A Vale apresentou hoje (2/12), durante encontro virtual com investidores, meta de reduzir em 15% as emissões líquidas de escopo 3, relativas à sua cadeia de fornecedores e clientes, até 2035. O percentual de redução considera como base o ano de 2018, quando foram contabilizadas 586 milhões de toneladas de CO2 equivalente (MTCO2eq) oriundas da sua cadeia de valor. A companhia espera atingir 496 MTCO2eq em 2035, uma diferença de 90 MTCO2eq em relação ao registrado em 2018 - volume igual às emissões do Chile relacionadas ao uso da energia no mesmo ano, de acordo com relatório da Agência Internacional de Energia. A meta será revista em 2025 e, depois, a cada cinco anos. Hoje, 98% das emissões de CO2 da Vale são provenientes de escopo 3.

A meta já considera o aumento de capacidade de produção para 400 milhões de toneladas de minério de ferro, a ser atingida ao fim de 2022. Assim como as metas de escopos 1 e 2, ela também está alinhada com a ambição do Acordo de Paris de limitar o aquecimento global em menos de 2º C até o fim do século. Para atingir o objetivo de escopo 3, a Vale conta com um portfólio de produtos de alta qualidade e tecnologias inovadoras para fornecer soluções que levem à redução de emissões de clientes e fornecedores.

A empresa vai intensificar o engajamento com sua cadeia de valor por meio de parcerias que busquem o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono, principalmente com clientes do setor siderúrgico. Soluções baseadas na natureza também têm papel relevante, considerando a vocação da Vale em florestas e o potencial de acesso a mercados de créditos de carbono. Hoje, a empresa ajuda a proteger mais de 1 milhão de hectares de matas nativas ao redor do mundo. Até 2030, pretende adicionar mais 500 mil hectares por meio de projetos de recuperação e proteção. Recentemente, a Vale aderiu à Task Force on Scaling Voluntary Carbon Markets, uma iniciativa que reúne mais de 40 líderes e empresas do mundo, cujo objetivo é expandir os mercados voluntários de carbono, tornando-os uma alternativa estruturada e viável no combate às mudanças climáticas (https://www.iif.com/tsvcm/).

"Esta agenda é fruto de um processo de escuta, alinhado com uma demanda real da sociedade relacionada às mudanças climáticas", afirma o diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo. "Em uma estimativa preliminar, a Vale poderá contribuir com até 25% do total estimado para o atingimento da meta de escopo 3 por meio de porfólio próprio, o que a diferencia de suas concorrentes globais".

Hoje, a companhia fornece alguns dos melhores mixes de produtos de alta qualidade do mercado de minério de ferro, que demandam menor uso de energia no alto forno siderúrgico, reduzindo emissões. Um dos exemplos é  o BRBF (Brazilian Blend Fines), um blend de minérios produzidos em Carajás e Minas Gerais, com maior teor de ferro e menor presença de contaminantes. O start up do BRBF ocorreu no quarto trimestre de 2014, no porto de Teluk Rubiah, na Malásia. No primeiro ano de comercialização, em 2015, foram vendidos 18 milhões de toneladas do produto. Em 2019, já eram 134 milhões de toneladas e a estimativa é chegar a 145 milhões de toneladas em 2020.

A empresa, no entanto, não se apoia apenas na qualidade de seus produtos. "Soluções tecnológicas próprias de baixo carbono para  siderurgia vêm sendo desenvolvidas pela Vale há alguns anos," afirma o diretor-executivo de Relações Institucionais, Comunicação e Sustentabilidade, Luiz Eduardo Osorio. "É o caso da tecnologia Tecnored, que permite produzir ferro-gusa a partir da substituição de até 100% do carvão mineral por biocarbono (a partir de diferentes tipos de biomassa), reduzindo significativamente as emissões de gás carbônico".

Recentemente, a Vale anunciou a intenção de estabelecer uma plataforma em parceria com a Kobe Steel e a Mitsui&Co. O objetivo será oferecer soluções e tecnologias de baixo carbono para a indústria siderúrgica. Essas soluções baseiam-se nas tecnologias de produção de HBI a gás natural e de ferro-gusa a base de biocarbono (Tecnored). Produto de alto teor de ferro, o HBI seria fornecido pela Midrex, empresa que pertence à Kobe. A Vale continua ativamente progredindo com discussões e estudos nesse sentido, e eventuais anúncios serão realizados no momento oportuno.

