O equatoriano Cazares, meia de 28 anos, tem contrato com o Atlético-MG até o fim de 2020. O clube já manifestou interesse em uma renovação, mas o jogador tem feito jogo duro e se aproxima dos seis meses finais do vínculo, quando poderá assinar um pré-contrato com qualquer equipe e deixar o Galo no fim do ano sem que o clube mineiro seja ressarcido. Em entrevista ao Canal do Nicola, o presidente Sérgio Sette Câmara falou sobre a situação contratual do equatoriano.

 -Tem que ver inclusive se o Sampaoli quer o Cazares. Isso vai ser conversado. Por enquanto, estamos com ele no elenco. O Alexandre (Mattos) abriu conversa pra que a gente possa renovar por mais um ano, mas não significa dizer que ele vai ficar aqui ano que vem. Se a gente renovar, vamos esticar o contrato pra que a gente possa ou ficar com ele mais um ano ou negociá-lo. Se não chegarmos num entendimento, a tendência dele é de fato ter o contrato encerrado no fim do ano - disse.

O mandatário alvinegro aproveitou a ocasião para argumentar que, para Cazares, ficar no Atlético pode ser o melhor caminho. Ele citou as dificuldades atuais dos clubes no mercado de transferências e mencionou até Elias, volante que deixou o Galo no fim do ano passado e ainda não definiu onde vai seguir sua carreira.

 

- Acredito que hoje a situação ficou um pouco mais complicada. Hoje, poucos times estão pensando em contratação. Até o mercado pra ele, Cazares, acho que também não está muito legal. Pode ser que interesse pra ele sentar com o Alexandre (Mattos), com seu procurador e encontrar um meio termo pra dar continuidade (no Atlético) - disse.

Cazares já completou 200 jogos pelo Atlético — Foto: Reprodução/Atlético

Cazares já completou 200 jogos pelo Atlético

- Eu acho que ele tem que entender que está num time muito grande. O Atlético tem uma camisa muito forte e que dá a ele muita visibilidade. Vamos comparar com a situação do Elias, por exemplo. O Elias, no fim do ano passado, (...) havia até uma possibilidade de renovação. Chegamos a fazer uma proposta de renovar por um ano, depois aconteceu aquela questão da Sul-Americana (pênalti cometido por Elias eliminou o Galo do torneio), a torcida começou a ter certa aversão ao jogador, e houve um desinteresse de dar continuidade ao contrato dele. Muito bem. Cadê o Elias? Então... Ficam desdenhando... É o caso do Cazares - completou.

"O Cazares tem que olhar que está num grande clube. Com grande treinador, com grande torcida, com um grande diretor de futebol, com grandes outros jogadores, com alguns outros que virão pra agregar. (Um time) que vai brigar por coisa grande. Agora, se ele não tiver interesse..." - Sérgio Sette Câmara.

O dirigente argumentou que, no Atlético, ninguém é insubstituível.

- Amigo, a camisa do Atlético é centenária, são 112 anos. Não existe ninguém insubstituível, ninguém. Alguns jogadores já quiseram sair, bateram o pé. Meu amigo, então está certo. Vou fazer o quê? Não vou pagar o caminhão de dinheiro que você quer se a gente entende que não é o que você vale. Vou pagar aquilo que já é alto, a maioria dos salários, pagar aquilo que a gente considera como mais do que justo, e tudo bem, é o que a gente pode fazer. Temos que ter responsabilidade na condução do dia a dia, de acertos de salários, etc.

Sergio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG — Foto: Reprodução/Globo

Sergio Sette Câmara, presidente do Atlético-MG

 

Recapitulando a proposta negada:

 

O Atlético teve, nesta temporada, a possibilidade de "fazer dinheiro" com Cazares. O clube teve em mãos uma proposta do Al Ain, dos Emirados Árabes, mas optou por recusar. Sette Câmara cita valores e justifica a decisão tomada naquele momento.

