A Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia informou nesta quinta-feira (3) que o "escudo de políticas sociais" que foi criado para amenizar os impactos econômicos e sociais da pandemia deve ser "desarmado".

Segundo a área econômica, o fim de auxílios governamentais abrirá espaço para a agenda de reformas estruturais e medidas de ajuste das contas públicas que, na visão da secretaria, são o "único meio para que a recuperação se mantenha "pujante".

A avaliação foi divulgada após o anúncio nesta quarta-feira do resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre, que registrou um crescimento de 7,7% na comparação com os três meses anteriores. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com isso, a economia brasileira saiu da chamada "recessão técnica", caracterizada pelo tombo do PIB por dois trimestres seguidos.

        PIB trimestre a trimestre — Foto: Guilherme Luiz Pinheiro/G1 

 

"A forte recuperação da atividade, do emprego formal e do crédito neste semestre pavimentam o caminho para que a economia brasileira continue avançando no primeiro semestre de 2021 sem a necessidade de auxílios governamentais", avaliou o Ministério da Economia.

Segundo o governo, a retomada da atividade e do emprego registrada nos últimos meses compensará a redução dos auxílios, previstos para terminar em dezembro deste ano.

"Outro fator positivo será a melhora das condições financeiras que continuarão impulsionando a atividade, principalmente com a retomada da agenda de reformas", acrescentou.

De acordo com o Ministério da Economia, o fraco crescimento do PIB nos últimos anos é uma consequência da baixa produtividade, fruto da má alocação de recursos na economia brasileira.

"Desta forma, o único caminho que poderá gerar a elevação do bem-estar dos brasileiros serão medidas que consolidem o lado fiscal de nossa economia e corrijam a má alocação de recursos, aumentem a produtividade e incentivem a expansão do setor privado", concluiu.

 

Fonte: Por Alexandro Martello, G1 — Brasília

A Caixa Econômica Federal (CEF) segue efetuando os pagamentos do auxílio emergencial no mês de novembro. Neste sábado, 28 de novembro, o banco vai efetuar liberações de saques do benefícios. Serão dois ciclos no total.

28 de novembro (Sábado)

Liberado saque em dinheiro e transferência bancária para inscritos via aplicativo, site e CadÚnico

Ciclo 3

  • Nascidos nos meses de agosto e setembro podem sacar e transferir o auxílio emergencial. Este pagamento é relacionado ao ciclo 3.

Ciclo 4

  • Nascidos nos meses de agosto e setembro podem sacar e transferir o auxílio emergencial. Este pagamento é relacionado ao ciclo 4.

O calendário para saque e transferência do ciclo 3 e 4 é o mesmo!

As parcelas extras do auxílio emergencial no valor de R$ 300 são válidas apenas para os beneficiários que já estão recebendo o benefício de R$ 600. No entanto, o número de parcelas depende de quando o trabalhador, que não faz parte do Bolsa Família, começou a receber o benefício no valor inicial.

As novas parcelas no valor R$ 300 começam a ser pagas somente após a conclusão das cinco parcelas iniciais de R$ 600. Novas inscrições não serão feitas, portanto, apenas quem foi aprovado para as parcelas de R$ 600 poderá receber as parcelas extras.

A quantidade total de parcelas que o cidadão terá direito vai depender de quando ela começou a receber o auxílio. O máximo são nove parcelas, sendo as cinco primeiras de R$ 600 e as quatro últimas de R$ 300.

  • Quem recebeu a 1ª parcela em abril: 9 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª parcela em maio: 8 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª parcela em junho: 7 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª parcela em julho: 6 parcelas
  • Quem recebeu a última parcela de R$ 600 em agosto: vai receber 4 parcelas de R$ 300 nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro;
  • Quem recebeu a última parcela de R$ 600 em setembro: vai receber 3 parcelas de R$ 300 nos meses de outubro, novembro e dezembro;
  • Quem recebeu a última parcela de R$ 600 em outubro: vai receber 2 parcelas de R$ 300 nos meses de novembro e dezembro;
  • Quem recebeu a última parcela de R$600 em novembro: vai receber apenas 1 parcela de R$ 300, em dezembro.

