As iniciativas da Fundação Vale chegaram, no ano passado, há 93 mil pessoas nos municípios paraenses de Bom Jesus do Tocantins, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Marabá, Parauapebas e Tucumã. Destaque para o projeto Ciclo Saúde, com a doação de demais de 46,9 mil itens doados para 38 Unidades Básicas de Saúde (UBS) e 28 profissionais de saúde capacitados. Outra iniciativa foi o Territórios em Redes, com experiência em Marabá, com o objetivo de reduzir a evasão escolar.

“Uma das entregas do Programa Ciclo Saúde foi o Caderno de Mapas Temáticos de Bom Jesus do Tocantins. Esse material é incrível! Não imaginava que teria acesso a tantas informações importantes para o planejamento não apenas das ações de saúde, mas de outras Secretarias, como a de Meio Ambiente”, comenta o coordenador da Atenção Básica de Bom Jesus do Tocantins, Alzemir Salles.

Ano passado, Marabá foi um dos dois municípios a receber o piloto do Territórios em Rede (o outro foi em Serra, no Espírito Santo). A iniciativa, que é fruto da parceria entre Fundação Vale com a Cidade Escola Aprendiz e investimentos da Wheaton Precious Metals, realizou diagnóstico sobre os principais desafios sociais de Marabá com foco na educação, foram traçadas ações para contribuir na atuação da Rede de Proteção Social do município.

O objetivo do projeto é reinserir alunos entre 4 e 16 anos que deixaram de frequentar a escola, cenário agravado durante a pandemia devido à interrupção de aulas presenciais. Para reestabelecer os vínculos de crianças e adolescentes com as escolas, o projeto mobiliza instituições que atuam com proteção social. No total, os projetos de educação da Fundação Vale beneficiaram 164 mil estudante nas regiões onde a empresa atua.

No Pará, cerca de 93 mil pessoas foram alcançadas pelas ações da Fundação Vale em 2020

Atuação na pandemia

Em 2020, as ações da Fundação Vale alcançaram dois milhões de pessoas em 52 municípios de seis estados brasileiros: Espírito Santo, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará e Rio de Janeiro. No total, foram R$ 57,7 milhões investidos em projetos nas áreas de educação, saúde básica, inclusão produtiva e proteção social, principais eixos de atuação da entidade.
Em um ano marcado pela pandemia de covid-19, a Fundação adaptou e potencializou ações para atender às demandas das comunidades e mobilizou parcerias que contribuíram para o desenvolvimento social nos locais onde a Vale está presente. Acesse https://www.fundacaovale.org/institucional/relatorios-de-atividade/.


Um exemplo dessa adequação feita em virtude da pandemia foi o projeto Ciclo Saúde, que é voltado para o fortalecimento da atenção básica e teve suas ações direcionadas ao enfrentamento da covid-19. O projeto apoiou 419 Unidades Básicas de Saúde de 29 municípios, responsáveis pelo atendimento de 1,8 milhão de pessoas. Foram doados mais de 460 mil insumos às UBS e cerca de 500 profissionais de saúde passaram por capacitação. No Pará, o ciclo saúde foi realizado nos municípios de Bom Jesus do Tocantins, Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado dos Carajás.

O município de Bom Jesus do Tocantins foi atendido pelo programa Ciclo Saúde em 2020

“Nosso diálogo com os territórios e os parceiros que estabelecemos ao longo dos anos nos permitiram agir rapidamente mesmo no contexto desafiador que se apresentou. Assumindo um papel de agente integrador de iniciativas e mobilizador de parcerias conseguimos, de forma colaborativa, contribuir para o desenvolvimento social em muitas comunidades onde a Vale atua”, afirma a diretora executiva da Fundação Vale, Pâmella De-Cnop.

