Carajas o Jornal

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As receitas de suco detox são ideais para quem quer eliminar as toxinas do organismo e, de quebra, perder alguns quilinhos. E além de emagrecer rápido, essas bebidas com alto valor nutricional também oferecem outros benefícios, como manutenção do bronzeado, combate à TPM e melhora no intestino.

Como fazer sucos detox

Para auxiliar na queima de calorias, faça um suco com limão, manjericão e hortelã.

O suco de acerola, gengibre, cenoura e hortelã ativa o metabolismo, auxilia na perda de calorias e ajuda a manter o bronzeado.

 

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Couve, morango e beterraba são os ingredientes ideais para desintoxicar, auxiliar nos sintomas da TPM e regular o humor.

Para prolongar a sensação de saciedade e acelerar o trato intestinal, eliminando as toxinas, a receita deve levar abacaxi, cenoura, gengibre e hortelã.

O suco de beterraba, cenoura, mamão e laranja é outra opção desintoxicante que também ajuda a melhorar o trânsito intestinal.

Quem quer eliminar as gordurinhas pode fazer um suco com pepino, cenoura e mamão, receita que é um diurético natural.

Mais uma opção para quem quer perder as gordurinhas: suco de maçã, gengibre, hortelã e limão.

O suco de cenoura, melancia e maracujá é um calmante natural, além de ser diurético e auxiliar na circulação do sangue.

Para quem quer emagrecer, o suco composto por couve, limão e hortelã o suco é o ideal.

Rico em vitamina C, o suco de mexerica, gengibre, cenoura e hortelã também é desintoxicante e um anti-inflamatório natural.

FONTE: Vix.com

A segunda parcela do 13º de aposentados, pensionistas e demais beneficiários do INSS será depositada entre os dias 24 de novembro e 7 de dezembro, conforme decreto publicado no "Diário Oficial da União" em 25 de julho. A primeira parcela da gratificação já caiu na conta dos segurados entre agosto e setembro.

As datas foram confirmadas na segunda (31) pelo Ministério da Previdência.

O dinheiro extra começa a ser depositado antes para os segurados que recebem um benefício de até um salário mínimo (R$ 880, neste ano).

Celebrado todos os anos, dois de Novembro o Dia de Finados, é o dia criado para honrar e lembrar as pessoas que já faleceram. Nos calendários religiosos é um dia de reflexões e saudades daqueles que partiram para o lado do Salvador.

As famílias se reúnem e vão até os cemitérios das cidades prestar homenagens aos entes queridos levando flores e  fazendo as orações.

Os cemitérios presentes no município são movimentados durante todo o dia com as visitas.

De acordo com a administração do cemitério, neste ano o número de visitantes aumentou em torno de 100% em comparação dos anos passados, motivo disso é referente o índice de mortalidade que aumentou no Município.

Vendedores aproveitam para lucrar um dinheiro extra com a venda de  arranjos de flores e velas. Paulo Henrique Biólogo de 28 anos é vendedor e fala que a renda faz parte do seu decimo terceiro. "Venho vender aqui no cemitério o valor que apuro é como se fosse meu decimo terceiro, contribuído na renda familiar", relatou Pedro Henrique.

Parentes se sentem emocionados nesse dia ao fazer as visitas aos cemitérios. Dona Claudia de 40 anos sente  saudades de seu pai que faleceu há 3 anos.  "Vim aqui no dia de hoje não é fácil lembro do meu pai da pessoa que ele era a saudade  e a dor aperta no coração; me conformo em saber que ele está ao lado de nosso Senhor Jesus" disse Dona Claudia.

As igrejas católicas de Parauapebas celebram missas nas capelas dos cemitérios seguindo uma programação.

Saiba mais - O Dia de Finados é comemorado por ordem da Igreja Católica desde o século XI, que no século XIII determinou que esse dia deveria ser celebrado no dia 2 de Novembro.

Diferentes religiões ou denominações da mesma religião abordam este dia de forma diferente, não sendo um dia celebrado pelas pessoas de todas as religiões.

É muito importante para a Igreja Católica, que afirma que no dia de Finados os vivos devem interceder pelas almas que estão no purgatório, esperando a purificação para entrarem no Céu. O protestantismo não acredita na existência do purgatório e não cultiva o hábito de orar por pessoas que já faleceram, e por esse motivo não celebra esta data.

O jornalista Luiz Vieira e sua família estiveram no cemitério municipal Jardim Eterno no bairro Da Paz, visitando o tumulo de sua mãe dona Maria Vieira conhecida como Dona Cota, falecida ano passado.

