A Universidade do Estado do Pará (Uepa) realizou na tarde de quinta-feira (14) a solenidade de outorga de grau de 100 concluintes do curso de Licenciatura Intercultural Indígena. A cerimônia, presidida pelo reitor Rubens Cardoso, foi realizada no formato on-line e transmitida simultaneamente para as turmas compostas por 33 colandos Tembé Gurupi; 22 do povo Assurini do Trocará e 45 do Território Etnoeducacional Tapajós-Arapiuns.

Ao chegar aos auditórios dos respectivos campi de Paragominas e Tucuruí (na região sudeste) e Santarém (no oeste), os concluintes receberam os diplomas e assinaram a ata. Em seguida, sentaram com os paraninfos. Com as devidas medidas de segurança contra o novo coronavírus, os formandos não deixaram de valorizar a cultura tradicional, levando os cocares para a cerimônia. A peça caracteriza a personalidade do índio dentro da comunidade.

Cada turma teve um orador, que relembrou a trajetória do curso e festejou a conquista após quatro anos de estudos. A turma de Paragominas foi representada pela aluna Gleice Patrícia Tembé, e em Santarém, a escolhida foi Lidiane Alves de Souza. De Tucuruí, Waremoa Assurini agradeceu aos professores do curso, e enfatizou seu papel a partir de agora. “Chegamos a esse objetivo por causa deles, pelo ensino deles, e pela nossa força de vontade também. Parabéns a todos nós! Com certeza é um ano de vitórias e retorno à nossa comunidade, em que nós levamos conhecimento. Nós, como professores, temos que ter responsabilidade. Cabe a nós seguir e fazer bonito”, afirmou.

No juramento, a dinâmica foi a mesma de cerimônias presenciais. Cada turma fez, simultaneamente, os votos profissionais. Os juramentistas foram os concluintes Niqueias Leitão, da turma Tembé Gurupi; Wakamuwia Assurini, de Tucuruí, e Elivânia Duarte Pedroso, de Santarém.

A oferta da graduação Intercultural Indígena faz parte da Política Indigenista da Uepa, executada por meio do Núcleo de Formação Indígena (Nufi). Com esta formatura já são nove turmas graduadas, entre os anos de 2012 a 2020.

“Horizonte sem fim” - O governador Helder Barbalho enviou um vídeo aos concluintes, parabenizando aos três povos pela conquista. “Que essa formação possa oportunizar um futuro fantástico, no horizonte que apenas a educação é capaz de trazer, um horizonte sem fim, através do conhecimento. Parabéns a todos! É com profunda felicidade que participo desse momento singular de formação, de liberdade pelo conhecimento, e acima de tudo do respeito e reforço à nossa cultura, à nossa história, às nossas raízes”, disse o chefe do Executivo e chanceler da Uepa.

Para a coordenadora do curso, Joelma Alencar, esta não foi apenas mais uma formatura. “É muito importante nós compreendermos o significado desse momento. Nós temos aqui, nas mãos desses professores, projetos de vida de toda uma comunidade, que deposita todas as perspectivas na formação das futuras gerações. Esse é só um primeiro passo. Nós temos especialização, mestrado e doutorado, e vocês serão o que quiserem, porque são guerreiros”, afirmou.

O reitor Rubens Cardoso frisou a importância de parceiros para a realização do curso de Licenciatura Indígena, sem os quais seria difícil a tarefa de formar profissionais em um estado tão extenso quanto o Pará. 

Ele também relembrou a trajetória da Uepa e a missão diante da população. “Essa Universidade pertence a todos os paraenses. É nossa. E toda vez que cumpre sua função principal, de formar profissionais éticos, a população paraense tem nessa oferta uma legítima entrega e representação das alavancas necessárias para melhoramos nosso processo de transformação estrutural. Todos nós sabemos que a educação pública passa por dificuldades, e essa reflexão precisa ser feita nessa possiblidade de nós produzirmos transformação estrutural. Essa não é uma conquista isolada dos graduandos, mas que deve ser partilhada com os 8,5 milhões de habitantes do Pará”, acrescentou.

 

Fonte: Por Ize Sena (UEPA)

A circulação de embarcações de passageiros entre os estados do Pará e Amazonas está proibida a partir desta quinta-feira (14), de acordo com o decreto estadual que será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE). Por meio das redes sociais, na noite de quarta-feira (13), o governador Helder Barbalho informou que a medida é preventiva, para evitar a entrada em território paraense de pessoas contaminadas pelo novo coronavírus oriundas do Amazonas.