 

Fonte:  por Saulo Moreira

Mesmo em meio a uma pandemia que atingiu todas as atividades do planeta, e dentre elas o processo educacional, o Colégio Sophos localizado na rua F, 472 no Bairro União, continua se empenhando em manter sua qualidade de ensino.  E vem se reinventando para enfrentar este grande desafio e assim dar continuidade na educação de seus alunos.

Os alunos do Colégio Sophos que foram aprovados para várias faculdades comemoraram 

Na manhã de terça-feira, 17, o colégio Sophos festejou os primeiros frutos de seu trabalho e dedicação. Vários alunos da turma da terceira série do Ensino Médio, foram aprovados para em universidades e cursos superiores. Rayline Mendes Silva passou em Enfermagem na faculdade CESUPA, em 5º lugar para Enfermagem na faculdade UNOESTE, em Direito na faculdade UNIBH e na faculdade Anhembi Morumbi em Ciências Econômicas. O aluno Felipe Alves Silva passou na faculdade UNOESTE em 14° lugar para Odontologia, na UNIBH; Maria Eduarda Pantoja Lustosa passou para Direito nas faculdades UNIBH, UNIFOR, Anhembi Morumbi, UNIPÊ e UNIP em Brasília; Guilherme Rodrigues Alves em Engenharia Mecânica na faculdade UNITPAC e em Ciência da Computação na UNIBH; Rafaela Laiane Rodrigues Marques passou em Biomedicina na faculdade UNIBH e Anhembi Morumbi; Olga Izabelle Silva Pinheiro em Psicologia na faculdade UNIBH.

Aprovada para Direito, Maria Eduarda fala que com foco, força e fé se pode alcançar os objetivos

A aluna Maria Eduarda de 17 anos contou como se sente após ter sido aprovada para o curso que escolheu. “Estudo no Sophos desde 2017 e com certeza participar dessa escola foi um grande passo para passar no curso que escolhi que é o Direito, juntamente com a ajuda dos professores que se preocupam muito com a gente nos dando muita atenção e proporcionado o melhor ensino, só tenho a agradecer e falar que com foco, força e fé agente chega lá”.

Rayline Mendes uma das aprovadas nas universidades 

Em entrevista a jovem estudante Rayline Mendes contou como foi sua entrada e seu preparo para conquistar o curso superior, também expressou sua felicidade diante do que está vivendo. “ É uma explosão de emoções pois não é tão fácil sair do terceiro ano e já atingir seu objetivo maior que é ser aprovado para uma faculdade, e isso só foi possível através do Sophos que tem um papel extremamente importante,  pois,  sempre está acompanhado os alunos, eu cheguei no colégio um pouco mais atarde, entrei no 1° ano e vai fazer 3 anos que estou aqui, isso teve um impacto muito grande porque tive que me esforçar para alcançar meus objetos, mas se acreditarmos e persistirmos podemos conquistar todos os nosso sonhos”.

Jonas Cunha diretor do Colégio Sophos

Jonas Cunha diretor do Sophos falou como vem sendo feito o trabalho para dar continuidade no ensino dos alunos. “O colégio tem buscado garantir o ensino de qualidade a todos os seus alunos. Aos que retornaram ao Ensino Presencial, pondo em prática todas as medidas de prevenção estabelecidas pelos Orgãos de Saúde Pública, como o uso de mascaras, higiene das mãos utilizando álcool em gel e mantendo o distanciamento social, resguardando assim a saúde dos professores, alunos e colaboradores, e aos que permanecem no Ensino Remoto a assistência e o acompanhamento pedagógicos adequados, estamos desta forma mais que preparados para oferecer em 2021 as duas formas de Ensino à sociedade de Parauapebas”.