- Tivemos uma possibilidade de negociar o Cazares, mas a proposta era muito ruim pro Atlético. Entre (vender por) uma proposta ruim ou ele continuar aqui... Quando você vende um jogador, você tem que imaginar o seguinte: vou fazer uma reposição. O que vou faturar com a venda vai me ajudar na reposição? Não ia. A proposta que veio do mundo árabe pra ele foi uma proposta que envolvia o pagamento do salário dele, mais uma participação que não é do Atlético. O Atlético tem cerca de 70% do Cazares. Nós íamos ficar com 800 mil dólares. Pra ficar com 800 mil dólares (e perder) um jogador como o Cazares, ele fica aqui mais um ano, paciência. A gente vai tentar (renovar).

 

Elias: processo à vista:

 

Além de citar o volante Elias na comparação feita com a situação de Cazares, o presidente atleticano também falou sobre os valores em aberto que o Atlético tem com o volante. O clube tem débitos com o jogador e não chegou a um acordo para pagamento. Sette Câmara fez críticas ao comportamento de Eliseu Trindade, pai e representante do atleta, e disse que a tendência é que a situação seja resolvida na Justiça.

- Neste momento ele vai ter que ir para a Justiça, porque nós não vamos fazer um acordo com o jogador nos termos que ele gostaria. Temos nossos termos, colocamos pra eles como poderia ser, na época não aceitaram. É uma coisa natural. Pode sair um acordo, mas tem que ser dentro daquilo que é a capacidade de pagamento do clube. Não vou fazer um acordo que não posso honrar. A gente fez a proposta, na época ele (Eliseu) falou muita coisa, eu fiquei calado, não vou ficar retrucando ninguém por meio de rádio ou rede social. Se eu for ficar retrucando todo mundo que me critica, acabou. Vou ficar o dia inteiro. Fico calado - disse.

Elias durante treino do Atlético-MG — Foto: Bruno Cantini/ Atlético-MG

Elias durante treino do Atlético-MG 

- Os atos e o tempo vêm mostrando quem é que tinha razão. Se ele (Elias) tivesse ficado aqui, talvez tivesse feito um grande negócio. E mercado está se fechando, agora nem se fala. Tenho absoluta certeza que os valores de salários e contratações vão cair muito - completou.

Na mesma entrevista, Sérgio Sette Câmara, sem revelar valores, disse que Elias tinha o maior salário do Atlético. Segundo apurou o GloboEsporte.com, o volante recebia, na carteira de trabalho, R$ 300 mil mensais no Galo (sem contar direito de imagem).

 

Fonte:Por GloboEsporte.com — Belo Horizonte

A redução no ritmo de avanço das mortes pela infecção respiratória covid-19 nos Estados Unidos e na Europa deve dar um alívio para os investidores no mercado financeiro do mundo inteiro. No Brasil, entretanto, o tiroteio entre o presidente Jair Bolsonaro e o agora ex-ministro da Justiça Sérgio Moro devem continuar anuviando o cenário.

Em Nova York, as mortes pelo novo coronavírus somaram 367 ontem, o menor número em um mês. Na Itália, o país do velho continente mais afetado pela pandemia, 260 doentes morreram ontem, o nível mais baixo desde 14 de março. Os governos das duas localidades já falam em um plano para começar a retomar as atividades gradualmente.

Nesta segunda-feira, as bolsas fecharam em alta na Ásia — Tóquio avançou 2,7%, e Hong Kong, 1,88%. Na Europa, o índice FTSE 100 abriu com alta de 1,7% e o DAX subia 2,18% às 7h de Brasília.

A covid-19 ainda está em ascensão no Brasil, e, para piorar, a crise política em que o país mergulhou parece longe do fim – o que deve tornar a recuperação da economia muito mais lenta e custosa.

Na tarde de sexta-feira, 24, Moro anunciou sua saída do ministério, acusando Bolsonaro de ingerência política e fraude de sua assinatura no despacho que anunciou a saída de Maurício Valeixo, homem de sua confiança, da diretoria geral da Polícia Federal. A saída ajudou o Ibovespa a cair 5,45% na sexta-feira e levou o dólara novo recorde nominal de 5,66 reais.