Navegação.


Na área de navegação, incluída no escopo 3, a Vale está comprometida com as metas da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) de trabalhar para reduzir a intensidade das emissões em 40%, em 2030, e em 50%, em termos absolutos, até 2050, tendo as emissões do ano de 2008 com referência. A empresa criou o programa Ecoshipping, que conta com a colaboração de diferentes atores da indústria, com o objetivo de promover projetos que reduzam as emisões no transporte marítimo de minério de ferro. Um deles é o uso de tecnologia de velas rotativas em navios mineraleiros de grande porte (Very Large Ore Carrier - VLOC). A tecnologia permitirá economia de combustível de até 8% e redução anual de até 3,5 mil toneladas de CO2 equivalente por navio.

Atualmente, a frota de embarcações contratadas pela Vale já possui os padrões mais elevados de eficiência energética do mercado. Desde 2018, estão em operação os navios Guaibamaxes e Valemaxes, VLOCs de segunda geração, com capacidade de 325 mil e 400 mil toneladas, respectivamente. Ambos emitem até 41% a menos de CO2 equivalente que um capesize de 180 mil toneladas, construído em 2011, usado como base para os Valemaxes de primeira geração lançados naquele ano.

Os Valemaxes e Guaibamaxes de segunda geração também foram projetados para futura utilização de gás natural liquefeito (GNL), que poderá trazer uma redução adicional de 23% por navio após a instalação do sistema. A Vale está desenvolvendo, ainda, solução para novos combustíveis alternativos, como metanol e amônia. Uma avaliação preliminar indicou que as reduções de emissões poderiam ficar entre 40% e 80% nas mesmas embarcações. O projeto é ter navios multicombustíveis prontos para serem adaptados ao combustível mais adequado, uma vez que as incertezas tecnológicas e regulatórias atuais sejam melhor esclarecidas.

Escopos 1 e 2
Além do anúncio da meta de escopo 3, a empresa comunicou aos investidores projeto para a implantação do Sol do Cerrado, um dos maiores de energia solar do país, com capacidade instalada de 766 megawatts. Localizado em Jaíba (MG) e com start up previsto para outubro de 2022, a planta solar irá atender a 13% da demanda da Vale por eletricidade em 2025 e representará uma redução de custo anual de US$ 70 milhões após a entrada em operação.

A Vale irá investir US$ 500 milhões no Sol do Cerrado, que está em linha com a meta da empresa de consumir 100% de eletricidade renovável em suas unidades no Brasil até 2025 e, globalmente, em 2030. O projeto, que já foi aprovado pelo Conselho de Administração da Vale, está sujeito a condições habituais de fechamento, incluindo a aprovação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Os recursos destinados à planta solar de Minas Gerais já estão incluídos no orçamento de pelo menos US$ 2 bilhões, anunciado em maio pela companhia, para redução em 33% de suas emissões diretas e indiretas (escopos 1 e 2) até 2030. A empresa pretende tornar-se uma mineradora carbono neutra em 2050. Na época, a Vale comunicou ainda o estabelecimento de uma precificação interna de carbono de US$ 50 por tonelada de CO2 equivalente para aprovação de novos investimentos.

Para guiar a implementação e a entrega dos compromissos assumidos na área de mudanças climáticas, a companhia criou o Fórum de Baixo Carbono, um grupo liderado pelo CEO e composto por diretores-executivos e suas equipes técnicas. A iniciativa reflete o engajamento da alta liderança no tema, ajuda a monitorar o desempenho em relação aos compromissos assumidos, além de impulsionar avanços constantes na agenda de clima da Vale.

Para atingir a meta de escopos 1 e 2 até 2030, a empresa está analisando mais de 35 iniciativas por meio da "Curva de Custo Marginal de Abatimento", ferramenta que permite a ordenação de projetos em termos de custos e potenciais de redução de emissão, permitindo uma tomada de decisão baseada em análise de custo-efetividade.