Por: Juju Alves

As pessoas compareceram logo pela manhã para visitar os túmulos. 

Paulo disse que espera faturar uma renda extra com as vendas. 

O cemitério municipal Jardim Eterno também foi visitado. 

O jornalista Luiz Vieira em visita ao túmulo de sua mãe. 

 

 

A equipe da Divisão de Homicídio de Parauapebas ficou de ouvir na manhã desta quarta feira dia de finados as primeiras testemunhas do crime de homicídio que teve como vítima o jovem Diego Dutra Teixeira, 26 anos de idade, assassinado com dois disparos de arma de fogo por dois desconhecidos em uma moto de modelo, cor e placa não anotada.

Segundo uma conhecida de Diego Dutra, minutos antes do ocorrido o mesmo se encontrava ingerindo bebida alcoólica em um bar denominado "Bar do Alves", em companhia de um primo dele e outras duas mulheres, quando por volta das 2h40, a vítima teria chamado seus companheiros de mesa para irem em outro local de festa próximo dali, e quando havia caminhado a metade do quarteirão da Avenida Espanha altura da Rua Estocolmo Diego foi abordado pelos pistoleiros que já o aguardava na esquina.

Devido ao barulho da festa ninguém soube precisar se antes de ser alvejado com dois disparos houve discussão entre vítima e matador.

A polícia suspeita que Diego Dutra tenha sido vítima de acerto de conta por dívida de droga.

Caso você tenha alguma informação sobre o crime, ligue ou envie mensagem  para a Divisão de Homicídio no celular 94 99107-0262 e sua identidade será mantida no mas absoluto sigilo.

(Caetano Silva)

Diego Dutra não resistiu os ferimentos e morreu na hora.

Agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreenderam na manhã de terça-feira (1º) animais silvestres mortos, em Ipixuna do Pará, sudeste do estado. De acordo com a PRF, os animais seriam provenientes da caça ilegal e estavam sendo transportados na carroceria de um veículo pela rodovia BR-010.

A caminhonete foi abordada pelos policiais no quilômetro 229 da BR-010. Dentro do carro foram encontrados sacos contendo as carcaças de veado, paca e cotia.

Ao ser questionado, o condutor do veículo afirmou que estava vindo do povoado Coera em direção ao quilômetro 88, em Ipixuna do Pará.

O homem foi detido e encaminhado para a Polícia Civil devido prática de crime ambiental. Ele foi liberado após ter assinado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), se comprometendo posteriormente a comparecer em juízo.

 

fonte: G1

Dados divulgados nesta terça-feira (1º) pela Secretaria de estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) mostram que, no período de 24 a 31 de outubro, o Pará obteve 950 focos de queimadas distribuídas em 96 municípios paraenses.

De acordo com a Semas, os municípios que obtiveram maiores registros de focos de queimadas foram: Cametá (86 focos), Pacajá (60 focos), Acará (54 focos), além de Moju e Portel (ambos com 46 focos).

Segundo a Semas, queimadas provocadas em florestas é considerado um crime ambiental. Conforme consta no artigo 50 do Decreto Federal 6.514/2008 incorre em infração destruir ou danificar florestas ou qualquer tipo de vegetação nativa ou de espécies plantadas sem autorização ou licença da autoridade ambiental competente, resultando em multas a partir de R$ 5 mil por hectare.

 

Fonte: G1

Uma operação conjunta entre a Polícia Civil e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) interditou o funcionamento de quatro madeireiras em Goianésia do Pará, no sudeste do estado. A fiscalização lacrou máquinas, apreendeu madeira, carretas e ainda estornou volumes falsos declarados ao Sistema de Comercialização e Transporte de Produtos Florestais (Sisflora).

Os proprietários estavam utilizando maquinários sem a licença correta para funcionamento, carretas que transportavam a madeira seguiam rotas fora da Guia Florestal declarada, desmatando florestas atrás de espécies nativas de madeira como taxi, pau roxo e angelim vermelho, além de declararem falsamente aos Sisflora volumes de metros cúbicos de madeira em tora e serrada, para encobertar a exploração ilegal dos produtos e também para garantirem reserva de mercado e negociarem o produto de forma ilegal no comércio.

A operação tirou do Sisflora cerca de 3 mil metros cúbicos de madeira em tora e mil metros cúbicos de madeira serrada e ainda apreendeu o volume de  910,14 metros cúbicos de madeiras nativas em toras e 118,32 metros cúbicos serrados, todas ilegais.