Depois que o mercado fechou, Bolsonaro fez um pronunciamento chamando Moro de mentiroso e dizendo que o interesse do ex-ministro era ser indicado ao Supremo Tribunal Federal. Mais tarde, no Jornal Nacional, o ex-ministro mostrou uma troca de mensagens com a deputada federal paulista Carla Zambelli nas quais negava querer ir para o STF.

Existe a suspeita de que Bolsonaro tenha interesse em influir mais na PF para barrar as investigações que apontaram seu filho Carlos Bolsonaro, vereador no Rio de Janeiro, como chefe de um esquema de divulgação de fake news. Daí a expectativa de que a crise siga se arrastando.

“É game over para o Brasil. A economia vai agonizar por anos”, disse Fabricio Taschetto, diretor de investimentos da ACE Capital. “Esse ruído político deve persistir no curto prazo, então esperamos volatilidade adicional”, analisou na sexta-feira Renato Mimica, diretor da EXAME Research, o braço de análise de investimentos da EXAME.

A euforia que alimentou a alta de 31,6% da bolsa brasileira em 2019, com a expectativa de que Bolsonaro implantasse uma agenda reformista liberal, evaporou. Tomando agora uma postura cautelosa para apenas tentar proteger os recursos de perdas adicionais de valor – em 2020, o Ibovespa, principal índice acionário brasileiro, já recuou 36% –, o mercado torce para que o entorno de Bolsonaro consiga moderar as atitudes e palavras do presidente.


Fonte:Por Denyse Godoy

Nesse último domingo, 19, o Partido Progressista (PP) se reuniu com o intuito de se preparar para as eleições municipais de 2020. Algumas lideranças estiveram presentes na reunião, entre elas, o presidente estadual da legenda, o ex-deputado Beto Salame, além de Adelson e Daniel Fernandes e Alex Novo Óleo, entre outros líderes.

Uma das pautas trabalhadas foi a ausência da atual presidente da Legenda, Andreia Lima, que está trabalhando e residindo em Brasília, sendo necessário, neste sentido, de acordo com os membros da diretoria, fazer sua substituição, mas, ainda segundo eles, com o aval da atual presidência.

Na reunião foi acertado que neste próximo mês (junho) haverá uma assembleia para realizar a substituição da presidência e vice-presidência do partido, para assim avançar com as outras pautas de grande importância.

 Entre as pautas a serem tratadas estão: pré-canditaturas de vereadores e a possibilidade de haver uma candidatura para prefeito pela legenda, já que o partido tem os nomes de Daniel Fernandes e Alex Novo Óleo, lideranças importantes no cenário político local. Os membros do partido analisam ainda a alternativa da vinda de novos nomes para a legenda e por isso avaliam, de forma criteriosa, a possibilidade de uma candidatura majoritária própria ou mesmo se irão apoiar um nome que já está no cenário atual.

Durante a reunião, também foi deliberada uma equipe formada por Carlos Refribom, Adelson Fernandes e Aléx Novo Óleo para conversar com as lideranças e abrir espaço para filiação, no intuito de serem escolhidos como pré-candidatos a vereadores, os escolhidos pela equipe passarão por uma fase de seleção, sendo eles analisados localmente e depois aprovados pelo presidente estadual do partido.

Beto Salame disse que Parauapebas é uma das cidades estratégicas para partido em 2020

Em entrevista à reportagem do Portal Carajás O Jornal, o presidente estadual do Partido Progressista, Beto Salame disse que o partido está aberto para novas lideranças e novas filiações. “Teremos um momento, um ato para incentivar novas filiações, para que o partido volte a crescer e, assim, possamos participar da vida ativa da política local”, finalizou.  

(Da redação)

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu 20 pedidos de registro de candidaturas avulsas à Presidência da República.

Desses postulantes, 18 não têm filiação partidária, o que contraria a previsão constitucional.

