O governador do Estado, Helder Barbalho, informou, nesta sexta-feira (22), que já garantiu, após pedido, doses extras da vacina contra a Covid-19 para o Ministério da Saúde, com objetivo de imunizar moradores do extremo oeste do Pará, na divisa com o Amazonas. Por meio das redes sociais na quinta-feira (21), o chefe do Executivo Estadual disse que a região já enfrenta uma segunda onda de contaminações pela doença devido a proximidade com o estado vizinho.

"Solicitei ontem (quarta, 20) ao Ministério da Saúde que, além da cota do percentual para o nosso Estado, possamos ter um reforço na oferta de vacina para os municípios que estão na divisa com o Amazonas, já que estamos percebendo um avanço do vírus. Portanto, todos os 144 municípios do Pará vão receber a sua cota e, além disso, provavelmente, os que fazem parte da Calha Norte e Baixo Amazonas, como Faro, Oriximiná, Juruti, Terra Santa, Óbidos e talvez Curuá, possam receber uma cota a mais da vacina. Então, além dos profissionais de saúde e quilombolas, nesta região, que nós possamos avançar já para uma imunização daqueles que já tem mais de 75 anos", destacou Helder Barbalho, ressaltando que o Ministério da Saúde deve receber neste fim de semana 2 milhões de doses de vacinas da Oxford, produzidas na Índia.

De acordo com o governador, com a imunização, a ideia é criar uma barreira imunológica na região, especialmente entre as faixas etárias com maior risco de contágio e morte, já que no estado vizinho há uma nova mutação do coronavírus.

"Nós temos dialogado com o estado vizinho, inclusive buscando mais informações a respeito dessa mutação viral identificada pelo Amazonas, a nova cepa do coronavírus. Isso nos traz uma preocupação maior, já que ao tempo em que se estuda isso na área epidemiológica, temos vários casos de reinfecção sendo identificados e também aqueles que estão sendo infectados pela primeira vez encontram um vírus mais agressivo. Por isso, o governo do Estado tem agido para ampliar a oferta de leitos e serviços", disse o governador.

Segundo Helder Barbalho, neste momento, o Estado oferta atendimento no Barco Hospital Papa Francisco no distrito de Maracanã, no intuito de tirar os pacientes da crise, além de abastecer de oxigênio a cidade, junto com a prefeitura. "Também pedimos que a prefeitura se preparasse para enfrentar a crise. Estamos com quatro helicópteros e uma avião para fazer a remoção desses pacientes. Somente ontem foram 20 pacientes removidos", informou o governador, ressaltando que todas as cidades da região foram abastecidas com oxigênio, e também foram ampliados os leites clínicos e de UTI. Em Juruti, 10 leitos de UTI já estão disponíveis; em Santarém, foram ampliados de 20 para 40 leitos de UTI; e Itaituba, serão 60 leitos de UTI até o fim de semana. Todas as cidades também contam com leitos clínicos.

Ainda de acordo com o governador, além das medidas de saúde pública, o Estado também alterou o decreto do bandeiramento da região e proibiu a circulação de embarcações de passageiros entre o Pará e Amazonas.

"Nós tomamos medidas desde a semana passada, como a elevação do grau de risco de bandeiramento da região oeste do Pará para vermelho, com risco de grau máximo de contaminação, orientando a população das medidas restritivas. Ao mesmo tempo, estamos garantimos atendimento a população com 110 leitos de UTI divididos em três municípios como Juruti, Santarém, e Itaituba. Além disso, também, restringimos a circulação de embarcações entre o Pará e Amazonas, devido a proximidade, como medida preventiva para evitar novas contaminações pelo coronavírus", ressaltou o chefe do Executivo Estadual, destacando que a região oeste do Pará deve receber 500 cilindros de oxigênio na próxima semana.

