A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira (17/9) a Operação Amigo Germânico, para investigar os crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, crimes contra o sistema financeiro nacional e corrupção cometidos contra o Postalis - Instituto de Previdência Complementar, fundo de pensão dos Correios. Foram mobilizados 44 policiais federais para cumprir 19 mandados de busca e apreensão pela Justiça Federal no Distrito Federal, Paraná e em São Paulo.

A Justiça também determinou o bloqueio de bens dos investigados até o limite do valor dos prejuízos já apurados: cerca de R$ 16 milhões.

As investigações, em parceria com o Ministério Público Federal, apontam que, entre novembro e dezembro de 2016, foram criados quatro Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios Não Padronizados – FIDC NP e, em seguida, diversos ativos do Postalis foram reprecificados em valor diferente de zero, quando deveriam ter sido reavaliados a valor zero. A referida operação, cujos prejuízos foram previamente admitidos pelos alvos investigados, implicou no agravamento da situação já deficitária da entidade.

Os alvos respaldaram seus atos em pareceres jurídicos elaborados por pessoas que possuíam interesse direto na indicação das empresas que, posteriormente, seriam escolhidas como gestora e administradora dos recursos dos FIDC NP.

Apurou-se ainda que as empresas indicadas para administrar os Fundos de Investimento direcionavam taxas de rebate (comissão) para serem divididos entre os responsáveis pela indicação das empresas que, por sinal, também atuavam no aconselhamento técnico-jurídico do Postalis. Além disso, por meio de transações dissimuladas, também foram direcionadas vantagens indevidas a gestores da entidade de previdência complementar dos Correios.

Os envolvidos poderão responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e corrupção passiva e ativa com penas que, se somadas, podem chegar a 42 anos de reclusão.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no DF

A Polícia Federal deflagrou hoje (15/9) a Operação CURIMÃ,  com objetivo de desarticular organização criminosa que atua em garimpos ilegais de ouro na região do Município de Centro Novo/MA.

Participaram das ações 130 policiais federais. Eles deram cumprimento a 19 mandados de busca e apreensão, além de 5 mandados de prisão preventiva, nos Estados do Maranhão e do Pará, expedidos pela 8ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado do Maranhão, em decorrência de representação da Polícia Federal.

Durante as investigações foi apurado que se trata de uma organização criminosa armada com grande poderio econômico e político e com atuação na região de Centro Novo/MA há pelo menos três anos. Os investigados foram os responsáveis pelo desmatamento ilegal de mais de 60 mil hectares de áreas para abertura de garimpos de ouro, sem qualquer autorização dos órgãos competentes.

Ademais, foi verificado que esses garimpos utilizam cianeto de forma massiva para extração do ouro, além do uso de mercúrio, situação que tem causado grande poluição ambiental, inclusive, do Rio Maracaçumé.

Sob este aspecto, sabe-se que o cianeto pode atacar o cérebro e provocar tremores, delírios e alucinações. Também pode provocar parada cardíaca. A vítima desse tipo de envenenamento pode morrer por asfixia ou por falência múltipla de órgãos, assim há grande perigo para população local exposta a este tipo de substância.

Os investigados poderão responder pelos crimes previstos no Art. 2º, da Lei 8.176/91 (usurpação de bens da União), no art. 54, §2º, V (poluição), c/c art. 55 (mineração ilegal), ambos da Lei nº 9.605/98, art. 14, da Lei 10.826/2003 (porte ilegal de arma de fogo), bem como o art. 2º, §2º, da Lei nº 13.850/2013 (integrar organização criminosa), cujas penas máximas somadas ultrapassam mais de 20 anos.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão

A Polícia Federal deflagrou na sexta-feira (10/9) a Operação SIERRA, com o objetivo de aprofundar investigação sobre uma série de irregularidades cometidas pelas administrações regionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial – SENAI e Instituto Euvaldo Lodi – IEL, no Distrito Federal. Os policiais federais deram cumprimento a 4 mandados de busca e apreensão, no DF e no Rio de Janeiro.

As investigações apontam que o IEL firmou contratos de prestação de serviços com empresas de propriedade de dirigente do Sistema S, o que é expressamente proibido pela lei. As empresas beneficiadas receberam cerca de R$ 3 milhões.

Os envolvidos podem responder pelos crimes de furto qualificado, falsidade documental e associação criminosa, com penas que podem chegar a 16 (dezesseis) anos de reclusão.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Distrito Federal

A Polícia Federal deflagrou no dia (2/9) a Operação Policial "Velho Coiote", que combate o auxílio à migração ilegal de brasileiros para os Estados Unidos. Foram cumpridos, na cidade mineira de Divino das Laranjeiras, de três mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Governador Valadares. A Justiça determinou também o bloqueio de bens e capitais do grupo criminoso.

As investigações, que integram o acordo de cooperação policial internacional contra o tráfico de pessoas, tiveram início em 2018, após recebimento de várias notícias-crime a respeito. Apurou-se que os investigados promoviam a migração ilícita e o envio ilegal de crianças e adolescentes para os Estados Unidos, cobrando, para tanto, vultuosos valores em dólares.

