O primeiro grande desafio do basquete em cadeira de rodas brasileiro rumo à Paralimpíada de Paris (França), em 2024, após ficar fora dos Jogos de Tóquio (Japão), no ano passado, começa nesta quarta-feira (13). A partir das 15h (horário de Brasília), a seleção feminina estreia na Copa América da modalidade, diante do Canadá. Mais tarde, às 19h, será a vez da equipe masculina debutar, também contra os canadenses.

O evento será no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. A entrada é gratuita e pode ser adquirida mediante cadastro. O equipamento fica no quilômetro 11,5 da Rodovia dos Imigrantes, zona sul de São Paulo. Outra opção é acompanhar online, no canal da Confederação Brasileira de Basquetebol em Cadeira de Rodas (CBBC) no YouTube. A cerimônia de abertura será às 17h, mas a bola já subiu pela manhã, com Venezuela e Porto Rico abrindo o torneio masculino.

A Copa América reúne sete seleções no torneio dos homens e oito no das mulheres. Os quatro participantes mais bem colocados no masculino e os três no feminino garantem lugar no Campeonato Mundial de Dubai (Emirados Árabes Unidos), em novembro.

Na primeira fase da Copa América, as equipes estão divididas em dois grupos, onde jogam entre si. Todos vão à fase seguinte no masculino, com os duelos servindo para definir os confrontos eliminatórios. O líder do Grupo A (o único que possui quatro times) vai direto às semifinais. No feminino, somente os dois primeiros de cada chave se classificam à semifinal.

Entre os homens, o Brasil figura no Grupo B. Além do Canadá, três vezes campeão paralímpico, a Argentina (atual campeã sul-americana) integra a chave. O México seria o quarto membro, mas desistiu do torneio. No Grupo A, estão Estados Unidos (nove ouros em Paralimpíadas, inclusive em Tóquio), Venezuela, Porto Rico e Colômbia. Esta última venceu os brasileiros nas quartas de final dos Jogos Parapan-Americanos de Lima (Peru), em 2019, que serviram de classificatório para o megaevento no Japão. Os colombianos foram dirigidos pela paulista Ana Cardoso, que assumiu a seleção masculina verde e amarela após a competição em solo nipônico.

"O Brasil, hoje, ainda não está no cenário que deveria no basquete em cadeira de rodas. Outras seleções da América estão passando. Então, temos de voltar a esse cenário, ter uma representatividade e galgar nosso espaço. Temos de estar atentos à nossa chave, primeiro, depois pensar nos cruzamentos. É um campeonato de alto nível e o Brasil está crescendo", disse Ana, que também já trabalhou no basquete para cadeirantes na Itália e na Letônia, à Agência Brasil.

No feminino, as anfitriãs terão Bolívia, Guatemala e Canadá como adversárias, também pelo Grupo B. As canadenses, rivais da estreia, são as atuais campeãs parapan-americanas, responsáveis por deixarem o Brasil fora de Tóquio e despontam como principais concorrentes na primeira fase. No Grupo A, aparecem Estados Unidos (tetracampeões paralímpicos), Argentina, Chile e México. As brasileiras, assim como no masculino, estão sob nova direção desde o segundo semestre do ano passado. O atual treinador é Rogério Pinheiro, que estreou com o título sul-americano, alcançado na capital argentina Buenos Aires, contra as donas da casa.

"A gente fez teste com quase 30 atletas diferentes para chegar no grupo que está hoje. Além da vaga para o Mundial, tem a situação das meninas quererem subir mais um degrau. Elas sempre vêm chegando em segundo ou terceiro [na Copa América]. Talvez, seja a nossa hora, aproveitarmos que estaremos dentro de casa, ter a força da torcida empurrando o time para, quem sabe, subirmos esse degrau", comentou Rogério.