Helder Barbalho também enfatizou que o governo do Estado já solicitou às prefeituras a lista das pessoas vacinadas contra a Covid-19 para evitar "fura filas". "Defendo que haja absoluta transparência na divulgação dessas listas de vacinados. É claro, precisamos preservar a identidade das pessoas, mas a Procuradoria do Estado está analisando como fazer essa divulgação dos dados sem qualquer tipo de infração. Mas nosso objetivo é muito claro: garantir vacinas dentro dos grupos que estão em prioridade, priorizando as pessoas que estão na linha de frente e aqueles que tem mais vulnerabilidade", disse o governador.

Na tarde desta sexta-feira (22), o chefe do Executivo Estadual visita os municípios de Juruti e Óbidos para verificar a situação de leitos e remoção dos pacientes.

Reunião – Em reunião na noite de quinta-feira (21), por meio de videoconferência, Helder Barbalho conversou com prefeitos da região do Baixo Amazonas para tratar sobre a segunda onda da Covid-19. O chefe do Executivo reforçou a importância dos gestores municipais decretarem medidas mais restritivas em seus municípios, como já foi feito pelo governo do Estado.

Com o objetivo de dialogar com os gestores desses municípios, Helder Barbalho ressaltou o trabalho que vem sendo feito pelo governo do Estado, a visita que fez aos municípios de Faro, Terra Santa e Oriximiná na quinta-feira e a importância de as prefeituras precisarem de planejamento, para que o sistema de saúde não entre em colapso.

“As medidas são um ato necessário para proteger a nossa população, para que o nosso sistema de saúde possa salvaguardar a vida, para que nós possamos garantir a oferta de leitos, serviços e atendimento. Porém, nós não devemos menosprezar os riscos e, consequentemente, assistir aqui às cenas que vimos no estado vizinho, o Amazonas. Por isso, prevenção, responsabilidade, consciência! A sociedade precisa ajudar, e todos nós precisamos estar unidos nessas medidas pra proteger a população”, reiterou o governador.

Visita de governo – Na quarta-feira (20), o secretário regional de Governo do Baixo Amazonas, Henderson Pinto, e o secretário adjunto de Saúde do Pará, Sipriano Ferraz, acompanharam, nos municípios de Faro e Oriximiná, a situação da doença, verificando como o Estado poderia atuar nessas cidades.

Em Faro, a comitiva do governo acompanhou o atendimento no Barco Hospital Papa Francisco, financiado pelo Estado, que atracou no porto da comunidade de Maracanã para atender pacientes com sintomas leves e moderados de Covid-19. Em Oriximiná, a equipe visitou o Hospital Municipal. Para atender às demandas, o Governo ofereceu o serviço de transporte aeromédico e doou equipamentos para a unidade de saúde, como bombas de infusão para auxiliar no tratamento dos pacientes que precisam de respiradores.

Usina de oxigênio – O Governo do Pará conseguiu o apoio do Ministério da Defesa para transportar equipamentos para a montagem de uma usina de oxigênio, a fim de garantir a produção do insumo.

O traslado foi feito por um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), que saiu de Curitiba (PR), no sul do Brasil, para Oriximiná, no oeste paraense. O equipamento já começou a ser montado na quinta-feira. A expectativa é que a instalação seja concluída em até 12 horas.

 

Fonte: Por Bruno Magno (CPH)

Na tarde desta terça-feira, 19, na Praça da Bíblia foi realizada a vacinação das primeiras pessoas a receberem a imunização contra o vírus da Covid-19, a enfermeira Leonice de Oliveira e o Índio Katop Ti Xikrin. O evento contou com a presença do Prefeito Darci Lermen seu vice João do Verdurão o Secretário de Saúde Gilberto Laranjeiras, juntamente com alguns vereadores da cidade como Josivaldo da Farmácia, Zé do Bode, Rafael Ribeiro, Francisco Eloecio e Leandro do Chiquito.   

