
Familiares e advogada da funcionária pública Dayse Dyana Sousa e Silva,35 anos, assassinada em 2019 por seu esposo o pronunciante, o agente de trânsito do Detran de Parauapebas Diógines dos Santos Samaritano, que no calor de uma briga de casal espancou e a jogou a esposa pela a janela da residência onde moravam no Bairro Parque dos Carajás em Parauapebas.
Os advogados de acusação da família buscam diante do Tribunal para que o julgamento de Samaritano, seja realizado em Parauapebas segundo a doutora Lemos advogada da família disse que Parauapebas tem condições logísticas, quanto estruturais para receber o Tribunal do Júri para realizar este julgamento de um crime de grandes proporções como este. “Contamos com o apoio de toda a população para que nos ajude a pedir ao Tribunal que faça sim justiça, trazendo este julgamento para Parauapebas”. Disse a advogada que adiantou que, a Justiça de Parauapebas reconheceu que Diógenes é verdadeiramente o autor do crime através da pronúncia. A sentença de pronúncia é uma decisão que não põe fim ao processo: ela apenas decide que existem indícios de um crime doloso contra a vida e que o acusado pode ser o culpado e que, por se tratar de um crime doloso contra a vida, o processo terá que ser julgado por um tribunal do júri e não por um juiz sozinho.

Mãe de Dayse Diana está incansável em buscar a condenação do assassino de sua filha
Diógenes Samaritano dos Santos, que já foi servidor do DMTU, em Marabá, foi condenado a 14 anos e sete meses de prisão. A condenação dele foi pelo crime de apreender ilegalmente CNHs e documentos de veículos com alguma pendência com o órgão de trânsito e devolvia mediante pagamento de propina. O crime foi descoberto logo após o feminicídio que vitimou a esposa Dayse Diana ocasião em que a Polícia Civil foi à residência do casal, onde o crime aconteceu, e lá descobriu mais de 300 documentos de veículos e Carteiras Nacionais de Habilitação de populares, espalhados pelo imóvel. Segundo a polícia, os documentos foram apreendidos durante o trabalho de Samaritano como agente de trânsito, em Blitze de rotina em Parauapebas. Ele apreendia o documento e depois só devolvia mediante pagamento de propina. Diante disso, a polícia abriu uma investigação só pra tratar especificamente desse caso. Durante o inquérito foi descoberto que Samaritano teria, inclusive, fornecido o número do seu telefone celular para que as vítimas pudessem entrar em contato posteriormente para combinar o local, data e horário para a entrega da vantagem indevida (propina). Perante a autoridade policial, o acusado permaneceu em silêncio. No decorrer das investigações foram identificadas nada menos de nove vítimas e ficou claro que Diógenes Samaritano incorreu no crime de concussão, previsto no artigo 316 do Código Penal Brasileiro (CPB), pois, na qualidade de funcionário público, exigia explícita e implicitamente vantagem indevida de particulares, retendo os documentos pessoais das vítimas, abusando de sua autoridade pública como meio de coação.

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Os advogados de defesa de Samaritano já condenado pelo crime de retenção de documentos de terceiros em blitz, perdendo assim seu cargo, então com recurso negando a autoria do crime e pedindo o desaforamento do processo, ou seja, que ele seja tramitado e julgado em outro lugar, no caso, em Belém. “Sabemos que as manobras são feitas mas acreditamos que o Tribunal irá negar esse pedido”, declarou. A acusação. Fonte: (Matéria da Redação fotos internet)





























