Pacientes do estado do Pará com diagnóstico de Covid-19 foram trazidos para o Tocantins em UTIs aéreas. O G1 apurou que pelo menos 15 pessoas do estado vizinho estão internadas em leitos particulares de terapia intensiva em Palmas. A situação foi conformada pela Secretaria Municipal de Saúde da capital e está sendo acompanhada por órgãos de fiscalização. Segundo o Conselho Federal de Medicina (CFM), a chegada desses pacientes acende um sinal de alerta para a importação de casos de coronavírus, além da ocupação de leitos que futuramente podem ser requeridos pela saúde pública do estado para atender pacientes locais.

Os últimos pacientes vindos do Pará teriam desembarcado nesta quinta-feira (14) no aeroporto de Palmas. A Infraero, empresa pública que administra o terminal, informou que os desembarques ocorreram na área do hangar do governo do estado e os pacientes saíram do local em ambulâncias.

G1 ligou para os hospitais particulares em que os pacientes foram internados, mas as ligações não foram atendidas. A empresa que fez o transporte dos pacientes do Aeroporto para os hospitais foi procurada, mas não respondeu aos questionamentos sobre o protocolo de transporte destes casos de Covid-19.

O conselheiro Estevam Rivelo, do Conselho Federal de Medicina, alerta para os riscos no transporte de pacientes com Covid-19. "Tem que observar se foi feito a proteção adequada na circulação dessas pessoas contaminadas no nosso estado", comentou.

 

Pará, 13 de maio de 2020 - Pequenas empresas, ateliês e costureiras paraenses trabalharam na confecção de mais de 194 mil máscaras de tecido encomendadas pela Vale. Foram onze fornecedores locais e mais de cem costureiras distribuídas em diferentes municípios como Canaã dos Carajás, Parauapebas e Ourilândia do Norte. A iniciativa contribui para aquecer a  economia local neste momento de pandemia, fomentando novas oportunidade de trabalho e gerando renda. Os produtos comprados pela Vale estão sendo distribuídos aos empregados próprios e terceiros da mineradora no Pará.

A Vale instituiu em abril a obrigatoriedade do uso de máscaras em todas as suas operações no Estado do Pará. "Estamos reforçando as ações preventivas em nossas operações e disponibilizando novos itens como máscaras artesanais. A iniciativa também está contribuindo com a economia local, gerando trabalho e renda para a população", destaca o gerente de Sustentabilidade Norte da Vale, José Carlos Sousa.

A costureira Cláudia Oliveira, de 35 anos, moradora de Canaã dos Carajás, decidiu iniciar a produção de máscaras quando seu trabalho com reforma e concerto de roupas foi paralisado com a pandemia.

"Está sendo muito gratificante trabalhar na confecção dessas máscaras. Eu estava parada e com minha renda comprometida.Assim pude ajudar financeiramente minha família. As máscaras foram um grande alento para ajudar nas despesas de casa", disse.

As máscaras seguem padrões técnicos determinados pelo Ministério da Saúde quanto ao formato, ao tipo de tecido e passam por vistoria da área de saúde da mineradora. Elas funcionam como barreira que impede a propagação do vírus que causa a COVID-19 e devem ser usadas aliadas a outras formas de prevenção, como o distanciamento social e a higienização frequente das mãos.

O coronavírus pode ser espalhado por gotículas suspensas no ar quando pessoas infectadas conversam, tossem ou espirram. Essas gotículas podem ter sua formação diminuída pelo uso de máscaras.

Fonte: ASCOM Vale 

Começa a valer nesta quinta-feira (7) o lockdown em Belém e outros nove municípios do Pará. Com o objetivo de aumentar os índices de isolamento social e diminuir o número de casos de Covid-19 no estado, a restrição se estende por dez dias. A determinação deve manter somente serviços essenciais e limitar circulação de pessoas nos sete municípios da região metropolitana e outros três no interior.S

Supermercados, farmácias, feiras e bancos seguem funcionando. Até sábado (9), o lockdown terá caráter educativo. Quem infringir as regras será orientado sobre as novas determinações. De domingo (10) até 17 de maio, quem desrespeitar as medidas estará sujeito a advertências e multas de R$ 150 para pessoas físicas e R$ 50 mil para pessoas jurídicas.

O Pará é o segundo estado do país a adotar o bloqueio total. No Maranhão, a região metropolitana de São Luís adotou a medida nesta terça-feira (5). Fortaleza também deve aumentar as restrições e bloqueios, mas evita citar o termo "lockdown". Em Pernambuco e no Amazonas, a Justiça negou pedido do Ministério Público para determinar o bloqueio total.