Há projetos de uso de biodiesel na área de metais básicos, eficiência energética, eletrificação de mina e ferrovia, uso de biocombustíveis na pelotização em substituição ao carvão e de energia renovável. Desde setembro, a Vale vem testando uma nova locomotiva de pátio de manobra 100% elétrica, movida a bateria. Os testes-piloto estão ocorrendo na Unidade de Tubarão, em Vitória (ES). No Canadá, onde a companhia concentra as suas principaís unidades de metais básicos, já estão em operação 25 veículos elétricos de mina subterrânea e, em 2021, a meta é chegar a 40.

 

Fonte: Nadia Farias 

  O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), disse nesta quarta-feira (2) que a quadrilha que assaltou uma agência do Banco do Brasil em Cametá errou o cofre e não levou nada do banco.

"A quadrilha não obteve êxito. No momento da incursão interna, a quadrilha acabou errando o cofre e não levando nenhum valor da agência bancária", afirmou o governador.
O ataque teve início pouco antes de 0h desta quarta-feira (2). Ao menos 10 criminosos tomaram as ruas da cidade, que fica a 235 km de Belém, para assaltar a agência, que fica no mesmo prédio da Câmara Municipal da cidade.

A polícia encontrou dois veículos usados na fuga mas, até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso.

A ação tem características semelhantes à registrada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, na madrugada desta terça (1º), em que uma quadrilha também fez ataques pelo município em ação para assaltar uma agência do Banco do Brasil.

 

Monitoramento da região

A equipe do sistema de segurança do estado, com os batalhões especiais da Polícia Militar, o Núcleo de Inteligência da Polícia Civil e mais dois helicópteros estão na região para contribuir com as buscas e investigação.

 

"Temos que estar alertas porque uma quadrilha como esta, quando faz uma operação desta dimensão, isso custa muito dinheiro e nós temos que estar atentos e alertas na região. Todo o sistema de segurança está em alerta, para evitar que porventura eles tentem uma nova ação em outros municípios, em outras unidades bancárias", afirmou o governador.

De acordo com as informações do governo do estado, durante a fuga os criminosos deixaram uma caminhonete com explosivos no km 15 da estrada que liga Cametá a Tucurí.

 

Também foram encontradas dinamites no km-40 da BR-422, ainda em Cametá. Mais adiante, no km-80 da mesma rodovia, mas já no município de Baião, um carro suspeito de ter sido usado na fuga foi encontrado dentro do rio Itaperuçu. A Polícia acredita que os suspeitos seguiram pela mata a partir daí.

 

Uma equipe do Centro de Perícias Científicas vai periciar os veículos encontrados para buscar identificar digitais. As imagens do câmeras de segurança de circuitos de monitoramento próximo também já foram solicitadas.

 

Resumo

  • Uma quadrilha com pelo menos 10 criminosos assaltou uma agência do Banco do Brasil em Cametá, a 235 km de Belém.
  • A ação começou por volta da meia-noite e durou cerca de 1 hora e meia.
  • Os bandidos usaram moradores da cidade como escudo humano e atacaram o 32º Batalhão da Polícia Militar do Pará.
  • Um dos reféns morreu.
  • Quadrilha usou armas de alto calibre e explosivos.
  • Os bandidos fugiram de carro e, depois, em barcos.
  • Ninguém foi preso.

Cametá é uma das 10 maiores cidades do Pará, com cerca de 136 mil habitantes, segundo o IBGE, e fica próximo à Ilha do Marajó, no norte do estado. Os bandidos deixaram a cidade pela rodovia Transcametá e seguiram pelo rio. Segundo a PM, o grupo fugiu usando carros e barcos – a cidade fica às margens do Rio Tocantins. Não há presos.

 

Veja comparação entre os crimes de Criciúma e Cametá:

 

Infográfico compara os assaltos em Cametá (PA) e Criciúma (PR) — Foto: Fernanda Garrafiel/G1

Infográfico compara os assaltos em Cametá (PA) e Criciúma (PR) — Foto: Fernanda Garrafiel/G1

 

Fonte: Por G1 PA — Belém

Uma quadrilha tomou as ruas de Cametá (PA), a 235 km de Belém, no começo da madrugada desta quarta-feira (2), para assaltar bancos. Moradores relataram em redes sociais uma noite de terror.