"Nós publicaremos amanhã (quinta-feira) um decreto estadual proibindo a circulação de embarcações de passageiros vindos do estado vizinho do Amazonas. Isto é uma medida preventiva e fundamental para que possamos evitar o contágio dentro do Estado do Pará e, consequentemente, evitar problemas de saúde em face da pandemia do novo coronavírus. Portanto, a partir de amanhã nossas fronteiras com o Amazonas estarão fechadas, com fiscalizações da Polícia Militar do Estado e apoio de embarcações e aeronaves, para que possamos fazer cumprir a medida preventiva de restrição e proteger nossa população", informou Helder Barbalho.

Ainda não há restrições ao deslocamento aéreo de passageiros, mas nesta quinta-feira o chefe do Executivo Estadual deve fazer contato com a Infraero (Empresa de Infraestrutura Aeroportuária).

O Estado do Amazonas registrou, na última segunda-feira (11), 250 novas internações por Covid-19, e voltou a bater o recorde de hospitalizações diárias desde o início da pandemia. Ainda na segunda, 1.391 pessoas estavam internadas com a doença e foram confirmadas 55 mortes.

 

Fonte: Por Bruno Magno (CPH)

O governador Helder Barbalho se reuniu na quarta-feira (13), no Palácio dos Despachos, em Belém, com os secretários de Estado de Saúde Pública, Rômulo Rodovalho, e de Segurança Pública e Defesa Social, Ualame Machado, para discutir a logística e a segurança para a vacinação contra a Covid-19, assim que as vacinas forem fornecidas pelo Ministério da Saúde.

Segundo o secretário Rômulo Rodovalho, o objetivo é estar com todo o planejamento pronto para quando as vacinas chegarem ao Pará. “A partir do momento que o Ministério da Saúde distribuir as vacinas para os estados, nós, prontamente, já estaremos com toda a estratégia de logística, segurança e vacinação montada para que rapidamente as doses disponibilizadas cheguem até os municípios, e os municípios também já estejam preparados para vacinar aquele grupo que for definido pelo Ministério da Saúde como prioritário”, explicou o titular da Sespa.

O secretário disse ainda que os alinhamentos e ajustes devem ser concluídos até a próxima sexta-feira (15), para que tudo esteja preparado na próxima semana, só aguardando a sinalização do Ministério da Saúde sobre a distribuição das vacinas. “Estaremos prontos para recebê-las, distribuir aos municípios e iniciar imediatamente a campanha de vacinação por todo o Pará”, garantiu.

Insumos - O governo já iniciou a distribuição dos insumos necessários à imunização, e dispõe atualmente de seis milhões de seringas e agulhas, número considerado suficiente para a aplicação de duas doses em três milhões de pessoas. Também está em curso um novo processo para aquisição de mais cinco milhões de seringas e agulhas. O quantitativo é o suficiente para realizar a vacinação de grupos prioritários, que estão nas primeiras fases do processo de imunização.

A Sespa é responsável pela distribuição das vacinas, insumos e capacitação de profissionais para inclusão dos dados no sistema do Ministério da Saúde. Porém, a execução da vacinação e a contratação de pessoal são de responsabilidade dos municípios, conforme legislação do SUS (Sistema Único de Saúde).

A reunião contou ainda com as presenças dos secretários adjuntos da Sespa, Ariel Sampaio e Sipriano Ferraz ; do diretor de Vigilância em Saúde, Denilson Feitosa, e da secretário de Estado de Administração e Planejamento, Hanna Ghassan.

 

Fonte: Por Roberta Vilanova (SESPA)

 

O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Transportes (Setran), executa serviços de terraplenagem, construção do acostamento, imprimação e pavimentação da pista de rolamento da PA-275, no sudeste do Pará. As frentes de trabalho prosseguem com os serviços de pavimentação dos trechos de acostamento e recapeamento da pista, desde a saída de Parauapebas, e também no trecho de Curionópolis a Eldorado dos Carajás, onde estão sendo feitos serviços de limpeza superficial, terraplenagem, construção da sub-base, base, imprimação, pintura de ligação e revestimento em asfalto em alguns trechos.

