O Departamento de Homicídio da Polícia Civil de Parauapebas - DHPP, tem mais um crime de homicídio para elucidar, desta feita, a vítima é uma jovem de 13 anos de idade, que estava desaparecida, Kechily Costa de Souza, sumiu no dia 09, quando retornava da escola.

O corpo da adolescente foi encontrado em avançado estado de decomposição

O corpo da adolescente foi encontrado por volta das 13h da tarde de sábado 14, em uma área de terrenos baldios entre o residencial Alto Bonito e o bairro Alto Boa Vista, mas precisamente por trás do supermercado daquele residencial.

De acordo com Davi Ferreira de Sousa, pai da vítima, sua filha estava sofrendo ameaças por parte de uns adolescentes moradores do residencial Alto Bonito, onde a vítima também morava.  Ainda segundo o pai, sua filha vinha tendo problemas com os adolescentes na escola onde estudava, por causa do namorado.

A vítima teve a cabeça decepada

Ainda segundo Davi na segunda-feira, 09, ela retornava da escola para casa quando teria sido abordada por volta das 19h, próximo a escola municipal Domingos Cardoso, por um grupo de adolescentes que a sequestraram, desde então a mesma não foi mais vista. O desaparecimento da garota foi registrado na delegacia pelo pai da vítima.

"Hoje pela manhã por volta das 10h recebemos uma ligação de um número privado dizendo que era para eu dar uma olhada próximo a horta, por trás do supermercado, que havia  um corpo jogado lá, assim fiz, mas não encontrei nada, depois a polícia recebeu a mesma informação e vieram averiguar, encontrando o corpo dela justamente no local onde alguém tinha me informado", contou o pai de Kechily Costa.

A polícia chegou até o corpo através de ligação anonima 

A jovem estudava na Escola Municipal Olga da Silva, no bairro Altamira, onde cursava o 9º ano, e residia no residencial Alto Bonito, próximo ao local onde o corpo foi achado. O pai de Kechily acrescentou ainda que sua filha não fazia parte de nenhuma facção criminosa, mais que estava sendo ameaçada por integrantes de uma que seria rival a do  namorado dela.

(Neide Folha)

 

Na manhã de domingo, 09, uma guarnição da Guarda Municipal de Parauapebas realizava rondas nas proximidades da Estrada da Ferrovia, próximo ao bairro Nova Carajás, quando se deparou com dois homens em atitude suspeita.

Momento em que foi realizada a abordagem aos dois, constatou-se que contra Luís Carlos Clemente Araújo, de 25 anos de idade, havia um mandado de prisão expedido pela justiça de São Paulo em desfavor do mesmo.

Luís Carlos, é natural do estado do Maranhão, e reside em Parauapebas, no bairro Nova Carajás.  Em São Paulo ele teria participado de um assalto à mão armada, de onde estava foragido há dois anos.

Mediante ao fato a GM apresentou o mesmo na 20ª Seccional de Polícia Civil para que responda pelo crime que cometeu.

O GM Garcia explicou como se deu a prisão de Luís Carlos. “No momento da ronda de rotina realizada por nossa equipe, avistamos o mesmo, que ao se deparar com a GU entrou em atitude suspeita. De imediato resolvemos realizar a abordagem dele, não foi apreendido nada com o acusado. Em conversa com ele, descobrimos que havia um mandado de prisão, agora está à disposição da justiça para os procedimentos cabíveis.” Destacou o agente Garcia.

(Neide Folha)

 

Eslon Braz da Silva, 17 anos de idade, estava desaparecido desde a última quarta-feira, 29. O jovem Eslon residia no bairro Amazônia do outro lado da pista e teria sido visto pela última vez pelo pai dele na quarta-feira.

Pelos levantamentos preliminares realizado pela polícia no local em que o corpo foi encontrado, o jovem foi morto com 16 perfurações de faca, 8 no abdômen, 6 nas costa e 2 no rosto.

Corpo do jovem foi encontrado com 16 perfurações 

Elson Cleiton pai da vítima, disse na delegacia que reconheceu o corpo do filho através das fotos divulgadas nas redes sociais e pela a calça que seu filho usava.

Informações que estão sendo levantadas pela polícia dão conta que a vítima era usuária de droga e que cometia pequenos furtos no bairro. Outra hipótese e que o jovem pode ter sido vítima do tráfico.