Professores e alunos da turma do 3° ano do Ensino Médio do Colégio Sophos

Rafaela Laiane Rodrigues Marques

Olga Izabelle Silva Pinheiro

Felipe Alves Silva

Guilherme Rodrigues Alves

 

Texto e Foto/ Por: Sarah Monteiro 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um novo ciclo de pagamentos começou neste mês de novembro com diversos pagamentos. Neste novo mês, será realizado o pagamento da oitava parcela do auxílio emergencial, quando para alguns ainda representa o começo do recebimento das parcelas.

Além da liberação da 8ª parcela, que acontecerá para os inscritos no Bolsa Família, a Caixa efetuará o pagamento três ciclos diferentes que ocorrerão no decorrer do mês. Serão feitos depósitos em poupança social digital, além de liberação dos saques e transferências.

Confira os ciclos que serão pagos este mês:

  • Ciclo 3 é liberado para depósito em conta poupança social digital para os nascidos no mês de dezembro
  • Ciclo 3 é liberado para saque em espécie e transferência bancária para nascidos nos meses de de janeiro a outubro
  • Ciclo 4 é liberado para depósito em conta poupança social digital para nascidos nos meses de de fevereiro a dezembro
  • Ciclo 4 é liberado para saque em espécie e transferência bancária para nascidos nos meses de de janeiro a setembro
  • Ciclo 5 é liberado para depósito em conta poupança social digital para nascidos nos meses de de janeiro a junho.

11 de novembro (Quarta-feira)

Liberado depósito em poupança social digital para inscritos via aplicativo, site e CadÚnico

  • Beneficiários inscritos via aplicativo, site e CadÚnico nascidos em junho, recebem as parcelas de R$ 600.
  • Beneficiários inscritos via aplicativo, site e CadÚnico nascidos em junho, recebem a primeira parcela residual de R$ 300.
  • Beneficiários inscritos via aplicativo, site e CadÚnico nascidos em junho que já receberam a primeira
  • parcela residual de R$ 300, recebem agora a segunda parcela de R$ 300.

12 de novembro (Quinta-feira)

Liberado depósito em poupança social digital para inscritos via aplicativo, site e CadÚnico

  • Beneficiários inscritos via aplicativo, site e CadÚnico nascidos em julho, recebem as parcelas de R$ 600.
  • Beneficiários inscritos via aplicativo, site e CadÚnico nascidos em julho, recebem a primeira parcela residual de R$ 300.
  • Beneficiários inscritos via aplicativo, site e CadÚnico nascidos em julho que já receberam a primeira parcela residual de R$ 300, recebem agora a segunda parcela de R$ 300.

13 de novembro (Sexta-feira)

Liberado depósito em poupança social digital para inscritos via aplicativo, site e CadÚnico

  • Beneficiários inscritos via aplicativo, site e CadÚnico nascidos em agosto, recebem as parcelas de R$ 600.
  • Beneficiários inscritos via aplicativo, site e CadÚnico nascidos em agosto, recebem a primeira parcela residual de R$ 300.
  • Beneficiários inscritos via aplicativo, site e CadÚnico nascidos em agosto que já receberam a primeira parcela residual de R$ 300, recebem agora a segunda parcela de R$ 300.

14 de novembro (Sábado)

Liberado saque em dinheiro e transferência bancária para inscritos via aplicativo, site e CadÚnico

Ciclo 3

  • Nascidos no mês de março podem sacar e transferir o auxílio emergencial. Este pagamento é relacionado ao ciclo 3.

Ciclo 4

  • Nascidos nos mês de março podem sacar e transferir o auxílio emergencial. Este pagamento é relacionado ao ciclo 4.

O calendário para saque e transferência do ciclo 3 e 4 é o mesmo!

 

Fonte: Por Saulo Moreira

 

Os beneficiários que começaram a receber o auxílio emergencial em julho atualmente estão tendo creditada a terceira parcela de R$ 600 em conta poupança social digital da Caixa Econômica Federal. Nesta sexta-feira, 16 de outubro, o crédito de R$ 600 do auxílio será dado aos beneficiários nascidos em julho.