O trabalho faz parte das obras de reconstrução e pavimentação, com implantação de acostamento da PA-275, que iniciou em setembro do ano passado e deve ser entregue antes do prazo previsto, que é março de 2022. 


Serão construídos e pavimentados 60 km da via, com implantação de acostamento, para garantir maior segurança para quem utiliza a estrada, uma das mais importantes para o escoamento da produção mineral e do agronegócio do estado do Pará. 

Segundo o titular da Setran, Adler Silveira, essa é a primeira grande intervenção na rodovia nos últimos 20 anos. Com mais de 100 km de extensão, a PA-275 passa por três cidades e duas rodovias de acesso: a BR-155, que dá acesso ao município de Marabá, principal cidade do sul e sudeste do Pará; e a PA-160, dando acesso à cidade de Canaã dos Carajás.

“Estamos com obras em todas as regiões do Estado. Na região dos Carajás, a Setran investe em diversas obras para o desenvolvimento da infraestrutura rodoviária e integração do estado do Pará. É o Governo do Pará reduzindo distâncias, garantindo maior segurança e melhor logística em todas as regiões de integração do Estado, o que gera emprego e renda para o povo paraense”, afirma Adler Silveira.

 

Fonte: Por Kátia Aguiar (SETRAN)

Às vésperas de completar 405 anos de fundação, Belém ganha o primeiro espaço dedicado exclusivamente à promoção, valorização e difusão da cultura material e imaterial dos povos indígenas no Pará: o memorial Verônica Tembé, na área da antiga Casa da Mata, no Parque Estadual do Utinga Camillo Vianna. A solenidade de inauguração ocorreu na manhã de segunda-feira (11) e contou com a presença do Governador do Estado, Helder Barbalho, o vice-governador, Lúcio Vale, da Secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal e o diretor do Sistema Integrado de Museus e Memoriais (SIMM) do Pará, Armando Sobral, além de representantes da câmara dos vereadores e da presidente do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade (Ideflor-bio), Karla Bengtson.

“Este momento ele deve servir para que não apenas que possamos nos provocar a discussão de políticas públicas que permitam com que os povos indígenas brasileiros, e claro, do nosso Estado, possam ter a certeza de que os governos e as instituições reconhecem os direitos e devem trabalhar para a preservação de todos os povos indígenas. Aqui no Parque do Utinga você pode viver a experiência da nossa região, poder ter contato com a fauna, poder ter contato com a história, com a memória dos povos indígenas e este é o nosso objetivo. É fazer com que as pessoas possam ter conhecimento para valorizá-lo, e garantir com que a memória daqueles que construíram a nossa chegada até os dias de hoje, possa estar sempre viva e, claro, reafirmando o compromisso do estado do Pará, em respeitar as diferenças, em valorizar a memória do nosso estado e a todas as etnias existentes em território paraense, a certeza de que o Governo do Estado deseja construir com que estes possam viver harmonicamente e, claro, ter acesso a políticas públicas de inclusão, preservando memórias, preservando suas culturas, mas ao mesmo tempo, ofertando saúde, ofertando educação, ofertando direitos e, claro, harmonizando entre todos nós”, destacou o Governador Helder Barbalho, na ocasião.

Durante a solenidade de inauguração, a Secretária de Estado de Cultura, Ursula Vidal, destacou a origem do acervo que compõe a primeira mostra do espaço. “Essa terra tem milhares de anos de história, de cultura, de ancestralidade, de práticas de saberes e fazeres. Nós ainda precisamos mergulhar muito na história do Brasil pra entendermos a matéria simbólica, histórica emotiva, afetiva da qual somos feitos. Esse memorial aqui é também um resgate da história das pessoas, que estão construindo esses momentos e esses espaços de valorização da nossa história. O acervo que nós temos, nós queremos repatriar para a cidade de Santarém, para a Vila de Alter do Chão, porque é de lá que ele vem, foi um americano que fez a juntada por meio do seu amor e do seu respeito pelos povos indígenas de todo esse acervo que está sobre a salvaguarda do estado, esta exposição não é uma exposição permanente, é uma exposição temporária, até que nós possamos devolver à população de Santarém num espaço adequado, com uma reserva técnica adequada, com todo cuidado para preservação desse acervo de mais de 1700 peças, pra que ele volte pra o seu lugar de origem e para que nós possamos ao longo dos anos receber também o acervo e outras populações indígenas da nossa Amazônia tão rica”, aponta Ursula.

