A FIVB (Federação Internacional de Vôlei) anunciou nesta quarta-feira que, após decisão de seu conselho, está permitida a retomada de competições a partir de junho, desde que haja condições favoráveis aos atletas, treinadores e profissionais em meio à pandemia da Covid-19.

As primeiras competições referidas foram os campeonatos nacionais de clubes, com permissão para serem realizados a partir de 1 de junho. As federações dos países que optarem pelo reinício podem tanto finalizar as temporadas 2019/2020 que foram interrompidas por causa da crise do novo coronavírus como começarem uma edição nova. Os dirigentes precisarão traçar protocolos para assegurarem a saúde dos participantes.

A Superliga masculina e feminina, por exemplo, foram canceladas por causa da disseminação da Covid-19. Outras ligas ao redor do mundo, como a italiana, também foram encerradas.

Torneios de caráter continental entre clubes também foram citados anúncio da FIVB, mas não podem ter suas finais em datas posteriores a 2 de maio de 2021.

A Liga das Nações, competição entre países que foi cancelada neste ano por causa da Covid-19, será realizada a partir da segunda semana de maio de 2021 e terá seu encerramento em 27 de junho seguinte. A ideia da FIVB é concluir o evento um mês antes do início das Olimpíadas de Tóquio. Itália e China serão as sedes das finais nos naipes masculino e feminino.

Por fim, os torneios continentais entre seleções vão ocorrer entre 19 de agosto e 21 de setembro de 2021, depois das Olimpíadas.

- As decisões aprovadas pelo conselho de administração da FIVB e o comitê executivo da FIVB são fundamentais para salvaguardar a saúde e o bem-estar da família do vôlei nesses tempos sem precedentes - afirmou o presidente da FIVB, o brasileiro Ary Graça.

 

Fonte: Por GloboEsporte.com — São Paulo

 

Uma série de fotos oficiais do príncipe William da Inglaterra com sua família de férias na neve provocou, nesta terça-feira (8), novas críticas ao membro da realeza por sua suposta ociosidade.

A Casa Real informou que o duque de Cambridge e sua esposa Catherine esperavam que "as pessoas apreciassem as fotos" do casal com seus dois filhos, o príncipe George e Charlotte, nos Alpes franceses na semana passada.

O casal real ainda é muito popular no Reino Unido e as fotos foram publicadas na maioria dos sites, mas, cinco anos após seu casamento, os comentaristas começam a lançar críticas ao segundo na linha de sucessão ao trono.

'Preguiçoso'
"O ocioso William leva a família para esquiar", era a manchete do tabloide "The Sun", que publicou uma foto de Kate jogando uma bola de neve no marido.

O jornal, normalmente monárquico, criticou na semana passada o príncipe "preguiçoso" depois de constatar que ele assistiu a 122 eventos oficiais no ano passado, enquanto sua avó, a rainha Elizabeth II, de 89 anos, compareceu a 341.

William também atua como piloto de helicóptero-ambulância perto de sua casa em Norfolk, no leste da Inglaterra, sendo o primeiro membro da realeza britânica na linha direta ao trono a ter um emprego civil.

Mas o tabloide "Daily Mail" constatou que ele trabalha apenas 80 horas por mês nesta função.

Também costuma preservar sua vida privada e controla a publicação de fotos de sua família. Mas os críticos asseguram que atender a imprensa e participar de atos oficiais fazem parte do reinado.

Outro tabloide, "The Daily Express", foi mais clemente, sustentando que o príncipe não quer ter tantos compromissos como seu pai, o príncipe Charles, para poder criar seus filhos.

"Ele não quer ser um pai ausente, porque sabe o que é crescer sem um", declarou uma fonte próxima a William.

Fonte: G1

O influente cardeal australiano George Pell, encarregado das finanças do Vaticano,descartou renunciar ao seu cargo, apesar do escândalo que atinge vários padres pedófilos em sua ex-diocese. A declaração de que não deixará seu posto foi dada em uma entrevista à emissora Sky News.