Um morador da cidade identificado como Alessandro de Jesus Lopes foi morto pelos assaltantes após ser feito de refém. Outro morador foi atingido na perna por arma de fogo, está internado no hospital da cidade.

A ação tem características semelhantes à registrada em Criciúma, no Sul de Santa Catarina, na madrugada desta terça (1º)em que uma quadrilha também fez ataques pelo município em ação para assaltar uma agência bancária.

Assim como ocorreu em Criciúma, a quadrilha que atacou Cametá também usou reféns como escudos para se locomover pelas ruas da cidade. As pessoas foram capturadas em bares. Os criminosos atiraram para cima durante mais de uma hora. O grupo usou armas de alto calibre e explosivos.

Um quartel da Polícia Militar (PM) foi atacado, impedindo a saída dos policiais. Esse método também foi utilizado pelos homens que levaram terror a Criciúma.

"Muita gente estava assistindo ao jogo, os bares estavam lotados", diz Márcio Mendes, morador da cidade, em entrevista a GloboNews. "Renderam as pessoas e levaram para frente da base da Polícia Militar."

Ao menos 2 agências bancárias foram atacadas, segundo relatos de moradores. Uma, do Banco do Brasil, fica no prédio da Câmara dos Vereadores e ficou destruída. A outra é do Banpará, o banco estadual.

Os bandidos deixaram a cidade por volta de 1h30. Segundo a PM, o grupo fugiu usando carros e barcos – a cidade fica às margens do Rio Tocantins. Ainda não se sabe o que foi levado, qual é o tamanho da quadrilha e se alguém foi detido.

Por volta das 2h, o prefeito da cidade pediu que as pessoas ficassem em casa. "Nossa cidade sempre foi pacífica", escreveu Valente.

Cametá é uma das 10 maiores cidades do Pará, com cerca de 136 mil habitantes, segundo o IBGE.

Ataque a bancos em Cametá — Foto: G1

           Ataque a bancos em Cametá — Foto: G1

O governador Helder Barbalho (MDB) disse está a caminho do município para acompanhar as investigações.

"Já estou em contato com a cúpula da segurança pública do Estado acompanhando as providências que estão sendo tomadas neste episódio, no município de Cametá. Não mediremos esforços para que o quanto antes seja retomada a tranquilidade e os criminosos sejam presos. Minha total solidariedade ao povo cametaense", escreveu governador.
Em 2020, o estado registrou ao menos dois outros assaltos semelhantes: um em Ipixuna do Pará, em 30 de janeiro, e em São Domingos do Capim, em 3 de abril. Segundo a Secretaria de Segurança Pública, "praticamente todos os envolvidos" foram presos.
Cametá está localizada às margens do Rio Tocantins, próximo à Ilha do Marajó, no Norte do estado. O acesso à cidade não é considerado fácil. Muitas pessoas usam barcos pela região.
Fonte: Por G1 — Belém

Após quatro anos de espera, está autorizada a expansão do Projeto Serra Leste, em Curionópolis, município do sudeste paraense, que prevê a extração e o beneficiamento de 107 milhões de toneladas de minério de ferro em onze anos de vida útil, com a geração inicial de mais de mil empregos. Nesta sexta-feira (27), o governador Helder Barbalho esteve no município para assinar a licença de instalação do empreendimento de extração e beneficiamento. A capacidade de produção deve saltar de seis milhões para dez milhões de toneladas ao ano.

No modelo proposto, a extração e o beneficiamento de minério de ferro são feitos com a umidade natural, o que descarta a necessidade de uso expressivo de água e a implantação de barragens. O escoamento da produção será pela Estrada de Ferro Carajás (EFC). Em junho deste ano, Helder Barbalho já havia confirmado a emissão de uma licença prévia pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas). A partir da licença de instalação, serão feitas obras de ampliação do projeto de extração de ferro. A unidade gera hoje 800 empregos na operação, e na fase de obras de expansão serão gerados mais 600, previstos para o ano que vem.