Promover o protagonismo e a autonomia financeira de mulheres e disseminar a cultura do uso de máscaras de proteção foram os principais objetivos da iniciativa Máscara + Renda, que gerou renda para cerca de 2 mil costureiras. Fruto de uma parceria entre a Fundação Vale e a Rede Asta e de uma rede de parceiros que contou com mais de 20 empresas e instituições, a iniciativa gerou cerca de R$ 4 milhões em renda para mulheres em situação de vulnerabilidade social. As costureiras e artesãs produziram mais de 2 milhões de máscaras, que foram doadas em todas as regiões do país. Saiba mais sobre a Fundação Vale e as iniciativas em curso em https://www.fundacaovale.org/

 

Fonte: Nadia Farias 

A semana começou com violência em cidades do interior do Pará. uma série de homicídios foram registrados desde o fim de semana. Os crimes ocorreram logo após um corpo ser encontrado em Parauapebas, depois que um vídeo começou a circular nas redes sociais, em que criminosos aparecem arrancando e fatiando o coração da vítima.

Na manhã de hoje (7), dois assassinatos foram registrados no município de Igarapé-Miri, no nordeste paraense. As vítimas são do sexo masculino.

A primeira morte ocorreu no complexo de feiras e mercados da região. Segundo informações preliminares, uma mulher efetuou vários disparos contra um homem, que teria abusado sexualmente de sua filha.

O segundo crime foi registrado na rua Padre Vitório, no bairro do Jatuíra, onde uma casa foi invadida e um homem foi executado a tiros.

Os corpos foram levados para o necrotério do hospital Sant’ana, em Igarapé-miri, para serem realizados os procedimento cabíveis. As vítimas ainda não tiveram as suas identidades divulgadas.

Aparentemente, segundo a polícia, os crimes não apresentam nenhuma relação. A Polícia Civil deve investigar os assassinatos.

 

Fonte: http://papocarajas.com

Hoje, 07, será assinada a ordem de serviço da construção do hospital da mulher no Estado do Pará. O projeto foi a provado pela Assembleia Legislativa do Estado do Pará (ALEPA) no ano de 2016 pelo mandato “BOTE FÉ”.

Dirceu Ten Caten Deputado do Estadual 

Na segunda-feira, 01, também foi sancionada a lei da CNH Pai D´égua que é fruto de um projeto do mesmo com o Parlamento Estadual, onde tem como objetivo oferecer carteiras de habilitação gratuitas para jovens de baixa renda. “Estamos muito felizes em ver o resultado do nosso trabalho na vida da população do Estado do Pará, agradecemos ao no governo e aos colegas parlamentares, e seguiremos juntos, trabalhando em favor de nosso povo”. Disse o Deputado Dirceu.     

 

Clique na foto do Deputado para ter acesso ao vídeo: 

 

Por Sarah Monteiro 

De acordo com o boletim de segunda, 31 de maio, a Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) registra a diminuição do número de casos de mortes provocadas pela Covid-19, a partir da observação da média móvel de casos. A queda é de 70,6% da média móvel quando comparada com 14 dias atrás. No dia 17, eram 18 óbitos por dia, enquanto que ontem, 30, foram computados cerca de cinco por dia.

Rômulo Rodovalho, titular da Sespa, atesta a diminuição sugerida no boletim. “A média móvel dos últimos 14 dias mostrou que tivemos uma queda grande de 70,6%. Mas mesmo com as taxas de casos e óbitos em queda, é importante a população entender que a pandemia não acabou e continua sendo necessário cumprir medidas de distanciamento social e proteção e higiene individual para evitar o contágio, orienta o gestor.

Os cuidados são necessários para diminuir os riscos provocados pela doença. O aposentado Benedito Resque, 81 anos, morador de Belém, se emociona bastante ao lembrar do que enfrentou ao ser infectado, há quase um ano. A esposa dele, Joana Melo, 79, adoeceu ao mesmo tempo, mas com sintomas leves, foi orientada a se cuidar em casa.

“Eu tinha plano de saúde caro, de qualidade, mas quando os sintomas foram piorando e a gente nem sabia o que era, achava que era uma sinusite piorando, não consegui atendimento pelo plano em lugar nenhum. Chegou um momento em que conseguimos um oxímetro emprestado e vimos que a minha saturação estava caindo muito. E aí começou a falta de ar”, lembra o aposentado.