Tanto Ana como Rogério tiveram a missão de renovar as respectivas seleções na jornada rumo à Paris. A masculina, segundo a treinadora, tem metade do elenco formada por caras novas. Algumas, inclusive, fizeram parte do grupo que se classificou para o Campeonato Mundial sub-23 (na Tailândia, ainda este ano, sem data definida), como Sérgio Júnior (18 anos) e Cristiano Clemente (23 anos). A outra metade é de veteranos, como Anderson Ferreira, de 43 anos, que após 16 anos defendendo o Brasil, sonha chegar à primeira Paralimpíada da carreira.

"Por mais que alguns de nós já tenham experiência, depois do baque que tomamos [por ficar fora de Tóquio], a gente começou do zero. O processo que estamos fazendo aqui é para chegarmos ao Mundial e buscar um lugar entre os quatro melhores. Enquanto estiver treinando no alto rendimento, buscarei esse sonho [de ir a uma Paralimpíada]. E sonho alto, quero voltar com medalha", projetou Anderson.

No time feminino, de acordo com Rogério, seis das 12 convocadas já representaram o país anteriormente em Copas Américas e outras seis disputarão o torneio pela primeira vez. A última edição do torneio ocorreu há cinco anos, em Cali (Colômbia). Na ocasião, as mulheres conquistaram a medalha de bronze e a equipe masculina ficou em quarto. Ambos se classificaram para o Mundial de 2018, em Hamburgo (Alemanha).

"A gente vêm em uma crescente. Cada competição é uma experiência, um aprendizado, para que a gente não cometa os mesmos erros. Estamos muito esperançosas, trabalhando muito física e taticamente, onde a gente, às vezes, deixa a desejar, acho que pelo nervosismo. Estamos trabalhando isso para entrarmos mais centradas e desenvolvermos um ótimo trabalho", concluiu Perla Assunção, dez anos de seleção e eleita a melhor jogadora do país no ano passado, no Prêmio Paralímpicos.

 

Fonte: Repórter da EBC 

A cidade de Parauapebas fez bonito na participação no Paraná BMX Racing Internacional 2022, em Londrina, que ocorreu entre os dias 24 a 26 de junho. Os atletas Lucas Gaspar e Rodrigo Lima, subiram no lugar mais alto do pódio e fizeram dobradinha para o município paraense, em uma competição que reuniu os melhores ciclistas do Brasil das diferentes Federações e Confederações Internacionais.

“Essa competição foi de extrema importância para mim e uma grande conquista para o ciclismo Parauapebense e para o estado, pois é a minha primeira corrida do ano. É sempre difícil participar desses campeonatos, os níveis são altíssimos e grandes atletas com potenciais, consegui me sair muito bem graças a Deus. Agora é focar no Campeonato Brasileiro que estará acontecendo nesse próximo final de semana e muitas coisas ainda vão melhorar e chegarei mais forte para o nacional e se Deus permitir, estarei levando o título de campeão brasileiro para Parauapebas”, afirma Lucas Gaspar.

Lucas correu na categoria men 25/29 anos e contou com o apoio da Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel), que patrocinou com as passagens aéreas e hospedagem para o atleta. O piloto é instrutor da escolinha de bicicross da secretaria, que tem uma pista do lado de fora do Ginásio Poliesportivo Islander Souza, no bairro Beira Rio.

Já Rodrigo Lima conseguiu o primeiro lugar na categoria men 30/39 anos disputando com vários pilotos experientes e conseguiu honrar o nome da cidade subindo no lugar mais alto. O evento foi considerado importante pelo fato do Brasil sediar pela primeira vez um torneio internacional de BMX Racing de classe C1. Agora o foco dos ciclistas é o Campeonato Brasileiro, que será realizado, também, em Londrina, nos dias 2 e 3 de julho.

“Competição de alto nível aqui em Londrina e consegui fazer um bom desempenho na pista ganhando todas as minhas classificatórias e chegando na grande final. Fiz uma bela corrida e assim me consagrando campeão da Copa Paraná BMX Racing internacional graças a Deus. Agora é focar no Campeonato Brasileiro e chegarei mais forte nesse final de semana para conquistar o título para a nossa cidade”, destaca Rodrigo.

