O Santos pode ter uma Libertadores 'diferente' nesta edição da competição continental. O sorteio colocou o Peixe em um chaveamento repleto de brasileiros. Grêmio, Flamengo e Internacional podem se encontrar com o Alvinegro nas fases seguintes da Libertadores.

Como a final está marcada para acontecer no Maracanã, o Santos pode nem precisar viajar para outro país até o final da competição, caso avance até lá e todos os outros brasileiros também passem de fase.

O primeiro adversário brasileiro do Santos pode ser o Grêmio, nas quartas de final. O clube gaúcho enfrenta o Guaraní-PAR nas oitavas. Já nas semifinais, um possível confronto pode acontecer contra Flamengo ou Internacional. Os cariocas enfrentarão o Racing-ARG nas oitavas e o Colorado pega o Boca Juniors-ARG.

Portanto, as quartas de final pode ter somente brasileiros na chave: Santos x Grêmio e Flamengo x Internacional, colaborando para jogos somente no Brasil. Os jogos de ida das oitavas acontecerão na semana dos dias 24 e 25 de novembro. A volta acontece na semana seguinte, nos dias 1 e 2 de dezembro.

Esse pode der um fator importante para o Santos. Como o Alvinegro está disputando além da Libertadores, a Copa do Brasil e o Brasileirão, uma viagem para fora do país pode comprometer a forma física e desgastar mais rapidamente os jogadores.

 

Fonte: https://www.terra.com.br

O São Paulo goleou o Binacional por 5 a 1 no Morumbi, na última terça-feira, e se despediu da Copa Libertadores.

Eliminado na fase de grupos com uma rodada de antecedência, o São Paulo dá adeus em uma participação vergonhosa na competição, como bem definiu Pablo. Foram sete pontos conquistados em seis jogos contra River Plate, LDU e Binacional.

O Tricolor foi o único time a perder e ser vazado pelo Binacional no Grupo D. Os peruanos saem da Libertadores com três gols marcados, todos contra o São Paulo, e um saldo negativo de 22 gols.

Esportivamente o jogo valia apenas para garantir a vaga na Copa Sul-Americana, resultado que seria alcançado até com um empate em casa.

De olho no jogo de volta da Copa do Brasil, com o Fortaleza, domingo, no Morumbi, Fernando Diniz poupou três titulares: Diego Costa, Reinaldo e Gabriel Sara deram lugar a Arboleda, Léo e Vitor Bueno, respectivamente.

Além disso, Pablo ganhou a vaga de Luciano, desfalque com um desconforto muscular.

No primeiro tempo o São Paulo foi lento, como disse o próprio Diniz, e ficou longe de empolgar. Depois, criou chances em sequência e construiu a goleada sem problemas diante do fraquíssimo Binacional.

Anticlímax e falta de tempero no jogo à parte, a partida serviu para o São Paulo rodar parte do elenco e dar confiança a alguns jogadores.

  • Pablo encerrou um jejum de 11 jogos sem gols: marcou duas vezes, sendo uma delas um golaço de voleio, e igualou Brenner na artilharia do elenco no ano. Cada um tem nove gols;

 

  • Daniel Alves foi substituído pela primeira vez no ano por opção de Fernando Diniz nas suas 26 partidas. Até então ele havia saído de campo contra o Athletico-PR por necessidade, pois sofreu uma fratura no antebraço. Na minha opinião, o camisa 10 poderia ter sido poupado desde o início do jogo;

 

  • Helinho voltou a entrar em campo depois de quase um mês: não jogava desde o dia 22 de setembro;
  • Arboleda foi titular novamente. Ele não iniciava um jogo desde 23 de agosto, quando enfrentou o Sport. O zagueiro retornou após defender a seleção equatoriana;

 

  • Rodrigo Nestor voltou a ter chance após sete jogos indo ao banco de reservas sem entrar;

 

  • Tréllez teve a partida com mais tempo em campo no ano ao lado dos principais jogadores do São Paulo: 30 minutos. O outro jogo no qual teve mais minutos foi diante do Botafogo de Ribeirão Preto, com reservas: 33 minutos.

– Já usei todos os jogadores em jogos importantes. Hoje acho que jogamos de forma equilibrada. Jogadores que temos para jogar 45, 60 minutos como alguns jogaram não vai interferir em nada. Nós temos cinco dias. É só domingo o jogo. Então acho que foi muito equilibrado aquilo que aconteceu – disse Diniz.

– Somado a isso nós temos alguns jogadores que por motivos diferentes não estão. Nós ainda estamos sem Hernanes, Juanfran, Luciano, Liziero e Igor Vinicius. A gente tinha que colocar um time equilibrado no campo para poder respeitar a competição, o Binacional e o torcedor. Hoje a gente colocou o melhor time para ganhar e pensando no final de semana – completou o treinador.

 

Fonte: Por Marcelo Hazan — São Paulo

Um goleiro fazendo diversas defesas difíceis e ajudando o Santos a conseguir o que queria numa partida fora de casa pela Libertadores. Você, muito provavelmente, conhece esse filme, mas não estamos falando do Rafael no empate em 0 a 0 com o América do México, em 2011, pelas oitavas de final da Libertadores que acabou com título.

Nesta quinta-feira, quem fez história foi o jovem João Paulo, que há dois meses era a terceira opção no Santos. Na vitória por 3 a 2 sobre o Olimpia, que garantiu o Peixe nas oitavas de final da Libertadores, o goleiro fez pelo menos cinco defesas difíceis.

