A Haas anunciou na manhã desta segunda-feira que Pietro Fittipaldi, piloto reserva da equipe americana, será o substituto de Romain Grosjean na próxima etapa do ano, o GP de Sakhir. O piloto francês não terá condições de pilotar em função dos ferimentos em ambas as mãos, sustentados no incêndio assustador provocado pela batida do seu carro contra a barreira de proteção na primeira volta do GP do Barein, no último domingo.

Pietro é neto do bicampeão Emerson Fittipaldi, atua como piloto reserva do time americano há duas temporadas e será o 32º brasileiro a disputar um Grande Prêmio de Fórmula 1. O último piloto a representar o Brasil na categoria foi Felipe Massa, que se aposentou ao final da temporada de 2017.

O chefe da equipe, Gunther Steiner, explicou que uma vez que ficou decidido que Grosjean não poderia correr a etapa de Sakhir, escolher Fittipaldi para função foi uma tarefa fácil, já que considera o piloto pronto para o desafio.

- Depois que foi decidido que a melhor coisa para Romain era perder pelo menos uma corrida, a escolha de colocar Pietro no carro foi bem fácil. Pietro está familiarizado com o carro pelo fato de estar com a equipe nas últimas duas temporadas como piloto reserva e de testes. É a coisa certa a fazer e é obviamente uma boa oportunidade para ele, que tem sido paciente e sempre esteve preparado. Agora ela chegou. É por isso que o queremos no carro e tenho certeza que ele fará um bom trabalho. É muito complicado ser chamado no último minuto, mas como eu disse, acho que é a coisa certa a fazer pelo time - afirma Steiner.

Fittipaldi acompanhou a Haas na maioria das corridas de 2020 atuando como piloto de testes e tem em seu currículo o título da Fórmula V8 Series, além de ter disputado etapas da Fórmula Indy em 2019. O brasileiro já testou os dois últimos carros da Haas na F1 em sessões de treinos livres e de pré-temporada.

A temporada 2019 foi a que Pietro mais teve contato com o carro da Haas. Apenas no circuito de Abu Dhabi, nas sessões de testes de jovens piloto após ao fim do campeonato, o brasileiro completou 135 voltas, o equivalente a dois GPs e meio. Além disso, o piloto já andou mais de dois mil quilômetros com um carro de F1, totalizando 422 voltas em três circuitos distintos: Yas Marina, Sakhir e Barcelona.

- O mais importante de tudo é que Romain está seguro e bem. Estamos todos felizes que os ferimentos tenham sido leves após um acidente assustador. Claro que não é circunstância ideal para estrear na F1, mas sou extremamente grato ao Gene Haas e Gunther Steiner por me colocarem no carro neste fim de semana. Tenho acompanhado o time durante muito tempo nessa temporada, tanto nas pistas do calendário quanto no simulador, então estou familiarizado com a forma que o time opera durante um Grande Prêmio. Será incrível poder largar pela primeira vez na F1. Darei meu máximo e já estou ansioso para o primeiro treino livre na próxima sexta-feira - afirma o brasileiro.

 

Fonte: Por Redação ge — Sakhir, Barein

 

O histórico geral entre Vasco e Botafogo dá vantagem para o Cruz-Maltino. Quando o assunto entre os rivais é confrontos mata-matas, contudo, a história é vantajosa para o Alvinegro. O clube de General Severiano, que eliminou a equipe de São Januário na Copa do Brasil nesta quarta-feira, tem um histórico melhor.

No que diz respeito a confrontos eliminatórios – seja em jogos de ida ou volta -, Botafogo e Vasco se enfrentaram 18 vezes. O Alvinegro venceu oito vezes, empatou três e teve sete derrotas. Vale ressaltar que a reportagem do LANCE! contou, literalmente, jogos mata-matas – ou seja, confrontos de quadrangulares não entraram por se tratarem, teoricamente, de disputas em pontos corridos.

No que diz respeito aos números de confrontos, o Botafogo superou o Vasco em 13 confrontos mata-matas. O Vasco, por sua vez, tem cinco triunfos nestes moldes sobre o clube de General Severiano. O Alvinegro tem um aproveitamento de 72,2%.

Foi a primeira vez que os rivais se enfrentam nestes moldes em uma competição que não fosse o Campeonato Carioca. Na Copa do Brasil, a história foi feliz ao clube de General Severiano, classificado às oitavas de final com uma vitória por 1 a 0 no jogo de ida e o empate sem gols nesta quarta-feira.
 
