário estar com a documentação em dia no momento da solicitação e ter residência fixa no Brasil. Vale lembrar que o cartão não pode ser utilizado para gastos pessoais, sendo de uso exclusivo para a empresa.

Vantagens do cartão e formas de utilização

Pensando em facilitar a vida do microempreendedor brasileiro, o cartão BNDES possui uma das menores taxas de juros do mercado,  apenas 1,17 % nos últimos dois meses. Assim, a modalidade é ideal para pequenos e médios empresários que buscam uma solução financeira barata e viável.

Seu uso é exclusivo para despesas da empresa, seja por compras diretas (por meio de uma conta online feita pelo titular do cartão no Portal do BNDES), ou por compras indiretas ( para as negociações, realizadas com fornecedores, que deve incluir a transação no portal o cartão do BNDES).

O vencimento do cartão ocorre a cada 15 dias. A forma de pagamento é débito automático na conta corrente do MEI, a mesma informada durante o processo de solicitação do cartão.

Passo a passo para solicitar o cartão BNDES para MEI

O primeiro passo para conseguir um cartão BNDES é ter conta corrente em algum dos seguintes bancos: Caixa Econômica Federal, Itaú, Santander, Banco do Brasil, Sicoob, Sicredi, Brasdesco, BRDE, Banrisul, Benestes e Banco do Nordeste. Caso já possua, vá para o segundo passo.

Aqui, o microempresário deve acessar o site do BNDES e clicar na opção “Solicite seu Cartão”. O preenchimento de um formulário com informações, como as do CNPJ e Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), é exigido. Em seguida, seleciona-se o banco no qual será vinculado o cartão e, por fim,  faz-se o envio da proposta.

Feito isso, o proprietário da microempresa deve ir até a agência do banco no qual possui conta-corrente e apresentar os seguintes documentos:

  • Atas de eleição dos administradores;
  • Balanço Patrimonial;
  • Certidão Negativa de Débito (CND);
  • Certidão de regularidade do FGTS (solicitada no site do FGTS);
  • Contrato Social da Empresa.

Nos casos em que a documentação citada não seja necessária, a financeira escolhida pelo MEI tem o prazo de até 30 dias para envio do cartão de crédito ao endereço que consta no formulário de preenchimento.

Se a solicitação para emissão do cartão não for aprovada, é possível realizar uma nova e para outra instituição, visto que as políticas de concessão de crédito variam de acordo com o banco.

 

Fonte: https://editalconcursosbrasil.com.br

O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) pré-selecionou 12 propostas para a oferta de crédito por fintechs, maquininhas de cartões ou sites de redes de varejo, em um programa para tentar ampliar as fontes de financiamento a pequenas e médias empresas no país.

O BNDES entrará com até R$ 4 bilhões e os fundos escolhidos têm potencial para emprestar até R$ 6,1 bilhões. Das 12 propostas iniciais, porém, apenas 10 serão selecionadas definitivamente. Não há ainda estimativa de qual o volume final de recursos nem prazo para que o dinheiro chegue ao mercado.

"O objetivo é ter esse dinheiro no mercado o mais rápido possível", disse o diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto do banco, Bruno Laskowsky, em evento nesta segunda (3) para anunciar o nome dos selecionados.

O banco calcula que já ter liberado mais de R$ 30 bilhões em créditos emergenciais após o início da pandemia, beneficiando 163 mil empresas, mas a dificuldade de acesso aos recursos é uma das principais críticas de empresários às políticas federais de socorro durante a pandemia.

O programa de oferta de crédito por meios alternativos foi anunciado em maio, como uma das medidas de socorro a empresas atingidas pela crise, mas a ideia é que seja mantido após a pandemia, como iniciativa para diversificar as fontes de crédito no país.

Propostas

O banco recebeu 73 propostas, em um sinal, segundo o chefe do departamento de Gestão de Investimentos em Fundos, Filipe Borsato, de que há grande interesse pelos produtos.

O objetivo é criar dois tipos diferentes de fundos. Um deles, chamado de MPE, será administrado por empresas de investimentos e oferecerá empréstimos por platafomas próprias ou em parceria com fintechs. O outro, chamado originador, será gerido por empresas que já tem contato diário com os cientes, por administrarem market places ou meios de pagamento, como as maquininhas de cartões.

Entre os projetos selecionados, estão propostas de fundos feitas por gestoras de investimentos, como a XP, empresas de varejo, como B2W e Magazine Luiza e as operadoras de maquininhas Cielo, PagSeguro, Stone e Sumup.