No artigo 14, parágrafo 3º, inciso V, a Constituição impõe como uma das condições de elegibilidade a filiação partidária.

Dois dos que pleiteiam candidatura a presidente têm filiação partidária: João Antônio Ferreira Santos (PSC) e Valéria Meirelles Monteiro (PMN).

Casos

O PSC chegou a aprovar a candidatura de Paulo Rabello de Castro a presidente, mas depois decidiu se unir ao Podemos e apoiar Álvaro Dias. Rabello ficou como vice-presidente na chapa da coligação Pode/PRP/PSC/PTC.

A jornalista Valéria Monteiro chegou a disputar a convenção do PMN, mas o partido decidiu não ter candidato a presidente nem participar de coligação. Esses pedidos aguardam decisão da presidência do TSE.

O advogado Rodrigo Sobrosa Mezzomo encabeça uma das chapas avulsas.

Em 2016, ele tentou disputar a prefeitura do Rio de Janeiro e recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a rejeição de sua candidatura.

O relator da ação no STF, ministro Luís Roberto Barroso, decidiu não liberar o voto para apreciação no plenário antes de outubro.

Números

Segundo dados do TSE, 28.348 candidatos pediram registro na Justiça Eleitoral para os cargos em disputa neste ano: além de presidente, governador dos 26 estados e do Distrito Federal, duas vagas de senador por unidade da federação, deputado federal, estadual e distrital.

São 13 candidatos a presidente, 199 a governador, 355 a senador, 8.368 a deputado federal, 17.526 a deputado estadual e 963 a deputado distrital.

(Fonte: Agência Brasil)

Na próxima quarta-feira, dia 15, termina o prazo para que partidos e coligações apresentem à Justiça Eleitoral o pedido de registro de seus candidatos. No dia seguinte, começa o período de campanha eleitoral, e os candidatos vão sair às ruas para pedir votos. Nas eleições deste ano estão em jogo os cargos de presidente da República, governadores, deputados federais e estaduais e senadores.
Com a campanha batendo à porta, os eleitores que quiserem fazer alguma doação a partidos ou candidatos contam agora com a facilidade das “vaquinhas virtuais”. Os doadores, no entanto, devem seguir algumas regras, prestar contas ao Fisco e estar atentos para não cair em fraudes ou na malha fina do Imposto de Renda (IR) a ser declarado no ano que vem.
 
Denúncias
 
Para comunicar a Justiça sobre eventuais irregularidades, os eleitores podem utilizar o aplicativo Pardal, que permite que as denúncias sejam enviadas por meio de texto, imagens ou vídeos. Os conteúdos são encaminhados ao Ministério Público Eleitoral, que decide se aciona ou não o Judiciário.
Por ser a primeira eleição geral em que doações de empresas para campanhas políticas estão proibidas, especialistas apontam que, embora tímida, a participação de pessoas em doações deve ser maior do que nos anos anteriores. Além das doações, os candidatos ainda podem utilizar recursos do fundo eleitoral e do fundo partidário.
Cada campanha para presidente da República pode gastar até R$ 70 milhões e mais R$ 35 milhões em caso de segundo turno. Para candidatos a deputado federal, o limite é de R$ 2,5 milhões; para estadual, de R$ 1 milhão.
 