O Alvinegro, inclusive, conquistou um título estadual em cima do Cruz-Maltino recentemente. Em 2018, com Joel Carli e Gatito Fernández sendo heróis, a equipe, então comandada por Alberto Valentim, levantou a taça. Vale ressaltar, contudo, que houve dois vice-campeonatos para o Vasco em 2015 e 2016.

A comemoração dos jogadores em São Januário representou um alívio pela classificação e também mais uma adição ao Botafogo na vantagem nestes confrontos mata-matas com o Vasco.

 

Fonte: Terra

Como analisar um time que vai a campo com 11 desfalques - sete deles contaminados por uma doença pandêmica - em meio a uma situação caótica que, horas antes do jogo, não tinha claro se haveria ou não partida?

O Flamengo fez o que tinha que fazer: ganhou do lanterna do grupo, se recuperou na Libertadores e volta para casa com danos minimizados após sofrer uma goleada dolorosa do Independiente del Valle.

No fim das contas, o jogo contra o Barcelona era para isso mesmo. Seria difícil cobrar um desempenho encantador em condições atípicas. Mas a partida também serviu para ilustrar algumas questões que se repetem com a equipe rubro-negra.

Início animador

Muito criticado pela estratégia contra o Del Valle, Domènec Torrent voltou ao 4-2-3-1, até agora o esquema em que o Flamengo mais rendeu sob seu comando. Gerson, sempre coringa, virou ponta-esquerda, com Arrascaeta centralizado e Everton Ribeiro na direita.

A rearrumação foi suficiente para o time ter ótimo início de jogo. A saída de bola com Arão foi sempre limpa, Pedro se movimentava e dava opções, e Gerson fazia uma de suas melhores partidas recentes. Foi do Vapo a jogada e o passe para o gol de Pedro, partindo da esquerda e achando o centroavante livre na área.

O segundo gol veio em nova jogada rápida de ataque. Em poucos toques, Pedro fez o pivô, acionou Everton Ribeiro, e o camisa 7 achou Arrascaeta livre na área. Em que pese o bom futebol do Flamengo, também é preciso ressaltar a extrema fragilidade defensiva do Barcelona.

E, então, os problemas voltaram a acontecer. Já no fim do primeiro tempo, o Barcelona equilibrou o jogo e passou a ameaçar mais a área do Flamengo. A segunda etapa começou da mesma maneira, com um gol de Martínez numa falha até difícil de explicar da zaga, que se partiu ao meio num lançamento longo.

O segundo tempo foi um roteiro que se resume em uma defesa rubro-negra extremamente exposta e um ataque que, apesar dos generosos espaços pelo Barcelona, parecia não saber o que fazer. O time caiu muito de nível fisicamente, e isso ficou perceptível.

Problemas recorrentes

Os problemas apresentados foram os mesmos dos últimos jogos. Dois deles se destacam:

O primeiro problema foi abordado por Dome em entrevista coletiva. Ele voltou a pedir tempo para desenvolver seu estilo e afirmou que treinou com o elenco completo por apenas 10 dias. Por outro lado, concordou que o time precisa manter seu ritmo de performance, mas ressaltou que isso acontecerá conforme o trabalho avançar.

A grande questão é que é muito improvável que o técnico encontre mais tempo para treinar do que o que dispõe no momento, em meio a uma maratona de partidas. A rotina de viagens e trabalhos de regeneração será uma constante. Ele precisará encontrar uma maneira se adaptar a isso, por mais que seja compreensível sua frustração pelo pequeno número de treinos.

A transição defensiva é algo pontual, mas talvez até mais urgente para ser consertado. Se a linha de quatro defensores, em si, não está totalmente encaixada, isso se potencializa quando ela não recebe ajuda.

Por muitas vezes contra o Barcelona, os jogadores de ataque demoravam para recompor, e isso deixava a defesa completamente exposta. No futebol atual, a proteção começa na frente: se a pressão não é bem feita ou se não há auxílio na marcação, tudo estoura atrás.

Este é um problema que aconteceu também contra o Independiente del Valle, com efeitos mais devastadores, e em outros duelos, até mesmo em vitórias do Flamengo, e tem raízes que ultrapassam a parte tática. É o principal ponto fraco do time no momento.