O dinheiro ficará em conta poupança digital social até 26 de novembro, data em que esse grupo poderá fazer o saque em espécie ou transferência do valor para outras contas. Quem cadastrou outra conta para receber o auxílio tem a transferência feita automaticamente.

Veja abaixo o cronograma do auxílio.

Terceira parcela do auxílio de R$ 600

  • Nascidos em janeiro – 30 de setembro
  • Nascidos em fevereiro – 5 de outubro
  • Nascidos em março – 7 de outubro
  • Nascidos em abril – 9 de outubro
  • Nascidos em maio – 11 de outubro
  • Nascidos em junho – 14 de outubro
  • Nascidos em julho – 16 de outubro
  • Nascidos em agosto – 21 de outubro
  • Nascidos em setembro – 25 de outubro
  • Nascidos em outubro – 28 de outubro
  • Nascidos em novembro – 29 de outubro
  • Nascidos em dezembro – 1 de novembro

Saque da 3ª parcela de R$ 600

  • Nascidos em janeiro – 7 de novembro
  • Nascidos em fevereiro – 7 de novembro
  • Nascidos em março – 14 de novembro
  • Nascidos em abril – 21 de novembro
  • Nascidos em maio – 21 de novembro
  • Nascidos em junho – 24 de novembro
  • Nascidos em julho – 26 de novembro
  • Nascidos em agosto – 28 de novembro
  • Nascidos em setembro – 28 de novembro
  • Nascidos em outubro – 1 de dezembro
  • Nascidos em novembro – 5 de dezembro
  • Nascidos em dezembro – 5 de dezembro

Veja quantas parcelas você receberá na prorrogação do auxílio

As parcelas extras do auxílio emergencial no valor de R$ 300 são válidas apenas para os beneficiários que já estão recebendo o benefício de R$ 600. No entanto, o número de parcelas depende de quando o trabalhador, que não faz parte do Bolsa Família, começou a receber o benefício no valor inicial.

As novas parcelas no valor R$ 300 começam a ser pagas somente após a conclusão das cinco parcelas iniciais de R$ 600. Novas inscrições não serão feitas, portanto, apenas quem foi aprovado para as parcelas de R$ 600 poderá receber as parcelas extras.

A quantidade total de parcelas que o cidadão terá direito vai depender de quando ela começou a receber o auxílio. O máximo são nove parcelas, sendo as cinco primeiras de R$ 600 e as quatro últimas de R$ 300.

  • Quem recebeu a 1ª parcela em abril: 9 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª parcela em maio: 8 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª parcela em junho: 7 parcelas
  • Quem recebeu a 1ª parcela em julho: 6 parcelas
  • Quem recebeu a última parcela de R$ 600 em agosto: vai receber 4 parcelas de R$ 300 nos meses de setembro, outubro, novembro e dezembro;
  • Quem recebeu a última parcela de R$ 600 em setembro: vai receber 3 parcelas de R$ 300 nos meses de outubro, novembro e dezembro;
  • Quem recebeu a última parcela de R$ 600 em outubro: vai receber 2 parcelas de R$ 300 nos meses de novembro e dezembro;
  • Quem recebeu a última parcela de R$600 em novembro: vai receber apenas 1 parcela de R$ 300, em dezembro.

 

Fonte: 

O Brasil caminha, em 2020, para registrar o maior número de empreendedores de sua história. Não exatamente por vocação, mas principalmente por necessidade. Nos nove primeiros meses deste ano, o número de microempreendedores individuais (MEIs) no país cresceu 14,8%, na comparação com o mesmo período do ano passado, chegando a 10,9 milhões de registros.