Os fatos investigados possuem, em comum, os mesmos suspeitos. O grande número de viajantes nessas condições demonstra a amplitude da atuação do grupo.  Ademais, registros indicam que um dos criminosos atuava com essa prática delituosa desde o ano de 2004.

Durante as buscas foram encontrados e apreendidos valores em espécie e carros de luxo, além de bens dados em pagamento e em garantia pela “dívida” assumida pelos migrantes.

Se condenados, os envolvidos e demais investigados podem cumprir pena de até 11 anos de reclusão, com possibilidade de aumento a depender da quantidade de crimes imputados a cada um.

Seguindo todos os protocolos de cuidados do Ministério da Saúde, a Polícia Federal prossegue com seu trabalho. Comunicação Social – PF/MG

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Governador Valadares/MG

A Polícia Federal, com apoio do GAECO/SP, deflagrou nesta segunda-feira (30/8) a OPERAÇÃO ARREMEDO, objetivando desarticular uma associação criminosa voltada ao tráfico de drogas.

Ao todo, estão sendo cumpridos 21 mandados judiciais, sendo 5 mandados de busca e apreensão (2 na cidade de São Paulo, 1 em Barueri/SP, 1 em Mairiporã/SP e 1 no Rio de Janeiro/RJ), 4 mandados de prisão temporária e 12 de constrição de bens e direitos.

Doze pessoas (entre físicas e jurídicas) tiveram os sigilos bancário e fiscal afastados por ordem da 1ª Vara de Crimes Tributários, Organização Criminosa e Lavagem e Bens e Valores de São Paulo/SP.

Levantamentos preliminares apontam o envolvimento de uma empresa em movimentações atípicas de mais de R$ 63 milhões, motivo pelo qual foi determinado o bloqueio dos ativos financeiros dos investigados, com limite de R$ 7 milhões para cada uma das pessoas jurídicas e R$ 3,5 milhões para cada um dos demais investigados.

A investigação começou a partir da suspeita de que uma célula da associação criminosa, responsável pelo transporte, utilizava um automóvel falsamente identificado como se fosse dos Correios para movimentar drogas.

No curso da apuração, dois investigados foram presos na posse de aproximadamente 140 quilos de cocaína. Por meio da análise de diversas informações, inclusive relatórios do COAF, foi possível identificar o suspeito fornecedor desse entorpecente, também responsável pelo uso de duas empresas para lavagem.

As diligências policiais feitas na data de hoje tem a finalidade de bloquear o patrimônio da organização criminosa e possibilitar posterior perdimento em favor da União.

O nome Arremedo remete à reprodução ilegal do automóvel dos Correios, usado pela organização criminosa.

Os investigados poderão ser indiciados pela prática dos crimes de tráfico de drogas (art. 33 da Lei 11.343/06), com pena 5 a 15 anos e multa; de associação para o tráfico (art. 35 da Lei 11.343/06), com pena de 3 a 10 anos e multa; e de lavagem de dinheiro (art. 1º da Lei 9.613/98), com pena de 3 a 10 anos e multa.

Será concedida entrevista coletiva, às 10h30, na Superintendência Regional da PF em São Paulo (Rua Hugo D'Antola, 95 - Água Branca, São Paulo – SP). Haverá também a transmissão ao vivo pelo Instagram pelo endereço @pfsaopaulo.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo

A Polícia Federal, em parceria com a Controladoria-Geral da União – CGU, deflagrou nesta quinta-feira (26/8) a Operação Scorpiones, visando desarticular esquema voltado à prática de crimes contra a administração pública, por meio da fraude em processos licitatórios realizados pelo Município de Jangada/MT.

Aproximadamente 40 policiais federais, com a participação de 3 auditores da CGU, cumprem 9 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Juiz da 5ª Vara Federal da Seção Judiciária de Cuiabá/MT, nas cidades de Cuiabá e Jangada/MT. A Justiça também determinou o bloqueio de valores nas contas dos investigados, sequestro de bens, bloqueio de previdência privada, além do afastamento de um servidor público de suas funções.

As investigações tiveram início a partir de notícia-crime recebida pela Polícia Federal acerca da existência de esquema de fraudes em licitações em obras públicas, realizadas entre os anos de 2018 e 2020, com o envolvimento de agentes públicos municipais e empresários. Após a análise dos processos de licitação, foram identificadas irregularidades e fraudes, com o objetivo de favorecer indevidamente empresa que jamais havia executado obra pública, além de ter sido constatada a realização de obras para a satisfação de interesses particulares.

Dentre as irregularidades, destacam-se o direcionamento de licitações de obras para empresa em nome de pessoas interpostas, sem capacidade técnica-operacional e vinculada a agente público municipal, e a execução de obras de infraestrutura básica em loteamento de caráter privado, culminando na valorização de 359 lotes pertencentes à ex-Secretária Municipal de Finanças. Conforme Nota Técnica elaborada pelos auditores da CGU o prejuízo efetivo aos cofres públicos, com essas ações ultrapassa R$ 1 milhão.