O Flamengo volta ao Rio de Janeiro nesta quarta-feira e terá apenas alguns dias para trabalhar até voltar a campo contra o Palmeiras, no domingo - isso se o jogo não for adiado.

Esta falta de tempo será cada vez mais comum, e caberá a Dome lidar com ela e encontrar maneiras de driblá-la. E também caberá à diretoria e à torcida terem paciência para uma construção de equipe mais lenta do que talvez se imaginasse no início.

 

Fonte: Por Felipe Schmidt — Rio de Janeiro

Que o Fluminense era “azarão” contra o Flamengo na disputa pelo título Carioca, todos sabiam. Mas as boas atuações na final da Taça Rio e, principalmente, no jogo de ida da decisão encheram a torcida de orgulho e deram esperança de que uma até então improvável conquista podia ser alcançada. Expectativa quebrada na noite desta quarta-feira, no Maracanã, com uma exibição abaixo das anteriores, na derrota por 1 a 0 que resultou no vice estadual.

Ao analisar o desempenho da equipe comandada por Odair Hellmann neste último jogo, é preciso ressaltar também que o Flamengo apresentou mais do que vinha apresentando. Se nos dois primeiros jogos, o time de Jorge Jesus nem de longe lembrava a equipe de 2019, neste terceiro jogo, o Rubro-Negro conseguiu controlar a posse (teve quase o dobro - 65% a 35%) e, com marcação alta e intensidade, dificultou a construção ofensiva tricolor.

Mesmo diante de maior dificuldade, o Fluminense ainda teve lampejos no 1º tempo. Se o Rubro-Negro teve mais volume na criação, o Tricolor teve oportunidades mais claras nas raras vezes que subiu ao ataque: duas, ambas desperdiçadas em chutes ruins de esquerda de Marcos Paulo, em boas jogadas de Nenê e Evanilson. Lances, porém, isolados.

Em nada o time lembrava aquele que neutralizou o Flamengo no primeiro jogo com uma marcação compactada e linhas baixas ou o que encurralou o rival em boa parte segunda etapa da partida do domingo passado, com intensidade no meio de campo e marcação sob pressão.

Ao fim do 1º tempo, a impressão que passava é que o Flu, ciente do desgaste físico da sequência de jogos após o pouco período de treinamentos (voltou aos treinos um mês após o Fla), evitou “correr demais” nos primeiros 45 minutos para não “faltar perna” após o intervalo. Se a estratégia foi essa, também não adiantou.

Na 2ª etapa, como o próprio Odair admitiu, a “perna pesou”, o time caiu de rendimento e o Fluminense sequer levou perigo a um Flamengo que, mais inteiro, cozinhava o jogo à espera do apito final.

Para complicar, nenhuma das alterações do técnico tricolor surtiu efeito. Aos 16 minutos, Odair colocou Michel Araújo no lugar de Gilberto, que sentiu, deslocando Hudson para a direita, e Fernando Pacheco na vaga de Marcos Paulo. Os estrangeiros eram opções pertinentes, apesar de não terem conseguido corresponder.

As três mexidas seguintes é que chamaram a atenção e provocaram críticas dos torcedores. Aos 27, o treinador lançou Ganso e Caio Paulista nos lugares de Yago e Evanilson. O momento da partida não sugeria pedir a entrada do camisa 10, cujo estilo cadenciado e experiência seriam mais úteis para segurar um resultado, enquanto o setor ofensivo perdeu qualidade com a saída do camisa 99.

E aos 39, a última cartada de Odair foi colocar Felippe Cardoso, que, além de ainda não ter ido bem quando foi acionado na temporada, sequer havia sido relacionado desde a volta do Carioca, no lugar de Dodi, um dos destaques do time no jogo. Não que o treinador tivesse fartura de opções no banco, - ainda mais diante de um rival cujo elenco é bem mais recheado -, mas com cinco substituições possíveis, poderia ter utilizado Miguel que, apesar de muito jovem, tem personalidade esse tipo de jogo.

Apesar do gostinho ruim no torcedor com a última exibição e o vice-campeonato, o Fluminense sai maior do que entrou nesta sequência de Fla-Flus, mesmo que ainda não tenha vencido desde o retorno do futebol. Fazer três jogos equilibrados contra uma equipe com estilo de jogo consolidado desde 2019 e com um mês de treinos a mais mostra que o time tricolor pode conseguir ser mais competitivo que muitos imaginavam no Brasileirão. O desafio é transformar esta competitividade em resultado, o que acabou não acontecendo na trinca de clássicos.

