Jovem acusa loja em Parauapebas de perseguição e preconceito

Ontem terça-feira (10), a jovem de 29 anos Camila Passos veio a público em suas redes sociais denunciar que foi vítima de preconceito e perseguição na empresa Havan, onde trabalhava, a jovem expressou sua revolta, pois sua conduta nunca foi desonrosa para com a empresa em questão.

Em entrevista ao Portal Carajás O Jornal, Camila citou sua indignação e disse que está extremamente abalada com a situação que sofreu pela atual gestora da empresa. “Estou até agora com meu psicológico abalado, como que uma pessoa e demitida sem justificada profissional? Nunca faltei, tenho uma boa ficha de acompanhamento na gestão atual. Estou em choque ainda com esta situação”, disse.

Camila passos também comentou que as providências tomadas por ela será uma ação contra a gestão atual da loja, e disse que até o momento ela não teve resposta da diretoria da loja. “As nossas providências será continuar nas redes sociais e vamos mover uma ação contra esta má gestão. Até o exato momento, não temos resposta da direção da Havan”, comentou.

Camila contou em suas redes sociais que as pessoas pobres eram rotuladas como “BR” (baixa renda) por uma funcionária de cargo maior que o seu na loja. A jovem trabalhou na empresa durante oito anos, porém, no último ano ela sofreu uma grande perseguição, por sua cor, opção sexual e até política, por não votar no ex-presidente nas eleições. Ontem terça-feira ela foi demitida do seu cargo.

Em nota a loja disse que:

 

 

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