Ao longo das investigações também foi constatado que, durante os anos de 2017 a 2020, foram efetuados saques de mais de R$ 2 milhões em espécie, diretamente da conta da Prefeitura de Jangada/MT, prática que dificulta a identificação dos seus destinatários.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Mato Grosso

A Polícia Federal cumpriu na manhã (20/8) mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal.

O objetivo das medidas é apurar o eventual cometimento do crime de incitar a população, através das redes sociais, a praticar atos violentos e ameaçadores contra a Democracia, o Estado de Direito e suas Instituições, bem como contra os membros dos Poderes.

Os mandados, que foram expedidos pelo ministro Alexandre de Moraes, estão sendo cumpridos no Distrito Federal (1), além dos estados de Santa Catarina (6), São Paulo (2), Rio de Janeiro (1), Mato Grosso (1), Ceará (1) e Paraná (1). Um deputado federal é um dos alvos.

Não haverá concessão de entrevista coletiva.

 

Divisão de Comunicação Social da Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (12/8) a Operação Expresso 80, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa dedicada ao tráfico internacional de armas e drogas com atuação em diversos estados do Brasil.

Cerca de 175 policiais federais deram cumprimento a 92 ordens judiciais, em cidades do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Foram expedidos 23 mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 32 mandados de busca e apreensão, 29 de sequestro de bens e bloqueio de valores, além de sete mandados de suspensão de atividade comercial e lacração de estabelecimento, todos expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal de Ponta Grossa/PR. A Operação conta com o apoio do DENARC - Policia Civil de Cascavel

As investigações se iniciaram em 4 de maio de 2020, quando foi apreendido, na cidade de Ponta Grossa, um ônibus carregado com 1,7 tonelada de maconha e dois fuzis calibre .556. Após a apreensão, a Polícia Federal de Ponta Grossa no Paraná procedeu com as investigações por mais de 15 meses, período em que foram apreendidas novas cargas de drogas, diversas armas de fogo oriundas do Paraguai, além de veículos e outros bens.

De acordo com a apuração realizada pela PF, os investigados se utilizavam de empresas de locação de veículos e de transporte rodoviário de passageiros para a movimentação das drogas e armas para vários destinos no Brasil. Os materiais eram armazenados em fundos falsos de ônibus e vans de turismo das empresas que pertenciam ao líder da organização investigada.

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu/PR

 

A Polícia Federal deflagrou, no período de 26 de julho e 04 de agosto 2021, na região Oeste do estado do MA, a quarta fase da Operação FUSARIUM.  Ela consiste em uma série de ações policiais que visam a erradicação de plantações de Cannabis Sativa, erva popularmente conhecida como Maconha. Tais ações ocorreram na região do nordeste brasileiro (Pernambuco – PE e Bahia-BA), e ainda fora do território nacional, no Paraguai – PY.

Com desdobramento da FUSARIUM, conduzida pela Polícia Federal, erradicou-se cerca de 95 mil pés, 11.580 mudas e 9 mil sementes de cannabis sativa, nas terras indígenas do Alto Turiaçu, Alto Rio Guamá e em Terras da União; todas as áreas nas proximidades de Centro do Guilherme – MA e Centro novo- MA.

Ademais, encontrou-se, in loco, 478 kg de maconha prontos para o tráfico. Destaque-se que todas as substâncias entorpecentes encontradas, incluindo pés, mudas, sementes e plantas já colhidas, perfazem cerca de 32 toneladas, as quais foram devidamente incineradas.

A operação tem o escopo de reduzir a produção e oferta de maconha no estado do Maranhão; de desarticular a comercialização de drogas na região; identificar os envolvidos, individualizar condutas ilegais e agir na movimentação financeira dos criminosos. Para a identificação das plantações ilícitas foram utilizadas imagens de satélites por meio do Programa Brasil MAIS. Essa tecnologia permite o acesso e compartilhamento das imagens diárias de uma constelação de mais de 130 satélites.

Durante a deflagração da Operação FUSARIUM IV foram empregados cerca de 75 policiais federais, além de servidores do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais - IBAMA, e de militares do Corpo de Bombeiros Militar Estado do Maranhão - CBM/MA.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Maranhão

A Polícia Federal apreendeu nesta manhã (4/8) 1.304 quilos de cocaína, em um jato executivo no aeroporto de Fortaleza/CE. O passageiro espanhol e quatro turcos membros da tripulação da aeronave foram conduzidos até a PF para serem interrogados.

A apreensão decorre de investigação da PF.  A droga foi flagrada em malas, em uma aeronave executiva de nacionalidade turca. O avião decolou de Ribeirão Preto/SP e tinha como destino Bruxelas, na Bélgica.

A droga estava acondicionada em 24 malas pertencentes a um passageiro espanhol. Havia 50 tabletes de droga em cada bagagem, com um total de 1.200 tabletes de cocaína. Foram apreendidos a aeronave, celulares e documentos. As investigações continuam com a análise desse material. A PF atenderá a imprensa, às 12h.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Ceará

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Sul e Sudeste do Pará

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