Segundo a presidente do Ideflor, Karla Bengtson, "das 26 Unidades de Conservação do Estado do Pará, essa é a primeira a receber esse espaço extraordinário de sensibilização e valorização dos povos indígenas. Um trabalho feito em parceria com a Secult, que nos estimula a ir além. Compreendemos isso como um momento histórico para o Estado, oportunizando à sociedade ter acesso a um acervo tão maravilhoso, que conta a história do nosso povo. Merecida homenagem à Verônica Tembé".

Memorial Verônica Tembé

A Casa da Mata foi projetada em 1994 pelo arquiteto Milton Monte durante a gestão do então governador e atual senador, Jader Barbalho. Agora, requalificado, o espaço entra para a história como o primeiro dedicado exclusivamente à promoção, valorização e difusão da cultura material e imaterial dos povos indígenas, no Pará. O nome do espaço é uma homenagem à Verônica Tembé - Hai Rong Tuihaw é dedicado à primeira cacica dentre os Tembé-Tenetehara, que atuou como notável articuladora política e lhe rendeu o reconhecimento como uma das mais importantes lideranças indígenas da Amazônia paraense, contribuindo diretamente para a consolidação de outras lideranças femininas.

Nascida na aldeia do Cocal, região do Gurupi, em 1917, foi responsável por reunir os Tembé, então dispersos pela região, em torno de um novo assentamento, a aldeia Teko Haw, a partir da qual atuou de maneira incansável pela preservação da identidade Tenetehara. Grande conhecedora da medicina tradicional e da história de seu povo, durante décadas foi responsável pela organização das festas e pelo aprendizado dos mais jovens, ensinando a cosmologia e a língua. Sua militância foi essencial para a homologação da Terra Indígena do Alto Rio Guamá (TIARG), em 1993.

Como primeira mostra, o espaço apresenta peças pertencentes ao acervo do antigo “Centro de Valorização do Saber Indígena, Museu do Índio” – que existiu em Santarém -, atualmente sob a salvaguarda do Sistema Integrado de Museus. A coleção, hoje constituída de mais de 1800 itens, foi catalogada e vem sendo restaurada pelo SIMM. Nas oito vitrines do memorial, 168 objetos refletem os hábitos, costumes e saberes de diversas etnias que residem na região amazônica. 

"O Memorial é um espaço voltado para difusão e fortalecimento da cultura indígena do estado do Pará e da Amazônia, de maneira geral. Que abrange a região Norte e Centro-Oeste. São 168 itens de um acervo de 1700 peças que constituem o acervo do índio, que hoje está sob a guarda do sistema integrado de museus. E como projeto, ele é um projeto pioneiro e que vem a ser um trabalho que se pretende aí difundir pelo Estado como uma política também de salvaguarda e de fortalecimento eh da cultura indígena aqui no Estado do Pará”, explica Armando Sobral, Diretor do SIMM e curador da exposição.

 

Fonte: Por Josie Soeiro (SECULT)

Em vídeo divulgado na tarde de sexta-feira (8), em redes sociais, o governador Helder Barbalho confirmou que o Estado irá contribuir financeiramente com o programa de renda mínima "Bora Belém", cuja criação foi aprovada em projeto de lei também hoje, pela Câmara Municipal da capital. A contrapartida por parte do tesouro estadual corresponderá a metade do valor total de custeio.

Na gravação, o chefe do Executivo Estadual faz o anúncio ao lado de René de Oliveira e Sousa Júnior, secretário de Estado da Fazenda (Sefa); do presidente do Banco do Estado do Pará (Banpará), Braselino Assunção; da secretária de Estado de Planejamento e Administração (Seplad), Hana Ghassan; e do titular da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), Inocencio Gasparim .

"Estamos juntos aqui para tratar sobre a parceria do Governo com a Prefeitura de Belém e transformar em realidade o 'Bora Belém'. Iremos viabilizar 50% do total de recursos para garantir esta renda mínima às famílias beneficiadas", confirmou. Em seguida, Helder explicou que tem se reunido com prefeitos de cada um dos 144 municípios no intento de colaborar com as prioridades mais urgentes de cada administração.