 

Texto: Fábio Relvas

Fotos: Divulgação

Assessoria de Comunicação / PMP

Encerrado no último sábado (18), o Campeonato Mundial de natação paralímpica, em Funchal (Portugal), foi o primeiro grande evento da modalidade desde a aposentadoria do multicampeão Daniel Dias, após a Paralimpíada de Tóquio (Japão). O desempenho brasileiro na Ilha da Madeira confirmou o cenário observado na capital japonesa: uma dependência, cada vez menor, dos resultados de um ou dois nadadores para a classificação no quadro de medalhas.

Nos quatro Mundiais realizados entre 2010 e 2017, Daniel e André Brasil foram responsáveis por 45 das 54 medalhas de ouro conquistadas pelo Brasil (83,3%). Em Paralimpíadas, a importância foi ainda maior, já que apenas eles foram ao topo do pódio (21 vezes ao todo, sendo 14 com Daniel e sete com André) nas três edições realizadas de 2008 a 2016.

Sem André no Mundial de 2019, em Londres (Grã-Bretanha), após o nadador ser considerado inelegível nas provas em que é especialista, o Brasil saiu do top-10 do quadro de medalhas depois de quatro edições, ficando em 11º. Afetado por mudanças nos critérios para classificação funcional (processo que define a categoria do atleta pelo grau da deficiência), que levou nadadores considerados, anteriormente, menos comprometidos fisicamente que ele, para a mesma classe, Daniel foi responsável por um dos cinco ouros brasileiros naquela competição, que teve a então estreante Carol Santiago como destaque (com duas láureas douradas), além da presença de Edênia Garcia e Wendell Belarmino no topo do pódio.

Os resultados sinalizaram que o Brasil precisaria ir além de seus maiores nomes para seguir em alta. Os Jogos de Tóquio deram a resposta: cinco atletas diferentes responsáveis pelas oito medalhas douradas na capital japonesa, o dobro do amealhado no Rio de Janeiro, em 2016, quando somente Daniel conquistou ouros (quatro). Carol e Wendell voltaram ao topo, agora na estreia paralímpica de ambos, sendo que a velocista da classe S12 (baixa visão) esteve lá três vezes. Na segunda Paralimpíada da carreira, Talisson Glock ficou com o ouro pela primeira vez. Revelados após o Mundial, os “Gabrieis” Araújo e Bandeira também debutaram com estilo no evento.

Já no Mundial deste ano, o Brasil teve 15 campeões entre os 29 integrantes da delegação que viajou a Portugal, sendo sete em provas individuais: Carol Santiago, Cecília Araújo, Gabriel Araújo, Gabriel Bandeira, Gabriel Cristiano, Mariana Gesteira e Samuel Oliveira. Apenas três dos nadadores retornaram ao Brasil sem medalhas. Ou seja: quase 90% dos brasileiros estiveram no pódio em Funchal.

O detalhe é que a pluralidade de ouros (19 ao todo) não impediu que o Brasil seguisse com seus multimedalhistas. Carol, por exemplo, foi ao pódio sete vezes, seis delas no topo. Os “Gabrieis” Araújo e Bandeira, além de Samuel, levaram cada um três láureas douradas, enquanto Mariana ganhou outras duas.

Os campeões da Ilha da Madeira também simbolizam presente e futuro da natação paralímpica brasileira, que foi para o Mundial com mais de um terço (35%) da delegação formada por nadadores com menos de 23 anos, seguindo a renovação iniciada em Tóquio. Os dez atletas do recorte foram medalhistas e metade foi ao topo do pódio. Entre eles, Samuel, de apenas 16 anos, que tem brilhado na classe S5 (a mesma em que Daniel Dias competia antes de se aposentar).

É verdade que China e Rússia, duas das maiores potências da modalidade, não estiveram em Portugal, ainda que por razões diferentes. Os chineses não costumam disputar o primeiro dos dois Mundiais do ciclo, mas devem marcar presença no do ano que vem, em Manchester (Grã-Bretanha). Já os russos estão suspensos pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, sigla em inglês), devido à invasão militar à Ucrânia.