Gilberto Laranjeiras Secretário de Saúde de Parauapebas 

Em entrevista o Secretário de Saúde Gilberto Laranjeiras falou sobre como funcionará o processo de imunização. “Vamos iniciar com todos os profissionais da linha de frente, aqueles que estão todos os dias nos hospitais que é de alta complexidade como a UPA, esses profissionais serão contemplados na questão da imunização de imediato, em sequência vem os indígenas conforme estar organizado, ao passar pela segunda rodada onde seremos contemplados pelo Governo Federal com mais vacinas vamos fazer de uma forma que venha sequencialmente ser cumprido toda a imunização, mas de primeira mão somente essas duas classes serão imunizadas no momento”, Disse.   

Darci Lermen Prefeito da cidade marcou presença no evento 

“Vamos tocar para frente pois sonhamos com muito mais esse é somente o primeiro passo de muitos que ainda vamos dar, estar sendo realizado hoje na tarde desta quarta-feira a imunização das primeiras pessoas contra o Covid-19 e isso só foi possível através de muito esforço de todos os envolvidos que lutaram contra essa pandemia e por isso essa classe será a primeira a ser imunizada que são os profissionais de saúde”, disse o Prefeito da cidade Darci Lermen.

A Enfermeira Leonice de Oliveira foi a primeira moradora da cidade a ser imunizada contra o vírus da Covid-19

Leonice de Oliveira enfermeira e a primeira cidadã de Parauapebas a ser vacinada falou sobre esse momento em sua vida. “ Para mim foi uma experiência ímpar, uma maneira de podermos ajudar e colaborar para que as pessoas que ainda não tomaram a vacina quebrem esse preconceito sobre a tal, me sinto muito honrada por ter sido escolhida para esse momento de grande importância da nossa cidade”.

Josivaldo da Farmácia Vereador de Parauapebas 

“Estamos vivendo um momento único que serve de exemplo para todo do o Estado do Pará, Parauapebas saiu na frente mais uma vez através do nosso secretario Gilberto Laranjeiras junto ao nosso Prefeito Darci e vice João do Verdurão que com muitos esforços trouxeram essa conquista maravilhosa para o povo de Parauapebas, estou muito feliz e quero que todos se conscientizem para que a imunização seja feita com eficácia”, falou Josivaldo da farmácia vereador da cidade que marcou presença no evento.

 

Fonte: Sarah Monteiro 

 

O Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse nesta segunda-feira (18) que a vacinação contra a Covid-19 será iniciada a partir das 17h em todo o país. O anúncio foi feito após ele sofrer pressão dos governadores, que pediram para antecipar o início da aplicação das doses, inicialmente previsto para esta quarta-feira (20), conforme informou a colunista Andréia Sadi.

 

"Acho que podemos começar hoje até o fim do expediente, a partir das 17h", declarou o ministro.

 

Neste domingo, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o uso emergencial das vacinas CoronaVac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19. Momentos depois, o governo de São Paulo aplicou a primeira vacina da CoronaVac. O governo federal, no entanto, ainda não havia iniciado a distribuição do imunizante pelo país, o que foi programado para esta segunda.

O horário de 17h para o início da vacinação nacional foi proposto, segundo Pazuello, para dar tempo de todos os estados receberem as doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Em cerimônia em São Paulo, Pazuello deu início à distribuição das doses pelo país no início da manhã. As caixas saíram do centro de distribuição de logística do Ministério da Saúde em Guarulhos, na Grande São Paulo.

"A todas as famílias das vítimas, recebam a nossa solidariedade. É muito difícil perder alguém que amamos. Está dado o primeiro passo para a maior campanha de vacinação do mundo", afirmou o ministro.

Das 6 milhões de doses, 4.636.936 serão enviadas pelo governo federal aos estados brasileiros. As outras 1.357.640 serão distribuídas pelo estado de SP.