O ex-chefe da Igreja católica na Austrália, que se converteu em 2014 em chefe da Secretaria de Economia da Santa Sé, negou ter acobertado casos de pedofilia cometidos nos anos 70 e 80 por sacerdotes e religiosos da diocese de Melbourne, quando era arcebispo desta cidade.
O cardeal fez a revelação em um depoimento por videoconferência dado durante a investigação. Ele diz que o garoto não pediu que medidas fossem tomadas, mas que, hoje, o cardeal admite que deveria ter feito algo.

Pell, de 74 anos, depôs nesta semana ante uma comissão australiana que investiga estes casos.

"Não, não vou renunciar. Isso seria encarado como uma admissão de culpa", disse Pell em uma entrevista à Sky News, gravada em Roma e transmitida na sexta-feira (5) na Austrália.

"Se o Santo Padre me pedir, diria isso, mas farei tudo o que me pedir", acrescentou.

Pell considera que foi uma coincidência desastrosa o fato de cinco sacerdotes terem abusado de menores quando atuava nesta cidade.

Depoimentos

Devido aos seus problemas cardíacos, o ex-bispo de Melbourne e depois de Sydney, de 74 anos, testemunhou pelo quarto dia consecutivo, na quinta-feira passada (3), por videoconferência a partir de um hotel de Roma.
Submetido às perguntas dos advogados que representam as vítimas de abusos cometidos por membros do clero, desmentiu ter cometido algum erro.
A comissão se concentra atualmente na situação nas cidades de Ballarat e Melbourne, no estado de Victoria, onde o cardeal Pell cresceu e trabalhou, nos anos setenta e oitenta, quando sacerdotes pedófilos abusavam de dezenas de vítimas.

O eclesiástico, que revelou que o papa Francisco recebe diariamente um resumo das audiências, afirmou que ao menos dois arcebispos e outros membros da hierarquia católica o enganaram ao não informá-lo da situação. Falou de um "mundo de crimes e ocultações".
À pergunta sobre se tinha a impressão de ser vítima de uma caça às bruxas, o cardeal Pell respondeu nesta quinta-feira: "Nunca disse nada semelhante, mas devo confessar que a ideia me passou pela cabeça".
O fato de ao menos cinco sacerdotes pedófilos terem atuado ao mesmo tempo em Ballarat nos anos setenta é uma "coincidência desastrosa", acrescentou.
No entanto, reconheceu que um jovem se queixou em 1974 do irmão Edward Dowlan.
O menor "mencionou em uma conversa" que o irmão Dowlan "se comportava mal" com os meninos, disse. Então levantou o tema com o capelão do colégio e nada mais.
"Com 40 anos de distância, diria certamente que deveria ter feito mais", admitiu quando informaram que Dowlan, agora detido, abusou de dezenas de crianças.

Outra acusação


O eclesiástico também foi interrogado sobre o caso de Gerald Ridsdale, sacerdote pedófilo reincidente múltiplo, com quem o cardeal dividiu alojamento por um tempo e que também trabalhava em Ballarat.
George Pell voltou a desmentir que tenha tentado comprar o silêncio do sobrinho de Ridsdale, David, como ele afirma. David Ridsdale foi vítima de abusos por parte de seu tio.
O cardeal Pell estimou que era um "dever cristão" acompanhar Gerald Ridsdale no processo que culminou com sua condenação por mais de cem crimes de abusos sexuais de menores.
Também negou ter ficado ciente das atividades pedófilas de Ridsdale, e voltou a desmentir que um dia tenha dito a um sacerdote: "Haha, acredito que Gerry está se atirando em direção aos meninos novamente". Esta acusação é "falsa", disse.
No início das audiências, o cardeal havia explicado que os crimes de Ridsdale não tinham "maior interesse para ele", mas voltou atrás nesta quinta-feira. "Lembro de ter falhado completamente nesta sequência. Lamento as palavras utilizadas. Estava muito perturbado, respondi mal".
Um grupo de vítimas que viajou a Roma para acompanhar este depoimento disse não acreditar nele.
"Achamos que mentiu e nos enganou", declararam em um comunicado. O interessado negou que minta. "Diria que é totalmente falso e não se baseia em nenhuma prova".
Reconheceu que os relatos das vítimas eram horríveis. "Uma das coisas que lamento como sacerdote católico são os danos que tais crimes infligem à fé dos sobreviventes, das vítimas, de seus amigos e famílias, e de maneira mais geral à sociedade. Lamento".
A comissão se constituiu em 2013 para investigar acusações de pedofilia em igrejas, escolas, orfanatos ou associações de jovens, depois de mais de dez anos de pressões. Ouviu quase 5.000 vítimas.