Ainda assim, o Brasil deu, sim, um salto em relação a Tóquio, superando britânicos e australianos (que ficaram à frente na Paralimpíada) no quadro de medalhas do Mundial. Já no total de pódios (53), os brasileiros ainda obtiveram 13 a mais que os Estados Unidos, que só terminaram à frente pelo número de ouros (24 a 19).

Em um ciclo reduzido, impactado pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), os resultados na Ilha da Madeira trazem otimismo à natação paralímpica brasileira pensando nos Jogos de Paris (França), em 2024. A prospecção de talentos nas Paralimpíadas Escolares, a maior atenção às categorias de maior comprometimento físico-motor (Gabriel Araújo, por exemplo, é fruto de ambos) e o aumento do protagonismo feminino na seleção explicam o desempenho. Mais plural que nunca, o Brasil deixou o Complexo de Piscinas Olímpicas de Funchal consolidado como potência da modalidade.


Fonte: TV Brasil 

O município de Parauapebas volta a sediar os Jogos Estudantis Paraenses (JEPs). Na noite de ontem, 17, uma grande festa, realizada no Ginásio Poliesportivo Islander Santos Souza, marcou o início das competições que ocorrem durante o final de semana, 17, 18 e 19 de junho.

Esta é a 64ª edição dos JEPs, que traz como tema “Jogos da Integração”. O evento busca contribuir para o desenvolvimento integral dos estudantes e estimular a prática do esporte educacional, bem como descobrir novos talentos e definir representantes paraenses para os torneios escolares nacionais.

A competição é uma iniciativa da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), por meio do Núcleo de Esporte e Lazer (NEL). A etapa Carajás está sendo realizada em parceria com a Prefeitura de Parauapebas, por meio da Secretaria Municipal de Educação (Semed). Ela conta com a participação de 5 municípios: Curionópolis, Itupiranga, Pacajá, Marabá e a anfitriã, Parauapebas.

A secretária adjunta de educação, Socorro Silva, participou da abertura dos jogos e ressaltou a importância do esporte como instrumento de transformação social e a felicidade em poder sediar os jogos depois de momentos difíceis vivenciados durante a pandemia.

“Para nós é uma alegria imensa sediar o JEPs. Este ano já realizamos o JIPs, que foi um sucesso. E nossos atletas estão preparados para este momento”, destacou Socorro agradecendo ao governo do estado, o prefeito de Parauapebas e a todos que fizeram acontecer e estão participando dessa festa do esporte.

Os atletas participantes dos jogos, disputam as modalidades de futsal, voleibol, handebol, futebol de campo e basquetebol, masculino e feminino, nas categorias A (12 a 14 anos) e B (15 a 17 anos).

O aluno Arthur Sirqueira está representando Parauapebas no voleibol. Segundo ele o esporte é sua paixão e a participação nos jogos é motivo de muita felicidade. “É uma satisfação enorme poder participar desse evento grandioso, poder representar a minha cidade e fazer o que gosto tanto. A minha equipe se preparou muito, foram muitos dias de treino. Estamos confiantes”, garantiu o estudante.

O coordenador geral do NEL, Cristiano Gomes, destacou em seu discurso a receptividade da anfitriã e a satisfação em realizarem os jogos no município de Parauapebas. “Muito obrigado à prefeitura, a toda esquipe da Semed pelo apoio e acolhimento, isso torna os JEPs ainda mais relevante e alegre. Parabéns a todos”, encerrou o coordenador, incentivando os alunos à prática esportiva.

 

Texto: Messania Cardoso – Semed

Foto: Elienai Araújo – Ascom/PMP

Foto: Lucas Santos – Semed

Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP

Começa hoje (15) e vai até domingo (19), em Brasília, o ITF Sand Series Decathlon Brasília Classic’22. Nele, atletas de 17 países vão disputar, no estádio Mané Garrincha, um prêmio de US$ 55 mil.

A arena montada conta com dez mil metros quadrados, divididos em 11 quadras, sendo que duas delas têm arquibancada: uma para 500 e outra para duas mil pessoas.