Propostas semelhantes são avaliadas pelo governo do Rio de Janeiro – nesta quarta-feira (16), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) enviou um relatório ao Ministério Público do Rio (MPRJ) no qual recomenda a adoção ações de "lockdown" no estado. Além disso, o prefeito do município paraibano Santa Rita também cogita a medida.

 

Onde vale o lockdown no Pará?

 

O decreto estadual, publicado nesta terça-feira (5) em edição extra do Diário Oficial, vale para os seguintes municípios:

 

  • Belém
  • Ananindeua
  • Marituba
  • Benevides
  • Santa Bárbara do Pará
  • Santa Izabel do Pará
  • Castanhal
  • Santo Antônio do Tauá
  • Vigia de Nazaré
  • Breves

 

Os municípios atingidos pelas novas medidas estão com uma média de casos do novo coronavírus acima das médias estadual e nacional. A do Pará é de 51 para cada 100 mil habitantes. As cidades citadas no decreto tem índices de 75 ou mais casos para cada 100 mil.

O órgãos dos sistemas de segurança pública do Estado e dos municípios vão bloquear as vias, portanto é necessário estar munido de documento com foto, em caso de saída. Se saída for para trabalho relacionado à atividade essencial, é preciso estar ou com a carteira profissional ou com um comprovante funcional.

 

O que está proibido?

 

O decreto proíbe a circulação de pessoas fora dos casos de força maior; assim como não é permitida a circulação de pessoas sem o uso de máscara.

Também não é permitido qualquer tipo de reunião, inclusive de cunho religioso de pessoas da mesma família que não morem juntos; nem mesmo visitas em casas e prédios onde não se resida.

Os deslocamentos intermunicipais, mesmo dentro da região metropolitana de Belém, estão proibidos.

 

O que funciona?

 

Supermercados, farmácias, feiras, bancos, lojas de material de construção e outros continuarão funcionando normalmente, mas apenas um membro de cada família pode ter acesso a esses locais.

Os serviços de delivery também estão mantidos, bem como o transporte de cargas, para garantir o abastecimento. A ida a consultas médicas e a busca por realização de exames também segue permitida, e caso o paciente precise, na companhia de um único acompanhante.

O transporte intermunicipal está suspenso, exceto para desempenho de atividade essencial ou tratamento de saúde devidamente comprovados. Em toda e qualquer situação fora de casa, o uso da máscara é obrigatório.

 

Colapso:

 

O número de mortes por Covid-19 no Pará quase triplicou em uma semana, e atingiu 235 no dia 1º de maio, cinco dias depois a quantidade de óbitos já passou de 400. O crescimento é o maior entre os estados mais afetados pelo coronavírus e superior à média nacional.

De 24 a 30 de abril, a capital paraense pulou de 51 para 138 óbitos. A prefeitura da cidade, que é epicentro da pandemia no estado, determinou o fechamento do comércio não essencial apenas a partir do dia 27 de mês passado.

 

Fonte: Por G1 PA — Belém

 

O Governo do Pará solicitou ao Ministério da Saúde o envio imediato de 100 respiradores para aliviar a pressão principalmente sobre o sistema de saúde da Região Metropolitana de Belém, que concentra o maior número de infectados e mortos pelo novo Coronavírus. Em entrevista à CNN Brasil, concedida virtualmente na tarde desta terça-feira (28), o governador Helder Barbalho sugeriu que o Governo Federal antes ouça dos estados sobre suas metas de queda na arrecadação fiscal, por conta dos impactos da pandemia no cenário econômico, para então definir medidas emergenciais.

Helder Barbalho confirmou que o cenário em Belém e demais municípios da Região Metropolitana em relação à ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) varia entre 95% e 96%, de acordo com o fluxo de pacientes, enquanto que no Estado, de uma maneira geral, chega a 85%. "Tivemos reunião com equipe do Ministério da Saúde, governadores do Norte, e fiz questão de mostrar todos os esforços feitos no sentido de comprar novos respiradores e implementar novas UTIs, mas que neste momento temos a necessidade desta complementação", afirmou o governador, informando que aguarda a chegada de 400 respiradores comprados na China, com recursos do Tesouro Estadual, e que chegam na primeira semana de maio.

Ele lembrou também os 720 leitos de média complexidade entregues em quatro hospitais de campanha montados em Belém, Marabá, Santarém e Breves - este último a ser entregue nesta semana.