Fonte: g1.globo.com

Airbus A320 ia de Barcelona para Duesseldorf.
Aeronave levava 150 a bordo; não há sobreviventes, diz governo francês.

Um avião Airbus da companhia Germanwings, empresa da Lufthansa, caiu no sul da França nesta terça-feira (24). A aeronave ia de Barcelona, na Espanha, para Duesseldorf, na Alemanha, segundo autoridades aéreas. O voo 4U9525 viajava com 150 pessoas a bordo (144 passageiros, dois pilotos e quatro tripulantes).

O QUE SE SABE ATÉ AGORA:
– Um avião Airbus A320, da companhia Germanwings, caiu na manhã desta terça-feira (24), no sul da França;
– A aeronave levava 144 passageiros, 2 pilotos e 4 tripulantes;
– Não há sobreviventes, disse o governo francês;
– O voo 4U9525 fazia a rota Barcelona, na Espanha, a Düsseldorf, na Alemanha;
– A aeronave descolou às 9h55 locais (5h55 de Brasília);
– Segundo a empresa, a queda durou oito minutos;
– Destroços foram localizados em uma região de 2 mil metros de altitude;
– O ministro do Interior da França, Bernard Cazeneuve, confirmou que uma caixa-preta do avião foi encontrada;
– A Direção Geral de Aviação Civil da França negou que um pedido de socorro teria sido emitido pelo avião antes da queda;
– O avião passou por manutenção de rotina um dia antes do acidente;
– Ainda não se sabe o que causou o desastre.

O Ministério do Interior francês informou que destroços foram localizados em uma região de 2 mil metros de altitude, segundo a agência Associated Press.

Um helicóptero que pousou no local do acidente constatou que não há sobreviventes, disse o primeiro-ministro da França, Manuel Valls, segundo a agência France Presse.

“Havia 148 pessoas a bordo [número posteriormente confirmado para 150 pessoas] e as condições do acidente, que ainda precisam ser determinadas com precisão, sugerem que não haveria sobreviventes”, disse o presidente da França, François Hollande, antes da confirmação. Em seu perfil do Twitter, Hollande expressou "solidariedade às famílias das vítimas" e disse que a queda do avião é uma "tragédia".

Buscas
Segundo o ministro do Interior francês, Bernard Cazeneuve, 300 bombeiros, 300 policiais, dez helicópteros militares e aviões participam das buscas pelos destroços e vítimas. Como o local da queda é entre montanhas e de difícil acesso, os trabalhos tiveram que ser suspensos ao anoitecer, por volta das 20h locais (16h em Brasília).

As buscas serão retomadas ao amanhecer desta quarta. A Germanwings informou que só voltará a das informações sobre o acidente nesta quarta. 

Ele também afirmou que "a violência do choque deixa pouca esperança" de haver sobreviventes.

