
São Paulo – O Instituto Nacional da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) conduz o estudo VacinaKids. A ideia é entender e diagnosticar o negacionismo de pais que rejeitam a vacinação de seus filhos contra o novo coronavírus. A pesquisa será desenvolvida até o dia 30 de janeiro do próximo ano. “O estudo busca avaliar a intenção de pais ou responsáveis por crianças e adolescentes em vaciná-los para a prevenção da covid-19, compreendendo o posicionamento e motivações que permeiam essa tomada de decisão”, afirma a entidade.
O estudo se mostra necessário para combater visões conspiratórias e anticientíficas que comprometem a imunização coletiva e a superação da pandemia. A Fiocruz acredita que os resultados brasileiros devem ser melhores do que observados em outros países. Um levantamento apresentado pela coordenadora do VacinaKids, Daniella Moore, mostra que nos Estados Unidos, Israel e Canadá, a intenção dos pais em vacinar os filhos é de apenas 59,7%. “Dados preocupantes, pois, apesar da persistência da pandemia, a hesitação vacinal aumentou entre pais de crianças e adolescentes quando comparados os períodos de março a maio de 2020 com dezembro a março de 2021”, afirma a pesquisadora.





