"As propostas recebidas pelo BNDES foram avaliadas conforme critérios como menores custos e maiores prazos para o tomador final, além da quantidade de clientes beneficiados", disse o banco, em nota. "Com isso, destacaram-se os fundos que apresentaram as melhores condições para o cliente final, maior solidez e melhor perspectiva de retorno para o BNDES."

O BNDES entrará com parte dos recursos e, segundo Laskowsky, os fundos podem se retroalimentar: à medida em que os primeiros beneficiados paguem suas dívidas, o dinheiro pode ser usado para conceder novos financiamentos. O banco ainda não informou, porém, quais serão as condições financeiras dos empréstimos.

Os editais estabeleciam limites para os juros (3,5% ao mês para plataformas de negociação e operadoras de cartões e 4% ao mês para fintechs), mas o BNDES esperava que a competição melhorasse as condições. No lançamento do programa, em maio, Laskowsky disse entender que as condições são competitivas, considerando que o público alvo usa crédito rotativo ou de cartão de crédito.

"A iniciativa tem um componente grande de emergência, mas é estruturante. Se a gente olha a pizza de crédito no país, ela é ainda muito concentrada no ambiente tradicional", disse ele nesta segunda. "Isso é bom, mas a gente tem que estruturar novas alternativas."

 

Fonte: Escrito por 

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) disponibilizará R$ 500 milhões e abrirá uma linha de crédito especial para caminhoneiros autônomos. Os recursos deverão ser usados para aquisição de pneus e manutenção dos veículos.

O crédito faz parte de um pacote de medidas anunciadas hoje (16) pelo governo federal para atender o setor de transporte de cargas do país. “Nós temos que lidar com uma realidade que é a escolha que o Brasil fez há cinco décadas, do modal rodoviário, e que precisa ser enfrentada para garantir respeito e valorização do trabalhador e o abastecimento da população brasileira”, disse o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

De acordo com ele, a falta de manutenção de veículos é um dos principais problemas, identificados em blitz da Polícia Rodoviária Federal, que impacta na segurança das rodovias brasileiras. Manter as condições dos caminhões em ordem também tem um custo alto para os profissionais autônomos, segundo o ministro.

Para atingir especificamente os caminhoneiros autônomos, o credito será limitado àqueles que possuem no máximo dois caminhões registrados em seu nome. A linha de crédito deverá ser ofertada, inicialmente pelo Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. Cada caminhoneiro terá direito a R$ 30 mil para comprar pneus e fazer a manutenção dos seus veículos.

A política de preço de combustíveis e as medidas para atender o setor de transporte de cargas, como o tabelamento do frete, foram tema de reunião ontem (16), no Palácio do Planalto, entre ministros de Estado, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco e o diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddone. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, participou por meio de videoconferência.

Política de preços

A política de preços da Petrobras também é uma reivindicação dos caminhoneiros e será tema de uma nova reunião na tarde de hoje, desta vez com a presença do presidente Jair Bolsonaro. Pela manhã, o presidente se reuniu com o ministro da Economia, Paulo Guedes, e com representantes de empresas do setor de combustíveis.

“Os ministérios e a Petrobras vão discutir esse tema. Agora, o governo sempre disse que a Petrobras tem autonomia e liberdade para exercitar aquilo que é necessário do ponto de vista de política de combustível", disse Onyx.

Na semana passada, a Petrobras havia anunciado um reajuste de 5,7% do no preço do óleo diesel nas refinarias, mas a medida foi suspensa a pedido do presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro disse que quer entender aspectos técnicos da decisão da Petrobras e negou que haja interferência do governo na política de preços da estatal.

O presidente disse que há preocupação com o reajuste dos combustíveis pelo impacto no setor de transporte de cargas, afetando diretamente os caminhoneiros. Em maio do ano passado, a alta no preço do combustível levou à paralisação da categoria, que afetou a distribuição de alimentos e outros insumos, causando prejuízos a diversos setores produtivos.

Ao deixar o Palácio do Planalto, ontem, o presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, afirmou que a decisão de suspender o reajuste do óleo diesel foi empresarial e que o presidente da República apenas alertou que o aumento poderia desencadear insatisfação dos caminhoneiros.

Após a decisão de suspender o reajuste do diesel na sexta-feira (12), houve queda na bolsa de valores e desvalorização de 8,54% das ações da Petrobras. Apesar de negar que está intervindo nos preços, o mercado costuma reagir mal quando o governo interfere diretamente em uma estatal competitiva como a Petrobras.

Em março, a Petrobras já havia anunciado mudança na periodicidade do reajuste no preço do diesel nas refinarias. Segundo a estatal, os preços nas refinarias da companhia correspondem a cerca de 54% dos preços ao consumidor final e não será reajustado em prazos inferiores a 15 dias.

Fato: Agencia Brasil

Sul e Sudeste do Pará

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