"O Banpará será o operador financeiro do programa, para que as pessoas possam receber o benefício nas agências do banco em nossa capital", complementou o governador. O "Bora Belém" deve garantir um auxílio de até R$ 450 a famílias que vivam em situação de vulnerabilidade social e que tiveram as condições de sobrevivências agravadas pelos impactos financeiros da pandemia da Covid-19.

 

Fonte: Por Carol Menezes (SECOM)

O estado do Pará registrou 1.846 casos confirmados de dengue em 2020, representando uma queda de 17,36% em comparação com 2019, quando foram registrados 2.234 casos confirmados da doença. Houve um óbito registrado em fevereiro, no município de Uruará e ainda há 147 casos em investigação.

A informação está no último Informe Epidemiológico emitido, na sexta-feira (08), pela Coordenação Estadual do Programa de Controle da Dengue da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), Chicungunya e Zika Vírus. Os cinco municípios com mais casos confirmados de dengue são Altamira (292), Novo Progresso (214), Belém (183), Santana do Araguaia (125) e Itaituba (100).

Dos 1.846 casos de dengue, 1.827 foram classificados como dengue, 16 como dengue com sinais de alarme e três como dengue grave.

A coordenadora estadual de Controle da Dengue, Aline Carneiro, disse que é importante que as Secretarias Municipais de Saúde façam a notificação imediata de casos graves e óbitos suspeitos. Pois, a investigação epidemiológica é necessária para confirmação de mortes por dengue, com aplicação do protocolo específico e realização dos exames de sorologia e isolamento viral no Laboratório Central do Estado (Lacen-PA) e Instituto Evandro Chagas (IEC).

Segundo Aline Carneiro, em 2020, o Lacen-PA e o IEC identificaram três sorotipos de vírus da dengue circulantes no Pará, ou seja, 30 casos de dengue tipo 1, três casos de dengue tipo 2 e 1 caso de dengue tipo 4.

No que tange à febre de chicungunya, em 2020, houve 152 casos confirmados, representando uma queda de 93,45% em relação a 2019, com 2.322 casos confirmados. Os cinco municípios com mais casos confirmados de Chicungunya são Parauapebas (27), Santarém (26), Belém (25), Bragança (15) e Altamira (13).

Ao contrário da dengue e chicungunya, Aline Carneiro disse que o Pará registrou aumento nos casos de febre de zika vírus. Foram 158 casos confirmados em 2020, correspondendo um aumento de 243% em comparação com 2019, com 46 casos confirmados.

“É importante ressaltar que a maioria dos casos, que levou a esse aumento considerável, ocorreu no primeiro semestre e se concentrou nos municípios de Prainha e Santarém, onde o surto foi controlado com ações municipais com assessoria e apoio da Sespa e todos os casos estão sendo monitorados, não tendo havido nenhum caso de óbito”, explicou a coordenadora estadual. “Foram 74 em Santarém e 78 em Prainha”, acrescentou.

Para que a queda nos números de dengue se mantenha em 2021, apesar do aumento das chuvas nesta época do ano, conforme Aline Carneiro, é fundamental que a população faça a sua parte, não relaxando com as medidas preventivas em casa e entorno da residência, principalmente porque em função da pandemia de Covid-19, os agentes de endemias ainda estão com ações limitadas, durante as visitas domiciliares. “Nós, enquanto Sespa, prosseguimos com a assessoria técnica e apoio aos municípios para o controle dessas três endemias, mas é muito importante que cada família elimine os criadouros do mosquito Aedes aegypti pelo menos da sua própria casa”, afirmou.

As principais medidas que devem ser tomadas pela população são as seguintes:

· Manter a caixa d’água, tonéis e barris de água bem fechados;

· Colocar o lixo em sacos plásticos e manter a lixeira fechada;

· Não deixar água acumulada sobre a laje;

· Manter garrafas com boca virada para baixo;

·Acondicionar pneus em locais cobertos;

· Proteger ralos sem tampa com telas finas;

· Encher pratinhos de vasos de plantas com areia até a borda e lavá-los uma vez por semana.

 

Fonte: Por Roberta Vilanova (SESPA)

A Agência de Defesa Agropecuária do Pará (Adepará) iniciou 2021 reforçando os cuidados de prevenção ao novo Coronavírus. Na manhã desta sexta-feira (8) foram enviadas para a unidade regional da Agência, em Santarém, caixas com álcool em gel, máscaras, luvas e óculos de proteção. O objetivo é contemplar todos os 865 servidores da instituição.