Ele chegou ao Hangar no dia 7 de maio de 2020, com a boca bem roxa e quase desmaiando. “Foram oito dias lá dentro. Graças a Deus não precisei ser intubado, e com o apoio da equipe toda, médico, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicólogo, pessoal que trazia as refeições, consegui enfrentar aqueles dias”, recorda, emocionado.

“Senti muito medo. Sou do Marajó e já vi e vivi muita coisa, mas um medo desse tipo nunca senti igual. A gente via pessoas partindo o tempo todo, algumas iam e voltam e outras e não voltavam. E eu pensava ‘Será que o próximo vou ser eu?'”, relata, com a voz embargada.

Recuperação contínua – Após a alta, ficaram algumas sequelas psicológicas e no corpo: o pulmão chegou a ficar 50% comprometido, como mostrou a tomografia. “Fui fazer o restante do isolamento na casa do meu filho, com todos os cuidados, para poder me recuperar e não transmitir o vírus. Foram outros 14 dias sem poder ter contato com as pessoas, só falando no celular. Lá no hospital, a gente se comunicava por um sistema de interfone e todos os dias o meu filho ou a minha filha vinham conversar comigo. Estou tratando até hoje dessas sequelas com a geriatra”, relata o ex-paciente.

Benedito continua com os cuidados para evitar a reinfecção mesmo após ser imunizado. “Me sinto um sobrevivente. Pela graça de Deus, pude estar vivo e me vacinar. Eu e a minha esposa Joana, que passamos juntos por essa pandemia. Mas todos os dias eu penso naqueles que não tiveram a mesma chance porque o momento era outro, a gente não sabia muito como acontecia a contaminação, se podia tomar alguma coisa, se ia no médico ou ficava em casa, não tinha vacina. Mas aqui continuamos tomando os mesmos cuidados de não ir para aglomeração, não sair de casa sem máscara ou receber qualquer pessoa em casa sem máscara, passar álcool 70 nas coisas do mercado, estar sempre com spray de álcool no bolso quando for sair”, lista Benedito, recomendando o protocolo de segurança.

 

Fonte: https://parazaotemdetudo.com

O Pará recebeu, na tarde de terça-feira (11), mais uma remessa de vacinas contra a Covid-19. São 37.440 doses da Pfizer/BionTech. Essa é a vigésima enviada pelo Ministério da Saúde desde janeiro de 2020. No total, o Pará já recebeu 2.297.770 doses, sendo 1.135.240 da CoronaVac, 1.111.050 da Oxford/AstraZeneca e 51.480 da Pfizer. 

“A chegada de mais remessas ao Estado é importante, pois dessa forma vamos avançando a vacinação em todo o Estado. Ressaltamos que é importante que todos fiquem atentos ao calendário de vacinação do seu município e não deixem de tomar a segunda dose, pois só assim é possível completar o ciclo da imunização”, destacou o secretário de Saúde Pública do Pará (Sespa), Rômulo Rodovalho.  

As vacinas chegaram a Belém, e serão encaminhadas à secretaria municipal de saúde da capital. A medida se justifica por ser necessário armazenar os imunizantes em uma temperatura ideal.

“A Sespa viabiliza a campanha junto aos municípios, mas reforça que a população deve continuar fazendo a sua parte sem deixar de lado os cuidados com a higienização das mãos assim como com o distanciamento social”, enfatizou o secretário de Saúde.

Calendário de chegada ao Pará dos lotes de vacinas já enviados pelo Ministério da Saúde:

- 18 de janeiro: 173.240 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 24 de janeiro: 49 mil doses da Oxford/AstraZeneca.
- 25 de janeiro: 29.200 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 06 de fevereiro: 64.400 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 24 de fevereiro: 98.200 doses - CoronaVac/Sinovac - 37.200 doses, e Oxford/AstraZeneca, 61 mil.
- 03 de março: 67 mil doses da CoronaVac/Sinovac.
- 10 de março: 61.600 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 17 de março: 117.400 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 20 de março: 286 mil doses - CoronaVac/Sinovac, 102 mil, e Oxford/AstraZeneca, 184 mil.
- 26 de março: 150.900 doses da CoronaVac/Sinovac (84.800) e Oxford/AstraZeneca (66.100).
- 02 de abril: 234.150 doses, sendo 215.400 da CoronaVac/Sinovac e 18.750 da Oxford/AstraZeneca.
- 09 de abril: 116.200 doses, sendo 52.200 da CoronaVac/Sinovac e 64.000 da Oxford/AstraZeneca.
- 16 de abril: 170.300 doses, sendo 102.500 doses da Oxford/AstraZeneca e 67.800 da CoronaVac / Sinovac.
- 23 de abril: 98.900 doses, sendo 79.500 da Oxford/AstraZeneca e 19.400 doses da CoronaVac/ Sinovac.
- 30 de abril: 148.750 doses, sendo 145.750 da Oxford/AstraZeneca e 3.000 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 01 de maio: 9.400 doses da CoronaVac/Sinovac.
- 03 de maio: 14.040 doses da Pfizer/BionTech e 206.750 da Oxford/AstraZeneca.
- 06 de maio: 133.700 da Oxford/AstraZeneca.
- 08 de maio: 31.200 – CoronaVac/Sinovac.
- 11 de maio: 37.440 – Pfizer/BionTech.

 

Por Caroliny Pinho (SESPA)

O pacote de medidas econômicas do Governo do Pará destinou 500 milhões de reais para os programas sociais Renda Pará, Fundo Esperança e Incentiva +Pará, voltados para os trabalhadores que mais sofreram com os impactos financeiros negativos provocados pela pandemia da Covid-19.

O equilíbrio das contas e a boa arrecadação possibilitaram que o Governo pudesse tomar as medidas necessárias para auxiliar quem, de fato, vive situações agravadas economicamente.

“A atual gestão trabalha em prol de todos os que mais precisam dessa ajuda respeitando o limite orçamentário e sem comprometer o equilíbrio fiscal com o único intuito de poder ajudar aos mais afetados neste momento. Seguimos atentos ao cenário epidemiológico e buscando sempre soluções cabíveis”, ressaltou a titular da secretaria de Planejamento e Administração, Hana Ghassan.

Auxílios

Até o momento o auxílio do Renda Pará no valor de 100 reais já pagou a mais de 696 mil beneficiários o valor de R$ 69.661.800,00, e o Renda Pará de 500 reais beneficiou mais de 86 mil pessoas, chegando ao valor de R$ 43.015.500.

“Trabalho sem carteira assinada como personal trainer e me inscrevi para receber os 500 reais, pois estava em uma situação delicada, então fui em uma agência e recebi sem problema e de forma rápida. Com certeza o dinheiro vem em uma boa hora”, disse a profissional Andrea Barbosa.

Como forma de equilibrar a economia local, o Estado também concedeu um financiamento do Fundo Esperança, por meio do Banco do Estado do Pará (Banpará), que disponibilizou R$ 150 milhões. Esse recurso atendeu 52.435 empreendedores que se inscreveram no site oficial do programa, administrado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedeme).

O músico, Flávio Cristiano, ficou sem poder cantar nas noites em bares e restaurantes, além de festas, mas conseguiu se cadastrar e foi beneficiado com o Fundo Esperança, o que lhe trouxe alento em um momento instável. 

“A ajuda foi muito boa, pois estava sem poder fazer o que mais gosto, que é cantar para o meu público, mas vejo que o momento em que vivemos merece cautela e esse benefício foi bom para ajudar a quitar algumas contas e amenizar a situação em casa”, disse o músico. 

Os beneficiários que não conseguiram comparecer em uma agência do Banpará na data divulgada de acordo com o cronograma de pagamento, podem ir ao banco até o dia 31 de maio. O Banpará segue executando as medidas de combate à Covid-19 e solicita a colaboração da população no seu cumprimento em todas as agências durante o andamento do cronograma de pagamento dos benefícios emergenciais.

O programa Incentiva +Pará segue com as inscrições até o dia 14 de maio e foi idealizado pelo Estado para assegurar o auxílio de 2 mil reais, aos estabelecimentos como restaurantes, bares, lanchonetes, serviços ambulantes de alimentação, fornecimento de alimentos para empresas, bufês, cantinas, ginásios, quadras e outros tipos de instalações para a prática de esportes, clubes sociais, clubes esportivos e similares, atividades de condicionamento físico, produção e promoção de eventos esportivos, outras atividades esportivas, discotecas, danceterias, salões de dança, operadores turísticos e agências de viagens.