Foram 1.151.041 novas formalizações entre o fim de fevereiro, pouco antes do início da pandemia, até o fim de setembro, segundo dados do Portal do Empreendedor, do governo federal. Somados às mais de 7,5 milhões de micro e pequenas empresas, esse setor representa 99% dos negócios privados e 30% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos) do país.

Impulsionados pela crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, os brasileiros estão buscando na atividade empreendedora uma alternativa de renda. Com isso, uma estimativa feita pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que aproximadamente 25% da população adulta estarão envolvidos, até o fim do ano, na abertura de um novo negócio ou com uma empresa com até 3,5 anos de atividade.

"O desemprego está levando as pessoas a se tornarem empreendedoras. Não por vocação genuína, mas pela necessidade de sobrevivência", diz Carlos Melles, diretor-presidente do Sebrae. Comemorado nesta segunda-feira (5), o Dia da Micro e Pequena Empresa marca também um dos momentos mais desafiadores para os pequenos negócios no país.  

"Embora seja um dia de celebração para os micro e pequenos negócios, vivemos um momento muito difícil, onde a micro e pequena empresa está dentro de um redemoinho causado pela pandemia. Estamos começando a ter que voltar a pagar os impostos que foram suspensos por alguns meses, entre abril e setembro, e o acesso a crédito ainda é um dos principais problemas", acrescenta Melles.

O diretor-presidente do Sebrae vem defendendo que as medidas de estímulo aos pequenos negócios sejam prorrogadas. Com o fim do prazo do adiamento do pagamento de impostos, como o Simples Nacional, Melles vem trabalhando para que o Congresso Nacional aprove medida que concede moratória aos tributos suspensos entre os meses de abril e setembro. Ele não descarta, inclusive, a necessidade de uma anistia aos empreendedores. "A gente tem a expectativa de que o governo perceba que se não azeitar esse contingente que segura o Brasil, vamos ver muitos negócios sendo encerrados".

Dados do Ministério da Economia mostram que as empresas optantes do Simples Nacional geram mais da metade dos empregos formais (cerca de 55% do estoque de empregos formais) e participam de 44% da massa salarial.

Inovação na crise

Apesar do contexto adverso para os negócios em geral, pequenos empreendimentos estão implementando inovação para enfrentar a crise. Levantamento feito pelo Sebrae na última semana de agosto mostra que as vendas online continuam em alta entre as micro e pequenas empresas que têm utilizado canais digitais, como as redes sociais, aplicativos ou internet como plataformas para comercialização de produtos e serviços. Enquanto no levantamento feito no fim de maio, 59% das empresas utilizavam esses canais, atualmente esse percentual chega a 67%. Entre os empresários ouvidos, 16% passaram a vender por meio de ferramentas digitais a partir da chegada do novo coronavírus ao país.

A microempresária Danyelle Mecenas Ferreira, dona de uma loja de moda feminina em Porto Nacional (TO), conta que o início da pandemia provocou um susto grande. "Eu parei nas primeiras semanas, mas logo depois, mesmo com a loja ainda fechada, comecei a fazer delivery, e aproveitei para fazer cursos de formação no Sebrae", conta.

Depois de um treinamento em marketing digital e sua aplicação na rotina da empresa, ela conseguiu dar a volta por cima. "Investi muito na internet, na interação pelas redes sociais com cliente, fazendo live sobre moda. Por incrível que pareça, fiquei melhor do que estava antes, consegui vender mais", conta. Para dar conta do aumento da demanda, ela contratou um novo funcionário, apenas para gerir as redes sociais da empresa. 

Estímulo 

Um movimento de empresários, liderado por Abílio Diniz, Eduardo Mufarrej e Luciano Huck, entre outros, criou, ainda em abril, uma entidade privada sem fins lucrativos para arrecadar recursos e doações que estão sendo usados na forma de crédito rápido e fácil, além de cursos de formação para estimular pequenos negócios a se manterem durante a crise. Batizada de Estímulo 2020, a iniciativa já concedeu 670 empréstimos, que totalizam cerca de R$ 23 milhões, com mais de 480 empreendedores contemplados.