Veja divisão das doses da CoronaVac para cada estado:

 

Região Norte

 

  • Rondônia - 33.040
  • Acre - 13.840
  • Amazonas - 69.880
  • Roraima - 10.360
  • Pará - 124.560
  • Amapá - 15.000
  • Tocantins - 29.840

 

Total de doses - 296.520

Região Nordeste

 

  • Maranhão - 123.040
  • Piauí - 61.160
  • Ceará - 186.720
  • Rio Grande do Norte - 82.440
  • Paraíba - 92.960
  • Pernambuco - 215.280
  • Alagoas - 71.080
  • Sergipe - 48.360
  • Bahia - 319.520

 

Total de doses - 1.200.560

Região Sudeste

 

  • Minas Gerais - 561.120
  • Espírito Santo - 95.440
  • Rio de Janeiro - 487.520
  • São Paulo - 1.349.200

 

Total de doses - 2.493.280

Região Sul

 

  • Paraná - 242.880
  • Santa Catarina - 126.560
  • Rio Grande do Sul - 311.680

 

Total de doses - 681.120

Região Centro-Oeste

 

  • Mato Grosso do Sul - 61.760
  • Mato Grosso - 65.760
  • Goiás - 182.400
  • Distrito Federal - 105.960

 

Total de doses - 415.880

Antecipação

Após a cerimônia no galpão, Pazuello visitou, ao lado de alguns governadores, a câmara fria onde estão armazenadas as vacinas.

Em seguida, seguiu para a Base Aérea de São Paulo, no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, para acompanhar o carregamento do primeiro voo da FAB que vai distribuir a vacina para os estados.

"O cronograma inicial era a logística hoje, amanhã a logística dos estados para os municípios e na quarta-feira o início. Os governadores solicitaram que assim que chegassem nos estados [vacina] eles tivessem a liberdade de iniciar a vacinação. Nós pactuamos isso com os governadores presentes e com a representação do conselho de governadores e nós deveremos iniciar hoje a partir das 17h. Alguns estados podem iniciar um pouco depois, mas aqueles que começam, começam as 17h", disse o ministro.

Questionado sobre a tropa de farpas com o governador João Doria, ele respondeu. "Ontem é passado, é para historiador. A partir de agora estou discutindo só futuro"

Governadores

O evento desta segunda, que contou com a presença de alguns governadores, não teve a participação do governador João Doria (PSBD). O vice-governador, Rodrigo Garcia, representou o estado de São Paulo.

Em coletivas de imprensa simultâneas, Doria e Pazuello trocaram acusações neste domingo (17). Pazuello disse que o governo de São Paulo fez uma "jogada de marketing" ao iniciar a vacinação simbólica em profissionais da Saúde logo após a aprovação da vacina.

No evento do Ministério da Saúde, o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, disse que o estado de São Paulo deve seguir o mesmo calendário do plano nacional de imunização para a vacinação dos próximos grupos prioritários.

"A decisão agora do plano nacional de imunização é tendo disponibilidade de vacinas é ampliar o público alvo. Ainda não há essa disponibilidade e, portanto, não há essa ampliação do público alvo"

"Teremos muita dificuldade de novas doses, existe uma programação definida pelo Butantan e pela Astrazeneca, agora é aguardar outras alternativas de vacina para que a gente alcance um número maior da população brasileira"

Questionado o motivo da ausência do governador João Doria no evento, Garcia disse que ele já tinha outros compromissos agendados.

"A vacinação já se iniciou em São Paulo, ele tinha outros compromissos. Essa reunião foi agendada ontem à noite e eu vim representando o governo de São Paulo".

Uso emergencial

O uso emergencial das 6 milhões de doses da CoronaVac prontas vindas da China foi aprovado neste domingo (17) pela Anvisa.

Por volta das 5h desta segunda, caminhões de carga refrigerados começaram a deixar o centro de distribuição em Guarulhos escoltados por carros da Polícia Federal. Cem caminhões farão o transporte da vacina.

As doses da CoronaVac também serão distribuídas em aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) e companhias aéreas que farão o transporte gratuitamente.

De acordo com o governo federal, os estados serão responsáveis pela distribuição aos municípios.