Estarão presentes, pelo lado brasileiro, Vitoria Marchezini, Marcela Vita, Rafa Mille, Joana Cortez, André Baran e Vinícius Font. As italianas Giulia Gasparri e Ninny Valentini, dupla número 1 do mundo na categoria feminina, também marcarão presença no torneio.

"Teremos a presença dos melhores atletas do ranking mundial com a certeza de que serão grandes exibições e um grande show", afirmou Jeferson Pinto, coordenador de beach tennis da Confederação Brasileira de Tênis.

Essa é a segunda vez que o torneio é realizado em Brasília. A primeira, em 2021, teve a participação de 551 atletas de 13 países. A competição tem a chancela da Confederação Brasileira de Tênis (CBT) e da International Tennis Federation (ITF) e conta com o apoio da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania e da Secretaria de Esporte e Lazer do Governo do Distrito Federal.

Crescimento

Segundo a organização do evento, o beach tennis é um dos esportes que mais cresce no Brasil e no mundo. Dos dois milhões de pessoas que praticam o esporte no planeta, 800 mil estão no Brasil.

“Para os fãs da modalidade, é muito mais do que um esporte. Passou a ser uma atitude, um verdadeiro estado de espírito, proporcionando momentos de relax, uma válvula de escape no meio da cidade, trazendo saúde e bem-estar", resume Bruno Ferreira, diretor do torneio.Ingressos

Os ingressos para o ITF Sand Series Brasília Classic’22 Decathlon estão à venda no site bilheteriadigital.com.br

Programação

Dia 15 - Abertura da arena às 11h; 12h às 20h – Qualifying.

Dia 16 - Abertura da arena às 9h; 10h às 12h – Qualifying; 12h às 21h – 1ª Rodada – Chave Principal.

Dia 17 - Abertura da arena às 9h; 10h às 14h – Oitavas de Final – Chave Principal; 15h30 às 21h – Quartas de Final – Chave Principal.

Dia 18 (sábado) - Abertura da arena às 9h até 23h - com semifinais e finais masculina e feminina.

Dia 19 - Abertura da arena às 9h até 18h - com quartas de final, semifinais e final de Duplas Mistas.

 

Fonte:  Agência Brasil 

O presidente Duilio Monteiro Alves está raivoso pelo inesperado indiciamento de Rafael Ramos por 'injúria racial' no Rio Grande do Sul.

Mesmo sem um laudo conclusivo, com provas definitivas de que o lateral chamou o meio-campista Edenilson de macaco, como alega o jogador do Internacional, o delegado Roberto Sahagoff, responsável pela 2ª Delegacia da Polícia Civil de Porto Alegre, não teve dúvidas. 

Indiciou o corintiano por indícios seguros que houve a atitude racista, no dia 14 de maio. Naquela noite, logo após o confronto entre Internacional e Corinthians, Edenilson prestou queixa contra Rafael Ramos, que foi preso em flagrante por 'injúria racial'. Só foi solto porque o Corinthians depositou os R$ 10 mil cobrados de fiança.

Foi a primeira vez na história que um jogador do Corinthians foi preso logo após uma partida.

O inquérito foi enviado ao Ministério Público, que irá optar se prossegue ou não com a acusação, tornando o jogador do Corinthians réu, correndo o risco de prisão de um a três anos.

"Foi levada em conta a palavra do Edenilson. Segundo a própria jurisprudência, a palavra da vítima se torna muito importante nesses casos.  Também havia quatro laudos periciais nesse inquérito, dois apresentados pela  defesa do Rafael Ramos, o inconclusivo do IGP e um apresentado pelo advogado do Edenilson.

"Os dois de Rafael Ramos estavam contraditórios entre si, com versões diferentes do que havia sido dito pelo Rafael Ramos e do que o jogador alegou em seu depoimento",afirmou o delegado ao jornal Zero Hora.

A postura de Roberto Sahagoff foi considerada sem fundamento para a cúpula corintiana. Porque não levou em consideração a palavra de Rafael Ramos, que garantiu não ter chamado Edenilson de 'macaco'. E que teria falado 'fo...-se mano, cara..."