 

Fonte: g1.globo.com

Notas falsas de R$100 foram apreendidas em Rurópolis, sudoeste do Pará. Um homem foi detido em com duas cédulas. O flagrante foi realizado depois que uma guarnição do Grupamento Tático Operacional (GTO) foi acionada por um comerciante, que avisou sobre  o suspeito que estava na região fazendo compras com notas falsas, segundo informações divugadas nesta terça-feira (2).

Segundo a denúncia, o suspeito já havia comprado três quilos de feijão em dois pontos comerciais do município, e pago com notas com características de falsificação. O suspeito foi abordado na rodovia Transamazônica, área do bairro Leitoso, em Rurópolis. Ele estava uma moto e usava mochila.

Ao ser revistado, o suspeito foi flagrado com duas cédulas falsas e mais de R$ 3,3 mil em notas verdadeiras obtidas no troco das compras realizadas pelo preso. Na Delegacia, o suspeito confessou o crime ao delegado Ariosnaldo Vital Filho.

No relato, disse que mora em Marabá, no sudeste do Pará, e que viajou de moto durante três dias em direção à Transamazônica, para fazer compras com o dinheiro falso que tinha em casa, para obter dinheiro verdadeiro no troco. Os quilos de feijão foram jogados às margens da rodovia, alegou o preso.

O preso vai responder pelo crime de falsificação de moeda, cuja pena é de reclusão de três a doze anos, conforme previsto no Código Penal. A Justiça arbitrou fiança superior a R$ 6 mil e, em caso de pagamento, o acusado poderá responder ao processo em liberdade provisória.

 

Fonte: G1

Torcedores do Corinthians que ficaram detidos no Maracanã após uma briga com policiais militares relatam abusos, ofensas e agressões de membros da PM durante todo o processo de abordagem depois do empate por 2 a 2 com o Flamengo, no dia 23 de outubro.

Uma semana depois da confusão, dois corintianos da maior torcida organizada do Timão que estavam no Maracanã aceitaram receber a reportagem do GloboEsporte.com na casa de um deles, na zona sul de São Paulo, sob condição de anonimato. Ambos relataram o que viveram no Rio de Janeiro. Um deles conseguiu ir embora para casa, e o outro ficou detido na Cidade da Polícia, liberado na manhã seguinte. 

Corintianos que falaram com a reportagem sob condição de anonimato (Foto: GloboEsporte.com)

– Se a polícia quiser, a gente briga. Se a polícia não quiser, a gente não briga – disse um deles, que chegou ao estádio com uma caravana.

O outro foi de carro de São Paulo ao Rio de Janeiro – veja trechos da entrevistas com os dois torcedores no vídeo acima.

Para ambos, o momento mais crítico ocorreu no fim da partida, horas depois da briga, quando a PM tentava identificar os agressores dentro e fora do Maracanã. Um ficou na arquibancada; o outro saiu do estádio antes do apito final.

– O jogo acabou, o clima estava meio tenso porque algumas pessoas já tinham sido levadas durante o intervalo. Eu, pelo simples fato de ter característica parecida com a de quem teoricamente eles estavam procurando, fiquei. Eles me fizeram sentar em cima da mão. Eu já estava sem minha camiseta a essa hora, aí a tortura começou. Ouvia todos xingando ali de cima.Percebi também um preconceito bairrista mesmo, eles falando que a gente estava com cheiro de Rio Tietê. O policial vinha, dava tapa na minha orelha, joelhada nas minhas costas. Eu apanhei muito, muito mesmo. Apanhei demais. Apanhei de bombeiro, da segurança interna do estádio, estou com o ouvido doendo até hoje. Foi terrível, foi uma tortura psicológica e física como nunca passei – disse o torcedor que ficou no Maracanã, o que não pertence à organizadas.

Confusão torcida Corinthians, no Maracanã (Foto: André Durão)
Corintianos e policiais entram em confronto no Maracanã antes do jogo (Foto: André Durão)
Torcedores do Corinthians no Maracanã (Foto: Reprodução SporTV)
Após a partida, PM retém parte dos torcedores dentro do estádio (Foto: Reprodução SporTV)

Ele descreveu uma espécie de sala anexa, no saguão de acesso ao setor de visitantes do estádio, onde policiais chamavam torcedores para novos esclarecimentos. O cenário descrito por ele é de "tortura".