Até o momento, o Incentiva +Pará já pagou mais de 8.900 empresas, totalizando o valor de mais de 17.798 reais.

Todos os beneficiários devem estar devidamente cadastrados na lista de atividades econômicas com o código no Cadastro Nacional da Atividade Econômica (CNAE) que pode ser consultado no site www.sedeme.pa.gov.br.

 

Por Luana Taveira (SEPLAD)

O Governo do Estado publicou, na manhã desta sexta-feira (23), uma nova atualização no Decreto Estadual 800/2020, que institui as medidas de enfrentamento à Covid-19 e o sistema de bandeiramento nas regiões de saúde do Pará. Com as novas medidas, anunciadas pelo governador Helder Barbalho na quinta-feira (22), as regiões Metropolitana 1 e 2, Nordeste, Marajó Oriental e Baixo Tocantins saem da cor vermelha e passam à bandeira laranja, considerada de controle 1.

“Desta forma, nas regiões em bandeira laranja, deixam de vigorar restrições de horário para a circulação de pessoas e para o funcionamento de determinados setores da economia, como shoppings centers e comércio de rua. No entanto, reforçamos mais uma vez que todos os protocolos de prevenção contra a doença seguem obrigatórios. A pandemia não acabou, estamos iniciando a flexibilização de medidas nestas regiões, mas seguimos avaliando diariamente o cenário epidemiológico do Estado”, disse o procurador-geral do Pará, Ricardo Sefer.

As novas medidas permitem o funcionamento de restaurantes, lanchonetes, bares e estabelecimentos afins, desde que seja respeitada a lotação máxima de 50% da capacidade dos ambientes, e a venda de bebidas alcoólicas no período compreendido entre 6h e meia-noite.

A apresentação de músicos ou artistas não pode ter número superior a seis pessoas. “Seguem proibidos, no entanto, boates, casas noturnas, casas de show, assim como a realização de shows e festas abertas ao público”, reforçou o procurador-geral.

Além disso, fica permitido o funcionamento, sem a necessidade de agendamento individual, de academias de ginástica, clínicas de estética, salões de beleza, barbearias e estabelecimentos afins. Também passam a ser autorizados esportes coletivos profissionais e amadores, o funcionamento de clubes recreativos e a abertura de praias, balneários e igarapés e similares, sem limite de dias e horários. 

“As lojas de conveniência, mercados e supermercados seguem funcionando normalmente, mas a venda de bebidas alcoólicas ficam proibida entre 0h e 6h. Também seguem proibidas aglomerações, manifestações e reuniões com mais de 50 pessoas”, finalizou Ricardo.

Com as novas mudanças, seguem em bandeiramento vermelho, considerado de alerta máximo, as regiões do Marajó Ocidental, do Xingu, de Carajás e do Araguaia.

 

Fonte: Por Barbara Brilhante (PGE) 

O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal no sábado (27) que obrigue o governo do Pará a manter o confinamento rígido (lockdown) na região metropolitana de Belém e a só adotar medida sobre distanciamento social se finalmente cumprir decisão judicial sobre o tema.

A decisão novamente desrespeitada, segundo o MPF, foi a homologação de acordo que obrigou o governo a comprovar que as medidas sobre distanciamento social são tomadas com base em consulta a comitê técnico previsto no plano estadual de contingência da covid-19 e em estudos de instituições de renome.

O acordo entre governo estadual, MPF e Defensoria Pública da União (DPU) foi homologado pela Justiça Federal em junho do ano passado, e desde então vem sendo descumprido várias vezes, alertam procuradores da República. A última vez que foi registrada reunião do comitê técnico foi em julho do ano passado.

O afrouxamento das regras de distanciamento social na região metropolitana, anunciado pelo governo estadual neste sábado, faz parte da série de violações à ordem judicial, frisam membros do MPF de todo o estado. A carência de base técnica em decisões do governo tem sido a regra desde o início da pandemia, critica o MPF.