Prazos - Ao citar que a própria rede privada de saúde está saturada, o que também acaba aumentando a demanda sobre a rede pública, Helder Barbalho disse não ter tratado de flexibilização do isolamento social na reunião on-line realizada com a equipe do Ministério da Saúde, incluindo o ministro Nelson Teich, durante a manhã de hoje. "Fiz questão, de maneira pragmática, de destacar aquilo que é fundamental, e cobrar um prazo para que o MS possa nos responder. Inicialmente, se falou em três dias, e tive a sensibilidade de pedir para encurtar este prazo, porque a cada minuto são vidas que se perdem, pessoas que estão sofrendo na fila de Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Há a necessidade de atender à demanda com humanização e respeito", justificou o chefe do Executivo.

No entanto, Helder Barbalho não descartou tratar sobre o tema em um momento posterior, e se mostrou disposto a debater na linha proposta por Nelson Teich, de olhar o Brasil sob a peculiaridade de cada região. "Aqui, no Pará, no momento em que estivermos com todo o suporte da estrutura de saúde, no momento em que se mostrar, através da ciência, da técnica, da medicina, que nós estabilizamos o número de casos, poderemos, sim, pensar de maneira regionalizada, avaliar o distanciamento regulado, um processo de retomada gradativa da economia. Porém, neste momento, o Estado do Pará enfrenta uma severa dificuldade, particularmente na Região Metropolitana, e nós temos que pensar em salvar vidas", ratificou o governador.

EPIs para saúde e segurança – Segundo ele, os equipamentos pedidos ao Governo Federal se juntarão aos 200 leitos de UTI que o Estado já tem somente para pacientes de Covid-19, e aos outros 400 que serão ofertados a partir da chegada do maquinário comprado na China. O governador também reforçou com o ministro Nelson Teich a necessidade de garantir o abastecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs) aos profissionais de saúde e de segurança, e anunciou ainda para esta semana a abertura de leitos em hotéis, que estarão à disposição para quem está na linha de frente do combate à pandemia e precisa preservar familiares da contaminação.

"Conseguiremos chegar a 600 leitos de UTI. Isto representa dobrar o número de leitos de tratamento intensivo existentes na história do Estado. O que nós precisamos é para agora. Precisamos de agilidade e, acima de tudo, de humanidade", reafirmou o chefe do Executivo. 

Arrecadação - Questionado pelos jornalistas sobre a proposta do Senado Federal para compensação das perdas de arrecadação dos estados e municípios, Helder Barbalho disse que "estamos tratando é de recomposição para diminuir esta incerteza, sem que os estados se eximam da responsabilidade tributária, e não aplicar populismo. Clamamos que o Congresso Nacional possa definir e apreciar esta matéria ainda esta semana. No mês de abril, tivemos uma diminuição de arrecadação que foi menor do que imaginávamos. De ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços), a variação de -6% permitiu que pagássemos a folha de pessoal, inclusive desde ontem. Mas quando chegar maio, a expectativa da substituição tributária que já projeta uma arrecadação prevista nos causa profunda preocupação, porque a variação pode ser de 20% a 30% de queda", alertou.

No encerramento da entrevista, Helder Barbalho destacou que o Pará é o estado com menor percentual de endividamento, por isso não representa um problema para a União. "Estamos pagando em dia o funcionário público, fornecedores, prestadores de serviço, precatórios. O Pará não é uma carga para o Governo Federal. Pelo contrário, saímos do limite de alerta para o limite prudencial. Reduzimos o custo da folha para enxugar a máquina, o custeio, para dar agilidade ao governo de investir e servir à população", reiterou, acrescentando que "temos a obrigação de ter capacidade para atender a população com serviços de saúde, de segurança, e tantos outros serviços essenciais nesse momento".


Fonte: agencia Pará 

O Governo do Estado e a Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia (Hemopa), por meio de sua diretoria técnica, iniciou os estudos sobre o uso do plasma de pacientes convalescentes da covid-19, ou seja, pessoas recuperados do coronavírus com comprovação de testes já negativos para o SARS-COV-2, para o uso em pacientes doentes. O Hemopa está com o protocolo pronto, validado pelo Comitê Transfusional, para dar início ao procedimento.

Pacientes curados da covid-19 serão indicados pela Secretaria de Estado de Saúde do Pará (Sespa) ao Hemocentro para fazer a doação de plasma, por meio de aférese (procedimento que filtra apenas o plasma do sangue do doador, onde ficam os anticorpos produzidos pelo organismo. Esta bolsa de plasma passará por exames específicos que vão habilitar a utilização ou não do material para transfusão em pacientes internados em estado grave, pois se faz necessária uma quantidade específica de anticorpos contra o vírus ativo.