Policiais e alpinistas se preparam para embarcar durante trabalho de busca do avião Airbus A320 da Germanwings em Seyne, na região dos Alpes. A aeronave caiu com 150 pessoas a bordo (Foto: Jean-Paul Pelissier/Reuters)Policiais e alpinistas que estão trabalhando nas buscas do Airbus A320 da Germanwings em Seyne, na região dos Alpes franceses. A aeronave caiu com 150 pessoas a bordo (Foto: Jean-Paul Pelissier/Reuters)

Pelo que se sabe até agora, haveria ao menos 67 alemães, 45 espanhóis e um número não confirmado de turcos entre as 150 vítimas do acidente. Não haveria franceses. Ainda não há confirmação oficial da lista de vítimas. A identificação das vítimas começará nesta quarta-feira (25).

O diretor da escola Joseph-Koenig, que fica na cidade alemã de Haltern am See, confirmou que 16 estudantes e 2 professores da instituição estavam a bordo da aeronave que caiu. “Nesta manhã, os nossos alunos voltavam de Barcelona depois de um intercâmbio com estudantes espanhóis”, afirmou.

O baixo-barítono Oleg Bryjak e o contralto Maria Radner, que se apresentaram no teatro Liceu em Barcelona, estariam entre as vítimas da queda do avião da Germanwings (Foto: Reprodução/ Twitter/ Gran Teatre Liceu)Os cantores líricos Oleg Bryjak e Maria Radner
estão entre as vítimas do acidente.
(Foto: Reprodução/Twitter/ Gran Teatre Liceu)

A Ópera de Düsseldorf anunciou que o o baixo-barítono Oleg Bryjak é uma das vítimas da queda do avião, de acordo com a agência Associated Press.

No Twitter, o teatro Liceu de Barcelona lamenta a morte de Bryjak e da contralto Maria Radner, que se apresentaram no local.

De acordo com o governo brasileiro, até o momento não há informações da presença de nenhum brasileiro no avião. O Itamaraty diz que o consulado brasileiro em Barcelona  está checando a lista de passageiros com as autoridades europeias.

Cazeneuve confirmou ao jornal "Le Figaro" que uma das caixas-pretas do avião foi encontrada. A caixa-preta registra as informações do voo e pode dar indicações sobre a causa do acidente. (Veja abaixo imagens do local da queda)

 

 "A caixa-preta estará sujeita a uso imediato nas próximas horas para permitir que a investigação se mova rapidamente", disse o ministro do Interior francês. "Foram tomadas medidas para garantir a segurança na zona de queda para a investigação a ser realizada nas melhores condições”.

Sinal de alerta
A Germanwings disse que a queda do avião durou oito minutos, de modo íngreme.

A Direção Geral de Aviação Civil da França contrariou uma informação divulgada horas atrás, de que o avião teria emitido um sinal de emergência. Segundo o órgão, foi o controle de tráfego aéreo que decidiu emitir o sinal de alerta porque não tinha contato com a tripulação e o avião.

"A aeronave não emitiu um sinal de emergência, mas foi uma combinação da perda do contato de rádio e a variação da altura do avião que levou o controlador a implementar a fase de emergência", disse o porta-voz da autoridade francesa.

O Secretário de Estado dos Transportes francês, Alain Vidal, havia divulgado a informação de que “houve um pedido de socorro registrado às 10h47. Esse sinal de socorro mostrou que a aeronave estava a 5 mil pés, em uma situação anormal”. Vidal havia dito que o acidente ocorreu pouco após este sinal.

Ao "Le Figaro", ele falou que o avião caiu nas montanhas de Estrop, uma área coberta de neve e inacessível por terra. Segundo ele, as condições meteorológicas não eram particularmente ruins no momento do acidente.

Um casal que aguardava o voo 4U9525 é escoltado por um policial e uma funcionária do aeroporto em Düsseldorf, na Alemanha (Foto: Frank Augstein/AP)Um casal que aguardava o voo 4U9525 é escoltado por um policial e uma funcionária do aeroporto em Düsseldorf, na Alemanha (Foto: Frank Augstein/AP)

O presidente da França expressou apoio à chanceler alemã, Angela Merkel, em uma ligação telefônica depois da notícia da queda do avião, informou o palácio do Eliseu. A embaixadora da Alemanha em Paris, Susanne Wasum-Rainer, irá até o local do desastre com o ministro do Interior francês, Bernard Cazeneuve, segundo a agência de notícias France Presse.