Enquanto isso, colapso é omitido – Enquanto o governo estadual ignora a Justiça Federal, o cenário já chegou ao colapso e a situação de falta de leitos não é revelada pelo site de transparência da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), relata o MPF.

No último dia 18, o MPF, a DPU e o Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) recomendaram que a divulgação no site fosse corrigida, já que o site tem anunciado a existência de mais vagas em leitos que as realmente disponíveis no banco de dados do sistema estadual de regulação.

As divergências de números foram comprovadas por análises feitas pelo MPF, MPPA e DPU de dados de vários dias anteriores e posteriores à expedição da recomendação. O governo estadual ainda não comprovou que a irregularidade foi corrigida, informa o MPF.

Dados do sistema de regulação incluídos pelo MPF no pedido à Justiça indicavam que neste sábado 117 pessoas aguardavam em fila por leito, 31 pessoas aguardavam confirmação de reserva de leito, 15 pessoas estavam em situação pendente e outras 15 estavam com leito reservado sem transferência concluída.

Na espera por leitos há casos de extremo risco à vida, como o de uma paciente de 73 anos e com comorbidades graves que está na fila desde o último dia 10, ou de um paciente de 60 anos com comorbidades gravíssimas que aguarda por vaga desde o último dia 15.

Descumprimento também no interior – No pedido enviado neste sábado à Justiça o MPF registra que também aguarda decisão judicial sobre petição anterior, em que foi pedido que o governo estadual seja obrigado a respeitar o acordo judicial em todo o estado.

O pedido registra que nesta sexta-feira, por exemplo, o MPF, o MPPA e a Defensoria Pública do Estado (DPE) recomendaram lockdown em todos os municípios da região do Xingu – além de Altamira, que decretou a medida na sexta-feira –, tendo em vista que o Hospital Regional da Transamazônica é o único na região que possui Unidade de Terapia Intensiva (UTI), e está há dias com 100% de ocupação de UTI e pacientes em fila.

O MPF registra também que o colapso é nacional em todo o sistema de saúde, que o Pará já está em estado de atenção em relação ao estoque de oxigênio hospitalar, e que entidades já relatam grave cenário de escassez de medicamentos, bloqueadores neuromusculares, sedativos e anestésicos necessários para a intubação de pacientes.

Processo nº 1011750-53.2020.4.01.3900 – 5ª Vara da Justiça Federal em Belém (PA).

 

Confira o  pedido do MPF à justiça no topo da página 

 

Fonte: http://www.mpf.mp.br

Durante o ano de 2020, a crise no Brasil fez com que vários cidadãos fossem atrás de auxílio do estado. A forte demanda exigiu que a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) fornecesse uma alternativa para atender toda a população do Pará. A solução encontrada foi o uso da internet, que ampliou consideravelmente a eficiência no atendimento. Atualmente, é possível tirar dúvidas via chat no próprio site do órgão, ou então pelo aplicativo de mensagens instantâneas.

Segundo dados disponibilizados pelo próprio órgão, essas duas novas unidades de atendimento foram usadas por mais de 41 mil pessoas em 2020. Enquanto cerca de 22 mil optaram pelo chat disponível no site da Sefa, outras 18 mil pessoas fizeram o uso do aplicativo WhatsApp para tirar dúvidas e resolver burocracias com o órgão. Uma inovação interessante, e que mostra o bom uso de novas tecnologias no setor público.

Nos últimos anos, a necessidade de ampliar o uso de inovações digitais, seja no atendimento ou em outras áreas, cresceu rapidamente no Pará e em todo o Brasil. Com a popularização dos dispositivos eletrônicos, principalmente os celulares, é cada vez mais fácil realizar tarefas totalmente online. Alguns outros estados, principalmente no Sudeste e no Nordeste, estão digitalizando vários serviços que antes eram apenas presenciais.

Um bom exemplo é a versão digital da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que foi lançada em 2019 e já pode ser usada em toda a América do Sul. Diferente do documento físico, a retirada da versão online é totalmente gratuita e de fácil acesso. A ideia é ampliar esses serviços e mostrar que a internet é uma ferramenta útil, e que pode acabar com muitas burocracias que a população enfrenta na rotina diária.