Novo pedido

O Instituto Butantan deve entregar nesta segunda-feira o pedido de uso emergencial para as doses da CoronaVac envasadas no país.

 

Fonte: Por Tatiana Santiago, G1 SP — São Paulo

 

O governador Helder Barbalho acompanhou, na noite de terça-feira (5), a fase final do plano logístico da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa) para distribuição de seringas e agulhas, em preparação à vacinação contra a Covid-19 em todo o território paraense. A distribuição começa nesta quarta-feira (06) e vai reforçar o estoque das 13 unidades regionais da Sespa. O Estado já acelera as medidas necessárias para iniciar a imunização da população assim que receber, do Governo Federal, as vacinas.

“Estamos dando início à distribuição das seringas, agulhas e isopores para a estratégia de imunização do Pará contra a Covid-19. Queremos tranquilizar a população de nosso Estado, porque já temos em estoque seis milhões de agulhas e seringas, além de 2.200 isopores para acondicionamento da vacina”, garantiu o governador Helder Barbalho, acrescentando que “estamos iniciando a distribuição para nossas 13 regionais de saúde, para que já estejam prontas e preparadas para, quando chegar a vacina, rapidamente iniciarmos o processo de vacinação de nossa população”.

O chefe do Executivo ressaltou, ainda, que aguarda o comprometimento do Ministério da Saúde com a distribuição das vacinas contra a Covid-19, mas ressaltou que o Pará segue atento às oportunidades de aquisição direta de vacinas. “Estamos atentos ao calendário do Governo Federal para o Plano Nacional de Imunização como plano A. Mas ao mesmo tempo, estamos dialogando com o Instituto Butantan e a Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) para, caso seja necessário, o Estado adquira as vacinas para que possamos, ainda em janeiro, iniciar a vacinação da população”, afirmou Helder Barbalho, ao lado do vice-governador Lúcio Vale e de técnicos da Sespa.

Insumos suficientes - O secretário de Estadual de Saúde Pública em exercício, Ariel Sampaio, reforçou que o Pará está preparado para realizar a vacinação e assegurou que não faltarão injeções e seringas. “Neste primeiro momento, serão atendidas 450 mil pessoas. Prevendo as duas doses da vacina, totalizamos a utilização de 900 mil seringas e agulhas. O Estado do Pará tem insumos suficientes para atender plenamente este grupo prioritário de vacinação contra a Covid”, informou.

Ariel Sampaio disse, também, que o governo está adquirindo novos insumos para garantir a vacinação em todo o Estado. “Já estamos com outro processo de aquisição em andamento, para atender a demanda paraense”, disse.

 

Fonte: Por Leonardo Nunes (SECOM)

Há poucos dias do encerramento da campanha nacional de vacinação contra a gripe, 71,6% do público-alvo já foram aos postos de saúde se imunizar. A campanha termina na sexta-feira (31). Entre os grupos prioritários estão bebês, mulheres grávidas, idosos e profissionais das forças de segurança.

A meta é vacinar 90% do público-alvo, formado por 59,4 milhões de pessoas. De acordo com o Ministério da Saúde, 16,8 milhões de pessoas ainda precisam procurar a unidade de saúde mais próxima para se protegerem.

Balanço

Entre a população prioritária, os funcionários do sistema prisional registraram a maior cobertura vacinal, com 101,6 mil doses aplicadas, o que representa 89,7% deste público, seguido pelas puérperas (88,6%), indígenas (82,0%), idosos (80,6%) e professores (78,1%).

Os grupos que menos se vacinaram foram os profissionais das forças de segurança e salvamento (30%), população privada de liberdade (47,2%), pessoas com comorbidades (63,4%), trabalhadores de saúde (69,9%), gestantes (68,8%) e crianças (67,6%).

Os estados com maior cobertura até o momento são Amazonas (93,6%), Amapá (85,5%), Espírito Santo (75,3%), Alagoas (73,4%), Rondônia (72,6%) e Pernambuco (72,2%).