– Tinha uma salinha perto de onde eu estava sentado, próximo à entrada... Pessoas que estavam sendo levadas ali para dentro... Todo mundo tomava choque. Sabe aquela maquininha? Você ouvia o barulho ali de fora. As pessoas estavam levando choques. Teve um policial lá que quebrou o cassetete dele. Quebrou o cassetete dele de tanto que ele bateu. Foram cenas lamentáveis. Trauma enorme. Foi assim, aí você imagina ver um monte de gente sentada, todo mundo que passa te bate, tem uma salinha ali que os caras estão dando choque. Meu Deus do céu, onde que eu estou? O que está acontecendo? – contou o torcedor, que acabou liberado pela PM após a triagem dentro do estádio.

– Estava pensando aqui agora, e o sentimento é exatamente esse mesmo. Que eu estava num campo de concentração sofrendo a pior das torturas. Eu não sabia o que ia acontecer, não tinha a dimensão de como eles estavam levando isso, a proporção que ia tomar. Estava meio sem entender, porque a opressão que nós sofremos lá... Sabe... Totalmente coagido, sentado em cima da mão. Todo mundo que passava batia. Quando cheguei na segunda-feira e fui ao médico... Eu podia ter ficado surdo de tanto tapa e murro que levei na orelha. Estou com as costas marcadas, a perna marcada. Foi uma tortura – completou.

Ainda sem imagens de circuito interno

As primeiras acusações de abusos e agressões dos policiais no Maracanã apareceram logo em seguida à liberação dos torcedores naquela noite no Maracanã. O major Silvio Luiz, comandante do Grupamento Especial de Policiamento em Estádios, negou e repudiou as denúncias antes de encaminhar o grupo de corintianos à Cidade da Polícia. Nas audiências de defesa, 17 dos torcedores detidos alegaram que foram agredidos por policiais, de acordo com reportagem do portal "Uol". Um deles, Vitor Hugo Souza mostrou marcas de agressões após um pedido do advogado de defesa para tirar a camisa.

– Não houve nada de tortura ou sala especial. Todas as salas do Maracanã possuem sistema de câmeras. Não tem nada disso. Os torcedores detidos ficaram sentados aguardando para serem encaminhados para a Cidade da Polícia ou liberados – disse o policial, na noite de 23 de outubro.

A reportagem do GloboEsporte.com pediu informações e imagens do circuito interno de TV do estádio. A Polícia Civil disse que é de responsabilidade do Maracanã. Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Rio informa que o Gepe se baseou em imagens do Maracanã para identificar alguns dos agressores. A partida foi organizada pelo Flamengo, que contratou a Sunset, empresa de segurança particular que já trabalhava com o Consórcio Maracanã. Até o fechamento desta matéria, não houve resposta sobre as imagens das câmeras de segurança. O GloboEsporte.com também entrou em contato com a empresa de segurança particular.

O outro torcedor conseguiu escapar da triagem dos policiais porque saiu antes do fim da partida. Apesar de não ter participado da abordagem de dentro do Maracanã, ele e um grupo de corintianos foram capturados nas imediações do estádio sob alegação de que estavam com paus e pedras. Alguns chegaram a entrar no saguão de um prédio, mas foram detidos na sequência.

– Uma hora a polícia nos dispersou e mandou a gente se virar para ir embora do Rio. Sem dinheiro, sem nada, com as coisas todas dentro do ônibus, documentos, tudo. Como não tínhamos para onde ir, ficamos ali na mesma rua, esperando. Vieram duas viaturas do outro lado, fecharam a gente e nem perguntaram nada. Vieram batendo já. Duas viaturas pela frente e a polícia andando de dentro do estádio na nossa direção. Todos batendo na gente, depois que foram perguntar, falar o que estávamos fazendo lá. Informamos que tínhamos sido liberados, mas não tínhamos como entrar no ônibus. Falaram que seríamos presos, ficaríamos em Bangu.

– Quando eles começaram a bater na gente, um policial falou para o outro: "Pega lá as pedras, os paus, que eles estavam com pedras e paus". Esse outro policial foi e não achou nada, porque estávamos querendo ir embora. Tinha mulher com a gente, duas mulheres foram presas. Ele não achou nada, e o outro policial falou para ele pegar o que achasse na rua – disse o organizado, que foi detido fora do Maracanã e liberado na manhã seguinte.

Após a confusão, 64 pessoas foram detidas e passaram a noite na Cidade da Polícia. Destas, 33 foram liberadas. Outros 30 estão presos preventivamente em Bangu – um menor de idade foi encaminhado para outra delegacia. Em audiência de custódia na semana passada, 17 corintianos relataram agressões e maus-tratos da polícia.