Em Santarém, o material chegará pelas mãos da fiscal estadual agropecuária, Andreza Scafi. “Fico muito feliz com este cuidado que a Adepará tem com seus servidores e por saber que esta é uma ação que se estende a todas as unidades do Pará”.

Alexandre Moura, fiscal estadual agropecuário da Unidade Local de Sanidade Agropecuária (Ulsa) em Breu Branco, já recebeu o kit de proteção contra a Covid-19 e teve o local de trabalho desinfectado.

"Vejo preocupação com os funcionários. Há monitoramento dos servidores por meio de testes rápidos e fornecimento de álcool em gel e EPI's. Em caso de positividade ocorre desinfecção do ambiente. Há o afastamento de grupos de risco para que fiquem em homeoffice. E adequação de horário para atendimento", pontuou o fiscal estadual agropecuário, Alexandre Moura.

Outra medida de prevenção à Covid-19 adotada é a desinfecção dos ambientes de trabalho. A sede da Agência, em Belém, recebeu serviços de limpeza e desinfecção voltados para o combate à pandemia já no primeiro dia útil deste novo ano (4). O trabalho se estenderá para todas as unidades da Agência.

“Todas as regionais passarão por uma nova desinfecção este semestre. A unidade de Breu Branco, por exemplo, também já recebeu o serviço de limpeza. Estamos agendando com os gerentes o melhor momento para que ocorra a higienização”, detalha Jair Bahia, gerente de Material e Patrimônio, responsável pela supervisão do serviço.

Deocleciano Dias, assistente administrativo da Adepará, considerou a primeira desinfecção do ano uma excelente forma de desejar um feliz ano novo aos servidores da Adepará. “Achei uma iniciativa muito boa, pois demonstra que estão se preocupando com quem trabalha no órgão e com seus familiares, já que os cuidados com nossa saúde refletem também na saúde de quem convive com a gente”, declarou.

Parceria entre órgãos 

Além dessas medidas, em parceria com as secretarias estadual e municipal de saúde, a Agência promoveu, ao longo de 2019, testagens para detecção do coronavírus entre seus servidores. Medida que será repetida este ano.

"É importante ressaltar que todas essas medidas só são possíveis graças à adesão dos servidores à campanha de prevenção, ao empenho de nossos diretores e ao apoio irrestrito que recebemos do governo do Pará", conclui o gerente de Material e Patrimônio, da Adepará, Jair Bahia.

 

Fonte: Por Aycha Nunes (ADEPARÁ)

O Governo do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), garantiu o fornecimento e a aplicação do medicamento necessário ao tratamento de Antony Neves, 1 ano de idade, diagnosticado com Atrofia Muscular Espinhal (AME) tipo 1, doença rara caracterizada pela fraqueza muscular grave, de forma progressiva, e que provoca a degeneração dos neurônios motores inferiores da medula espinhal.

A primeira dose da medicação foi aplicada na tarde de quarta-feira (06) no Hospital Regional Dr. Abelardo Santos, no distrito de Icoaraci, em Belém, que é referência no tratamento da doença. “A partir de hoje, com a aplicação da primeira dose, a Sespa garante a integralidade do atendimento ao paciente, de acordo com as necessidades clínicas da criança. Nesse primeiro trimestre serão aplicadas cinco doses, e depois a cada quatro meses, se necessário for, ele receberá doses de manutenção”, informa Henrique Vogado, titular da Diretoria de Assistência Farmacêutica da Sespa.

Obrigatoriamente, a medicação só pode ser aplicada no Hospital, pois além do procedimento ser delicado é necessário que o paciente siga em observação, para que a equipe acompanhe possíveis efeitos colaterais. “O procedimento foi muito tranquilo; a primeira dosagem foi aplicada com sucesso. A partir de agora vamos acompanhar o quadro clínico da criança”, afirma Milton Bonny, diretor técnico do Hospital Dr. Abelardo Santos e médico responsável pela aplicação do medicamento em Antony. A criança chegou ao “Abelardo Santos” acompanhada dos pais pela manhã, e ficou em jejum até o procedimento.

A entrega da medicação para o tratamento ainda não havia sido viabilizada devido à falta da documentação necessária para incluir a criança no programa, de acordo com os requisitos do Ministério da Saúde. Após atender às exigências do Ministério, foi possível entregar e administrar o medicamento.