Acompanhado de diversas autoridades e representantes da multinacional, o governador avaliou “Serra Leste” como um projeto estratégico para gerar emprego e garantir o desenvolvimento e a vocação minerária de Curionópolis, particularmente do distrito de Serra Pelada. "Os 1,4 mil empregos diretos permitirão o aquecimento econômico para essa região e oportunidade para nossa população. Queremos que os empregos sejam locais, para ajudar as pessoas que moram nessa região. Que nós possamos fortalecer uma ampla parceria pública e privada, entre governo do Estado, Prefeitura Municipal e empresa Vale para melhorar a vida das pessoas. Não é correto que, ao mesmo tempo que se tem tanta riqueza, ainda se conviva com tanta pobreza", reforçou o chefe do Executivo.

Falando diretamente aos representantes da mineradora - o diretor de Relações Institucionais da Vale, Luiz Santiago, e o diretor do Corredor Norte, Antônio Padovezi -, o governador do Pará cobrou que as vagas de emprego sejam direcionadas à população do município, bem como qualificação para esses trabalhadores. "Por isso nós estamos exigindo a participação de todos, no sentido de termos soluções sociais. E, claro, além de ser uma obra importante, tornou condicionante à licença que a Vale assuma a execução da interligação da PA-275 até Serra Pelada, pavimentando a estrada para garantir a trafegabilidade e o acesso seguro a uma área tão importante", reiterou Helder Barbalho.

Geração de renda - Estão previstas uma série de ampliações das estruturas existentes e a abertura de novas cavas para extração de minério, novas pilhas de disposição de estéril e mais uma usina de beneficiamento, além da adequação e ampliação das estruturas de apoio existentes. "Iremos continuar trilhando o caminho do desenvolvimento junto com o Governo e o Município, na geração de renda, trabalho e arrecadação”, disse Antônio Padovezi.

A produção mudará o volume de arrecadação municipal e de empregos, ampliando, ainda, as ações ambientais para diminuir os possíveis impactos sociais e ambientais na região. De acordo com o Relatório de Impacto Ambiental (Rima) apresentado pela empresa responsável pelo projeto, a ampliação demandará a contratação de aproximadamente 1.363 trabalhadores, entre mão de obra própria (1.089) e terceirizada (274). Desta mão de obra, estima-se que 85% farão parte do quadro de operários da construção civil e da montagem eletromecânica.

Meio ambiente - Titular da Semas, Mauro O'de Almeida destacou a importância de manter a parceria com a Vale dentro das regras ambientais vigentes. "Em momento de pandemia e escassez de emprego, é muito importante. E quando terminar a operação de expansão da mina haverá uma circulação de receita importante para o Estado, a partir de uma licença expedida com acuidade e rigor", detalhou o secretário.

Sobre Serra Leste, o secretário regional de Governo do Sul e Sudeste, João Chamon, lembrou as dificuldades de concretização da expansão do projeto. "Vejo nesta autorização um alerta de que o governador está atento às demandas de geração de emprego e renda. E é um projeto de futuro brilhante, somado a outros voltados à região e que já trouxeram Helder aqui umas 20 vezes - algo que não se via em outras gestões", ressaltou.

Mobilidade - Helder Barbalho também conferiu o andamento das obras de reconstrução, com implantação de acostamento, da PA-275, a cargo da Secretaria de Estado de Transportes (Setran). Iniciadas em agosto, as obras devem ser concluídas até março de 2022, e estão concentradas entre as cidades de Curionópolis e Parauapebas. Serão executados 60 km de acostamento e reconstrução em toda a via, que não recebia obras de substituição total do pavimento há 20 anos. A intervenção beneficiará a rota de escoamento da produção mineral do Estado, principalmente, para o município de Parauapebas, polo de exportação de minerais, como ferro, cobre e manganês.

Já em relação às obras da PA-275, João Chamon destacou a importância de condições de tráfego mais seguro. "Esse recapeamento que o governador está fazendo por meio da Setran é, sem dúvida nenhuma, um ganho na mobilidade e segurança. Nós sempre temos acidentes nesse trecho", informou.

 

Fonte: Por Carol Menezes (SECOM)

A Polícia Federal em conjunto com a Agência Nacional de Mineração (ANM), deflagrou na manhã desta  quinta-feira (26/11) a Operação Offside, com o objetivo de fiscalizar e desarticular o esquema criminoso de extração ilegal de minério de manganês na região de Curionópolis no Sudeste do Pará .