E MAIS: "Estávamos fora do estádio", diz amigo de corintiano preso no Rio

Questionada sobre as denúncias, a Secretaria de Estado de Segurança, da Polícia Militar carioca, diz que não recebeu qualquer reclamação sobre o tratamento dos policiais.

Veja abaixo a íntegra do posicionamento da PM:

"A assessoria de Imprensa da PMERJ informa que o Grupamento Especial de Policiamento em Estádios (GEPE) deteve e conduziu, no domingo (24/10), um total de 67 torcedores envolvidos em duas ocorrências distintas registras durante o policiamento destinado ao Estádio Mário Filho (Maracanã). A primeira ocorrência foi dentro do estádio, antes de iniciar o jogo, quando torcedores do Corinthians tentaram invadir o setor destinado à torcida do Flamengo e os policiais militares precisaram intervir. Um grupo agrediu quatro PMs e foi necessário reforço policial para contê-los.

O GEPE analisou imagens do sistema de monitoramento do Maracanã e reconheceu 31 destas pessoas como agressores dos policiais. Outros 11 homens também foram conduzidos por terem participado da confusão. Após o término da partida, o GEPE foi acionado novamente em razão de um grupo de 25 torcedores também do Corinthians que andavam pela Rua São Francisco Xavier munidos de paus e pedras. Quatro homens invadiram um condomínio naquela via para fugir dos policiais. Os 25 foram detidos e também conduzidos para sarque na Cidade da Polícia. Com cinco deles, os policiais apreenderam certa quantidade de maconha e cocaína.

Sempre que há reclamação, a Polícia Militar apura as circunstâncias envolvendo o fato. Até o momento, não houve reclamação sobre a situação relatada. A Polícia Militar sempre atuará no sentido de coibir crimes e zelar pela segurança de torcedores e famílias nas praças desportivas."

 

Fonte: globoesporte.globo.com

O Corinthians anunciou nesta quarta-feira pela manhã a contratação do centroavante . O contrato terá validade até o fim de 2019. O jogador será apresentado na quinta, após o treino no CT Joaquim Grava. 

– Alegria é enorme. Faltam até palavras para falar desse momento especial. Eu fui criado aqui, dez anos no Corinthians, tive prazer de ganhar títulos. Sei o quanto esse clube é grande. Estou mais maduro. Espero fazer o meu melhor, como sempre me dediquei. Conheço bem a torcida e espero fazer meu máximo, gols, que é a minha função – afirmou Jô, em uma rede social do clube.

O atacante vinha treinando no clube desde a semana passada, mas o acerto ainda não havia sido confirmado pelo clube. Como o prazo para a inscrição de novos jogadores no Campeonato Brasileiro já se encerrou, ele só terá condições de atuar na próxima temporada - O Timão disputará o Torneio da Flórida, em janeiro, nos Estados Unidos. 

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Aos 29 anos, o atacante estava no Jiangsu Suning, da China, e não joga desde julho. O atacante vai continuar alternando trabalhos em campo com séries na academia e no laboratório do clube. Com o tempo, a intenção é colocá-lo para treinar ao lado dos colegas. 

10 coisas que você não sabe (ou não se lembra) sobre Jô no Corinthians

Jô é oriundo do terrão, foi o jogador mais jovem a vestir a camisa corintiana em todos os tempos, tendo sua estreia pelo alvinegro no ano de 2003 (com 16 anos, 3 meses e 26 dias), e esteve em campo em 115 jogos, marcando 18 gols.Jô é o segundo reforço confirmado para 2017. O Corinthians também tem acerto com o atacante Luidy, que disputa a Série B pelo CRB. O clube também negocia com o meia Wagner, ex-Cruzeiro e Fluminense.

Veja a ficha técnica do atacante Jô:

Nome: João Alves De Assis Silva
Nascimento: 20.03.1987
Altura: 1,88m
Cidade: São Paulo – SP
Títulos: Campeonato Paulista 2003, Campeonato Brasileiro 2005, Campeonato Russo 2006, Copa da Rússia 2005/06 e 2007/08, FA Cup 2010/11, Recopa Sulamericana 2011 e 2014, Campeonato Gaúcho 2012, Campeonato Mineiro 2013 e 2015, Libertadores da América 2013 e Copa do Brasil 2014 e Copa das Confederações 2013.
Artilharia: Libertadores 2013 (7 gols)
Seleção Brasileira: 20 jogos 5 gols

 

Fonte: globoesporte.globo.com

Sul e Sudeste do Pará

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