Doação em "vaquinhas" deve ser declarada no IR
 
O eleitor pode doar para partidos e candidatos até 10% dos rendimentos brutos que obteve no ano passado, mas ainda deve ser respeitado um teto de R$ 1.064,10 por dia no financiamento coletivo, a “vaquinha virtual”. Os dados dessas doações devem ser informados ao Fisco. Os valores têm que constar na ficha Doações a Partidos Políticos, Comitês Financeiros e Candidatos a Cargos Eletivos no programa de declaração do Imposto de Renda (IR) 2019.
Um dos erros mais comuns do contribuinte na declaração, e que pode até levá-lo à malha fina, é deduzir o valor doado para a campanha ou partido a fim de pagar menos imposto ou ter uma restituição maior, diz o advogado Diogo Figueiredo. As doações a campanhas não são dedutíveis, o contribuinte só pode destinar o IR devido à Receita para doações desde que elas sejam feitas a entidades e fundos ligados ao governo.
De acordo com o advogado Cristiano Vilela, outro equívoco comum do doador é o de se confundir e informar o número de inscrição do Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) do partido, quando deveria apontar o CNPJ da campanha. Também deve-se informar o nome do candidato ou partido político destinatário das doações, além do valor doado. Vilela aconselha o eleitor a fazer sempre doações por meio de transferências bancárias e nunca em dinheiro vivo, para não correr o risco de cair em fraudes.
 
Calendário 

Dia 15 de agosto

- Último dia para os partidos e coligações apresentarem aos tribunais eleitorais, até as 19h, o requerimento de registro de candidatos.
 
- Data a partir da qual permanecerão abertos aos sábados, domingos e feriados as Secretarias dos tribunais eleitorais.
Dia 16 de agosto
- Data a partir da qual será permitida a propaganda eleitoral.
 
- Data a partir da qual candidatos, partidos e coligações poderão realizar comícios e utilizar aparelhagem de sonorização fixa, das 8h às 24h, podendo o horário ser prorrogado por mais duas horas quando se tratar de comício de encerramento de campanha.
 
- Data a partir da qual será permitida a propaganda eleitoral na internet, vedada a veiculação de qualquer tipo de propaganda paga.
 
- Data a partir da qual poderá haver distribuição de material gráfico, caminhada, carreata, passeata, carro de som em trânsito pela cidade e comícios.
 
- Data a partir da qual será permitida a divulgação paga, na imprensa escrita, de propaganda eleitoral.
(Fonte: InFoco rs.com)

Os partidos definiram 14 nomes para disputar a Presidência da República em 2018 até a noite de domingo (5), prazo final das convenções destinadas a definir candidatos e coligações. O número ainda pode mudar até o dia 15 deste mês, data limite para o registro das candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Uma das mudanças previstas é a desistência da candidatura de Manuela D'Ávila, do PCdoB, que deve assumir o posto de vice da chapa do PT, encabeçada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No fim da noite deste domingo (5), o PT anunciou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como candidato a vice-presidente na chapa liderada por Lula na corrida presidencial de 2018.

O partido também fez um acordo com o PCdoB que vai permitir a entrada de Manuela D' Ávila (PCdoB) na chapa do PT depois que a Justiça Eleitoral se manifestar sobre a candidatura de Lula.

A estratégia do PT é levar o nome de Lula como candidato à Presidência da República até a Justiça Eleitoral decidir se o ex-presidente, que está preso, poderá ou não disputar as eleições de 2018.

Lula está preso desde abril em Curitiba, condenado em segunda instância a 12 anos e um mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro – o que, de acordo com a Lei da Ficha Limpa, o torna inelegível. A questão precisa ser decidida pelo TSE e só deve ser julgada depois do registro oficial, que ocorre até o dia 15.

Até a última atualização desta reportagem, apenas o Partido da Mulher Brasileira (PMB) não havia divulgado qual candidato irá apoiar.

Com a formação de coligações, partidos que decidem não lançar candidato se unem àqueles que optam por ter candidatura própria. Dessa forma, agregam tempo de TV e dinheiro do fundo eleitoral durante a campanha presidencial.

 

Na última sexta-feira (3), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reafirmou que o prazo para que os partidos definissem a chapa, formada por candidatos a presidente e a vice-presidente, se encerrava neste domingo.

Veja como estão as coligações dos candidatos à Presidência da República:

Veja como estão as alianças eleitorais para a disputa presidencial (Foto: Alexandre Mauro e Igor Estrella/G1)

Veja como estão as alianças eleitorais para a disputa presidencial (Foto: Alexandre Mauro e Igor Estrella/G1)

(Fonte: G1)

Sul e Sudeste do Pará

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