Participaram da ação 32 policiais federais e 3 servidores da ANM. As investigações identificaram o fato de que a empresa alvo da operação utiliza títulos minerários vencidos e extrai minério em grande quantidade em local diverso do autorizado pela ANM.

De acordo com a PF, a matéria prima é pertencente da União Federal, por tanto tal conduta é crime contra o patrimônio na modalidade de usurpação; no artigo 2 da lei 8.176/91, além de crime de falsidade ideológica, artigo 299 do Código Penal, e organização criminosa, artigo 2 da lei 12850 de 2013.

A região sudeste do Pará tem um histórico de extração ilegal de minério, sendo o combate a essa prática criminosa recorrente pela Polícia Federal, onde contou com inúmeras operações durante todo o ano de 2020 pela PF para dissuadir tal prática com bloqueio de bens nas áreas de extração, prisões em flagrante e apreensão de veículos como em atuação junto ao destino final no porto de Barcarena, impedindo a exportação do produto. 

 

Fonte: Comunicação Social da Polícia Federal no Pará

 

 

Academia Parauapebense de Letras (APL) vem tornar público a realização do 1º Concurso Literário da APL, onde as inscrições poderão ser feitas nos dias 16 até 30 de novembro de 2020, sendo realizado unicamente por meio eletrônico, através de envio do material para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., conforme as regras constantes do Regulamento do Concurso, o qual se encontra disponível para download.

 

Acesse o anexo do documento no topo da página:

Entre os dias 22 e 25 de outubro, a Operação Ágata Norte apreendeu mais de 146 mil toneladas de manganês e destruiu 3 mil pés de maconha no Pará. A ação é uma realização conjunta das Forças Armadas com Polícia Federal, Ibama, Agência Nacional de Mineração e Receita Federal.

A operação intensificou a fiscalização em rios e áreas portuárias de Barcarena e Santarém, para combater crimes ambientais, tráfico de drogas e contrabando.

Duas pessoas foram presas em empresas localizadas no Porto de Vila do Conde, em Barcarena, por não possuírem documentação legal da origem do minério. As 146 mil toneladas de manganês também foram apreendidas no porto de exportações em Vila do Conde. A carga seria destinada a China.

Além do minério, houve apreensão de maquinários. Esta foi a maior apreensão já realizada no Estado.

Em continuidade às ações, foram localizados dois plantios de maconha em área ribeirinha da zona rural do município de Ipixuna do Pará. A equipe da operação incinerou 3 mil pés da planta, que equivalem a 1 tonelada da droga. Os cultivadores fugiram do local.

 

Fonte: Por G1 PA — Belém

 

Para fortalecer a atuação das Defesas Civis Municipais do Pará, o Corpo de Bombeiros Militar e a Vale firmaram um acordo de cooperação técnica e financeira. O convênio estabelecido prevê o investimento de R$ 8,7 milhões em treinamentos das equipes e no suporte de uma consultoria especializada para a construção de planos de resposta integrados, que qualificarão a Defesa Civil e os demais órgãos envolvidos para o atendimento de qualquer situação de emergência nos municípios.

Esses planos são os chamados Planos de Contingência que, conforme a legislação, devem ser elaborados pelos municípios e envolvem o mapeamento de situações passíveis de ocorrer nas localidades, como incêndios de grandes proporções, inundações, desmoronamentos e vazamentos de produtos perigosos. "O acordo da Vale com o Corpo de Bombeiros Militar visa garantir a atuação precisa das Defesas Civis na proteção das comunidades paraenses, estabelecendo um pacto importante de segurança com toda a sociedade", explica o Gerente de Desenvolvimento Territorial da Vale, Frederico Baião.

Conforme o último levantamento da Divisão de Apoio Comunitário da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil (CEDEC), nenhum dos 144 municípios do Pará conta atualmente com o Plano de Contingência elaborado em sua totalidade. A partir do convênio, os municípios de Parauapebas, Curionópolis, Marabá, Canaã dos Carajás, Ourilândia do Norte, Tucumã e São Felix do Xingu receberão o apoio para a elaboração dos planos de contingência, visando aprimorar ainda mais a atuação em proteção das comunidades.