Luto
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse em pronunciamento que Alemanha, Espanha e França estão em luto profundo pelas vítimas do acidente. Merkel disse que os três países vão trabalhar em conjunto para descobrir as causas do desastre. A chanceler também disse que vai ao local do acidente nesta quarta. Irão com ela Hollande e o presidente de governo da Espanha, Mariano Rajoy.

A vice-presidente de governo da Espanha, Soraya Sáenz de Santamaría, disse que o país decretou luto oficial de três dias a partir da meia-noite e que os órgãos públicos farão um minuto de silêncio pelas vítimas do acidente ao meio-dia desta quarta.

A Germawings expressou condolências pelas vítimas do acidente e disse que não pode dar nenhum motivo para a queda do acidente ainda. A companhia afirmou que o piloto voava pela empresa havia dez anos e que o avião foi verificado por técnicos, em uma manutenção de rotina, um dia antes. A empresa mudou a cor do logo de seu perfil no Twitter para preto, em uma demonstração de luto.

Airbus A320, da companhia alemã Germanwings, no aeroporto de Berlim, na Alemanha, em março de 2014 (Foto: Jan Seba/Reuters/Arquivo)Airbus A320 da Germanwings, em março de 2014

Carsten Spohr, presidente da Lufthansa, postou uma mensagem em seu perfil do Twitter, dizendo: "Não sabemos ainda o que aconteceu com o voo 4U9525. Meus profundos sentimentos para os familiares e amigos de nossos passageiros e tripulantes. Se nossos medos forem confirmados, será um dia obscuro para a Lufthansa. Esperamos encontrar sobreviventes."

A queda
Segundo o jornal francês "Le Monde", a aeronave desapareceu dos radares por volta das 10h53 locais. Segundo o site que monitora o sistema aéreo Flightradar, o avião decolou 9h55 de Barcelona, horário local (5h55 de Brasília).

De acordo com o site da Airbus, a capacidade máxima da aeronave é de 180 passageiros. A empresa disse em sua página no Facebook que está ciente dos relatos da queda de um avião fabricado pela companhia e informou que todos os seus esforços foram direcionados para avaliar a situação. Segundo o jornal francês “Le Figaro”, o Airbus A320 que caiu estava em uso havia 24 anos.

O maior sindicato de controladores aéreos da França, o SNCTA, anunciou a suspensão de sua convocação de greve para os dias 25, 26 e 27 de março.

“Nessas circunstâncias dramáticas e considerando a emoção que esse acidente levanta, especialmente entre os controladores aéreos, o sindicato decidiu suspender o seu aviso de greve”, informou em seu site.

Do UOL, em São Paulo, montanhistas chilenos dizem ter encontrado destroços de um avião que caiu nos Andes há 54 anos, informa o jorna britânico "The Guardian".

Os destroços, assim como restos mortais das vítimas, teriam sido encontrados numa altitude de 3.200 metros, a cerca de 360 km ao sul de Santiago. Leonardo Albornoz, um dos membros do grupo, disse ao Canal 7 do Chile que a localização dos destroços está sendo mantida em segredo para evitar saques.

Membros do time de futebol profissional chileno Green Cross estavam a bordo do Douglas DC-3 quando ele desapareceu em 3 de abril de 1961. O time voltava para Santiago de uma partida em Osorno pela Copa do Chile e foi dividido em duas aeronaves.

Uma chegou ao destino; a outro, com 24 pessoas a bordo, desapareceu. "Podíamos sentir a energia do local e aspirar aquela dor", disse Albornoz sobre a suposta descoberta.

Sul e Sudeste do Pará

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