Os com menor cobertura são Rio de Janeiro (45,8%), Acre (49,7%), São Paulo (57,0%), Roraima (57,4%) e Pará (59,2%).

Quem deve se vacinar

Devem receber a dose de vacina crianças com idade entre 6 meses e menores de 6 anos; grávidas em qualquer período gestacional; puérperas (até 45 dias após o parto); trabalhadores da saúde; povos indígenas; idosos; professores de escolas públicas e privadas; pessoas com comorbidades e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; funcionários do sistema prisional e pessoas privadas de liberdade.

Profissionais das forças de segurança e salvamento também passaram a fazer parte do público-alvo da campanha neste ano. O grupo inclui policiais civis, militares, bombeiros e membros ativos das Forças Armadas, totalizando cerca de 900 mil pessoas.

Fonte: Agencia Brasil 

Neste sábado (4) está sedo realizado em todo Brasil o Dia D de Vacinação Contra a Gripe, a campanha do Ministério da Saúde tem como objetivo imunizar a população contra a doença.

Crianças de 6 meses a 5 anos de idade; Gestantes; puérperas (mães que deram à luz há menos de 45 dias) Idosos; Profissionais de saúde, professores da rede pública ou privada, portadores de doenças crônicas, povos indígenas e pessoas privadas de liberdade. Portadores de doenças crônicas (HIV, por exemplo) que fazem acompanhamento pelo SUS também têm direito à vacinação gratuita. Quem não faz parte dessas categorias pode adquirir a vacina contra a gripe na rede privada.

Locais de Vacinação

Em Parauapebas a campanha se estende à cidade e zona rural nos seguintes locais vacinação:

Unidades Básicas de Saúde (UBS);

Hospital Municipal de Parauapebas;

Postos de saúde dos bairros: Liberdade I, Liberdade II, Rio Verde, Da Paz, Guanabara, Palmares Sul, Palmares II, Novo Brasil, Minérios, Casas Populares II, Altamira e Jardim Canadá.

Unidades escolares

Cecília Meireles, bairro União;

Antônio Matos Filho, bairro Nova Vida;

Mário Lago, VS 10;

Irmã Laura, Bela Vista;

Pingo de Gente, Da Paz;

Nova Vitória, Nova Vitória;

Eurides Santana, Rio Verde;

Milton Martins, Nova Carajás;

Terezinha de Jesus, Cidade Jardim;

Doroth Stang, Cidade Jardim;

Fernando Pessoa, Minérios;

Nelson Mandela, Tropical;

Eunice Moreira, Vila Rica;

Novo Horizonte, Novo Horizonte;

Carlos Drummond, Rio Verde;

Dona Rosa, Morada Nova;

Josias Leão, Maranhão;

 João Prudêncio, Primavera 

Faruk Salmen, Primavera.

A Técnica em Enfermagem da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), Elidete Santana, reforçou a importância da população se vacinar, pois, de acordo com ela, a imunização se torna uma prevenção e evita outras complicações que podem levar a pessoa até mesmo a internação. “A gripe é uma doença e traz consigo outras complicações aos pacientes. No momento que há uma prevenção, há a possibilidade de menos pessoas adoecerem e consequentemente, mais leitos desocupados no hospital, que podem ser utilizados para casos mais graves”, explicou a Técnica em Enfermagem.

Para a Dona de Casa, Odileia Ribeiro, que levou sua filha para tomar a dose da vacina, é importante a gratuidade da vacinação. “Eu ainda vou tomar a minha, mas vou ter que pagar, no caso, dela [sua filha] se não tivesse gratuidade ficaria mais caro”, disse a dona de casa.

 

 

(Por Fernando Bonfim)

A vacinação antirrábica estará disponível em 36 postos espalhados pelo município neste sábado, 15, no horário de 8h as 17h. Devem ser vacinados animais a partir de 90 dias de vida, inclusivas as fêmeas que estiverem prenhas e paridas.