Pelo Termo de Cooperação, a Vale também irá disponibilizar uma plataforma de ensino à distância para que a CEDEC realize treinamentos específicos aos militares e agentes das Coordenadorias Municipais de Defesa Civil. "Estamos oficializando uma parceria que vem acontecendo há muito tempo. Com esse termo, conseguiremos capacitar e atualizar a atuação das Defesas Civis Municipais, ampliando o bom atendimento para a população paraense que depende do nosso trabalho", celebra a Coordenadora-Adjunta de Defesa Civil do Estado, Tenente-Coronel Ciléa Mesquita.

O Termo de Cooperação está previsto para ser colocado em prática a partir de 2021. No Pará, as Defesas Civis Municipais também estão acompanhando a execução dos Planos de Ação de Emergência de Barragem (PAEBM) da Vale.

 

Fonte: Nádia Farias

Na segunda-feira (19), a central do Disque Denúncia Sudeste do Pará realiza o lançamento do Projeto Linha Verde, o disque denúncia do meio ambiente. O projeto Disque Denúncia, conhecido por estimular a ação da cidadania contra o crime, criou o “Programa Linha Verde”, em parceria com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente.

Os principais objetivos pretendidos com a criação do programa é contribuir com o desenvolvimento socioambiental atuando nas áreas de conscientização ambiental e preservação do meio ambiente e estimular a comunicação ao poder público sobre atos ilícitos praticados contra o meio ambiente, criando uma rede para que a operacionalização das informações seja realizada de forma mais rápida.

A população pode realizar denúncias sobre queimadas, maus tratos contra animais, construções irregulares, caça e guarda de animais silvestres, fabricação e comercialização de cerol, linha chilena, poluição das águas e do solo, extração irregular de árvores, extração mineral irregular, desmatamento florestal, pesca irregular, desvio de curso dos rios, comércio ilegal de água, captação clandestina de água, despejo de esgoto clandestino, desperdício de água, rinhas de galo, carvoarias clandestinas, loteamento irregular, contaminação do solo, aterramento de rios, lixo acumulado, dentre outros crimes relacionados ao meio ambiente no município de Marabá.

De acordo com a coordenadora do Disque Denúncia, Hellen Araújo, “o Linha Verde veio para dar visibilidade às questões ambientais, principalmente aos problemas que mais ocorrem na região de Marabá como queimadas e desmatamento que diante a essas ações antrópicas ocasionam problemas socioambientais, como mudanças climáticas, afugentamento da fauna e extinção da flora amazônica, assim como problemas a saúde da população, exemplo doenças endêmicas (malária, dengue e etc.)”.

O crescente número de ligações relacionadas aos crimes ambientais como: poluição sonora que representa 46% das denúncias recebidas no período de janeiro a outubro de 2020, maus tratos contra os animais, queimadas; ameaças às áreas de Preservação Permanente e Unidades de Conservação, impulsionou o programa Linha Verde e demonstra que a população está mais consciente de sua responsabilidade e participação na preservação da fauna e flora amazônica.

Em geral, os crimes ambientais são motivados por três fatores: certeza da impunidade; falta de informação e ausência de controle social da população.

Para realizar as denúncias anônimas a população pode entrar em contato com a central de atendimento através do telefone fixo e Whatsapp (94) 3312-3350, ou pelo aplicativo do Disque Denúncia Sudeste do Pará disponível para IOS e Android.

 

Fonte: Ascom

A Polícia Civil do Pará deflagrou a operação Vira-Tempo, na manhã desta quarta-feira (30), para cumprir mandados contra suspeitos de crimes sexuais e violência doméstica. Foram emitidos 11 mandados de prisão e dois de busca e apreensão de adolescente para fins de internação, em quatro municípios paraenses.

A investigação foi conduzida pela Delegacia da Mulher de Barcarena, no nordeste do estado. Além de Barcarena, foram cumpridos mandados em Igarapé-Miri, Benevides e Primavera.

Ao todo, oito adultos foram presos e dois adolescentes apreendidos. Violência doméstica, estupro de vulnerável e tentativa de feminicídio estão entre os crimes investigados. Participaram da operação 30 policiais civis da Superintendência Regional do Baixo Tocantins.

 

Fonte: Por G1 PA — Belém

 

Sul e Sudeste do Pará

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