(Neide Folha) 

O promotor de Justiça Militar, Armando Brasil, apresentou denúncia à Justiça Militar contra os quatro policiais militares acusados de participação na chacina de 11 pessoas em Belém, no dia 19 de maio deste ano, no Wanda’s Bar, na passagem Jambu, no bairro do Guamá. Os denunciados são os cabos Josimar Nogueira da Silva, José Maria da Silva Noronha, Leonardo Fernandes Lima e Wellington Almeida Oliveira.

Na denúncia, eles foram enquadrados pelo promotor em pelo menos dois artigos do Código Penal Militar: o de nº 150, por organização para prática de violência com uso de armamento ou material bélico, com pena de reclusão de quatro a oito anos de prisão, e o de nº 205, que dispõe de homicídio qualificado e que prevê de 12 a 30 anos de reclusão.

Em entrevista a uma TV local nesta quarta-feira, 3, Armando Brasil informou que também requereu a expulsão dos PMS da corporação em ação civil pública de improbidade administrativa, o que pode ocorrer independentemente de decisão judicial.

Armando Brasil entende que os quatro policiais cometeram crime de peculato por terem se apropriado irregularmente de munição da PM para os assassinatos, conforme mostrado pelas diligências da promotoria. E foi munição usada para treinamento dos policiais que, apesar de qualidade inferior, “tem alto grau de letalidade”, conforme observou o promotor militar.

Como essa munição foi parar com os policiais é a resposta que a Promotoria Militar procura encontrar. “O caso precisa ser mais aprofundado porque não sabemos como essa munição desapareceu do paiol e foi parar nas mãos desse grupo”, disse Armando Brasil, que suspeita: “É possível que mais policiais estejam envolvidos nessa organização criminosa”.

No Pará, Armando Brasil é responsável por investigar a chamada “banda podre” da PM. Foi ele quem denunciou os seis PMs acusados de fazerem parte de um grupo de extermínio, que em 2017 matou 27 pessoas. Os policiais foram presos e interrogados em fevereiro deste ano.

Acusados são réus na Justiça Comum

Na Justiça Comum, os quatro policiais foram transformados em réus no dia 25 de junho deste ano, quando o juiz Edmar Silva Pereira, da 1ª Vara do Tribunal do Júri, de Belém, recebeu a denúncia do promotor de Justiça José Rui de Almeida Barboza contra os quatro PMs e os outros quatro homens acusados pela chacina: Ian Novic Correa Rodrigues, o “Japa”; Jonatan Albuquerque Marinho, o “Diel”; Edivaldo dos Santos Santana e Jailson Costa Serra. Os dois últimos responderão ainda pelos crimes de fraude processual e porte ilegal de arma, respectivamente.

Ao receber a denúncia, o juiz determinou a retirada do sigilo dos autos. Na Justiça Comum, os que atiraram nas vítimas irão responder como autores e os demais como partícipes, pelos crimes de homicídio qualificado, que prevê pena de 12 a 30 anos de reclusão, e lesão corporal (pena de reclusão de 1 a 5 anos), por cada uma das vítimas.

“Quanto aos onze crimes de homicídios qualificados, deve ser observado caráter hediondo, conforme preceitua a Lei 8.072/90, porquanto os denunciados, com suas condutas, afetaram valores morais e éticos, o direito fundamental à vida, revelaram comportamentos inescrupulosos, perversos e inaceitáveis pela sociedade”, diz, na denúncia, o promotor Rui Barboza.

Por Hanny Amoras – correspondente do Blog em Belém

Os três assassinatos ocorreram dentro de uma casa de madeira que fica em uma área de invasão no Bairro Nova Vida. Segundo informações a casa pertencia a uma das vítimas.  MAICON LEIDE SANTOS, LUCAS FERREIERA SANTOS o terceiro foi identificado como neguinho da balada.

 Todos foram executados com tiros na região da cabeça. Quatro delegados e vários policias militares estiveram no local do triplo homicídio. Mas até o momento as informações segundo a polícia civil sobre o ocorrido são desencontradas. O delegado Marcelo Delgado espera contar com o apoio da comunidade para elucidar mais este crime.

 Dentro da casa onde as execuções aconteceram muito sangue. Os  três homicídios chamou a atenção de muitos curiosos. O local de difícil acesso  dificultou os profissionais do IML.

 Pelo menos  dois veículos foram usados para remoção dos corpos. Dentro da  casa  onde tudo aconteceu nada foi mexido, apenas os corpos ficaram caídos no chão, após a pericia todos foram levados para o iml. No local do crime prevaleceu a lei do silêncio.

 

Marcelo Duarte

Sul e Sudeste do Pará

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