O Corinthians não só vai recorrer para tentar anular o indiciamente. Mas também promete fazer uma representação, uma queixa contra o delegado. Por 'abuso de autoridade'.

Ou seja, com quatro laudos inconclusivos, ou seja, que não provam a ofensa do lateral, não havia como ser feito o indiciamento.

O principal laudo, o do Instituto Geral de Perícias do Rio Grande do Sul foi firme. Pela análise das imagens não é possível concluir que o jogador do time paulista usou a palavra 'macaco'. Mas o prejuízo do indiciamento pode ser grande.

Afetar psicologicamente o lateral português, que veio jogar no Brasil a convite do seu compatriota, o técnico Vítor Pereira. 

O clima no clube também tem tudo para ficar mais tenso enquanto o Ministério Público não se posicionar. Se vai indiciar Rafael Ramos, se não vai. Ou pedir para a Polícia Civil seguir nas investigações. 

Na semana passada, Edenilson protestou diante da revelação que os laudos haviam sido inconclusivos. Irritado, ele acrescentou o substantivo macaco ao seu nome nas redes sociais. 

No Instagram do jogador hoje já não consta a palavra macaco.

Rafael Ramos segue a determinação da diretoria e do próprio técnico Vítor Pereira. E não está dando entrevistas.

Mas o indiciamento do jogador pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul trouxe de volta o assunto. 

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva está analisando ainda o caso. Tomou depoimento dos dois jogadores. E estuda o que fazer. Se condenado, o português pode ser suspenso entre cinco a dez partidas.

O Corinthians esperava o arquivamento do processo hoje e não o indiciamento.

A direção está muito revoltada...

 

Fonte: Do R7

 

 

Everton Sena, zagueiro do Cuiabá — Foto: Ascom Cuiabá

 

O Remo está próximo de anunciar o zagueiro Everton Sena, ex-Cuiabá, faltando apenas a assinatura de contrato por parte do atleta. Ele vinha realizando exames no Núcleo Azulino de Saúde e Performance (Nasp), para avaliação física e clínica, já que em 2021 o defensor precisou passar por uma cirurgia no joelho direito, ficando de fora de toda a temporada.

Natural de Recife, Everton tem 30 anos e começou a carreira no Santa Cruz, passando por Boa Esporte, Londrina, Goiás, Grêmio Novorizontino e Vitória. Chegou ao Cuiabá em 2020, disputando 14 partidas antes de sofrer a grave lesão que o afastou dos gramados em outubro daquele ano.

Até o momento, o Leão oficializou a contratação de 12 jogadores para a temporada de 2022: os goleiros Jorge Pazetti e Yago Darub, o zagueiro Daniel Felipe, os laterais-direitos Ricardo Luz e Rony, o lateral-esquerdo Paulo Henrique, o volante Marco Antônio e os atacantes Welthon, Vanilson, Veraldo, Luan Rodrigues e Bruno Alves

Por Gustavo Pêna e Bruno Amâncio — Belém, PA

Cerca de 80 atletas capoeiristas participaram da 4ª Edição dos Jogos da Liberdade. O evento é um dos maiores festivais voltados para a modalidade e não foi realizado no ano passado devido às restrições da pandemia, e teve a participação de 70% do público esperado.

Os Jogos da Liberdade são realizados há mais de 20 anos pela Associação de Capoeira Filhos da Liberdade e reforçam os princípios e a valorização da cultura capoeirista.  Ao todo, oito grupos participaram representando os estados do Tocantins, Maranhão e Pará.  O objetivo do evento é avaliar o desempenho dos atletas durante o jogo da capoeira, quando são julgados os movimentos “desequilibrantes”, as gingas, rasteiras, tesouras, saltos, entre outros.

Parauapebas levou 30 atletas para o campeonato, integrantes dos grupos Dandara Bambula, Associação de Desenvolvimento Esportivo e Cultural de Artes de Parauapebas (Adescap) e o Ilha de Maré. “A prefeitura, por meio da Semel, busca valorizar cada vez mais a presença dos atletas nas competições. Tivemos a oportunidade de mostrar o brilho da capoeira em um festival que reúne vários estados. Ficamos felizes pelos resultados, e só temos a agradecer pela logística e todo apoio oferecido”, declarou o mestre Pica Pau Dandara Bambula. 