 

Fonte: Por Felipe Siqueira — Rio de Janeiro

 

 




 

 

 

Menos de uma semana depois de completar 33 anos e 862 jogos depois, Lionel Messi tornou-se o segundo jogador em atividade a alcançar os 700 gols oficiais. Não é tão difícil adivinhar o outro autor de tal façanha que continua em campo: Cristiano Ronaldo.

O português atingiu a incrível marca das sete centenas de bolas na rede em outubro do ano passado, na derrota por 2 a 1 de Portugal para a Ucrânia. Tinha 34 anos. E 976 partidas disputadas. Ou seja: Messi precisou de 114 jogos a menos para marcar a mesma quantidade de gols.

Confira a comparação entre ambos quando chegaram aos 700 gols:

 

Messi

  • 33 anos e seis dias
  • 862 jogos
  • 700 gols
  • 0,81 gol por jogo de média

Cristiano Ronaldo

  • 34 anos, oito meses e nove dias
  • 976 jogos
  • 700 gols
  • 0,71 gol por jogo de média

 

No momento, Cristiano Ronaldo tem 728 gols em 1007 partidas oficiais na sua carreira. A projeção indica que ainda vai levar muito tempo para Messi alcançar o português em seus números gerais, caso ambos continuem com as respectivas médias. Seriam necessárias cerca de 280 partidas.

Cristiano atingiu os 700 com mais gols pela seleção: 95 (agora são 99). Messi tem 70 gols pela Argentina e 630 no Barcelona.

Confira mais algumas curiosidades e comparações dos dois jogadores. Os números considerados de Cristiano são sempre os obtidos pelo atacante da Juventus até os seus 700 gols:

 

Gols de bola parada

  • Cristiano Ronaldo: 167 (54 de falta e 113 de pênalti)
  • Messi: 142 (52 de falta e 90 de pênalti)

Em que campo?

  • Messi
    Visitante: 271
    Neutro: 32
    Mandante: 397
  • Cristiano Ronaldo
    Visitante: 279
    Neutro: 39
    Mandante: 382

O Porto venceu o Paços de Ferreira por 1 a 0 nesta segunda-feira, fora de casa, e abriu seis pontos de vantagem na liderança do Campeonato Português, beneficiado pela derrota do Benfica para o Marítimo.

Faltando cinco rodadas para o fim, o Porto tem 70 pontos, contra 64 do Benfica. Como tem a vantagem no confronto direto, primeiro critério de desempate, o Porto garantirá o título se vencer mais três jogos.

O gol da vitória foi marcado logo aos sete minutos de partida. O goleiro Ricardo Ribeiro cortou mal o escanteio da direita, e a bola sobrou para o chute do zagueiro congolês Chancel Mbemba. O Porto está invicto há quatro partidas.

Após a partida, o técnico do Porto, Sérgio Conceição, admitiu que o time não teve boa atuação mas comemorou os três pontos.

- Não estou extremamente feliz hoje. Queria jogar melhor. Mas não é fácil, porque encontramos, cada vez mais, equipes bem organizadas. A nossa vontade é ganhar e fazer bons espetáculos. Por vezes não dá, vale a entrega e a luta. Tivemos uma determinação muito grande, num jogo difícil perante um bom adversário. É o quarto jogo sem sofrer gols e isso é importante - afirmou Conceição.

 

Fonte: Por GloboEsporte.com — Paços de Ferreira, Portugal 

 

A pandemia do novo coronavírus diminuiu o ritmo, mas não acabou com as aulas práticas da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer durante o isolamento social. Isso porque a Semel tem disponibilizado aulas por meio de vídeos gravados pelos professores de cada modalidade esportiva do projeto Educando pelo Esporte.

Os vídeos são sempre enviados para os alunos seguindo o calendário dos dias das aulas presenciais de cada atividade. A comunicação ocorre via grupo de whatsApp. 

A iniciativa tem como objetivo incentivar os alunos e seus familiares a permanecerem em casa para evitar a disseminação da Covid-19, como recomendam os órgãos de saúde, e para manter a rotina de exercícios, que são um grande aliado no reforço da imunidade e no bem-estar inclusive psicológico dos alunos.