A médica Luciana Maradei, diretora técnica da Fundação, explica que a cura da doença ainda não é garantida com o procedimento.

“Não se trata de vacina pois os resultados são novos e ainda incertos, uma vez que o SARS-COV-2 é um novo vírus, portanto, ainda desconhecido. Porém, estudos publicados por grupos de pesquisadores mostraram resultados promissores com a utilização do plasma de convalescentes da doença”, ressaltou.

O processo de análise das bolsas de plasma será realizado em parceria com laboratórios. A rede pública e privada está unida e comprometida no combate ao novo coronavírus e em prol de pacientes que lutam pela vida nas UTI’s dos hospitais públicos e privados.


Fonte:Por Vera Rojas (HEMOPA)

Com 1.267 casos confirmados de Covid-19, 53 óbitos e 525 pacientes recuperados em todo o Estado, o Governo do Pará continua a implementar estratégias, em vários setores, para controlar o avanço da pandemia, e ao mesmo tempo manter o tratamento dos pacientes. Nesta quinta-feira (23), em pronunciamento ao vivo pela TV Cultura e internet, o governador Helder Barbalho destacou que “já se apresentaram 32 médicos cubanos hoje no Hangar (onde está montado o Hospital de Campanha em Belém). Ao todo, chamamos 86. Nós vamos usar esses profissionais na estrutura do Estado, mas também estamos oferecendo médicos para a Prefeitura de Belém. Foi encaminhado um e-mail às 13 h de hoje (quinta-feira) dizendo que estamos disponibilizando para as Upas e prontos-socorros. E quem vai pagar estes médicos é o Estado. Portanto, estamos ajudando, se unindo neste momento”, afirmou.

O Hospital de Campanha montado no Hangar já conta com o reforço de médicos contratados pelo EstadoFoto: Jader Paes / Ag.Para

O chefe do Executivo informou que, até às 17 h, o Hospital de Campanha de Belém estava com mais de 120 leitos ocupados, incluindo os 24 leitos de Terapia Intensiva (UTI). Desde que o hospital foi entregue já foram atendidos 250 pacientes, dos quais 26 foram transferidos para outros hospitais e 92 receberam alta.

Orientação - Helder Barbalho voltou a orientar a população sobre como agir em caso de suspeita de contágio pelo novo Coronavírus. “O hospital (de Campanha) não é porta aberta. Os pacientes devem ser regulados. Os casos de urgência devem procurar as Upas (Unidades de Pronto Atendimento) e os prontos-socorros das prefeituras, para que lá possam ser regulados para a Santa Casa, Abelardo Santos e Hospital de Campanha de Belém”, ressaltou.

Governador Helder Barbalho atualizou as informações sobre os investimentos em saúde públicaFoto: Divulgação

Nesta quinta-feira, a Policlínica Metropolitana, onde estão sendo feitas consultas e exames exclusivos para pacientes com sintomas de síndrome respiratória aguda, atendeu até às 16 h cerca de 440 pessoas. Três pacientes foram transferidos para o Hospital de Campanha, no Hangar. Na Policlínica foram feitos 79 exames laboratoriais e 73 exames de imagem.  

Para ampliar o atendimento a pacientes em estado grave de Covid-19, o Estado comprou mais equipamentos, que devem chegar até o fim deste mês. A inspeção do governo chinês liberou hoje 400 respiradores. "Nossos equipamentos foram liberados pela área de saúde da China hoje. É bom ressaltar que nós compramos; esse material não foi doado. E agora será agendado um voo pra trazer esses equipamentos. Dia 29 (de abril), o voo sai de Xangai para cá. Imediatamente, colocaremos (os aparelhos) nos hospitais para salvar a vida da população”, informou o governador.

Transporte e proteção – Helder Barbalho também citou que hoje foi feito o primeiro resgate aeromédico na região oeste com uso do Helicóptero UTI disponibilizado pelo governo do Estado. Um paciente do município de Prainha foi transferido para o Hospital Regional do Baixo Amazonas, em Santarém, onde continua internado. 