Atendimento online

O uso do atendimento via internet é algo que se popularizou recentemente, mas que não é nenhuma novidade. Por exemplo, os principais bancos digitais disponíveis no Brasil, como o Nubank e o Banco Inter, usam atendimentos online há mais de cinco anos. Essas instituições receberam vários elogios pelo serviço, e inclusive chegaram a ser premiadas por atuarem em uma problemática que os bancos físicos enfrentam.

Vários outros serviços, na grande maioria digitais, também usam como base o atendimento via mensagens ou chat. É o caso dos aplicativos de transportes, como a Uber e a 99, que praticamente só usam canais digitais para tirar dúvidas e solucionar problemas com usuários e profissionais. A ideia é que o próprio aplicativo seja o principal meio de contato entre todas as pessoas. Isso é algo comum também nos cassinos online, principalmente nas plataformas em que se pode apostar em slots com dinheiro real. Entre os sites com melhor avaliação, como a 888 Casino e a Casoo, a qualidade do apoio ao cliente é tão importante quanto o catálogo de jogos disponíveis e também os bônus e promoções oferecidas nas apostas. Ter um atendimento eficiente é algo cada vez mais importante para todos os serviços disponíveis online, seja no entretenimento ou até em um banco digital.

Outros serviços

Além do atendimento online, a Sefa também oferece vários outros serviços no site do órgão. Por exemplo, desde o ano passado é possível acessar novas funções do Sistema Integrado de Informações (Sintegra), seja para emitir uma Nota Fiscal Avulsa eletrônica (NFA-e) ou até mesmo para a geração de boletos para o pagamento de impostos. A ideia é que as pessoas possam resolver coisas básicas sem qualquer atendimento.

O próximo passo da Sefa no atendimento online, com planejamento para entrar no ar ainda em 2021, é o serviço de crédito tributário. A ideia é que os paraenses possam resolver tudo isso pela internet, desde o início do processo até a resolução final. Um serviço importante, e que promete aliviar consideravelmente o atendimento presencial nos postos do órgão estadual. Ou seja, todos ganham com uso da internet como ferramenta de atendimento.

A crise enfrentada em 2020 foi ruim em vários sentidos, mas também abriu oportunidade para que as soluções digitais ganhassem espaço nos órgãos públicos. O atendimento via internet, seja o chat ou o aplicativo de mensagens, é algo que vai facilitar a vida das pessoas no Pará. Isso é algo que já acontece em outros estados, principalmente no Nordeste, e deve ganhar cada vez mais força em todo o Brasil. O objetivo é fazer com que muitas das burocracias possam ser resolvidas em poucos cliques.

 

Fonte: Pixabay

O Departamento de Trânsito do Estado de Parauapebas (Detran) irá suspender temporariamente novos agendamentos para os serviços de habilitação e veículos durante a próxima semana, entre os dias 8 e 12 de março. Os usuários que já possui um serviço agendado para esses dias, serão remanejados para outra data a ser informada posteriormente.

O atendimento ao público em todas as unidades, na capital e interior, também estará suspenso neste período. Já a rede de credenciadas do Detran, como as empresas de vistoria, Centro de Formação de Condutores, estampadoras de placas e clínicas, continuará funcionando neste primeiro momento.

Com sua capacidade de atendimento reduzida desde o retorno das atividades em junho do ano passado, após uma paralisação de três meses, o Detran adotou durante o período inclusive uma nova forma de atendimento, com agendamento prévio obrigatório, para evitar aglomerações. Esse modelo de retomada gradual se mantém até hoje, contudo, uma nova paralisação se faz necessária como forma de proteger a saúde de servidores e usuários devido ao agravamento da pandemia.

De acordo com o plano de contingência que está sendo traçado, para não causar prejuízos à população, uma estrutura de tendas e estandes na parte externa da sede do órgão deve entrar em funcionamento, com previsão a partir do dia 15 de março, para que haja atendimento de serviços de habilitação e veículos em formato de drive-thru.

 

Fonte: Redação 

 

 

 

 

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Sul e Sudeste do Pará

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