A meta da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) é vacinar 100% da população animal da cidade, que hoje conta com 23. 729 cães e gatos.

Quem não conseguir vacinar amanhã, o Dia D, poderá procurar a Unidade de Vigilância em Zoonozes (UVZ), situada na rodovia Faruk Salmen, quadra 01, lote 05, próximo à Delegacia de Polícia.

(Assessoria de Comunicação – Ascom/PMP)

Em 25 dias de campanha de vacinação realizados entre os dias 06 a 31 de agosto, contra sarampo e poliomielite foram vacinadas quase 100% do publico alvo da campanha, em Parauapebas. Durante o período, todas as 32 unidades de saúde de do município, entre zona urbana e rural se mobilizaram para atender o maior número possível de crianças de 01 a menor de 05 anos de idade.

De acordo com a assessoria de comunicação, da Secretaria Municipal de Saúde (SEMSA), a meta era vacinar mais de 14 mil crianças, número que corresponde a 95% do total estabelecido pelo Ministério da Saúde. Ainda, segundo a SEMSA, o município já está chegando a quase 100% no número de crianças vacinadas. A campanha durará até acabar o estoque da vacina contra sarampo, pois as vacinas contra paralisia infantil já acabaram.

Entre os dias 06 e 17 de agosto a SEMSA havia imunizado 7.073 crianças, já no dia D, realizado no dia 18 de agosto, já haviam completado um total de 9.997 e até o final da campanha, no dia 31 de agosto já havia batido a meta estabelecida.

A campanha de vacinação contra o sarampo e paralisia infantil ocorreu devido ao surto de sarampo registrado em Roraima e no Amazonas, depois de as doenças terem sido erradicadas no Brasil.

Aos estados cuja meta de 95% de vacinação não foi atingida, a campanha irá seguir até o dia 14 de setembro, de acordo com informações do Portal G1, o Pará vacinou 81,28% na pólio e 81,25% no sarampo, até o fechamento desta matéria. Ainda restam vacinar em torno de 104 mil crianças em todo o estado.

Saiba mais sobre o sarampo com o infográfico. 

(Da redação com informações do portal G1)

 

 

 

A menos de uma semana do fim da Campanha Nacional de Vacinação contra Sarampo e Poliomelite (na próxima sexta-feira, 31), Canaã dos Carajás ainda não atingiu a meta estipulada pelo Ministério da Educação, de vacinar ao menos 95% do público alvo, que é de crianças entre 1 e 5 anos.

Segundo dados da coordenação de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde, no público de crianças com um ano, apenas 47% foram vacinadas contra poliomielite e cerca de 46% foram vacinadas contra o sarampo. A baixa adesão nessa faixa etária atrapalha o município a atingir a meta no público geral, já que nas outras faixas etárias esse público foi ultrapassado. Nas faixas etárias com dois anos a cinco anos, mais de 100% do público alvo previsto já foi imunizado.

Por isso, é importante que as famílias, sobretudo as de crianças com entre um ano e dois anos, procurem as Unidades de Saúde da Família para garantir a imunização de suas crianças.

Campanha de vacinação

A Campanha de Vacinação contra Sarampo e Poliomelite é voltada para crianças de um ano a menores de cinco anos. No Pará, o público-alvo da campanha é de aproximadamente 594,5 mil pessoas. Em todo o país, 11,2 milhões de crianças devem ser vacinadas.

Adultos – até 49 anos – que não tem comprovante de vacinação contra as doenças também devem se vacinar. No entanto, nesse período de campanha, será priorizada a imunização de crianças até os cinco anos. A vacina para os adultos faz parte do calendário básico de vacinação, ou seja já é algo de rotina. Durante a campanha, enquanto houver doses disponibilizadas para realização da vacina de rotina, todos que necessitam da imunização podem procurar as Unidades de Saúde.

(ASCOM-PMC)
 

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Sul e Sudeste do Pará

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