O governador disse ainda que, a partir desta sexta-feira (24), viaturas da Polícia Militar distribuirão nas ruas, gratuitamente, máscaras de tecido. A medida atende à obrigação do uso deste material de proteção pela população da capital paraense, município com maior número de infectados pelo novo Coronavírus. Ao todo, o governo pretende distribuir 230 mil máscaras, que foram compradas de costureiras, microempreendedores individuais e empresas de pequeno porte, por meio do Programa “Máscara Para Todos”.

Fonte: Agência Pará 

Canaã dos Carajás registrou, nesta quarta-feira (15), o primeiro óbito por coronavírus no município. O paciente tinha 48 anos e foi internado em um hospital particular no dia 28 de março com problemas respiratórios – o homem tinha como comorbidade pneumoconiose com fibrose intersticial acentuada e bronquiolite distal acentuada; ele estava em avaliação para transplante pulmonar. O paciente foi transferido para uma UTI em Parauapebas, local em que, infelizmente, veio a óbito. Na cidade, o paciente fez a coleta para o teste de covid-19 e o resultado positivo foi divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde na noite desta terça-feira (14).

A prefeitura de Canaã dos Carajás também investiga se o paciente, de fato, residia no município, visto que há informações de que ele apenas visitava o município, onde tinha negócios. À medida que a administração obtiver, com precisão, todas as informações relativas ao caso, repassará à sociedade.

No município, dois casos suspeitos continuam em análise, sendo que cinco já foram descartados. Nas últimas 24 horas, 12 atendimentos foram feitos, totalizando 807 feitos via o Disk-Coronavírus.

No Pará, já há 384 casos da doença e 21 óbitos. Outros 211 casos estão em análise.

As propostas visam amparar a agricultura familiar para amenizar os efeitos econômicos e sociais causados pela pandemia do novo coronavírus. Um dos projetos vai permitir que o poder público compre a produção de alimentos de pequenos produtores e distribua a famílias carentes. Também os estados, o Distrito Federal e os municípios devem manter a aquisição de alimentos diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural ou de suas organizações. O projeto ainda determina que a União continue repassando recursos ao Programa Nacional de Alimentação Escolar, que financia a merenda escolar. E enquanto durar a suspensão das aulas para evitar o contágio de covid-19, os alimentos adquiridos devem ser distribuídos a quem precisa, como explicou o autor, senador Paulo Rocha do PT do Pará.

 “Socorrendo esses agricultores que produzem. Ajuda a agricultura familiar na produção de renda para esses agricultores e ao mesmo tempo, também, em que aproveita a distribuição desses produtos para aqueles que mais necessitam. Que o governo compre estes produtos da agricultura familiar e depois distribua para o pobre, para os que mais precisam, para aquele que já está passando fome”.

A proposta também foi assinada pelos senadores do PT Rogério Carvalho, de Sergipe; Jaques Wagner, da Bahia; Humberto Costa, de Pernambuco; e Paulo Paim, do Rio Grande do Sul; e pela senadora Zenaide Maia, do Pros do Rio Grande do Norte. Já o projeto do senador Mecias de Jesus, do Republicanos de Roraima, prorroga por um ano os financiamentos de crédito rural de agricultores familiares e de empreendimentos familiares rurais. A prorrogação vale para os empréstimos com vencimento entre primeiro de março e 31 de dezembro.

As secretarias estaduais de Saúde divulgaram, até as 8h30 desta segunda-feira (13), 22.318 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil, com 1.241 mortes pela Covid-19.

O balanço mais recente do Ministério da Saúde, divulgado neste domingo (12), aponta 22.169 casos confirmados 1.223 mortes.

Segundo boletim do ministério publicado no sábado (11), 25% dos mortos estavam fora do grupo de risco, ou seja, não tinham mais de 60 anos (grupo que representa 75%) nem tinham fatores de risco (74% de quem morreu os tinham).



Fonte: G1 SP

A Prefeitura de Belém confirmou mais uma morte pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) no Pará, na noite desta terça-feira (7). Este é o sétimo registro de óbito de um infectado pela Covid-19 no estado. O Pará registra 165 casos da doença.

De acordo com a prefeitura, a morte é de uma mulher, de 79 anos, com histórico de pneumonias por repetição. A paciente deu entrada em um hospital particular após apresentar piora clínica.

Ainda segundo a prefeitura, o óbito foi registrado no dia 3 de abril e o resultado do exame foi liberado somente nesta quarta. Familiares da idosa já foram informados e seguem monitorados pela Vigilância Epidemiológica do município. A Secretaria de Estado de Saúde (Sespa) confirmou a morte na manhã de quinta-feira (9).

 

Fonte: G1 Pará 

Sul e Sudeste do Pará

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