Entre eles está a empresária Renata Schver, sócia de uma agência de turismo na capital paulista. A crise fez a empreendedora fechar o escritório e demitir cinco funcionários. "Tinha uma reserva, mas não era suficiente para o nível de despesa naquele momento. Minha irmã, que é minha sócia na agência, viu um post no Instagram com a oferta do crédito e logo fomos contempladas. Não exigiram garantia, que é sempre o principal empecilho para obter empréstimos nas grandes instituições financeiras", conta.  

"Diante da escalada da crise, com um monte de empresas fechando, o objetivo do projeto, como primeiro pilar, era conceder  crédito, para que as pessoas não fossem à falência e conseguissem continuar girando as empresas. O segundo pilar era educação, com a oferta de cursos por meio de parcerias. Assim, mesmo que a gente não conseguisse atingir todo mundo com crédito, seria possível prover o empreendedor com informações e conhecimentos sobre como gerir o negócio no meio da pandemia", explica Fabio Lesbaupin, diretor de operações e tecnologia do Estímulo 2020.

Para viabilizar as operações de crédito, o Estímulo 2020 firmou parcerias com fintechs, empresas de tecnologia financeira que, por meio de uma plataforma que cruza informações sobre dados cadastrais e perfil de crédito das empresas, consegue fazer uma rápida pré-aprovação do empréstimo. "O diferencial é que não pedimos garantias, apenas um bom histórico de crédito anterior à pandemia", afirma Lebauspin.

O empresário Eufrásio de Sousa conheceu a Estímulo 2020 quando estava em um período crítico de sua vida, com muitas dívidas e o negócio fechado. Há quatro anos, ele é dono de um pequeno restaurante localizado perto da Avenida Nações Unidas, em São Paulo. No estabelecimento, o cliente pode pedir um espeto junto com três acompanhamentos, que podem ser arroz, feijão e batata ou outro prato do cardápio. Com seis funcionários, ele conseguiu manter o negócio por causa do empréstimo obtido. 

"Estava assistindo ao telejornal e tomei conhecimento da oportunidade. Já tinha tentado no Santander e no BNDES, sem sucesso", relata. Três dias após fazer o cadastro, ele recebeu um retorno positivo para o empréstimo, com juros de 0,53% ao mês, três meses de carência e um total de 15 meses de prazo para quitação, sem exigência de garantia. "Eu repus o estoque, paguei fornecedores, mantive os funcionário e retomei a operação", celebra. O faturamento ainda é apenas 50% do período anterior à pandemia, mas ele demonstra otimismo com o futuro da economia do país.  

 

Fonte: Agência Brasil

A organização do Rock in Rio divulgou nesta segunda-feira (28) as datas de sua edição de 2021. O festival está marcado para os dias 24, 25, 26 e 30 de setembro e 1, 2 e 3 de outubro na Cidade do Rock, na Zona Oeste do Rio.

As informações sobre venda de ingressos e a programação ainda não foram divulgadas. O único artista já anunciado para a edição de 2021 foi o DJ Alok.

"A organização do festival está confiante no reestabelecimento das questões que envolvem a saúde e na retomada das atividades socioculturais. Sobre os protocolos a serem adotados, o festival reforça que seguirá rigorosamente as determinações dos órgãos competentes nacionais e internacionais, oferecendo toda a segurança necessária dentro da Cidade do Rock", diz comunicado à imprensa.

Esta será a nona edição no Rio do festival, que aconteceu pela primeira vez em 1985. Também já foram realizadas edições do Rock in Rio na Espanha, em Portugal e nos EUA.

“Acreditamos na importância alegria para o bem-estar do ser humano e da sociedade e como combustível essencial para a construção de um futuro promissor. A cultura e o entretenimento são ferramentas privilegiadas para promover momentos assim", disse em comunicado Roberto Medina, presidente do Rock in Rio.