“Neste momento de crise, para continuar as atividades do projeto, a equipe da Semel vem montando um material com atividades para, dessa forma, colaborar com a saúde física e mental dos nossos alunos”, explica Anderson Moratório, coordenador de Esporte da secretaria.

Foram criados grupos no whatsApp de cada turma para que todos tenham acesso ao conteúdo. Pelo aplicativo, os professores passam os exercícios práticos. Já os alunos fazem vídeos e enviam para os mestres avaliarem. 

O professor de zumba Leandro dos Santos começou realizando live na sua rede social particular e agora grava os vídeos para enviar no grupo do projeto para as alunas. “Tivemos um retorno mais que o esperado com a participação maciça das alunas. Elas até cobram mais vídeos durante a semana. Acredito que essa dinâmica deixa os alunos estimulados e ocupados durante este período de isolamento em suas casas”, destaca o professor. 

Ao todo, são 11 modalidades esportivas do projeto Educando pelo Esporte e mais de cinco mil alunos beneficiados.

Texto: Liliane Diniz
Fotos: Semel

 

Os Jogos Interescolares de Parauapebas (Jips) começaram neste sábado, 14, às 9h, no Ginásio Poliesportivo, e irão prosseguir até o dia 29 de março. Em sua 22ª edição, trazem como tema “Jogos escolares: Competências socioemocionais em movimento”, e como novidade, Jips Mirim, que envolvem crianças dos 1º e 2º ciclos da educação infantil.

Secretario de esportes do Município de Parauapebas, Laureci  Diniz marcou presença no Jips 2020

Em entrevista para o Portal Carajás o Jornal, o Secretário de Esporte de Parauapebas, Laureci Diniz, destacou a relevância do resgate da atividade esportiva. “Resgata-lo desde 2017, foi muito importante, tanto para os jovens e agora para essas crianças. É uma alegria poder realizar juntamente com os professores e a Semed   essa nova etapa do Jips, trazendo mais lazer e podendo proporcionar uma melhor qualidade de vida através do esporte, para as nossas crianças de Parauapebas”.

Secretario de Educação, Luiz Vieira, participou do Jips 2020 mirim

O Secretário de Educação, Luiz Vieira, falou da relevância do esporte dentro da educação de Parauapebas. “Temos que incentivar sempre a educação pois ela faz com que as crianças tenham uma melhor percepção do respeito, da coletividade, a sensibilidade e um olhar de empatia ao seu próximo, são conceitos que colocamos em prática com nossas crianças para torna-las pessoas melhores para a sociedade, e a educação em parceria com o esporte proporciona esta transformação”, afirmou o gestor da pasta.

As autoridade do Município de Parauapebas marcaram presença no Jips 2020

Realizados desde 1998, o Jips é o maior evento esportivo estudantil do município e neste ano, terão as seguintes modalidades: Futsal, handebol, basquetebol, voleibol, xadrez e tênis de mesa, nas categorias A (12 a 14 anos) e B (15 a 17 anos). São envolvidos nas competições mais de 800 estudantes de escolas municipais, estaduais e particulares.

O coordenador Anderson Moratório, esteve no Jips 2020, que está vivendo um novo momento com a categoria mirim de Parauapebas

O coordenador, Anderson Moratório, da Secretaria de Esporte e Lazer do Municipal de Parauapebas, disse que o Jips vive uma nova fase. “É uma satisfação enorme acompanhar o crescimento do Jips desde seu início em 1998, não só na participação de mais escolas, mas acima de tudo com o envolvimento dos alunos juntamente com seus professores de educação física, com a credibilidade junto aos pais, sabendo que o esporte educacional esta contribuído com o crescimento desses jovens e crianças de Parauapebas, só tenho a agradecer ao trabalho que todos nós tem realizando para a educação e para o município de Parauapebas”.

Paulo Ricardo de 10 anos aluno da escola Paulo Fonteles, teve a honra de acender a tocha para dar inicio aos jogos do Jips 2020

Fernando Guilherme de 10 anos e aluno da escola Luiz magno, fez o juramento diante todos os atletas do Jips 2020

Vitrine de jovens talentos, a Copa São Paulo de Futebol Júnior de 2020 começa nesta quinta-feira (2) com transmissão de todos os jogos pela primeira vez em sua história.

Na primeira fase da Copinha, como é conhecida a competição, serão exibidos 189 jogos ao vivo. A maior parte, restrita à internet, estará na FPF TV, canal da Federação Paulista de Futebol no Youtube, e na plataforma de streaming MyCujoo.