Agradecimento - “Nós estamos muito gratos a todos que estão acompanhando o caso do Antony, e desde o primeiro momento nos procuraram e deram suporte para resolver toda a situação”, declara Armando Bastos, pai da criança.

Incluindo Antony, a Sespa atende três pacientes com AME do tipo 1 em todo o Estado. Os requisitos para receber a medicação usada no tratamento são estabelecidos pelo protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para atrofia muscular espinhal tipo 1 estabelecido pelo Ministério da Saúde.

“Nós estamos acompanhando este caso e nosso trabalho é garantir que a população paraense sempre tenha direito ao acesso à saúde pública”, conclui Ariel Barros, secretário de Estado de Saúde Pública em exercício.

 

Fonte: Por Caroliny Pinho (SESPA)

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) realizou, em outubro de 2020, um processo licitatório - por meio de pregão eletrônico, para a contratação de empresas especializadas em fazer o gerenciamento, emissão, distribuição e o fornecimento de vale-alimentação para os 576 mil alunos da rede estadual de ensino.

A nova licitação assegurou duas empresas ganhadoras para atender as 12 Regiões de Integração do Pará: a Meu Vale – que já oferecia o serviço desde o início desta iniciativa do Governo do Estado, e a MaxxCard, que a partir da próxima recarga entra neste processo de distribuição. Com a entrada desta nova administradora, é importante frisar que nas cidades em que ela ficou responsável, será necessário a troca do cartão vale-alimentação escolar, uma vez que a empresa que vinha atendendo as referidas regiões, não atenderá mais a essa demanda.

As regiões que ficaram sob a responsabilidade da nova empresa Maxxcard e precisam realizar a troca de cartão, são: Região Carajás, Região Araguaia, Região Baixo Amazonas, Região Guamá, Região Lago de Tucuruí, Região Marajó e Região Rio Caeté. 

Em respeito aos protocolos sanitários, em decorrência da Covid-19, a Seduc está organizando a entrega de forma escalonada nas escolas estaduais dessas regiões. O aluno ou o responsável devem procurar a unidade de ensino onde está matriculado para realizar a troca do cartão. 

As regiões de integração que, a partir de agora, vão ficar sob a responsabilidade da empresa MaxxCard são:

Região Carajás: Bom Jesus do Tocantins, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Eldorado dos Carajás, Marabá, Palestina do Pará, Parauapebas, Piçarra, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia e São João do Araguaia

Região Araguaia: Água Azul do Norte, Bannach, Conceição do Araguaia, Cumaru do Norte, Floresta do Araguaia, Ourilândia do Norte, Pau D'Arco, Redenção, Rio Maria , Santa Maria das Barreiras, Santana do Araguaia, São Felix do Xingu, Sapucaia, Tucumã e Xinguara

Região Baixo Amazonas: Alenquer, Almerim, Belterra, Curuá, Faro, Juruti, Mojuí dos Campos, Monte Alegre, Óbidos, Oriximiná, Prainha, Santarém e Terra Santa

Região Guamá: Castanhal, Colares, Curuçá, Igarapé-Açu, Inhangapi, Magalhães Barata, Maracanã, Marapanim, Santo Antônio do Tauá, Santa Maria do Pará, Santa Izabel do Pará, São Caetano de Odivelas, São Domingos do Capim, São Francisco do Pará, São João da Ponta, São Miguel do Guamá, Terra Alta e Vigia

Região Lago de Tucuruí: Breu Branco, Goianésia do Pará, Itupiranga, Jacundá, Nova Ipixuna, Novo Repartimento e Tucuruí

Região Marajó: Afuá, Anajás, Bagre, Breves, Cachoeira do Arari, Chaves, Curralinho, Gurupá, Melgaço, Muaná, Ponta de Pedras, Portel, Salvaterra, Santa, Cruz do Arari, São Sebastião da Boa Vista e Soure

Região Rio Caeté: Augusto Corrêa, Bonito, Bragança, Cachoeira do Piriá, Capanema, Nova Timboteua, Peixe-Boi, Primavera, Quatipuru, Salinópolis, Santa Luzia do Pará, Santarém Novo, São João de Pirabas, Tracuateua e Viseu.

 

Fonte: Por Lilian Guedes (SEDUC)

Sul e Sudeste do Pará

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