O evento de 2021 será inspirado no tema “Que a vida começasse agora, que o mundo fosse nosso outra vez”.

"Para a edição, 2021, o Rock in Rio está buscando exclusividade em algumas apresentações, o que tornará o evento mais especial e único, garantindo um fluxo ainda maior de turistas para o Rio", diz a organização em comunicado.

O festival Lollapalooza, em São Paulo, está marcado para datas próximas, nos dias 10, 11 e 12 de setembro de 2021.

"A expectativa é ampliar o impacto econômico das últimas edições, em que cerca de 60% dos ingressos vendidos foram para fora do Estado do Rio de Janeiro, trazendo para a cidade R$ 1,7 bilhão de impacto econômico, e a geração de 28 mil empregos (entre diretos e indiretos)", completa o comunicado do Rock in Rio.

 

Fonte: Por G1

A organização do Rock in Rio divulgou nesta segunda-feira (28) as datas de sua edição de 2021. O festival está marcado para os dias 24, 25, 26 e 30 de setembro e 1, 2 e 3 de outubro na Cidade do Rock, na Zona Oeste do Rio.

As informações sobre venda de ingressos e a programação ainda não foram divulgadas. O único artista já anunciado para a edição de 2021 foi o DJ Alok.

"A organização do festival está confiante no reestabelecimento das questões que envolvem a saúde e na retomada das atividades socioculturais. Sobre os protocolos a serem adotados, o festival reforça que seguirá rigorosamente as determinações dos órgãos competentes nacionais e internacionais, oferecendo toda a segurança necessária dentro da Cidade do Rock", diz comunicado à imprensa.

Esta será a nona edição no Rio do festival, que aconteceu pela primeira vez em 1985. Também já foram realizadas edições do Rock in Rio na Espanha, em Portugal e nos EUA.

“Acreditamos na importância alegria para o bem-estar do ser humano e da sociedade e como combustível essencial para a construção de um futuro promissor. A cultura e o entretenimento são ferramentas privilegiadas para promover momentos assim", disse em comunicado Roberto Medina, presidente do Rock in Rio.

O evento de 2021 será inspirado no tema “Que a vida começasse agora, que o mundo fosse nosso outra vez”.

"Para a edição, 2021, o Rock in Rio está buscando exclusividade em algumas apresentações, o que tornará o evento mais especial e único, garantindo um fluxo ainda maior de turistas para o Rio", diz a organização em comunicado.

O festival Lollapalooza, em São Paulo, está marcado para datas próximas, nos dias 10, 11 e 12 de setembro de 2021.

"A expectativa é ampliar o impacto econômico das últimas edições, em que cerca de 60% dos ingressos vendidos foram para fora do Estado do Rio de Janeiro, trazendo para a cidade R$ 1,7 bilhão de impacto econômico, e a geração de 28 mil empregos (entre diretos e indiretos)", completa o comunicado do Rock in Rio.

 

Fonte: Por G1

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 8 pontos na passagem de agosto para setembro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 106,7 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos, o maior nível desde janeiro de 2013, quando também registrou 106,7 pontos.

Dezoito dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança de agosto para setembro.

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança dos empresários no momento presente, cresceu 9,5 pontos e chegou a 107,3 pontos. Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 6,3 pontos e atingiu 105,9 pontos.

“Na opinião dos empresários, a demanda estaria satisfatória, o nível de estoques está confortável e haveria expectativa de aumento de produção e do quadro de pessoal no curtíssimo prazo. Esse resultado sugere que o pior da crise já foi superado e que o setor teria fôlego para continuar a apresentar resultados positivos no próximo trimestre”, afirma a economista da FGV Renata de Mello Franco.

Há, no entanto, uma preocupação do setor com relação aos próximos seis meses. “Uma cautela possivelmente motivada pela incerteza com relação aos rumos da economia após a retirada dos programas emergenciais do governo”, diz Renata de Mello Franco.

 

Fonte: Agência Brasil

Sul e Sudeste do Pará

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