Torcedores poderão acompanhar os confrontos também pelo Facebook da Federação Paulista e da Copinha, além de sites, aplicativos e canais de TV da Globo, SporTV, Cultura e Rede Vida.

A edição deste ano não terá a participação do Flamengo. A equipe carioca desistiu do campeonato porque pretende usar seu time sub-20 durante o Estadual do Rio em razão das férias tardias do elenco profissional, que disputou o Mundial de Clubes em dezembro.

No primeiro dia do torneio, nesta quinta, o Palmeiras estreia contra o União (MT), às 21h30 (com transmissão do SporTV). A equipe busca título inédito e jogará a primeira fase em Araraquara, no interior paulista.

O time alviverde inscreveu na competição o atacante Gabriel Veron, campeão e eleito o melhor jogador do último Mundial Sub-17 com a seleção brasileira. O atleta deverá ser integrado à equipe profissional neste ano.

O São Paulo é o atual campeão, já o Corinthians acumula o maior número de títulos: 10. As equipes jogarão a primeira fase nas cidades de São Bernardo do Campo e Franca, respectivamente.

A equipe tricolor estreia no sábado (4), contra o Operário Ferroviário (PR), enquanto o alvinegro enfrenta o Retrô (PE), nesta sexta (3).

O Santos também estreia nesta sexta, contra o Timon EC. A time busca o quarto título e jogará em Marília.

Neste ano, o torneio terá 127 equipes, que serão divididas em 32 grupos. A final será disputada no dia 25, em comemoração ao aniversário da capital paulista, no estádio do Pacaembu. Diferentemente de outras edições do torneio, não há nenhum clube estrangeiro na disputa.

(DOL)

Foi realizada na manhã de domingo, 8, em Parauapebas, a 7ª edição da Corrida do SESI. O evento foi realizado as margens do Lago Nova Carajás e reuniu mais de 250 atletas, que disputaram nas categorias Comunidade e Indústria.

Com concentração às 06 horas, o aquecimento e o alongamento ficaram por conta do professor de zumba, Marcos Play. Após a largada corredores percorreram 8.5km com chegada nas proximidades do lago e foram recebidos com café da manhã e atendimento médico.

Kennedy de Sousa Lima ganhou em 1º lugar na categoria Comunidade Masculina, o corredor afirma que não é profissional, mas tem colecionados títulos na região, e na manhã deste último domingo se tornou tricampeão da prova do SESI em Parauapebas, “quero agradecer a Deus e a minha esposa que sempre me apoia, sou mais uma vez campeão, a organização está de Parabéns. Agora é treinar para a próxima competição em São Geraldo. Não sou profissional, mas sou um amador de bom rendimento e estou sempre buscando o pódio, o importante é competir e fazer novas amizades”, disse.

Kennedy é tricampeão da corrida do SESI na categoria Comunidade

Daniel Freitas é um dos organizadores do evento e frisa a importância do esporte para a saúde, além de acessível, “a corrida é um esporte democrático, qualquer pessoa apta e liberada pelo médico pode participar. Esta modalidade tem um custo zero e você pode buscar em qualquer lugar, tem uma fácil aderência, e quando praticada regulamente, traz uma série de benefícios para a saúde: Controla o estresse, humor, pressão arterial e glicemia, a corrida só tem a agregar qualidade à saúde”, declarou.  

Daniel Freitas, um dos coordenadores da corrida

Gaspar Ordemiro participa de mais uma corrida em Parauapebas

Confira os campeões

Masculino Industria

1-Manoel Moura das Chagas Filho

2- Iomar Oliveira dos Santos

3-Adonei Cunha Aires

Feminino Indústria

1-Marcela de Lima Magalhães

2-Emmile Sthefane Morais Andrade

3-Laura Correa Felício

Masculino Comunidade

1-Kennedy de Sousa Lima

2-Humberto dos Santos Silva

3-Railton Souza Silva

Feminino Comunidade

1-Thays Taboada Silva Steinmetz

2-Marinalva Ribeiro da Silva

3-Jocyanne Satomi Tachibana

Confira as imagens do evento

Pódio feminino da categoria Indústria

Pódio masculino da categoria Indústria

Pódio masculino da categoria Comunidade

 

(Samara Guimarães)

Sul e Sudeste do Pará

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