 

Confira o quadro de premiações:

 

Categoria Dente de Leite (03 a 10 anos de idade):

1º Lugar – Vitória – Canãa dos Carajás

2º Lugar – Bruno – São Geraldo do Araguaia

3º Lugar – Davi – Canãa dos Carajás

Categoria Iniciante Masculino (a partir dos 12 anos)

1º Lugar – O “Cobra” – São Geraldo do Araguaia

2º Lugar – “Sombra” – São Geraldo do Araguaia

3º Lugar – Samuray – Parauapebas

Categoria Intermediário Masculino

1º Lugar- Daniel Aranha – Parauapebas

2º Lugar- Cobrinha – Parauapebas

3º Lugar- Frank – Parauapebas

Categoria Intermediário Feminino

1º lugar- Miriam Cigana – Parauapebas

2º lugar- Evelyn – Parauapebas (Adescap)

3º lugar- Eduarda – Canãa dos Carajás

Categoria de Graduados a Professor (adulto)

1º lugar-Paulo – Canãa do Carajás

2º lugar- Antônio – Parauapebas (Dandara Bambula)

3º lugar- Careca – São Geraldo do Araguaia

Categoria Absoluto Feminino

1º lugar- Elayne – Parauapebas 

2º lugar- Alessandra – Canãa dos Carajás

Categoria Absoluto Masculino

1º lugar – Rafael – Parauapebas 

2º lugar – Paulo – Canãa dos Carajás

3º lugar – Careca – São Geraldo do Araguaia

A premiação aconteceu por meio de ranqueamento olímpico (medalhas de ouro, prata e bronze) para os vencedores do 2º e 3º lugar e houve também premiações em dinheiro ao campeão de cada categoria.

 

Texto: Cleidi Rodrigues – Comunicação Semel 

 

A Arena Black, que fica localizada no centro de Canaã dos Carajás, foi palco de um torneio de Vôlei de Areia bastante agitado. Atletas locais e de cidades vizinhas mostraram animação, montaram seus times e disputaram as primeiras colocações da competição. Em formato 4 x 4, misto, ou seja quatro integrantes por time, podendo ser homens ou mulheres, o torneio reuniu oito times.

Nem o sol quente que caiu na tarde de domingo pareceu incomodar os competidores. Entre os times, um único lema: competir e, se possível, conquistar. O que se viu em quadra foi um desfile de habilidade, concentração e dedicação – não havia bolas perdidas na Arena Black!

Realizado pela Prefeitura de Canaã dos Carajás, por meio da Fundação de Cultura Esporte e Lazer (Funcel), acabou se estendendo noite adentro, mas nem isso tirou o ânimo de quem competiu. O jovem Kaio Fernandes aprovou a iniciativa do governo municipal. “Eu acho muito importante porque o vôlei não é muito reconhecido aqui em Canaã e na região. Então, acho que um evento assim pode incentivar muitos adolescentes, muitos jovens a entrar no meio do esporte.”

Membra de uma equipe que só reuniu atletas mulheres, Ednilza Batista acredita que a competição é um bom início. “A gente está muito animada. Até porque é Outubro Rosa, a participação das mulheres no vôlei. Aqui em Canaã, a gente tem poucas meninas envolvidas no esporte e no voleibol, principalmente, mas acredito que depois desse evento vai ter várias meninas. Algumas já vieram me procurar, vendo a gente jogar e já vão em busca de participar mais com a gente.”

Diretor-presidente da Funcel, Antônio Carlos também falou sobre o momento. “Nós sabemos a quantidade de adeptos da modalidade aqui em Canaã. Muita gente pratica o vôlei e sempre nos procura para receber apoio. Nossa ideia é fortalecer o esporte em Canaã e é o que vamos fazer.”

 

Por: Kleysykennyson Carneiro
 
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Sul e Sudeste do Pará

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