Em 2011, o cenário era um pouquinho diferente. Depois de vencer o América do México por 1 a 0 na Vila Belmiro, o Santos tinha a vantagem do empate fora de casa para avançar na Libertadores. Diante de um estádio lotado e muita pressão, Rafael fez diversas defesas difíceis no segundo jogo e garantiu o 0 a 0.

– Contra o América foi o jogo mais difícil de todos. O América é um time fortíssimo no México, porque é o time da televisão, investimento altíssimo. Sabíamos, quando passamos da fase de grupos, que íamos pegar pedreira. Sofremos muito contra o América. O Rafael fez acho que o melhor jogo da carreira dele no Santos. Pegou tudo. Era um time duríssimo o América – disse, em 2020, Muricy Ramalho, técnico do Santos em 2011.

Agora, o Santos podia até empatar com o Olimpia para garantir a classificação no grupo G para as oitavas de final da Libertadores. Mesmo assim, venceu por 3 a 2, graças às defesas difíceis de João Paulo, principalmente no segundo tempo.

Desesperado pelo empate, o Olimpia se lançou ao ataque com três centroavantes, seguidos cruzamentos e pontaria afiada. Do outro lado, porém, estava João Paulo, que defendeu tudo o que foi no gol do Santos.

 

Fonte: Por Bruno Giufrida — São Paulo

Se o espanhol Domènec Torrent falou, explicou, detalhou seus conceitos de futebol, a ponto de convencer o vice Marcos Braz e o diretor Bruno Spindel, ele também ouviu.

E soube sua enorme responsabilidade.

A de seguir os passos de Jorge Jesus.

Não, táticos.

O Flamengo pode trocar a intensa movimentação do meio para a frente, para atletas mais posicionados, donos do seu espaço, como Guardiola gosta.

Não interessa os meios.

Braz e Spidel deixaram bem claro a Torrent que o objetivo é manter a hegemonia no futebol não só do país, como da América Latina. E lutar pelo Mundial.

Ou seja, o tradicional período de adaptação a qualquer treinador, com direito a inevitáveis derrotas, eliminações, não será admitido.

O irônico é que Domènec Torrent jamais venceu um título como treinador. Teve 23 conquistas como auxiliar de Guardiola.

Com a orientação do presidente Rodolfo Landim, os dirigentes flamenguistas usaram a técnica de contratação de um executivo de alto escalão. 

Traçaram mais que metas.

Brasileiro, Libertadores, Mundial. A exigência está amarrada aos bônus pelas conquistas.

Os fatores principais alegados pelo vice e pelo diretor, no jantar em Madrid, que encaminhou a assinatura de contrato, que deve acontecer hoje, e o compromisso duração até dezembro de 2021, são três.

O primeiro, a força do elenco.

É disparado o melhor da América Latina. Recheado com jogadores talentosos, no time principal como no reserva.

O segundo, a infraestrutura, Centro de Treinamento, departamentos médicos, de fisiologia, fisioterapia. Incluindo a facilidade do fretamento de jatos para os jogos importantes ou locais de difícil acesso por voos comerciais.

O terceiro: quando a pandemia for controlado, a torcida. O apoio intenso da maior torcida do país. Não só no Maracanã, mas por todo o Brasil.

Ou seja, Domènec Torrent percebeu que não faltará nada a ele.

Landim mandou avisar que deseja que o trabalho comece o mais rápido possível.

Que o espanhol queime as etapas de adaptação que puder.

E Torrent terá como auxiliar informal, o lateral direito Rafinha.

Os dois já trabalharam juntos no Bayern de Munique.

Têm ótimo relacionamento.

Aliás, Rafinha foi um dos defensores da sua contratação.

O lateral já começou a detalhar aos companheiros de Flamengo como Domènec quer o time organizado.

"O Dome, eu falo até assim porque eu tenho uma intimidade legal com ele. Foram três anos que trabalhamos juntos no Bayern, depois ele foi para o City com o Pep.

"É aquela história, ele é da escola do (Johan) Cruyff, né? É um cara que sabe tudo e mais um pouco de bola. No Bayern, os treinamentos quem dava era ele, o Guardiola ficava só corrigindo e tal", antecipou Rafinha à ESPN/Brasil.

Quando ele detalha da 'escola do Cryff, é a liberdade dos atletas em trocarem de posição, principalmente do meio para a frente, mas com os espaços preenchido. Com Jorge Jesus, o Flamengo atacava em bloco, muitas vezes de um lado só. Cruyff, Guardiola e Torrent, optam pelo time sempre respeitando a distribuição tática equilibrada.

Mas a filosofia do espanhol combina com a vocação ofensiva  do Flamengo.

Defensivamente, pode haver uma adaptação, já que ele gosta de usar três zagueiros, quatro atletas no meio de campo e quatro no ataque. O que se não for muito bem treinado, deixa o time aberto a contragolpes de times defensivos.

Domènec sabe muito bem o desafio que terá pela frente.

Deverá assinar ainda hoje o contrato até dezembro de 2021.

O Flamengo não aceitará nada menos do que a manutenção do status de melhor time do país e da América do Sul.

Sem meias palavras: o objetivo é manter os títulos brasileiro e da Libertadores. Correr atrás das premiações milionárias da Copa do Brasil.

E fazer o 'máximo' para ganhar o Mundial.

As cartas foram colocadas na mesa.

Domènec Torrent aceitou.

"Ele está absolutamente preparado para qualquer país.

"Ele fez a melhor temporada da história do New York City na última temporada. Ele é incrivelmente bem preparado, tem muita experiência. Não tenho nenhuma dúvida sobre sua capacidade"

“Eu aprendi muito com ele", palavras de Pep Guardiola.

Melhor aval, impossível...

 

Fonte: https://esportes.r7.com

Sul e Sudeste do Pará

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